domingo, 14 de abril de 2019

Maior avião do mundo decola na Califórnia; envergadura é maior que campo de futebol

Por BBC
 



Maior avião do mundo realiza seu 1º voo na Califórnia
Jornal GloboNews

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Maior avião do mundo realiza seu 1º voo na Califórnia
O maior avião do mundo em envergadura voou neste sábado (13) pela primeira vez sobre o deserto de Mojave, na Califória (EUA). A máquina, batizada de Stratolaunch, tem 117 metros de envergadura - maior que um campo de futebol oficial (até 110 metros).
O avião foi desenvolvido pela empresa de mesmo nome e quebra um recorde de 71 anos, que pertencia anteriormente ao hidroavião Hughes H-4 Hercules. Este possuía 98 metros de envergadura, e voou pela primeira vez em 1947.
O Stratolaunch possui um comprimento de 73 metros, do nariz à cauda.
A Stratolaunch é uma empresa criada em 2011 por um co-fundador da Microsoft, Paul Allen (1953-2018). Segundo a empresa, o objetivo é que o avião funcione como uma plataforma móvel para o lançamento de satélites.
A ideia é baratear o lançamento, reduzindo custos em relação aos foguetes lançados do solo.
O aparelho consiste em duas máquinas gêmeas, sustentadas por seis motores a jato. Neste sábado, ele voou durante duas horas e meia sobre o deserto, atingindo velocidades de 274 km/h e a altitude de 4.572 metros.


Stratolaunch, o maior avião do mundo, tem duas máquinas gêmeas, sustentadas por seis motores a jato — Foto: Stratolaunch / DivulgaçãoStratolaunch, o maior avião do mundo, tem duas máquinas gêmeas, sustentadas por seis motores a jato — Foto: Stratolaunch / Divulgação
Stratolaunch, o maior avião do mundo, tem duas máquinas gêmeas, sustentadas por seis motores a jato — Foto: Stratolaunch / Divulgação
O Stratolaunch possui um comprimento de 73 metros, do nariz à cauda.



Fonte: BBC


Há um deserto repleto de flores (e não é uma miragem)

Há um deserto repleto de flores (e não é uma miragem)





Depois de um período de chuvas intensas na Califórnia, a primavera chegou ao estado norte-americano repleta de flores. Exemplo disso é Vale Antelope, a parte mais ocidental do Deserto de Mojave, que “acordou” em abril com tons e flores poucos habituais naquele local.
As imagens são da NASA e foram captadas pelo fotógrafo Jim Ross a partir de um avião T-34. “Provavelmente, tenho um dos empregos mais fixes da NASA”, disse Ross.
Ross registou em fotografia algo pouco comum: um deserto coberto de flores. De acordo com a agência espacial norte-americana, tratam-se de papoilas e flores silvestres.
Em março passado, era já possível identificar algumas áreas, ainda que mais dispersas, com flores no deserto. Contudo, foi no início de abril – mês em que a fotografia em causa foi capturada – que o deserto se “pintou” em tons de laranja.
“Não, isto não é uma miragem. O deserto está a florescer!”, escreveu a NASA no Twitter.
E, ao que parece, o fenómeno não passou despercebido. Segundo noticia jornal norte-americano The Washington Post, um helicóptero chegou a pousar no vale no fim do mês de março. “Nunca pensamos que seria necessário afirmar explicitamente que é ilegalpousar um helicóptero no meio dos campos e começar a sair do trilhos”, escreveram os funcionários do vale numa publicação no Facebook. “Estávamos errados”.
Quando as autoridades se aproximaram das duas pessoas que chegaram no helicóptero, estas afastaram-se, voltaram ao helicóptero e abandonaram o local.
“Os policiais têm observado pessoas a entrar ilegalmente no parque através de cercas de arame farpado, pisando as flores. É preciso muito pouco para se destruir um habitat para os próximos anos. Há áreas na reserva que ainda não recuperaram de atropelamentos de 2017″, lamentaram ainda as autoridades do vale no Twitter.

Fonte: ZAP

Cientistas criam macacos transgénicos com genes do cérebro humano

Cientistas criam macacos transgénicos com genes do cérebro humano





Uma equipa de cientistas, composta por especialista da China e dos Estados Unidos, criou vários macacos transgénicos com cópias de genes humanos que desempenham um papel essencial no desenvolvimento cerebral. 
De acordo com o China Daily, que avançou com a notícia no início do mês, o procedimento reflete a vontade de os cientistas estudarem os mecanismos de evolução no cérebro.
Especialistas do Instituto de Zoologia de Kunming, na China, e da Universidade da CArolina do Norte, nos Estados, em parceria com outras instituições, identificaram o gene MCPH1, essencial para o desenvolvimento do feto e cujas mutações podem causar microcefalia (uma patologia em que a cabeça e o cérebro do feto são menores do que o normal).
Partindo deste gene, os cientistas criaram 11 macacos Rhesus transgénicos após a exposição do seus embriões a um vírus que carregava a versão deste gene humano, pode ler-se no estudo, publicado esta semana na revista National Science Review, no qual os cientistas dão conta do procedimento experimental.
A análise dos cérebros dos macacos geneticamente alterados revelou um padrão alterado de diferenciação neuronal e um atraso na maturação do sistema neuronal, chamado neotenia, semelhante ao atraso no desenvolvimento humano.
Um aspeto fundamental que destinge os humanos dos outros primatas é um maior período de tempo necessário para formar redes neuronais durante o desenvolvimento, processo que aumenta significativamente durante a infância.
Com o procedimento, os cientistas “aproximaram” o desenvolvimento cerebral dos macacos ao dos humanos, tornando-o mais longo. De acordo com a publicação, os macacos transgénicos apresentam melhor memória a curto prazo, bem como reações mais rápidas comparativamente aos seus pares testados no grupo de controle.
Os cientistas esperam que a investigação ajude a descobrir os fatores que tornam o cérebro humano único, visando melhor compreender os distúrbios neuro-degenerativos e o comportamento social.
“A longo prazo, esta investigação básica fornecerá informações valiosas para a análise da etiologia e do tratamento de doenças cerebrais humanas [como o autismo) causadas por um desenvolvimento anormal do cérebro”, disse o líder da investigação, Su Bing, em declarações à emissora norte-americana CNN.

Eticamente, estes caminhos são “muito arriscados”

A pesquisa foi criticada por vários cientistas ocidentais. James Sikela, geneticista da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, disse que estes procedimentos implicam “caminhos muito arriscados” na Ciência.
Num artigo publicado em 2010, Sikela e a sua equipa sustenta que as experiências em causa levantam questões éticas complicadas e que os primatas “melhorados” geneticamente estão em maior risco de serem explorados e de sofrerem danos.
“Esses danos tornam a conduta desta pesquisa eticamente inaceitável, justificando-se [haver] barreiras regulatórias entre estas espécies e todos os outros primatas não humanos para a investigação transgénica”, pode ler-se no documento. O estudo, no entanto, considera que este tipo de investigação possa ser válida em algumas situações.
A bioeticista Jacqueline Glover, da mesma universidade norte-americana, comparou o procedimento ao filme de ficção científica “O Planeta dos Macacos”, no qual os primatas super-inteligentes destroem os seres humanos. “Humanizá-los é causar danos, onde é que estes aniais viveriam e o que fariam? Não crie um ser que não possa ter uma vida significativa em nenhum contexto”, disse Glover.
Por sua vez, o cientista chinês que liderou a investigação acusou os críticos ocidentais, Sikela em particular, de hipocrisia e imprudência, afirmando que o projeto estava a ser injustamente julgado pelos “estereótipos” associados à investigação chinesa. “Explorar o mecanismo genético da evolução do cérebro humano é uma questão importante nas ciências naturais, e continuaremos a nossa exploração”, reiterou.
Tal como observa a CNN, esta é a segunda polémica associada com a manipulação genética a envolver investigadores chineses em menos de seis meses. Em novembro, um cientista chinês afirmou ter criado os primeiros bebés geneticamente editados do mundo, provocando de imediato reações em todo o mundo.

Fonte: ZAP

O que fazer com as ações da Petrobras? Saiba como proteger os seus papéis da volatilidade

O que fazer com as ações da Petrobras? Saiba como proteger os seus papéis da volatilidade






Sede da Petrobras
Dentro dessa estrutura proposta, o investidor está protegido a partir dos R$ 24,81 (Imagem: Geraldo Falcão)
As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) afundaram nesta sexta-feira (12) após a empresa desistir de um reajuste no diesel de 5,7% anunciado ontem. Em nota, a Petrobras informou que “revisitou” sua posição e decidiu adiar o aumento do combustível, afirmando que “há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel”. Os papéis afundaram acima de 8%.
O analista Victor Benndorf, da Benndorf Research, propõe uma estratégia para o investidor que está comprado e não quer reduzir a sua posição parcial ou total. Ele sugere uma estrutura de proteção com a compra de put (opção de venda) e venda de call (opção de compra) para reduzir o custo da put.
“Julgamos pertinente uma revisão dos controles de risco para a estatal após as interferências na precificação do diesel. No plano técnico, o movimento observado confirma uma reversão negativa de longo prazo com alvo nos R$ 24, que é o próximo suporte”, explica em um relatório enviado a clientes.
Dentro dessa estrutura proposta, o investidor está protegido a partir dos R$ 24,81 independentemente do preço de compra do ativo objeto (PETR4).

Como fazer?

Compra de PUT PETRQ255 com strike R$ 25,50 (prêmio de aproximadamente R$ 1,05) e venda de CALL PETRE295 strike R$29,00 (prêmio de aproximadamente R$0,36).
Cenário 1: PETR4 continua em queda, o investidor limita a suas perda até no máximo R$ 24,81.
Cenário 2: PETR4 acima de R$ 24,81 até o vencimento, o investidor apenas perde o prêmio de R$0,69 por ação.

Fonte: MONEY  TIMES

WHAT IS PARAIBA TOURMALINE?!