domingo, 16 de junho de 2019

Veja os 5 principais eventos econômicos desta semana

Veja os 5 principais eventos econômicos desta semana

Investing.com Brasil - 16/06/2019 - 19:02
Os investidores também estarão observando as reuniões dos bancos centrais na Europa, no Reino Unido e no Japão, bem como os desenvolvimentos comerciais e dados econômicos
Por Investing.com – A reunião de política monetária do Federal Reserve deverá ser o maior evento para os mercados desta semana. As expectativas de uma sinalização clara de um corte nas taxas aumentaram nas últimas semanas, uma vez que as políticas comerciais do presidente Donald Trump alimentaram temores sobre a perspectiva de uma recessão na economia americana.
Os investidores também estarão observando as reuniões dos bancos centrais na Europa, no Reino Unido e no Japão, bem como os desenvolvimentos comerciais e dados econômicos.
Aqui está o que você precisa saber para começar sua semana.

1. Fed pode dar sinal para um corte de taxa em julho

O Fed vai divulgar sua decisão de política monetária na quarta-feira, com a maioria dos economistas esperando que não haja mudanças, mas as persistentes preocupações com as consequências econômicas da guerra comercial EUA-China podem levar banco central americano a abrir o caminho para um corte de taxa neste ano.
O fraco relatório de empregos de maio e os dados de inflação mais baixos do que o esperado aumentaram as preocupações com as perspectivas econômicas.
Os mercados estarão atentos a qualquer mudança na linguagem depois que o presidente do Fed, Jerome Powell, dizer em 4 de junho que o Fed agiria “da maneira mais apropriada” para lidar com os riscos da disputa comercial.
O Fed também divulgará previsões econômicas atualizadas, que incluem a projeções de crescimento econômico e taxa de juros, conhecidas como “dot-plot”, que registram a previsão da taxa de juros oficial do Fed.

2. BCE, BOE e BOJ

Além do Fed, os investidores terão sua atenção voltada para a reunião anual de três dias do Banco Central Europeu em Sintra, Portugal, e reuniões de política no Japão e na Grã-Bretanha.
Foi em Sintra, dois anos atrás, que Mario Draghi provocou um selloff de títulos comentando sobre a “recuperação e ampliação” na zona do euro, mas dois anos depois Draghi está encerrando seu mandato com poucos sinais de crescimento ou inflação e uma real probabilidade de mais cortes de taxa.
Banco do Japão deve apresentar uma decisão política na quinta-feira, mas os economistas esperam que ele mantenha a política monetária.
Da mesma forma, espera-se que o Banco da Inglaterra mantenha as taxas inalteradas em sua reunião de política posterior na quinta-feira, com alguns economistas esperando por uma possível divisão na votação após um ano de decisões unânimes.

3. Dados econômicos para ficar de olho

Os dados econômicos continuarão a ser acompanhados de perto, à medida que os investidores analisam se as perspectivas de crescimento justificam a ação do banco central.
Os dados de preços de imóveis de maio da China e o índice de sentimento ZEW, da Alemanha, saem na terça-feira. Quarta-feira trará os números japoneses sobre exportação e a inflação do Reino Unido. Nos EUA, sai o índice de negócios do Fed da Filadélfia e as vendas de varejo britânicas devem ser divulgados na quinta-feira, juntamente com uma leitura antecipada da confiança do consumidor da zona do euro para junho .
A semana termina com um retrato instantâneo da saúde econômica mundial – os Índices de Gerentes de Compras (PMI) da atividade empresarial. PMIs industriais dos EUA ainda estão se mantendo acima da marca de 50 que indica que uma economia está crescendo. Um possível movimento abaixo dessa marca é o que todo mundo está prestando atenção.

4. Desdobramentos do comércio

A evolução do comércio continuará em foco enquanto as audiências do Congresso sobre as tarifas comerciais começarem na segunda-feira.
O representante de Comércio americano, Robert Lighthizer vai testemunhar perante a Comitê de Modos e Meios da Câmara nesta terça-feira durante uma audiência para discutir a agenda comercial de Trump.
A audiência cobrirá “negociações com a China, o Japão, a UE e o Reino Unido; novo NAFTA/USMCA; participação americana na OMC; e outros assuntos”, disse o presidente Richard Neal em um comunicado.
O depoimento vem em meio a crescentes dúvidas sobre se Washington e Pequim resolverão as questões comerciais na conferência de comércio do G20 no final do mês.

5. Semana tranquila nos balanços

A Adobe Systems (NASDAQ:ADBE) deve divulgar os resultados do segundo trimestre após o fechamento na terça-feira. Analistas esperam, em média, lucro de US$ 1,78 por ação, com vendas de US$ 2,7 bilhões. Em março, a Adobe diminuiu as esperanças dos analistas quando deu uma previsão de lucro para o trimestre atual, que ficou aquém das estimativas de Wall Street.
O maior produtor mundial de maconha, o Canopy Growth (NYSE:CGC) e o mercado de alimentos Kroger (NYSE:KR) devem se apresentar seus números na quinta-feira. Enquanto isso, a General Electric (NYSE:GE) realizará sua apresentação no Dia do Investidor da GE Aviation & GECAS na terça-feira.
– Reuters contribuiu com esta reportagem
Fonte: Investing.com

5 ações para ter nesta semana, segundo a XP Investimentos

5 ações para ter nesta semana, segundo a XP Investimentos


Gustavo Kahil - 16/06/2019 - 19:22
Para a próxima semana, o analista Gilberto Pereira Coelho Junior chama a atenção para as decisões de taxa de juros tanto no Brasil (Selic) quanto nos EUA (Fomc)
A XP Investimentos realizou uma mudança em sua carteira recomendada para esta semana, revela um relatório enviado a clientes neste domingo (16).
Segundo o documento, as ações do IRB (IRBR3) deixaram o portfólio para abrir espaço para a entrada dos papéis da Minerva (BEEF3).
Para a próxima semana, o analista Gilberto Pereira Coelho Junior chama a atenção para as decisões de taxa de juros tanto no Brasil (Selic) quanto nos EUA (Fomc).
“Ainda nos Estados Unidos, serão divulgados o PMI composto e dados de confiança (do construtor e da indústria). E na Zona do Euro, destaque para balança comercial, CPI, índice de expectativa na economia, confiança do consumidor e PMI composto”, ressalta.



Fonte: MONEY  TIMES

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Michelangelo

Biografia de Michelangelo

Michelangelo (1475-1564) foi um pintor, escultor e arquiteto italiano. É considerado um dos maiores representantes do Renascimento Italiano. "Pietá", "O Juízo Final", "Moisés", "Davi" e "A Abóbada da Capela Sistina" são algumas das obras que eternizaram o artista. 
Michelangelo de Lodovico Buonarroti nasceu em Caprese, na província de Arezzo, nas proximidades de Florença, Itália, no dia 6 de março de 1475. Filho de Lodovico Buonarroti e de Francesca desde pequeno só se interessava em desenhar. Com 13 anos começou a estudar pintura na oficina dos irmãos Domenico e Davi Ghirlandaio, em Florença. Em 1489, é convidado por Lourenço para estudar na Academia dos Jardins dos Medici. Em 1492, conclui sua primeira escultura “Madona da Escada”.

Michelangelo
Madona da Escada

Ainda em 1492, conclui a “Batalha dos Centauros”, “Hercules”, para Pierro de Medici, e o “Crucifixo”, para o Convento do Espírito Santo. Nesse mesmo ano, após a morte de Lourenço, Michelangelo vai para Bolonha, onde encontra hospitalidade junto a um nobre bolonhês. Em 1494 conclui para a “Arca de São Domingos”, um “Angelo Reggicero” e as estátuas de “São Procolo” e “São Petrônio”. Em 1495 retorna para Florença onde executa a estátua de“San Giovannino, em mármore, o padroeiro da cidade. Em 1496 vai para Roma onde esculpiu “Baco” para o cardeal Raffaele Riario.

baco
Baco

Ainda em 1497, o cardeal francês Jean Bilheres, embaixador do rei da França na corte papal, contrata Michelangelo par esculpir uma escultura de mármore para sua capela na Basílica de São Pedro. O artista é enviado para Carrara para escolher o melhor mármore e em bloco único para a obra “Pietà”, que é finalizada em 1499. O artista ficou tão orgulhoso da obra que decidiu colocar sua assinatura na faixa que passa sobre o busto de Maria. A obra está exposta na Basílica de São Pedro no Vaticano.

Michelangelo
Pietà

Em 1501 retornou para Florença e iniciou a confecção de 4 estátuas para o Altar Piccolomini, da Catedral Siena: “São Pedro”, “São Pio”, São Paulo e São Gregório. Nesse mesmo ano recebe a encomenda de “Davi”, uma estátua de 4,34m de altura, que ficou pronta depois de dois anos e meio. Quando estava prestes a  ser terminada, uma comissão de artistas (Botticelli, Perugino, Andrea dela Robbia e Leonardo da Vinci) estabeleceu que a estátua, em vez de ser colocada na catedral, deveria ser colocada na Piazza dela Signoria, ao lado da entrada do Palácio Velho. A obra está hoje na Galleria dell’Academia, em Florença.

davi
Davi

Em 1505 recebe a encomenda do monumento fúnebre do papa Júlio II, que ocupou 40 anos de sua vida. Na obra, se destaca a estátua de Moisés, com 2,35 m de altura, ocupa o espaço central da parte inferior do monumento. A sepultura foi concluída em 1545. Além de Moisés, somente duas figuras “Lia” e “Raquel” foram realizadas pelo próprio Michelangelo.

Michelangelo
Túmulo de Júlio II

Em 1508, o Papa Júlio II encarregou o artista de pintar a "Abóbada da Capela Sistina", na Catedral de São Pedro, no Vaticano. O artista protestou: “Não sou pintor e sim escultor". Mesmo assim, durante quatro anos realizou o exaustivo trabalho que foi entregue ao público no Dia de Todos os Santos em 1512. Entre os afrescos estão: “Profeta Isaias”, “Profeta Ezequiel”, “Profeta Jonas” “Profeta Daniel, “Criação de Adão”, “Pecado Original e a Expulsão do Paraíso” e Dilúvio Universal”.

Michelangelo
Criação de Adão

Em 1534, o Papa Clemente VII encomenda o afresco o “Juízo Final”, para o altar da Capela Sistina. Na obra, o Cristo aparece como um juiz inflexível e a Virgem assustada, não contempla a cena. Nesse afresco, só aparece nus, o que causou grande tumulto e o Papa Paulo III pretendia destruir a obra, mas contentou-se em mandar o pintor Daniel de Volterra velar os nus mais ousados.

juízo final
Juízo Final

Michelangelo mostrava paixão pela grandiosidade, principalmente na arquitetura. Em 1519 começa a projetar o edifício e o interior da "Capela de São Lourenço". Em 1535 foi nomeado pelo Papa Paulo III, “supremo arquiteto, escultor e pintor dos palácios apostólicos”. O artista também se dedicou à poesia, escreveu o livro "Rimas". Próximo da sua morte desabafou em um poema "Na verdade, nunca houve um só dia que tenha sido totalmente meu".
Michelangelo faleceu em Roma, Itália, no dia 18 de fevereiro de 1564. Seu corpo foi enterrado na Basílica de Santa Cruz, em Florença.



Fonte: eBiografia