sábado, 29 de junho de 2019

Com produção de 49 mil quilates de diamante por ano, MT ocupa a 2ª colocação no ranking nacional


Mato Grosso produz 49 mil quilates de diamante, por ano. Esse índice coloca o estado em segundo lugar na produção nacional do minério, ficando atrás apenas da Bahia. Os dados são da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), levantados em 2017.
No ano passado, foram exportados 42 mil quilates de diamante oriundos do estado. A maior parte é do tipo industrial, usado para a fabricação de ferramentas de cortes de alta precisão. Em menor quantidade, mais de forma expressiva, o diamante lapidável também é exportado para confecção de joias.
De acordo com Serafim Carvalho Melo, gerente regional da Agência Nacional de Mineração (AMN), o município com maior produção de diamantes no estado é Juína, a 737 km de Cuiabá. O minério dessa região é do tipo industrial.
Cidades como Poxoréu e Guiratinga produzem diamante do tipo lapidável. Entretanto, a produção nesses municípios é em menor escala.
A maior parte do diamante exportado vai para países como a Bélgica, Israel e Índia.


Fonte: G1
Ouro retirado de Pontes e Lacerda (MT). — Foto: Júlio Cezar Ferreira de Souza/Arquivo pessoalOuro retirado de Pontes e Lacerda (MT). — Foto: Júlio Cezar Ferreira de Souza/Arquivo pessoal
Ouro retirado de Pontes e Lacerda (MT). — Foto: Júlio Cezar Ferreira de Souza/Arquivo pessoal



Ouro

Com relação à produção do ouro, o estado também ocupa um posto de liderança na produção nacional. São cerca de 16 toneladas por ano.
 DIAMANTES

Segundo a Agência Nacional de Mineração, Peixoto de Azevedo e Itaituba (PA) respondem por 95% do recolhimento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF-ouro) junto à Receita Federal.


Fonte: G1

'Maior safira azul estrela do mundo' é encontrada no Sri Lanka

'Maior safira azul estrela do mundo' é encontrada no Sri Lanka



Image captionA safira azul foi batizada como Estrela de Adão
Gemólogos do Sri Lanka afirmam que a maior safira azul do mundo foi descoberta em uma mina do país.
O instituto de gemologia da capital, Colombo, certificou que a pedra preciosa pesa 1.404,49 quilates (280,8 gramas), e informou nunca terem certificado a autenticidade de uma gema maior que esta.
O valor da gema é estimado em US$ 100 milhões (cerca de R$ 400 milhões) e o atual dono estima que possa vendê-la em leilão por até US$ 175 milhões (cerca de R$ 700 milhões).
A indústria de pedras preciosas do Sri Lanka, que tem na safira seu principal item de exportação, movimenta pelo menos US$ 103 milhões por ano.
As safiras azuis recebem essa denominação por causa da marca característica no centro das pedras.
"No momento que a vi, decidi comprá-la", afirmou o atual dono da safira, que prefere ficar no anonimato, ao programa Newsday, do Serviço Mundial da BBC.
"Quando me apresentaram a pedra, suspeitei que poderia ser a maior safira azul do mundo. Então resolvi arriscar e comprá-la."
O proprietário afirmou que o valor que pagou pela gema é "absolutamente confidencial". A safira detentora do recorde anterior pesava 1.395 carats (279 gramas).
A pedra foi retirada na cidade de Ratnapura, no sul do Sri Lanka, conhecida como "Cidade das Gemas".
Direito de imagemAP
Image captionA associação de gemas e joias do Sri Lanka diz que o anel de noivado de Catherine Middleton, a duquesa de Cambridge, e que também pertenceu à princesa Diana, inclui uma safira localizada no país
O dono batizou a pedra de Estrela de Adão, em referência à crença muçulmana de que Adão tenha chegado ao Sri Lanka após ter sido expulso do Jardim do Éden.
Acredita-se que o personagem, considerado o primeiro profeta na tradição islâmica e em vertentes do cristianismo, tenha vivido nas encostas de uma montanha conhecida hoje como Pico de Adão.
O dono da Estrela de Adão disse ter comprado a peça imaginando que "não era apenas uma joia, mas um objeto para exposição".
Armil Samoon, um conhecido comerciante de joias e pedras preciosas no Sri Lanka, confirmou que se trata, de fato, da maior safira azul do mundo.
A existência de uma rocha de 17 kg contendo safiras foi revelada em 2013, mas o peso e dimensão das gemas em seu interior ainda não são conhecidos.
A associação de gemas e joias do Sri Lanka informou em 2011 que o anel de noivado de Catherine Middleton, a duquesa de Cambridge, mulher do príncipe William, da Inglaterra, inclui uma safira localizada no país nos anos 1970.
O anel previamente foi usado pela princesa Diana (1961-1997), mãe de William.


Fonte: BBC

Como se Extrai Cristal e Drusa no Garimpo

Coinbase: 58% dos americanos sabem o que é Bitcoin

Coinbase: 58% dos americanos sabem o que é Bitcoin



  
A popularidade do Bitcoin foi inquestionavelmente impulsionada com o recente aumento de preço que reforçou seu valor acima da marca de $12.000.
O aumento da conscientização sobre a maior criptomoeda do mundo foi apontado no blog oficial da Coinbase depois de uma pesquisa.
De acordo com os achados da Coinbase, 58% dos norte-americanos dizem ter ouvido falar do Bitcoin. O que mostra que a moeda está ficando mais popular entre a maioria.
Além disso, os números mostram que mais pessoas pesquisaram no Google no ano passado por Bitcoin do que o “casamento real” ou “resultados eleitorais”.
A pesquisa realizada pela Coinbase descobriu que cerca de 37 por cento dos americanos, sem uma lista de opções, falou que Bitcoin é a criptomoeda do qual eles já ouviram falar. Califórnia, Nova Jersey e Washington, nessa ordem, tinham a maior porcentagem de pessoas que tinham algum conhecimento básico sobre criptomoeda.
A Coinbase também notou que para a maioria das pessoas o conceito de criptomoedas era considerado tão difícil quanto a inteligência artificial ou a nanotecnologia. Com isso, ainda temos um caminho importante a ser percorrido
Outra análise teve foco no maior valor médio de criptomoedas por usuário nos EUA. Coinbase declarou:
“Vários dos principais estados para os proprietários de criptomoedas (Califórnia, Nova York e Washington) também têm as maiores participações per capita – ou seja, eles têm um grande número de pessoas que não apenas possuem moedas, mas também possuem grandes quantidades. Curiosamente, há ainda outra categoria, que inclui estados com uma porcentagem geral menor de detentores de criptos, mas uma maior propriedade per capita – ou seja, um número menor de pessoas que possuem uma parcela maior do que a média.”
O Bitcoin e o resto do mercado de criptomoedas romperam a categoria de nicho, já que muitos portais tradicionais começaram a acompanhar a ascensão e a queda da indústria de ativos digitais.
Publicações como Bloomberg, CNBC e MSNBC criaram canais dedicados para acompanhar os desenvolvimentos no ecossistema Bitcoin e das muitas outras altcoins. Aqui no Brasil não é difícil ver sites como o UOL falando das altas do Bitcoin e em 2017 tivemos até matérias especiais na TV.

Fonte: Portal do Bitcoin

O que comprar em julho? Veja a carteira com 5 novidades do BB Investimentos

O que comprar em julho? Veja a carteira com 5 novidades do BB Investimentos





Gustavo Kahil - 
As ações da Usiminas retornaram ao portfólio do BB Investimentos (Imagem: Facebook Usiminas)
O BB Investimentos realizou cinco mudanças em sua carteira recomendada para julho, revela um relatório enviado a clientes nesta sexta-feira (28). Os analistas Victor Penna e Wesley Bernabé retiraram as ações da Alupar (ALUP11), Hypera (HYPE3), Magazine Luiza (MGLU3), Petrobras (PETR4) e Taesa (TAEE11), e entram ABC Brasil(ABCB4), Suzano (SUZB3), Usiminas (USIM5), Vale (VALE3) e Via Varejo (VVAR3).
Para eles, o sinal mais claro emitido pelo Banco Central sobre a possibilidade de cortes de juros ainda em 2019 motivou a última pisada no acelerador do Ibovespa. A Selic tem um grande peso na determinação da taxa de desconto utilizada na avaliação das companhias.
“Nesse contexto, aproveitamos a virada do semestre para revisar a pontuação alvo do Ibovespa em 2019 para 110 mil pontos, o que representa 8,9% de upside em relação ao fechamento de junho”, explicam.

Cenário externo

Penna e Bernabé entendem que os riscos com a desaceleração do comércio mundial têm reduzido as expectativas de crescimento mundial, com a ausência de pressão inflacionária no curto e médio prazos diminuindo as chances de movimentos de aperto monetário nos países desenvolvidos.
“Os yields [rendimentos] dos títulos de 10 anos dos EUA retornaram ao patamar de 2%, contexto que reduz o risco de apreciação mais forte do dólar no curto prazo e abre espaço para que o mercado doméstico reduza os prêmios embutidos por toda a extensão da curva de juros, reforçando a tese da redução nas taxas de desconto”, concluem.

Veja o novo portfólio:


Fonte: MONEY  TIMES