quinta-feira, 18 de abril de 2019

Enzimas formam tesoura molecular que destrói PET

Enzimas formam tesoura molecular que destrói PET



Enzimas prometem
As duas enzimas em conjunto prometem cortar o PET em seus blocos constituintes básicos, que poderão então ser usados para fabricar PET novo. [Imagem: Martin Künsting/HZB]
Enzimas que comem PET
Em 2016, um grupo de pesquisadores japoneses descobriu uma bactéria que cresce no PET (polietileno tereftalato), o material das garrafas de refrigerante, e se alimenta parcialmente do polímero tão difícil de degradar.
Eles descobriram que a bactéria Ideonella sakaiensis possui duas enzimas especiais, PETase e MHETase. A PETase decompõe o plástico em blocos de construção de PET menores, principalmente o MHET, e a MHETase divide esse MHET em dois blocos precursores básicos do PET, o ácido tereftálico e o etilenoglicol.
Ambos os componentes são muito valiosos para sintetizar PET novo sem a adição de petróleo - para um ciclo de produção e recuperação sustentável e fechado.
PETase e MHETase
Para desfrutar de todo o potencial dessa dupla, porém, é necessário desvendar a estrutura tridimensional das duas enzimas, permitindo a construção de versões sintéticas otimizadas, que não atendam apenas às necessidades das bactérias, mas à necessidade de lidar com imensos volume de lixo.
Em abril de 2018, a estrutura da PETase foi finalmente resolvida de forma independente por vários grupos de pesquisa. Agora, Gottfried Palm e colegas da Universidade Greifswald, na Alemanha, desvendaram a estrutura da MHETase.
"A MHETase é consideravelmente maior que a PETase e ainda mais complexa. Uma única molécula de MHETase consiste em 600 aminoácidos, ou cerca de 4.000 átomos. A MHETase tem uma superfície que é aproximadamente duas vezes maior do que a superfície da PETase e tem, portanto, um potencial consideravelmente maior de otimização para a decomposição do PET," disse o professor Gert Weber.
Decifrar a estrutura permitiu que os pesquisadores vissem exatamente onde a molécula MHET, produzida pela PETase, se liga à MHETase, onde é quebrada em seus dois componentes formadores.
Com isto, foi possível produzir uma variante MHETase com atividade otimizada, a fim de utilizá-la, juntamente com a PETase, para uma reciclagem sustentável do PET. Os resultados foram tão promissores que a equipe chamou o composto de "tesoura molecular para cortar PET".
Enzimas prometem
Estrutura da MHETase. [Imagem: Palm et al. - 10.1038/s41467-019-09326-3]
Ciclo biotecnológico
Foi um primeiro passo, mas otimizações adicionais serão necessárias porque nem a PETase e nem a MHETase são particularmente eficientes do ponto de vista de uma reciclagem em escala industrial.
A equipe planeja complementar esses estudos de otimização com trabalhos sobre estruturas biológicas, a fim de desenvolver sistematicamente enzimas de digestão de plástico para aplicações ambientais.

Produzir esses tipos de enzimas em ciclos biotecnológicos fechados, por exemplo, pode ser uma maneira de quebrar os plásticos PET e outros polímeros em seus blocos básicos. Esta também seria a chave para uma solução de longo prazo para a reciclagem dos resíduos plásticos: A produção de plástico seria um ciclo fechado e não mais dependente do petróleo.

Fonte:  Inovação Tecnológica

BlackRock aumenta participação na Linx

BlackRock aumenta participação na Linx





18 de abril de 2019  Por Redação

A Linx (LINX3) divulgou nesta quinta, 18, após o pregão, o recebimento do comunicado da americana BlackRock, uma das maiores gestoras de ativos no mundo.
A BlackRock informou que atingiu participação correspondente a 5,05% do total de ações ordinárias de emissão da Linx, que totalizam, atualmente 8.409.254 ações desta classe, como consequência da recente aquisição de ações ordinárias da companhia em operações realizadas em bolsa de valores.
A BlackRock informou, ainda, que tal participação societária é detida unicamente para fins de investimento e que não altera a composição do controle acionário ou a estrutura administrativa da Linx.
A gestora global destacou que “não faz parte de nenhum contrato ou acordo dispondo sobre direito de voto sobre a compra e venda de valores mobiliários de emissão da companhia”.

Fonte:  Finance News

Quer se posicionar no setor bancário? Veja quem é a favorita do Credit Suisse

Quer se posicionar no setor bancário? Veja quem é a favorita do Credit Suisse





Valter Outeiro da Silveira - 18/04/2019 - 
Incorporação dos resultados do quarto trimestre e guidance de 2019 fundamentam otimismo
“História sobre o retorno da ação está no caminho certo”. A afirmação intitula relatório do Credit Suisse sobre o Banco do Brasil (BBAS3), reiterando a preferência pelas ações como top pick no setor bancário, com recomendação outperform (desempenho acima da média de mercado) e preço-alvo de R$ 68,00 – upside (potencial de valorização) de 42,6% em relação ao último fechamento. O preço-alvo anterior era de R$ 63,00.
Para fundamentar o otimismo, os analistas destacam a incorporação do guidance de 2019 e dos resultados do quarto trimestre de 2018 no modelo. “Nós estamos confiantes de que o Banco do Brasil poderá entregar lucros dentro do intervalo de guidance de R$ 14,5 bilhões a R$ 17,5 bilhões no final do ano”, ponderam os analistas.

Fonte: MONEY  TIMES

Fechamento: Índice Ibovespa avança 1,36%

Fechamento: Índice Ibovespa avança 1,36%



Vitória Fernandes - 18/04/2019 - 17:45
O pior desempenho da sessão foi das ações da Ultrapar Participacoes SA
Por Investing.com
As ações fecharam em alta no pregão de quinta-feira, com ganhos nos setores de ImobiliárioUtilidade pública e Energia elétrica, levando as ações a uma alta.
No encerramento em São Paulo, o Índice Bovespa ganhou 1,36%.
O melhor desempenho da sessão no Índice Bovespa veio das ações da Gol Linhas Aereas Inteligentes SA Pref (SA:GOLL4), que subiram 9,22%, o que corresponde a 2,02 pontos, sendo negociadas a 23,94 no fechamento do pregão. Enquanto isso, as ações da Magazine Luiza SA (SA:MGLU3) adicionaram 6,87%, ou 10,98 pontos, terminando o dia em 170,80, e as da CVC Brasil Operadora e Agencia de Viagens SA (SA:CVCB3), que avançaram 5,91%, ou 2,92 pontos, no final das operações com 52,32.
O pior desempenho da sessão foi das ações da Ultrapar Participacoes SA (SA:UGPA3), que caiu 49,40% ou 21,97 pontos, com os papéis sendo negociados a 22,50 em seu fechamento. Cielo SA (SA:CIEL3) recuou 7,75%, ou 0,69 pontos, terminando em 8,21, e JBS SA (SA:JBSS3) diminuiu 4,29%, ou 0,82 pontos, para 18,28.
As ações em alta superaram os papéis com resultados negativos na Bolsa de valores de BM&FBovespa com uma diferença de 317 a 180, enquanto 50 terminaram sem alterações.
CBOE Brazil Etf Volatility, que mede a volatilidade implícita das opções do índice Bovespa, devolveu 3,85%, para 30.72.
Os contratos futuros de ouro para entrega em junho, subiram 0,04%, ou 0,55, para $1.277,35 por onça troy. Em outras commodities, petróleo para entrega em maio, avançou 0,45%, ou 0,29, para atingir $64,05 por barril, enquanto os futuros de café contrato C para entrega em maio, avançaram 4,37%, ou 3,80, negociados a $90,85 .
O par USD/BRL retrocedeu 0,26% para 3,9270, enquanto o par EUR/BRL recuou 0,80%, para 4,4112.
O Índice Dólar Futuros, por sua vez, diminuiu 0,49% em 97,127.

Fonte:  Investing.com

Guerra das Maquininhas: Ações da Cielo, PagSeguro, Linx e Stone derretem

Guerra das Maquininhas: Ações da Cielo, PagSeguro, Linx e Stone derretem





Equipe Money Times - 18/04/2019 - 
Às 11h15 (horário de Brasília), as ações da Cielo afundavam 8,65%, cotadas a R$ 8,13 (Imagem: Money Times)
As ações da Cielo (CIEL3), líder de meios de pagamentos no Brasil, despencam mais de 8% no pregão da bolsa brasileira nesta quinta-feira (18), minimizando os ganhos do Ibovespa. Os papéis da empresa são influenciados após sofrer um novo duro golpe da concorrência.
A Rede, do Itaú Unibanco (ITUB4), anunciou um movimento inédito ao zerar o custo de antecipação para os lojistas que venderem na modalidade de cartão de crédito à vista. Os valores serão depositados em dois dias.
Às 11h15 (horário de Brasília), as ações da Cielo afundavam 8,65%, cotadas a R$ 8,13, liderando as perdas da sessão. Em Nova York, os papéis da concorrente PagSeguro tombavam 8,60%, negociados a US$ 25,62, enquanto os da adversária Stone despencavam 18,65%, a US$ 28,26. A Linx (LINX3), que recentemente lançou a Linx Pay, despencam 14,44%, a R$ 30,24.
“Assumindo que as transações à vista representem de 30 a 40% do volume total de crédito, a Cielo poderia ter seu lucro líquido de 2019 reduzido em 10-20%. A Stone deve ser mais impactada, uma vez que atua principalmente no mercado de PMEs (pequenos e médias empresas) e possui maior exposição relativa ao pré-pagamento em seus resultados”, destaca a XP Investimentos em um relatório enviado aos clientes nesta manhã.
Em Nova York, os papéis da PagSeguro tombam 8,60%, negociados a US$ 25,62
Para a equipe de análise, a iniciativa da Rede, apesar de agressiva, faz parte do processo de corte de preços pelo qual a indústria vem passando nos últimos seis meses.
“Continuamos cautelosos com a Cielo e os adquirentes puros em geral, uma vez que os grandes bancos têm espaço significativo para abrir mão de receita nesse segmento a fim de reter e atrair clientes SME para sua base”, conclui.
As condições valerão a partir de 2 de maio para atuais e novos clientes da Rede com faturamento na empresa de até R$ 30 milhões por ano.
“A nosso ver, a Cielo seguirá o exemplo no curto prazo e outros players tradicionais, como a Getnet, também devem considerar fazê-lo”, avalia o Credit Suisse em um relatório chamado de “O fim do pré-pagamento como o conhecemos”.
É improvável que a Stone passe por esta situação sem arranhões (Divulgação/Facebook)
A equipe de analistas ressalta ainda que, embora a Stone provavelmente tente evitar esse cenário, tentando preservar sua taxa de captação com serviços superiores, é improvável que ela passe por esta situação sem arranhões – seja por meio da perda de participação de mercado ou pela pressão das taxas cobradas dos lojistas.
“À luz da dinâmica competitiva do setor, entendemos que haverá pouca ou nenhuma compensação positiva das empresas para esse impacto no curto prazo, como os aumentos de taxas. Reiteramos, assim, nossa postura pessimista sobre o setor”, concluem.
Fonte: MONEY  TIMES