sábado, 18 de maio de 2019

Banco Inter está em tratativas com Bradesco e Citi para assessorá-lo em aumento de capital, dizem fontes

Banco Inter está em tratativas com Bradesco e Citi para assessorá-lo em aumento de capital, dizem fontes



Ações18.05.2019 

Banco Inter está em tratativas com Bradesco e Citi para assessorá-lo em aumento de capital, dizem fontesBanco Inter está em tratativas com Bradesco e Citi para assessorá-lo em aumento de capital, dizem fontes
Por Carolina Mandl
SÃO PAULO (Reuters) - O Banco Inter (SA:BIDI4) está em tratativas para contratar as unidades de banco de investimento do Banco Bradesco (SA:BBDC4) e do Citigroup como assessores financeiros para um possível aumento de capital, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento do assunto.
Inter, Bradesco e Citi não comentaram.
O Inter ainda está decidindo se levantará capital em uma oferta subsequente de ações ou se terá como alvo um novo investidor específico que poderia comprar novas ações e se tornar um acionista relevante.
O banco pretende usar o aumento de capital para impulsionar seus negócios e até mesmo fazer aquisições.
A decisão do Inter surge no momento em que o número de bancos digitais cresce no Brasil, em uma aposta de que a tecnologia pode dar aos pequenos credores uma chance de conquistar participação de mercado dos enormes quatro grandes bancos brasileiros.
O banco, que tinha 2 milhões de correntistas em março, lançará em agosto um super aplicativo, em um esforço para ir além dos serviços financeiros e entrar em áreas como entretenimento, saúde e mobilidade.
Em abril, o Inter recebeu aprovação presidencial para ter até 100% de seu capital em poder de estrangeiros, se necessário. O banco é controlado pela família Menin, que detém 57,9% do seu capital e também controla a construtora MRV Engenharia (SA:MRVE3).
As ações do Banco Inter subiram quase 53% este ano, negociando 58,7 reais.
O jornal O Estado de S. Paulo informou nesta sexta-feira que o Banco Inter estava procurando um investidor.
(Por Carolina Mandl)

Fonte: Reuters

SEMANA: Guerra comercial e incertezas políticas derrubam Ibovespa; dólar dispara

SEMANA: Guerra comercial e incertezas políticas derrubam Ibovespa; dólar dispara



AçõesAgora (19.05.2019 16:00)

© Reuters.  © Reuters.
Investing.com - O aumento da disputa comercial entre EUA e China e incertezas políticas internas derrubaram novamente o Ibovespa na semana, com perdas acumuladas de 4,52%. Apenas uma sessão terminou no azul e nesta sexta-feira fechou abaixo dos 90 mil pontos, após boa parte da sessão operar em alta seguindo o até então otimismo do exterior, acima dos 91 mil pontos.
A reversão ocorreu após o presidente Jair Bolsonaro compartilhar um texto apócrifo no whatsapp apontando que seu governo não consegue fazer as mudanças necessárias por causa de “corporações” que o impedem de governar. No exterior, a CNBC informou que as conversas entre chineses e americanos para um acordo comercial foram interrompidas, derrubando os índices em Wall Street.
O principal índice acionário brasileiro caiu 0,04% na sessão de sexta-feira, a 89.992,73 pontos, com 22 ações encerrando o pregão no azul e 44 no vermelho. A bolsa brasileira caminha para outro mês de maio fechando no vermelho. O último maio com ganhos aconteceu em 2009.
Neste ano, até agora apenas três sessões fecharam o dia no campo positivo, com perdas acumuladas de 6,6% até o momento, chancelando um famoso ditado no mercado financeiro: “sell in May and go away” (venda em maio e se mande). Maio vermelho também eliminou os ganhos acumulados do Ibovespa neste ano, cujo pico foi atingido em 18 de março, quando o Ibovespa chegou aos 100 mil pontos no intraday, fechando a 99.993,92 pontos.
Desde então, o índice perdeu um total de 9,22%. No ano, o Ibovespa ainda opera no azul, alta de 2,4%, mas se aproxima dos 87,8 mil pontos com que se iniciou o ano.
Dólar
A alta da moeda americana reflete as incertezas internas e externas. Nesta sexta-feira a moeda americana confirmou o patamar acima dos R$ 4,00 e fechou em alta de 1,62%, negociado a R$ 4,1019. É o maior patamar desde 19 de setembro. Na semana, o dólar acumulou alta de 4%, maior alta acumulada desde agosto do ano passado, ainda durante as incertezas relacionadas ao período eleitoral.
A moeda americana também se fortaleceu no exterior. O Índice Dólar, que mede a força do dólar norte-americano em comparação com uma cesta das seis principais moedas mundiais conversíveis, subiu 0,12%, para 97,97 às 14:39 (horário de Brasília). Destaque para a queda da libra, que caiu pelo sexto dia consecutivo, com GBP/USD caindo 0,52%, para 1,2728, quando as negociações entre o Partido Trabalhista e o Conservador pararam, diminuindo novamente as chances de um acordo Brexit.
Índices exterior
Em Nova York, após operar em alta em partes da sessão, os três principais índices fecharam no vermelho na sexta-feira. Dow Jones caiu 0,38%, S&P 500 cedeu 0,6% e Nasdaq desabou 1,04% com a notícia de interrupção das negociações comerciais entre EUA e China. O Euro Stoxx 600, que reúne as principais ações do continente, perdeu 0,36% com a tensão comercial.
O índice VIX, que mensura o sentimento dos investidores em relação à volatilidade, voltou a subir na sexta-feira, com alta de 4,12%. Desde o recrudescimento de chineses e americanos em torno do comércio, o índice acumula alta de 24,01%, mas já arrefeceu o sentimento de aversão ao risco, pois já chegou a uma alta acumulada de 60%.
A demanda por ativos porto-seguro também aumenta em tempos de incerteza, entre os quais os títulos de 10 anos do Tesouro americano. Quando a demanda por esse ativo cresce, seu rendimento cai. Foi o que aconteceu nesta semana, com o prêmio por carregá-lo na carteira chegou a 2,393%. Antes de estourar a atual animosidade tarifária sino-americana, o rendimento era por volta de 2,54%.
Semana: Política Brasileira
A articulação do Palácio do Planalto com o Congresso atingiu o pior momento desde a posse de Bolsonaro. O governo não conseguiu levar nenhuma Medida Provisória ao plenário, entre as quais a do marco regulatório do Saneamento Básico (que interessa a Sabesp (SA:SBSP3) e Sanepar (SA:SAPR11)), a que autoriza o controle de 100% de uma companhia aérea e, a principal, da reforma administrativa que reduziu o número de ministérios.
Além disso, o governo não conseguiu evitar a convocação do ministro da Educação para explicar o contingenciamento de recursos na pasta na quarta-feira, diminuindo verbas tanto para educação básica como para o ensino superior e pesquisa. O resultado foi um mal-estar entre ministro e deputados.
O contingenciamento na educação foi o catalisador para a principal manifestação pública na quarta-feira contra o governo Bolsonaro, com apenas 5 meses de governo. Mais de 190 cidades de todos os Estados tiveram protestos contra a queda do orçamento da pasta.
Um dia antes, o sigilo bancário do filho do presidente e senador Flávio Bolsonaro foi quebrado a pedido do Ministério Público. O senador recebeu, segundo a revista Veja, R$ 9 milhões com venda de 19 imóveis. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, e de outros pessoas ligadas ao atual senador e à família Bolsonaro também tiveram quebrado o sigilo bancário.
Na sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro divulga texto apócrifo abordando a dificuldade de governar o país, responsabilizando “corporações” de impedir o avanço de suas pautas, entre as quais a reforma da Previdência.
A confusão política ocorreu com o presidente da Câmara Rodrigo Maia no exterior, participando de evento com investidores em Nova York. O deputado federal é visto como a “esperança” para a reforma da Previdência avançar no Congresso, de acordo com o relator da matéria na Comissão Especial, o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). Maia foi o principal articulador para que o texto fosse apreciado na CCJ e na agilidade para instalação da Comissão Especial.
Hoje, o presidente da Câmara disse que a reforma da Previdência será aprovada na Câmara até julho. Pesa contra Maia a delação premiada do empresário Henrique Constantino, cuja família é proprietária da Gol (SA:GOLL4) Linhas Aéreas.
Trechos da delação foi divulgada na terça-feira. Constantino acusa ter pago indevidamente deputados federais para defender interesses de sua empresa e do setor aéreo, entre os quais estão Rodrigo Maia, além dos ex-deputados Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima, Henrique Alves e o ex-presidente Michel Temer.
Semana: Ata do Copom
O Banco Central avalia que o PIB do 1º tri da economia brasileira provavelmente tenha tido um ligeiro recuo em relação ao trimestre anterior. Esta foi a avaliação na última reunião do Copom, fortalecida com a divulgação, pelo IBGE, da atividade ligadas a serviços em março, que caiu 0,7% em relação a fevereiro.
A ata divulgada na terça-feira manteve, no entanto, discurso de que o BC precisa de tempo para analisar o cenário antes de tomar decisão sobre mudança de juros, além de afirmar que deixará de usar a frase "cautela, serenidade e perseverança" em sua próxima reunião.
Ante a divulgação de indicadores econômicos negativos ou abaixo do consenso, o BC é pressionado a realizar cortes na Selic para animar a atividade. No último Boletim Focus, analistas de mercados reduziram projeção de alta do PIB para 1,45%.
Para o BC, números decepcionantes da economia são choques vividos na economia em 2018. Pesa para a manutenção da taxa básica, em contraponto à baixa atividade, incertezas sobre o sucesso da aprovação das reformas, que depende da frágil articulação política do governo no Congresso.
Semana: EUA-China
Na segunda-feira, a China impôs taxa de 20% a 25% sobre US$ 60 bilhões em mais de 5 mil produtos americanos a partir de 1 de junho, mesmo com Trump alertando os chineses a não retaliar, enquanto chineses afirmavam que iam se defender.
Os dois lados afirmavam durante a semana que as negociações comerciais continuariam, apesar da elevação de tarifas. Trump chegou a falar de se reunir com o líder chines Xi Jinping na reunião do G-20 em junho, no Japão.
A inserção da Huawei na lista negra no Departamento de Comércio dos EUA, que impede a atuação da companhia chinesa no território americano, catalisou a ira chinesa, que foi manifestada hoje. A CNBC informou, durante a tarde de sexta-feira, que as negociações comerciais haviam sido interrompidas.

Fonte: Investing.com

Vale tem interesse em investir em produto de minério com maior valor, se preço do gás cair

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Vale tem interesse em investir na fabricação no Brasil de Hot Briquetted Iron (HBI), um produto à base de minério de ferro com maior valor agregado, caso haja um barateamento do custo do gás natural, combustível necessário para a produção, disse a empresa nesta sexta-feira à Reuters.

Mina S11D Eliezer Batista da Vale em Canaã dos Carajás (PA). 17/12/2016
O HBI, que tem como matéria-prima pelotas de minério de ferro, é usado na produção de aço por meio de fornos elétricos, em um processo que gera baixa emissão de CO2.
“Como maior produtor mundial de pelotas de minério de ferro, matéria-prima necessária para a produção de HBI, a Vale tem confiança que será possível atrair investidores para viabilizar esta indústria no Brasil”, afirmou a mineradora em nota à Reuters.
“A condição para esta iniciativa é o barateamento do custo do gás, combustível usado no processo de produção do HBI.”
A afirmação da Vale veio após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter afirmado em um evento no Rio de Janeiro que a mineradora iria investir 20 bilhões de dólares, nos próximos dez anos, na construção de gasodutos, como parte de um projeto para a fabricação de HBI.
Guedes citou que o preço do HBI é “dez vezes” maior que o do minério de ferro.
A Vale não fez comentários sobre o investimento apontado por Guedes, mas o aporte não está previsto no planejamento estratégico publicado pela companhia, que atualmente está ainda lidando com questões complexas relacionadas com o rompimento mortal de sua barragem em Brumadinho (MG), em 25 de janeiro.
A empresa não anuncia aportes em novos projetos de grande porte, desde o início da operação comercial da mina gigante de minério de ferro S11D, no Pará, no início de 2017. Nos atuais planos, a empresa planeja aportes totais de 4,4 bilhões de dólares em 2019 e de 4,5 bilhões de dólares, por ano, entre 2020 e 2023.
A fala de Guedes ocorreu como um exemplo do potencial que a indústria teria com o gás natural mais barato.
O governo federal aposta em um programa ainda em construção chamado de “Novo Mercado de Gás Natural”, que tem como objetivo implementar um conjunto de medidas que poderia gerar “um choque de energia barata” para a indústria.
“O choque da energia barata —colocar o gás um ano, um ano e meio pela metade do preço— permite a reindustrialização do Brasil. O Brasil vai se reindustrializar”, disse Guedes, ao discursar em um evento no Rio.
Em seu discurso, Guedes voltou a criticar também o chamado monopólio no setor de gás natural, devido à ampla presença da Petrobras, que tem buscado se desfazer de ativos e abrir espaço para outras companhias atuarem.

Fonte: Reuters

Moeda da China envia sinais de alerta sobre a guerra comercial com os EUA

Moeda da China envia sinais de alerta sobre a guerra comercial com os EUA



Marcel Salim - 18/05/2019 - 
Depreciação do iuane e dúvidas se o banco central da China irá intervir elevam preocupações no mercado financeiro global
A moeda da China (iuane) tem sido um importante barômetro para o progresso nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e o gigante asiático, e neste momento está sinalizando que as coisas não estão indo bem.
Por meses, o Banco Popular da China (PCB, na sigla em inglês) tentou mantê-la estável, mas desde que o presidente Donal Trump tweetou pela primeira vez sobre as novas tarifas em 5 de maio, a divisa chinesa sofreu queda de 2,7% perante o dólar.
A moeda onshore, ou CNH, negociada em Hong Kong e a mais impactada por traders internacionais, atingiu um pico de 6,945 na última sexta-feira (17), enquanto o iuane controlado pelo banco central ficou um pouco acima dos 6,91. Analistas afirmam que, se chegar a um nível de 7 já na próxima semana, poderá causar turbulência nos mercados financeiros globais.
“Não está claro se as autoridades chinesas querem lutar muito para manter a moeda estável. Esse é um ponto de interrogação muito preocupante”, afirmou Jens Nordvig, CEO da Exante Data, em entrevista a rede americana CNBC.
Na sexta-feira, o canal de televisão americano revelou que as negociações comerciais entre os dois países parecem ter parado, e que a próxima rodada de negociações ainda não foi programada.
Um iuane mais fraco tem sido uma fonte de atrito entre a China e os EUA por anos. Trump, no passado, acusou a China de intencionalmente enfraquecer sua moeda, prejudicando os EUA como resultado.
Se a China permitir que sua moeda enfraqueça, suas exportações se tornarão mais atraentes, mas os estrategistas dizem que Pequim se preocuparia com a fuga de capitais e provavelmente não desejaria arriscar isso.
“O mercado está testando a determinação do banco central chinês de impedir que a moeda atinja o nível 7″, disse Marc Chandler, estrategista de mercado global da Bannockburn Global Forex, em entrevista à CNBC.
“Eles farão de duas formas: em parte por meio de intervenção, em parte pela drenagem de liquidez. Eles podem fazer isso tanto no mercado monetário doméstico como no mercado de Hong Kong”, acrescentou.
Nordvig acredita que a mensagem que o iuane está enviando não é como os comentários positivos sobre as negociações comerciais que os funcionários dos EUA, como o secretário do Tesouro Steve Mnuchin ou o principal economista da Casa Branca, Larry Kudlow, fizeram.
“Parece que eles nem estão sendo convidados para a China. Se não houver negociações entre Trump e Xi Jinping em Osaka (Japão), então tudo se tornará muito arriscado”, disse Nordvig.
Os presidentes americano e chinês devem se reunir na reunião do G-20 em 28 de junho.
Os estrategistas dizem que a fraqueza atual do iuane se deve a um fortalecimento das preocupações com o dólar e a guerra comercial, que por sua vez estão estimulando as autoridades chinesas a considerarem mais medidas de política monetária e fiscal.

Fonte: MONEY  TIMES

Análise: Chantagem comercial dos EUA é “irracional” e “míope”

Análise: Chantagem comercial dos EUA é “irracional” e “míope”



Opinião - 18/05/2019 - 22:20
“Os Estados Unidos jamais devem julgar mal a situação ou subestimar a determinação chinesa em defender seus direitos e interesses legítimos”, avaliam os editores da principal agência de notícias da China (Pixabay)
Por Xinhua, agência oficial de notícias da China
Os Estados Unidos fizeram um ato irracional para chantagear a China com aumentos tarifários, o que será comprovado com o tempo ser uma atitude míope e destinada a fracassar.
Elevando novamente tarifas sobre os bens chineses, os Estados Unidos escalaram suas disputas comerciais com a China e impediram severamente as negociações.
Porém, ao enfrentar a máxima pressão dos Estados Unidos, a China resistiu e adotou contramedidas poderosas com cabeça fria.
Enquanto o país asiático tem cumprido com suas promessas para abrir seu mercado para o mundo e promovido resolutamente a cooperação de benefício recíproco com todas as partes, os Estados Unidos adotaram a atitude oposta, insistindo no protecionismo comercial.
Como todos sabem, as fricções econômicas e comerciais entre os dois lados foram provocadas pelos Estados Unidos e a China teve que tomar medidas em resposta.
Há mais de um ano a China procura por soluções efetivas para os problemas, com grande paciência e sinceridade. Porém, os Estados Unidos têm sido arrogantes e irracionais durante o processo, tentando todos os meios para difamar, pressionar, ameaçar e chantagear o país asiático.
Por exemplo, os norte-americanos acusaram repetidamente a China de “transferência forçada de tecnologias”, uma reclamação falsa que se tornou uma grande barreira nas negociações.
A autoridade chinesa reiterou que proibiu a transferência forçada de tecnologias e fortalecerá a proteção dos direitos e interesses legítimos dos proprietários estrangeiros de direitos de propriedade intelectual.
A Lei de Investimento Estrangeiro da China, que foi aprovada em março, também proíbe a transferência forçada de tecnologias e enfatiza a reciprocidade.
As companhias dos países desenvolvidos transferiram tecnologias e indústrias para o mercado chinês e através disso ganharam com sucesso benefícios de suas tecnologias existentes, reduziram seus custos de pesquisa e desenvolvimento, acumularam recursos para a inovação futura e maximizaram seus ganhos no enorme mercado da China.
Para se adaptarem melhor ao mercado chinês, as empresas dos Estados Unidos, incluindo Microsoft, Intel e Qualcomm, estabeleceram instalações de pesquisa e desenvolvimento na China e obtiveram recompensas consideráveis através da transferência e autorização de tecnologias.
A cooperação tecnológica foi orientada ao mercado, com as companhias norte-americanas sendo as maiores beneficiárias.
É irracional que os Estados Unidos critiquem a China pela “transferência forçada de tecnologias” depois de ganhar benefícios.
Diante da provocação dos Estados Unidos, a China não tem outra escolha a não ser o contra-ataque.
O país tem a boa vontade para a paz e a sinceridade para a cooperação. Também tem suficiente força e coragem para lutar contra a intimidação comercial.
Os Estados Unidos jamais devem julgar mal a situação ou subestimar a determinação chinesa em defender seus direitos e interesses legítimos.
Ninguém, em qualquer momento, deve esperar que a China engula algo que cause prejuízo a seus interesses essenciais nacionais.

Fonte: MONEY  TIMES