segunda-feira, 15 de abril de 2019

Ativa mantém apostas em IRB, Linx, Equatorial, Inter e Petrobras na carteira semanal

Ativa mantém apostas em IRB, Linx, Equatorial, Inter e Petrobras na carteira semanal



Investing.com Brasil - 15/04/2019 - 12:12
Por Investing.com
Ativa Investimentos divulgou na manhã desta segunda-feira (15) a atualização de sua carteira semanal recomendada, sema realização de nenhuma troca, mantendo assim os ativos da IRB Brasil (IRBR3), Linx (LINX3), Equatorial (EQTL3), Banco Inter(BIDI4) e Petrobras (PETR4).
Na semana que chegou ao fim na sexta-feira, dia 12, as sugestões da corretora tiveram resultado muito próximo do Ibovespa, com queda de 4,38%, diante de desvalorização de 4,36% do principal índice de referência da bolsa paulista. No período, o desta negativo ficou para a Petrobras, com ganhos de 10,25%.
Os analistas destacam que o Ibovespa começou a semana tentando retomar o patamar dos 98.000 pontos e de olho no cenário político turbulento, porém não conseguiu sustentar e acabou registrando uma nova semana de, fechando abaixo dos 93.000.
No diário tivemos um fechamento abaixo do suporte, com isso podemos novas quedas para testar o patamar dos 90.000, mas ainda seguimos em bela tendência de alta no médio e longo prazo.
Fonte: Investing.com

A pé pra São Benedito...

A pé pra São Benedito...


A situação estava meio "russa" em Alta Floresta...tempo ruim.,muita chuva...dragas quase todas paradas...encontrei mais dois amigos e resolvemos ir para o garimpo do São Benedito.,ja no Pará....de Paranaíta,até lá eram 90 kilometros.....surgiu um "pequeno"(poe pequeno nisso!!!) problema:não tinhamos dinheiro para o voô..resolvemos cortar no pé....fomos de carona até Paranaíta e seguimos a jornada...os dois companheiros eram totalmente "brabo"(não tinham experiencia)., e eram bem ruizinho para caminhar...viviam perguntando:quanto falta, e eu dizia:22 km(mais faltava muito mais)..andavamos e andavamos e lá vinha a pergunta:quanto falta?..e ia a resposta 22 kilometros!!!.,ate que se enjoaram e pararam de perguntar...90 kilometros na mata(carreador).,são no minimo 3 dias de caminhada...na primeira noite.,durmimos em um barraco de garimpeiro.,aonde tinha uma boa janta e um bom local para a armação da rede....na segunda noite.,a mesma nos pegou no meio do caminho....só tinha uma solução:ir andando,cantando e gritando.,pois assim as onças não viriam...ficariam com medo.,pois não iam saber que barulho foi aquele...e finalmente um barraco...fomos bem recebido(a solidariedade e enorme entre garimpeiros) e passamos á noite lá...no terceiro dia.,mais ou menos 16,00 hs,chegamos no São Benedito.....chegamos lá uma lastima só de cansados....achamos um lugar armamos a rede e durmimos...no outro dia cedo fomos procurar vaga para trabalhar...eu rapidamente consegui uma vaga na balsa de mergulho de um tal de "Manequinho".,mais meus parceiros.,por inexperiencia não arrumaram nada....dois dias depois.,o Ditinho Cuibano
(tipo de xerife local)...arrumou um trabalho para eles:roçar e derrubar uma clareira para outra pista de pouso..mais com uma condição:pagava 50 gramas de ouro pelo serviço(demorado e duro).,dava a alimentação e no primeiro avião que ali chegasse eles voltassem para Alta Floresta.,pois não queriam brabo por lá.....


Blog: Velho Garimpeiro

Itaúsa e Grupo Ultra miram consórcios para disputar compra da Liquigás, diz jornal

Itaúsa e Grupo Ultra miram consórcios para disputar compra da Liquigás, diz jornal





Investing.com Brasil - 
Liquigas
De acordo com a publicação, a Itaúsa vê o segmento como resiliente e menos suscetível a crises
Por Investing.com
A divisão de gás de cozinha da Petrobras (PETR4), a Liquigás já atrai o interesse de grandes consórcios de olho no negócio. Entre as pretendentes estão a Itaúsa(ITSA4) e o Grupo Ultra, que avaliam, de forma separada, a formação de um consórcio para fazer uma oferta pela companhia. As informações são do Estado de S. Paulo desta sexta-feira.
De acordo com a publicação, a Itaúsa vê o segmento como resiliente e menos suscetível a crises. A holding do grupo Itaú (ITUB4) é acionista do gasoduto NTS com a gestora canadense Brookfield e foi derrotado pela Engie (EGIE3) na disputa pelo TAG da Petrobras.
O caminho a ser adotado pela Itaúsa seria por meio de uma união com a Copagaz, que atualmente é a quarta maior companhia do setor, e fazer uma proposta conjunta pela Liquigás. A Copagaz participou do primeiro processo de venda da empresa, anunciado em 2016.
Já o Ultra avalia entrar na disputa, mas apenas com participação na operação em parceria com outros investidores. Com isso, ela formaria um consórcio para que cada uma das participantes fique com uma área de atuação da Liquigás.
No final de 2016, o Ultra fez uma oferta de R$ 2,8 bilhões pela Liquigás e venceu a disputa. No entanto, a operação foi barrada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), alegando concentração de mercado.
No mês passado, a estatal contratou o Santander (SANB11) para colocar a Liquigás novamente à venda.
De acordo com o Estadão, empresas como a Supergasbras, controlada pela holandesa SHV, e a Nacional Gás, do grupo cearense Edson Queiroz, também estão avaliando o negócio. O fundo de private equity Advent também interesse na companhia.

Fonte:  Investing.com

Resista à manada: Fique de fora do IPO da Centauro

Resista à manada: Fique de fora do IPO da Centauro






Centauro
Considerando o preço médio, cerca de R$ 720 milhões irão ser captados pela companhia (Image: Facebook Centauro)
Se você ainda não faz parte dos milhares de investidores que já registraram o seu pedido de reserva de ações na venda inicial (IPO, na sigla em inglês) da Centauro (CNTO3), continue assim. Segundo dados do Estadão, a demanda já superou a oferta em 2,5 vezes.
Um levantamento do Money Times com quatro equipes de especialistas (Levante, Eleven, Empiricus e Inversa) mostra que apenas um indica a participação na oferta. Vale lembrar que esta sexta-feira (12) é o último dia para as reservas para esta oferta, que é a segunda tentativa da rede de lojas de artigos de ir ao mercado. A primeira foi em 2017.
O preço por ação estimado está entre R$ 12,10 e R$ 14,70. Considerando o preço médio, cerca de R$ 720 milhões irão ser captados pela companhia.
Para o time da Eleven Research, a Centauro conseguiu acertar um processo de turnaround muito bem executado recentemente e está preparada para se beneficiar do ciclo favorável da economia. “Porém, não encontramos assimetria entre o valor e o preço do IPO”, mostra um relatório da casa.
A Empiricus Research também parabeniza a empresa por sua reviravolta operacional e ressalta que a Centauro quer ser duas em uma só: varejista de lojas físicas e uma plataforma digital. Os números iniciais deste modelo parecem bons, mas vêm de um ano com Copa do Mundo. A recomendação também é para ficar de fora.
“Dito isso, vale lembrar que a Centauro estreará na Bolsa sem dívidas e com caixa para continuar investindo em sua revolução digital. Se a alta direção acertar a mão, poderemos estar diante de um belo caso de turnaround. Por isso, continuaremos acompanhando a companhia bem de perto nos próximos meses”, ressalta a Empiricus.
A Inversa Publicações, que também indica distância da oferta, avalia que o investimento só valeria a pena caso oferecesse um desconto razoável em relação a players maduros neste segmento, justamente para refletir os riscos eminentes ao processo de reestruturação.
Se o investimento da Centauro fosse uma corrida de revezamento, por exemplo, o melhor seria entrar nesta prova a partir do segundo bastão.

Outro lado

A Levante, por sua vez, indica a participação na oferta. Segundo a casa de análise, o preço-alvo encontrado para a empresa é de R$ 14. “Considerando a faixa média de preço de R$ 13,40 por ação, o múltiplo preço/lucro 2019 projetado da Centauro é de 18,5 x., desconto de 29% em relação ao múltiplo de Lojas Renner (LREN3), empresa referência em termos de execução e rentabilidade”, destaca em um relatório.

Fonte: MONEY  TIMES

Zinco

Zinco elemento químico

O elemento zinco, já conhecido por civilizações milenares como a Grega e a Romana, fora oficialmente redescoberto no século XVIII. O nome zinco possivelmente foi originado a partir do termo em alemão, zinc. O termo zinc, por sua vez, pode ter sido derivado de uma corruptela do termo persa sing, que significa pedra. Independentemente da origem do nome, sabe-se que o metal é conhecido há pelo menos dois mil anos, sendo as primeiras grandes civilizações ocidentais a identificá-lo como um metal diferente dos demais disponíveis à época. Na Índia foram encontradas plantas industriais rudimentares, onde se processavam os minérios de zinco em larga escala por mais de quatrocentos anos.
Fora na China que a produção de zinco atingiu o seu ápice, pois os chnieses desenvolveram o processo de produção e refino em larga escala deste metal. Documentos do século XVIII atestam que um navio da Companhia das Índias afundou na costa da atual Suécia, com um carregamento de zinco chinês, de alta pureza, como fora atestado posteriormente.
A comunidade científica europeia, até meados do século XVIII, não havia determinado a identidade química do elemento zinco. Embora existam algumas controvérsias históricas, foi outorgada à Andreas Marggraf a “descoberta” do zinco, através da reação de redução de um de seus minérios com carvão vegetal.

Obtenção


O metal zinco pode ser extraído de diversos minerais, sendo a calamina (silicato que contém zinco), a blenda (sulfato de zinco – ZnS) e a smithsonita (carbonato de zinco – ZnCO3) alguns dos minérios de interesse. As maiores reservas de zinco encontram-se na China, Austrália e Peru e encontram-se em produção.
A obtenção de zinco metálico a partir do sulfeto de zinco é iniciada pela ustulação do minério, que consiste em aquecer o minério em atmosfera rica em ar de modo a produzir o óxido de zinco, conforme a equação a seguir:
2ZnS(s)+3O2(g)2ZnO(s)+2SO2(g)
Este óxido de zinco será então reduzido com carvão, formando zinco metálico e monóxido de carbono, conforme a equação a seguir:
ZnO(s)+C(s)Zn(s)+CO(g)
Embora a rota piro – metalúrgica seja utilizada em larga escala, pode-se obter zinco através da eletrólise de seus sais, sendo este um processo mais caro que o citado anteriormente.

Aplicações

O elemento zinco é um micronutriente de importância crucial aos seres vivos, uma vez que o mesmo está presente no sítio ativo de mais de quinze enzimas. Estando presente nos alimentos, a quantidade deste micronutriente está em constante reposição em nosso organismo.
O zinco metálico é utilizado como metal de sacrifício, objetivando que o mesmo sofra corrosão no lugar do metal que é interessante proteger, como o ferro e a liga de aço, importantes metais do setor da construção civil. Suas ligas metálicas desempenham muito bem, como é o caso do latão, destinado majoritariamente à produção automobilística.
Seu óxido é importante no setor industrial de pigmentos e tintas, e em diversos outros setores produtivos (farmacêutico, cosmético, têxtil), sendo um importante componente de pilhas e baterias. A maquiagem branca de diversos artistas circenses é composta de óxido de zinco em emulsão cremosa, indicando os diversos usos deste material. O setor industrial da galvanização utiliza sais de zinco na proteção de metais menos nobres, utilizando-se de conceitos da eletrólise para tal.
O zinco apresenta valência Zn2+, sendo considerado um metal de caráter anfótero.


Fonte: CPRM