terça-feira, 18 de junho de 2019

Criptomoeda do Facebook, a Globalcoin pode vir a ser o primeiro case de adoção em massa

Criptomoeda do Facebook, a Globalcoin pode vir a ser o primeiro case de adoção em massa



Leandro França de Mello - 17/06/2019 - 

Bitcoin Criptomoedas Blockchain
(Imagem: Pixabay)

Com uma das maiores redes de pessoas do mundo, o Facebook tem uma vantagem competitiva para uma empresa que deseja fornecer serviços financeiros globais. A empresa conseguiu US$ 10 milhões de cada um dos grandes patrocinadores, como Visa, Mastercard, Paypal e Uber, e está montando um conglomerado para administrar sua rede. Somente a indústria de remessas totalizou US$ 689 bilhões em 2018, de acordo com o Banco Mundial, e poderia ser um serviço que o Facebook pretende oferecer.
Por outro lado, pode-se argumentar que o projeto “Libra” tem como alvo uma audiência nunca destinada a ser servida por uma moeda descentralizada como o Bitcoin, por isso as proibições aos anúncios da criptomoeda e ICO na plataforma que vem sendo revogado aos poucos. A adoção do Bitcoin tem sido tradicionalmente mais difundida entre os mercados negro e cinza.
O uso diário do Bitcoin continua sendo raro em grandes partes do mundo e seu uso tem sido sempre muito residual e só servindo para a especulação e para os chamados Hodlers, pessoas que compram e mantêm a moeda em carteira ou rendendo em plataformas de arbitragem automatizada como é o caso da Atlas Quantum.
A Globalcoin pode ser a plataforma para adoção em massa?
Laura McCracken, chefe de serviços financeiros e parcerias de pagamento para Europa no Facebook, confirmou que um white paper com mais detalhes sobre o projeto será lançado em 16 de junho.
O fato é que nenhuma fintech ou banco terá condições de lutar com as mesmas armas que o Facebook na força e penetração na sua base de clientes. São 2 bilhões de pessoas dentro de uma rede muito eficiente, onde as pontas já estão devidamente amarradas. O Whatsapp será peça fundamental nesse processo de adoção. Assim como o Wechat é na China.
O Cryptowatch indica a Atlas BTC para compra dos seus bitcoins. Com a Atlas BTC, agora você pode comprar Bitcoin e investir no Quantum com segurança e em poucas horas, com um processo ágil e sem burocracia!


Fonte: Guia do Bitcoin


MoneyGram: Ripple confirma parceria de US$ 50 milhões

MoneyGram: Ripple confirma parceria de US$ 50 milhões





  
Depois que rumores de que a Ripple compraria a Moneygram, a Ripple agora confirmou uma parceria com o serviço internacional de pagamentos MoneyGram. A parceria é o investimento de até US$ 50 milhões na MoneyGram.
A Ripple e a MoneyGram serão parceiras por pelo menos dois anos. A MoneyGram utilizará a tecnologia xRapid da Ripple para liquidar as remessas transnacionais de forma mais rápida, aproveitando os tokens de XRP em vez de depender da pré-compra das moedas fiduciárias específicas envolvidas em uma transação.
De acordo com Alex Holmes, Chairman e CEO da MoneyGram:
“É imperativo que continuemos a melhorar nossa plataforma e fornecer a solução mais eficaz para obter fundos do ponto A ao ponto B. Através do produto xRapid da Ripple, teremos a capacidade de liquidar fundos instantaneamente de dólares dos EUA para moedas de destino em uma base 24/7, que tem o potencial de revolucionar nossas operações e simplificar drasticamente a nossa gestão global de liquidez”.
Para comemorar essa nova e importante parceria, Garlinghouse anunciou que a Ripple outro lançamento de XRP. 2 milhões de tokens serão entregues aos titulares.


Fonte: Guia do Bitcoin

O Brasil Não é Para Amadores: Mal Acaba Uma, Nova Turbulência Política Começa

O Brasil Não é Para Amadores: Mal Acaba Uma, Nova Turbulência Política Começa



Por Alvaro BandeiraResumo do Mercado

Nas últimas semanas, elogiamos a boa integração entre os três poderes, depois dos acenos do presidente Jair Bolsonaro para os presidentes da Câmara Rodrigo Maia e do Senado Davi Alcolumbre, e também para o Judiciário, a partir de encontro com o presidente do STF Antonio Dias Tofolli.
Foi extremamente oportuno levando-se em consideração que o governo não tem os votos necessários para aprovar a reforma da Previdência; e o empenho do presidente da Câmara em conseguir votos suficientes para chegar numa plenária e obter os 308 votos necessários. A divulgação do relatório da comissão especial da reforma da Previdência transcorreu em clima até positivo, assim como a aprovação da verba suplementar de R$ 248,9 bilhões pedida pelo Governo para não travar pagamentos e não ferir a regra de ouro.
Perguntado sobre o que tinha achado do relatório de Samuel Moreira, o ministro da Economia Paulo Guedes foi brilhante, declarando que “a hora era do Congresso se posicionar, e não ele como ministro”. Porém, bastou um dia para Paulo Guedes quebrar o silêncio e declarar que a economia fiscal não seria de exatos R$ 913 bilhões em dez anos, mas de somente R$ 860 bilhões. Dado o alívio aos servidores públicos. Arrematou que o relator tinha cedido a pressões dos servidores. O mal-estar então fez-se presente com Rodrigo Maia respondendo ao ministro no mesmo tom.
Maia declarou que o ministro tinha aliviado os militares e que o governo estava sendo leniente em tocar a reforma da Previdência, e que se não fosse seu empenho e de Alcolumbre, o governo estaria longe dos cerca de 350 votos necessários para levar a reforma com tranquilidade para votação, ainda nos primeiros dias do segundo semestre.
A fissura voltou a abrir entre o Executivo e Judiciário, teoricamente (não acreditamos) faltando menos de um mês para a pretensa votação. Será preciso ver como essa nova ferida criada pelo governo será sanada. Se houver desdobramentos, o trâmite da reforma pode novamente complicar e dificultar sua aprovação sem grande desidratação.
Não contente, o presidente Bolsonaro protagonizou mais um estresse, ao demitir publicamente o presidente do BNDES Joaquim Levy, dizendo que sua “cabeça estava a prêmio”. Joaquim Levy obviamente pediu demissão do cargo, depois da demissão já ocorrida em seis meses de dois outros e mais de nove presidentes de empresas estatais. Não que Levy fosse importante para a reforma da Previdência e/ou estabilidade do governo, mas a forma como foi feita é que não condiz com a saída de importante auxiliar.
Tudo vai depender de quem será posto no lugar de Levy, e os nomes ventilados até publicar este artigo, são bons. Como Gustavo Franco (ex-presidente do Banco Central) e Salim Matar (ex-controlador da Localiza (SA:RENT3)) e secretário de desestatização. Uma coisa é certa: a substituição terá que ser de alto nível e rápida para que a situação atenue.
O pior é que tudo ocorre numa semana curta e de sexta-feira enforcada (feriado de Corpus Christi) e uma agenda local e internacional muito forte. O período embute o vencimento de opções (17 de junho) e a ida do ministro Sérgio Moro ao Congresso para explicar o vazamento de conversas com representantes do Ministério Público. Embute ainda dados de conjuntura como a expectativa de queda do PIB, agora já abaixo de expansão de 1,0% e com viés ainda negativo. Além de decisão do Bacen sobre juros, onde existem dúvidas sobre qual será a decisão.
Já que falamos sobre o tema, na semana teremos a decisão do FED sobre política monetária, do BoJ (BC Japonês), BOE (BC Inglês) e fórum anual do BCE (BC Europeu); de onde podem surgir mudanças de rota com flexibilização monetária (ou indicação) e queda de juros.
Quando tudo parecia caminhar bem demos uma guinada negativa. É, definitivamente o Brasil não é para amadores. E os investidores seguem estressados.