quarta-feira, 20 de março de 2019

GRAFENO

O grafeno é um material composto de átomos de carbono que, por ser simplesmente o mais fino e mais condutor do mundo, é tido como o futuro da tecnologia. Essa camada ligeiríssima de grafite é ainda muito resistente, se levarmos em consideração sua espessura, sendo 100 vezes mais forte que o aço.
Quando isolado e usado da forma correta, o grafeno ganha possibilidades incríveis de utilização e, por isso, é visto como a solução de vários problemas na área de tecnologia: desde substituição de materiais raros e escassos até o barateamento de custos para o consumidor. 
Grafeno, um material peculiar. Confira!
bilayer-graphene-cvd (Foto: bilayer-graphene-cvd)Grafeno (Foto: bilayer-graphene-cvd)

O composto foi descoberto em 1947, pelo físico Philip Russel Wallace, o primeiro a estudar de forma teórica sobre o material. Mas foi só em 1962 que ele se tornou realidade, através dos químicos Ulrich Hofmann e Hanns-Peter Boehm. Foi Boehm, inclusive, quem o batizou, a partir da junção das palavras grafite e o sufixo –eno.
Finalmente, em 2004, o grafeno surgiu para o mundo, graças aos físicos Andre Geim e Konstantin Novoselov, que resolveu testar seu potencial como transistor. Até aquele momento, era impossível conseguir uma amostra do material para estudos mais efetivos, sem o isolar da forma correta. Os estudiosos conseguiram o feito, incrivelmente, com uma fita adesiva.
Material do futuro
Grafeno (Foto: Divulgação)Grafeno (Foto: Divulgação)
Não é à toa que o grafeno é supervalorizado no mundo da tecnologia. Ele é, simplesmente, o material mais forte, mais leve e mais fino conhecido na atualidade. Além disso, é transparente, elástico e conta com propriedades elétricas e óticas.
Empresas e cientistas apostam no composto químico como a revolução na indústria de eletrônicos, projetando uma nova geração de componentes e dispositivos. O fato de ser uma descoberta relativamente nova não impediu que os primeiros produtos comerciais já estejam perto de serem lançados.
Um destes produtos derivados que estão sendo desenvolvidos a partir do material é um novo tipo de cabo de transmissão. Os cientistas aproveitaram todo o potencial dos elétrons e potencializaram a velocidade de troca de dados a centenas de vezes acima do que existe atualmente. Tal tecnologia permitiria uma internet muito mais rápida do que a que conhecemos.
Pesquisadores já desenvolveram também uma antena de grafeno, com a qual é possível transmitir, a um metro de distância, 128 GB (ou 1 terabit) por segundo. Para se ter uma ideia, em 128 GB cabem, aproximadamente, 32 mil músicas de 4 Mb. Acredita-se que, a uma distância menor, os cientistas consigam transmitir cem vezes mais informações na mesma quantidade de tempo.
As propriedades do material também estão sendo aproveitadas para a criação de baterias. Uma delas foi descoberta acidentalmente por um estudante da Universidade da Califórnia. O rapaz colocou uma camada líquida de óxido de grafite em um CD, inseriu em um leitor de DVD com LightScribe (tecnologia de impressão direta em um CD ou DVD) e usou o sistema para "chupar" o grafite. Em apenas dois segundos de carregamento, o disco banhado conseguiu carregar um LED por cinco minutos. Há também versões de bateriais flexíveis e ultrarrápidas em desenvolvimento, que vão de encontro ao lançamento de gadgets dobráveis, como têm sugerido diversas fabricantes, como a Samsung.
Grafeno (Foto: Reprodução/ Wikimedia Commons)Grafeno (Foto: Reprodução/ Wikimedia Commons)

Existem ainda novas pesquisas com nanochips, fones de ouvidos, filtragem de água salgada, telas touchscreen e dispositivos biônicos, todos derivados do grafeno. Tais experimentos e estudos influenciaram a criação de um consórcio, que incentiva estudos e busca investidores, chamado Graphene Flagship Consortium. Este grupo conta com nove parceiros, entre eles a Nokia e a Universidade de Cambridge. Também fazem parte os recentemente laureados com o Nobel de Física, Andre Geim e Konstantin Novoselov, que foram premiados justamente por estudos em torno do material.
O Brasil não está fora desta briga. Já existem investimentos reais no país: a Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, arrecadou investimentos para construir o primeiro centro de pesquisa de grafeno por aqui. A inauguração deve acontecer em maio de 2014 e o espaço terá 6500 metros quadrados.



Fonte:   TechTudo

Ibovespa cai 1,3% em dia de agenda cheia e exterior misto

Ibovespa cai 1,3% em dia de agenda cheia e exterior misto



Ações20 minutos atrás (20.03.2019 17:15)

© Reuters. .© Reuters. .
SÃO PAULO (Reuters) - O índice acionário Ibovespa encerrou em queda nesta quarta-feira marcado pela cautela dos investidores diante de agenda econômica cheia e cenário exterior misto, após decisão de política monetária do Federal Reserve.
Referência do mercado de ações brasileiro, o Ibovespa (BVSP) caiu 1,3 por cento, a 98.292,20 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro da sessão alcançava 15,5 bilhões de reais.
(Por Stéfani Inouye)

Fonte: Reuters

A incrível história de 'Welcome Stranger', maior pepita de ouro já encontrada

A incrível história de 'Welcome Stranger', maior pepita de ouro já encontrada

Febre do ouro na então colônia britânica da Austrália em meados do século 19 atraiu dois mineiros da Cornualha; eles encontraram peça de 72 quilos, que hoje valeria mais de R$ 11 milhões
27/02/2019 - 09H26 - POR JOHNNY O'SHEA, BBC NEWS ONLINE
O especialista John Tully, com uma réplica da pepita Welcome Stranger no local onde ela foi encontrada (Foto: RACHEL BUCKLEY via BBC News Brasil)
BBC topo (Foto: BBC)
150 anos depois, a Austrália relembra a história da descoberta da maior pepita de ouro do mundo.
Dois garimpeiros originários da Cornualha, no Reino Unido, encontraram o imenso pedaço de ouro australiano. Batizada de "Welcome Stranger" ("Bem-vindo Estranho", em tradução livre), a pepita foi encontrada enquanto os dois trabalhavam numa área de mineração na região de Victoria (Austrália), em 1869.
A pedra de ouro pesava 72 quilos e tinha 61 centímetros, de ponta a ponta, quando foi encontrada, logo abaixo da superfície.
Agora, descendentes dos dois mineiros vão se reunir no local onde a pedra foi encontrada. À época, John Deason e Richard Oates receberam pouco menos de US$ 10 mil pela descoberta - o equivalente a cerca de US$ 300 mil hoje.
As comemorações incluem encenações com roupas da época. E uma foto tirada no dia da descoberta foi "recriada" pelos descendentes de Deason e Oates.
Famílias locais posaram ao lado dos mineradores que descobriram a pepita - que já tinha sido fragmentada antes desta foto (Foto: STATE OF VICTORIA MUSEUM via BBC News Brasil)
A cena recriada pelos descendentes atuais, inclusive usando o pé de cabra original (Foto: CHRISTOPHER SIMMINS via BBC News Brasil)
"É a grande história de dois camaradas que ficaram instantaneamente ricos. Nos dias de hoje, temos loterias, que transformam pessoas em milionários da noite para o dia. Era algo que simplesmente não acontecia naquela época", diz John Tully, da Sociedade Histórica Goldfields.
Suzie Deason, de 38 anos, pertence à quarta geração de descendentes de John Deason, e continua vivendo no local. "Quando as pessoas ouvem meu sobrenome, sempre perguntam onde está o ouro, ou se eu sou rica. Infelizmente não sou, e nós não temos nenhuma joia feita com o ouro da Welcome Stranger", diz ela.
Uma mulher local participou das comemorações vestida como a rainha Victoria (1819-1901) (Foto: CHRISTOPHER SIMMINS via BBC News Brasil)
A pepita foi encontrada na localidade australiana de Moliagul, perto das raízes de uma árvore. Na época, a localidade vivia uma corrida do ouro - e tinha cerca de 11 pubs.
Hoje, Moliagul é um vilarejo rural, sem comércio ou hotéis - apenas com um punhado de casas. Mesmo assim, aficionados e especuladores do ouro continuam indo à região, apelidada de "triângulo dourado".
Este marco indica o local onde a pepita foi achada (Foto: RACHEL BUCKLEY via BBC News Brasil)
"As pessoas viajavam até aqui para tentar a sorte. Passavam dias e dias tentando encontrar fortuna. Ainda existem pepitas de tamanho razoável por aqui, mas nada parecido com a Welcome Stranger", diz Suzie Deason.
As réplicas que existem hoje da Welcome Stranger são baseadas em retratos da época (Foto: DUNOLLY MUSEUM via BBC News Brasil)
A história de 'Welcome Stranger'

Na década de 1850, quando a Austrália ainda era uma colônia britânica (conquistaria e independência em 1901), milhares de pessoas viajaram ao então condado de Victoria tomadas pela febre do ouro.
Os garimpeiros vieram de todas as partes da Austrália e de outros países, e a maior parte deles nunca fez fortuna.
Obviamente não foi o que aconteceu com os dois garimpeiros vindos da Cornualha, no sudoeste do Reino Unido. A pepita foi encontrada no dia 5 de fevereiro de 1869.
Uma estátua representa o momento da descoberta (Foto: ANGELA CRUMP via BBC News Brasil)
John Deason nasceu na ilha de Tresco, perto da costa da Cornualha. Mudou-se para a cidade de Pendeen com apenas um ano de idade depois que seu pai, um pescador, morreu afogado.
Foi lá que ele conheceu Richard Oates. Ambos aparecem nos registros do censo de 1851 como trabalhadores das minas de estanho da Cornualha.
Deason migrou para a Austrália em 1853, com Oates indo um ano depois. Ambos começaram a vida na Austrália como garimpeiros.
John Deason com uma réplica da Welcome Stranger (esq), e homens com uma réplica moderna da pepita, junto do pé-de-cabra original usado para removê-la do chão (Foto: DUNOLLY MUSEUM via BBC News Brasil)
A dupla chegou a Moliagul em 1862. Depois de sete anos lutando para se manter, encontraram ouro.
Numa encosta chamada Bulldog Gully, uma enorme peça de ouro recoberta por quartzo estava enterrada centímetros abaixo da superfície.
"Tentei puxar a pepita para fora da terra com a picareta, mas o cabo quebrou. Então eu usei um pé de cabra para puxar a pepita", escreveu Deason depois.
Descendentes dos garimpeiros reencenam o momento em que a pepita é encontrada (Foto: DUNOLLY MUSEUM via BBC News Brasil)
Os dois levaram a pedra para a cidade de Dunolly, a 20 km de distância do local. A pepita foi pesada pelo banco London Chartered.
"Ficamos felizes que o 'monstro' tenha sido sorteado para homens tão persistentes e trabalhadores", diz um texto sobre o assunto publicado no jornal local de Dunolly.
A pepita foi imediatamente fragmentada - em parte porque era grande demais para as balanças do banco. Infelizmente, foi quebrada antes que fossem feitas fotos ou modelos.
Esta pedra nas ilhas Scilly, onde John Deason nasceu, é chamada de 'chapéu de Deason'. Alguns moradores acreditam que haja uma pepita de ouro debaixo dela (Foto: MIKE HARCUM via BBC News Brasil)
O "registro" que existe é um desenho, feito a partir das memórias dos que viram a pepita. Este desenho deu origem a uma réplica, que está hoje no museu de Dunolly.
Estima-se que, se fosse vendido hoje, a pepita valeria mais de R$ 11 milhões.

Fonte: BBC

Itaú BBA tem nova aposta em Small Caps

Itaú BBA tem nova aposta em Small Caps




Gustavo Kahil - 20/03/2019 - 13:41
Unidas
Iochpe Maxion saiu para dar lugar a Unidas
O Itaú BBA atualizou a sua carteira recomendada com ações consideradas small caps, ou seja, que tem uma capitalização de mercado menor.
O time de análise do banco decidiu aumentar a exposição ao setor doméstico e, para isso, removeu as ações da Iochpe Maxion (MYPK3).
Para o seu lugar, os papéis da Unidas (LCAM3) foram os escolhidos.
“Nossos analistas setoriais têm recomendação outperform para Unidas (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 48/ação para o fim de 2019”, destaca o relatório.
O portfólio é completado por:
Arezzo (ARZZ3)
Mahle Metal Leve (LEVE3)
Unidas (LCAM3)
Totvs (TOTS3)
Oi (OIBR3)
Gerdau Met (GOAU4)
Tenda (TEND3)
Minerva (BEEF3)
Ser Educacional (SEER3)
Hermes Pardini (PARD3)

Fonte: MONEY  TIMES

Top 5: Itaú BBA troca ação em carteira recomendada

Top 5: Itaú BBA troca ação em carteira recomendada





Gustavo Kahil - 20/03/2019 - 
As ações da JBS foram retiradas após forte alta no mês de março (Foto: Money Times)
O Itaú BBA alterou a sua carteira recomendada Top 5 nesta quarta-feira (20), mostra um relatório enviado a clientes. As ações da JBS (JBSS3) deixaram o portfólio para abrir espaço aos ativos da Unidas (LCAM3).
O time de estratégia do banco diz que ainda está otimista com a produtora de proteínas, mas dado o forte desempenho dos papéis desde a inclusão em 11 de março (13,4% versus 1,6% do Ibovespa), decidiu buscar outra oportunidade de curto prazo.

Unidas

A locadora de veículos chega após uma fraca performance das ações desde o começo do ano (+1,24%) em relação à performance do Ibovespa (+13,3%) e também em relação à performance do seu
principal corrente, a Localiza (+15,2%), explica o banco.
“Acreditamos que essa performance das ações não faz sentido, uma vez que a empresa vem entregando resultados melhores, tem um bom histórico comprovado de fusões e aquisições e busca capturar ainda mais sinergias da fusão entre Unidas e Locamerica. Além disso, a empresa busca tirar vantagem de diversas oportunidades de crescimento, que serão impulsionadas pelo recente aumento de capital, que ajudou a otimizar a estrutura de capital da empresa”, apontam os analistas.
O banco vê o setor de mercado de aluguel de carros em alta, com ainda mais consolidação.
“Com esse crescimento saudável, a Unidas planeja abrir novas lojas, remodelar/expandir as existentes, renovar e ampliar a frota e investir em TI”, conclui.


Fonte: MONEY  TIMES