quinta-feira, 18 de abril de 2019

Bolsonaro “levantou a sobrancelha” sobre privatização da Petrobras, diz Paulo Guedes

Bolsonaro “levantou a sobrancelha” sobre privatização da Petrobras, diz Paulo Guedes





Gustavo Kahil - 18/04/2019 - 
Paulo Guedes
Para Guedes, a privatização da Petrobras “seria um salto muito grande” (Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil)
O ministro da Economia, Paulo Guedes, insinuou em uma entrevista concedida à Globo News nesta quarta-feira (17) que o presidente da República, Jair Bolsonaro, está inclinado para uma direção de privatização da Petrobras (PETR3; PETR4).
Questionado sobre o recuo de Bolsonaro em sua posição de impedir o aumento do diesel, o economista relatou parte de uma conversa sua com ele sobre uma possível privatização da Petrobras.
“O presidente levantou a sobrancelha… Ué, se o preço de petróleo sobe no mundo todo inteiro e não tem nenhum caminhoneiro parando no Trump, na Merkel ou na porta do Macron, será que tem um problema aqui?”, disse.
O presidente, no dia seguinte, teria mandado uma imagem para Guedes em que mostrava 60 bandeiras de empresas no setor de petróleo nos EUA e apenas uma bandeira, a da Petrobras, no Brasil. “Acho que ele quis dizer alguma coisa com isso”, explicou.

Fonte: MONEY  TIMES

Dólar tem maior alta semanal em um mês; mercado aguarda evolução da Previdência

Dólar tem maior alta semanal em um mês; mercado aguarda evolução da Previdência



Moedas44 minutos atrás (18.04.2019 18:23)


© Reuters. .© Reuters. .
Por José de Castro
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em baixa frente ao real nesta quinta-feira, mas longe das mínimas do dia e contabilizando a maior alta semanal em um mês, fruto de dias de aumento de incertezas sobre a evolução da reforma da Previdência.
O dólar à vista caiu 0,11 por cento nesta sessão, para 3,9298 reais na venda.
Na semana, a cotação subiu 1,04 por cento, maior alta para o período desde a semana finda em 22 de março (+2,14 por cento).
Na B3, a referência do dólar futuro cedia nesta quinta-feira 0,22 por cento.
Notícias sugerindo maior disposição do presidente Jair Bolsonaro para negociar com partidos do centrão sobre a reforma chegaram a derrubar o dólar no meio da tarde. A cotação, que oscilava em torno da estabilidade por volta de 15h30, rapidamente passou a cair 0,76 por cento na mínima do dia, por pouco não caindo abaixo de 3,90 reais.
No fim do dia, porém, o mercado reduziu o ímpeto, conforme investidores ponderaram o teor das notícias e evitaram maior exposição ao risco antes de um feriado prolongado.
A semana foi marcada pela frustração com o adiamento da votação da admissibilidade do texto para a próxima terça-feira. Para o mercado, ficou novamente a sensação de problemas na articulação política, algo que à frente poderia afetar a potência fiscal da reforma.
O Citi considera que diluições no texto da reforma devem acontecer na Comissão Especial, mas alerta que "concessões já no início do processo apontam para redução na economia" a ser gerada com a reforma, que poderia cair do valor original de 1,1 trilhão de reais em uma década para 500 bilhões de reais.
Para os estrategistas do banco norte-americano, a evolução da reforma será bastante vulnerável a riscos e volatilidade associados ao fluxo de notícias, cenário que deve persistir pelos próximos meses quando o projeto for debatido na Comissão Especial. "Até lá, o real continuará tendo desempenho inferior a seus pares", concluem os profissionais em nota a clientes.
Em abril, o real se desvaloriza 0,37 por cento ante o dólar. No mesmo período, o peso mexicano avança 3,3 por cento, o rand sul-africano ganha 3,2 por cento, o rublo russo aprecia 2,8 por cento, e o peso chileno sobe 2,7 por cento.

Fonte: Reuters

Enzimas formam tesoura molecular que destrói PET

Enzimas formam tesoura molecular que destrói PET



Enzimas prometem
As duas enzimas em conjunto prometem cortar o PET em seus blocos constituintes básicos, que poderão então ser usados para fabricar PET novo. [Imagem: Martin Künsting/HZB]
Enzimas que comem PET
Em 2016, um grupo de pesquisadores japoneses descobriu uma bactéria que cresce no PET (polietileno tereftalato), o material das garrafas de refrigerante, e se alimenta parcialmente do polímero tão difícil de degradar.
Eles descobriram que a bactéria Ideonella sakaiensis possui duas enzimas especiais, PETase e MHETase. A PETase decompõe o plástico em blocos de construção de PET menores, principalmente o MHET, e a MHETase divide esse MHET em dois blocos precursores básicos do PET, o ácido tereftálico e o etilenoglicol.
Ambos os componentes são muito valiosos para sintetizar PET novo sem a adição de petróleo - para um ciclo de produção e recuperação sustentável e fechado.
PETase e MHETase
Para desfrutar de todo o potencial dessa dupla, porém, é necessário desvendar a estrutura tridimensional das duas enzimas, permitindo a construção de versões sintéticas otimizadas, que não atendam apenas às necessidades das bactérias, mas à necessidade de lidar com imensos volume de lixo.
Em abril de 2018, a estrutura da PETase foi finalmente resolvida de forma independente por vários grupos de pesquisa. Agora, Gottfried Palm e colegas da Universidade Greifswald, na Alemanha, desvendaram a estrutura da MHETase.
"A MHETase é consideravelmente maior que a PETase e ainda mais complexa. Uma única molécula de MHETase consiste em 600 aminoácidos, ou cerca de 4.000 átomos. A MHETase tem uma superfície que é aproximadamente duas vezes maior do que a superfície da PETase e tem, portanto, um potencial consideravelmente maior de otimização para a decomposição do PET," disse o professor Gert Weber.
Decifrar a estrutura permitiu que os pesquisadores vissem exatamente onde a molécula MHET, produzida pela PETase, se liga à MHETase, onde é quebrada em seus dois componentes formadores.
Com isto, foi possível produzir uma variante MHETase com atividade otimizada, a fim de utilizá-la, juntamente com a PETase, para uma reciclagem sustentável do PET. Os resultados foram tão promissores que a equipe chamou o composto de "tesoura molecular para cortar PET".
Enzimas prometem
Estrutura da MHETase. [Imagem: Palm et al. - 10.1038/s41467-019-09326-3]
Ciclo biotecnológico
Foi um primeiro passo, mas otimizações adicionais serão necessárias porque nem a PETase e nem a MHETase são particularmente eficientes do ponto de vista de uma reciclagem em escala industrial.
A equipe planeja complementar esses estudos de otimização com trabalhos sobre estruturas biológicas, a fim de desenvolver sistematicamente enzimas de digestão de plástico para aplicações ambientais.

Produzir esses tipos de enzimas em ciclos biotecnológicos fechados, por exemplo, pode ser uma maneira de quebrar os plásticos PET e outros polímeros em seus blocos básicos. Esta também seria a chave para uma solução de longo prazo para a reciclagem dos resíduos plásticos: A produção de plástico seria um ciclo fechado e não mais dependente do petróleo.

Fonte:  Inovação Tecnológica

BlackRock aumenta participação na Linx

BlackRock aumenta participação na Linx





18 de abril de 2019  Por Redação

A Linx (LINX3) divulgou nesta quinta, 18, após o pregão, o recebimento do comunicado da americana BlackRock, uma das maiores gestoras de ativos no mundo.
A BlackRock informou que atingiu participação correspondente a 5,05% do total de ações ordinárias de emissão da Linx, que totalizam, atualmente 8.409.254 ações desta classe, como consequência da recente aquisição de ações ordinárias da companhia em operações realizadas em bolsa de valores.
A BlackRock informou, ainda, que tal participação societária é detida unicamente para fins de investimento e que não altera a composição do controle acionário ou a estrutura administrativa da Linx.
A gestora global destacou que “não faz parte de nenhum contrato ou acordo dispondo sobre direito de voto sobre a compra e venda de valores mobiliários de emissão da companhia”.

Fonte:  Finance News

Quer se posicionar no setor bancário? Veja quem é a favorita do Credit Suisse

Quer se posicionar no setor bancário? Veja quem é a favorita do Credit Suisse





Valter Outeiro da Silveira - 18/04/2019 - 
Incorporação dos resultados do quarto trimestre e guidance de 2019 fundamentam otimismo
“História sobre o retorno da ação está no caminho certo”. A afirmação intitula relatório do Credit Suisse sobre o Banco do Brasil (BBAS3), reiterando a preferência pelas ações como top pick no setor bancário, com recomendação outperform (desempenho acima da média de mercado) e preço-alvo de R$ 68,00 – upside (potencial de valorização) de 42,6% em relação ao último fechamento. O preço-alvo anterior era de R$ 63,00.
Para fundamentar o otimismo, os analistas destacam a incorporação do guidance de 2019 e dos resultados do quarto trimestre de 2018 no modelo. “Nós estamos confiantes de que o Banco do Brasil poderá entregar lucros dentro do intervalo de guidance de R$ 14,5 bilhões a R$ 17,5 bilhões no final do ano”, ponderam os analistas.

Fonte: MONEY  TIMES