quarta-feira, 24 de julho de 2019

Ação da BR Distribuidora sai a R$ 24,50; Deságio é de 5,8%

Ação da BR Distribuidora sai a R$ 24,50; Deságio é de 5,8%



Gustavo Kahil - 23/07/2019 - 22:34
Os papeis saíram com um deságio de 5,8% em relação ao negociado hoje (R$ 26,01) (Divulgação)
As novas ações da BR Distribuidora (BRDT3) foram precificadas a R$ 24,50, revela o site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nesta terça-feira (23). Os papeis saíram com um deságio de 5,8% em relação ao negociado hoje (R$ 26,01).
Foram vendidas 393,187 milhões de ações na oferta (os lotes suplementar e adicional foram atendidos na íntegra). Com isso, a operação girou R$ 9,633 bilhões.
A Petrobras (PETR3; PETR4) foi a única vendedora e, com isso, sua participação na BR Distribuidora caiu de 71,25% para 45,25%. Os recursos deverão entrar no caixa da companhia e ajudar a reduzir seu endividamento.

Fonte: MONEY  TIMES

Vamos liberar o FGTS para sempre, diz Guedes

Vamos liberar o FGTS para sempre, diz Guedes



Valter Outeiro da Silveira - 23/07/2019 - 20:24
Ministro libera recursos diretos em prol da liberdade dos cidadãos (Imagem: Bloomberg)
O ministro da Economia Paulo Guedes discorreu nesta terça-feira (23) sobre a abertura das contas ativas e inativas do FGTS, em movimento para injetar recursos em diversos setores, liberando dinheiro para os trabalhadores.
“Eu tinha falado que ia ser em torno de R$ 42 bilhões. Vai ser isso mesmo. Deve ser uns R$ 30 bilhões este ano, uns R$ 12 bilhões no ano que vem, são os R$ 42 bi que eu tinha falado. Só que vocês vão ver que vai ter novidade. Há coisas mais interessantes”, afirmou Guedes, conforme apurado pela reportagem da Folha.
“O governo passado soltou só inativos. Nós vamos soltar [contas] ativas e inativas. Eles soltaram uma vez só. Nós vamos soltar para sempre. Todo ano vai ter”, completou o ministro.

Fonte: MONEY  TIMES

Com pedra no rim, fundador da criptomoeda Tron adia almoço com Warren Buffett

Com pedra no rim, fundador da criptomoeda Tron adia almoço com Warren Buffett





(Foto: Shutterstock)
O empresário chinês Justin Sun, fundador da rede Tron e CEO da BitTorrent, adiou seu almoço milionário com Warren Buffett por problemas de saúde. O anúncio do adiamento foi feito na manhã da Segunda-feira (22) pelo twitter da Fundação TRON.
De acordo com o post, Sun estaria com pedras nos rins e devido a esse fato ele não poderia comparecer ao almoço de caridade pelo qual pagou US$ 4,57 milhões.
“Fundação TRON anuncia o adiamento do almoço de Warren Buffett e das coletivas de imprensa depois que o fundador Justin Sun teve com pedras nos rins”.
Segundo informações do New York Times, o almoço estava marcado para ocorrer na quarta-feira (23). O jornal também afirma que após a notícia de adiamento desse evento a Coinbene havia registrado queda de 12,3% da Tronix (criptomoeda da TRON).
Apesar desse contratempo, Buffett e Sun já acertaram de marcar uma nova data para esse almoço, conforme também anunciou a Fundação Tron por meio do Twitter.

Encontro com Warren Buffett

Sun, o jovem empresário de 28 anos, pagou no mês passado US$ 4,57 milhões, o que na época equivalia à R$ 18 milhões, por um almoço com um dos empresários mais céticos quando o assunto é criptomoedas.
O valor em questão foi destinado como doação de Sun à ação filantrópica do bilionário chamada ‘20th-anniversary charity lunch hosted’. A ação de caridade acontece todos os anos desde 2000.
Para o CEo da Bit Torrent essa seria a oportunidade para que se “preenchesse a lacuna entre os investidores institucionais e tradicionais e o reino da criptomoeda e da tecnologia blockchain”, conforme publicou o New York Times.
O fato, no entanto, é que Buffett, o bilionário presidente da Berkshire Hathaway Inc., já chegou a afirmar que o Bitcoin, a maior das criptomoedas, não passaria de uma ilusão e que só serviria para atrair charlatães.
A questão é que as criptomoedas subiram pelo menos sete vezes após buffet afirmar que elas não passariam de miragem.

Fonte: Portal do Bitcoin

O metal precioso que está criando uma nova 'febre do ouro'

O metal precioso que está criando uma nova 'febre do ouro'



Image caption Uma mina em Kolwezi, na República Democrática do Congo, onde cobre e cobalto são extraídos

Se o ouro já foi o grande ímã de garimpeiros no oeste americano, agora é o cobalto quem faz esse papel.
O garimpo de cobalto não acontece há décadas nos Estados Unidos. Mas agora um grupo de empresas de mineração está nos Estados americanos de Idaho, Montana e Alasca em busca do mineral azul prateado.
São exemplos do interesse crescente em cobalto - um componente chave nas baterias de íon-lítio, muito utilizadas em aparelhos eletrônicos portáteis e carros elétricos.
No passado, o fornecimento de cobalto dependia dos mercados de cobre e níquel, metais mais valiosos tipicamente extraídos junto com o cobalto.
Mas o crescimento dos preços de cobalto e a previsão do crescimento de consumo, de 8% a 10% por ano, fizeram seu status mudar, diz George Heppel, analista senior na empresa de pesquisas CRU Group em Londres.


Mina no Estado do Idaho, nos EUA Direito de imagemFirst Cobalt
Image caption Empresa quer abrir mina de cobalto no Idaho, nos EUA, em três anos
Cerca de 300 empresas no mundo estão agora à caça de depósitos de cobalto, estima a CRU.
Gigantes de mineração como a Glencore também estão impulsionando a produção na República Democrática do Congo, onde a maior parte do cobalto do mundo se encontra.
Nos Estados Unidos, uma produção pequena de cobalto começou em 2014 pela primeira vez em cerca de quatro décadas.
A empresa First Cobalt, do Canadá, comprou uma mina no Estado de Idaho, nos EUA, e diz esperar que a produção esteja avançada em cerca de três anos.
O foco é cobalto, segundo o chefe executivo da empresa, Trent Mell, e não o cobre ou outro metal.
"Mineradores como nós nunca fomos buscar cobalto, de fato", ele diz. "Há muito cobalto no mundo. Como mineradores, estamos para trás."

Comércio global

Espera-se que o consumo de cobalto exceda 122 mil toneladas neste ano, mais do que as 75 mil toneladas de 2011, segundo o CRU.
O preço do cobalto triplicou. Embora uma produção maior seja capaz de responder à demanda nos próximos anos, analistas dizem que pode haver escassez já em 2022.


Mulher separa cobalto de lama e pedras perto de uma mina na República Democrática do Congo Direito de imagemGetty Images
Image caption Mulher separa cobalto de lama e pedras perto de uma mina na República Democrática do Congo
"Há muito interesse de parceiros potenciais", diz Fiona Grant Leydier, de uma empresa que trocou seu nome de Formation Metals para eCobalt, revivendo planos antigos.
Depois que o cobalto é extraído com a ajuda de explosivos, ele é levado para ser refinado e transformado em metal, misturas ou concentrados químicos usados em produtos como drones, motores ou baterias.
Mais de 60% do cobalto no mundo é extraído na República Democrática do Congo, enquanto a China é produtora líder de cobalto refinado.
Mas, ao lado da crescente demanda, há também crescente preocupação dos Estados Unidos em relação à dependência de importação.
Em fevereiro, os EUA adicionaram o cobalto à lista de 35 minerais críticos para a economia.
Empresas ativas nos Estados Unidos dizem esperar que seu status "fabricado nos EUA" ajude a acelerar a aprovação governamental e diferenciar seus produtos das importações.


Esteira carrega cobalto em estado bruto em Lubumbashi, na República Democrática do Congo, antes de ser exportado Direito de imagemGetty Images
Image caption Esteira carrega cobalto em estado bruto em Lubumbashi, na República Democrática do Congo, antes de ser exportado
Eles dizem que preocupações quanto a corrupção e trabalho infantil em minas da República Democrática do Congo também pressionam compradores a encontrarem novas fontes.
"Há alguns lugares onde se pode realizar mineração eticamente e nós queremos ser um deles", diz Michael Hollomon, executivo-chefe da Missouri Cobalt. "Isso nos dá uma vantagem."
A empresa planeja começar a produzir cobalto em uma antiga mina de chumbo no Estado de Missouri, onde há 15 milhões de quilos de cobalto, a maior reserva da América do Norte.
No entanto, como há outras áreas do mundo com muito cobalto de qualidade, os Estados Unidos nunca serão capazes de parar de importá-lo completamente.
Especialistas esperam que aumente, inclusive, a participação da República Democrática do Congo na produção global, conforme mineradoras ampliem suas atividades ali.
Também espera-se que a China siga dominando o mercado de cobalto refinado, ampliando sua operação na Europa, América do Norte e em outras partes da Ásia.


Empresa Ecobalt Direito de imagemEcobalt
Image caption China deve seguir dominando o mercado de cobalto, segundo especialistas
Embora empresas americanas tenham só uma fração do mercado, elas podem conseguir um preço mais alto por seu material, diz Caspar Rawles, analista na Benchmark Mineral Intelligence.
"Todas as fornecedoras estão querendo reduzir seu risco político, então acho que qualquer projeto fora da República Democrática do Congo está em uma posição estratégica", diz ele.
Os desafios ainda são significantes, como o custo de instalar uma mina. O preço volátil do cobalto é outra incerteza.
Hoje alto, o custo do elemento está levando empresas a buscar maneiras de reduzir a dependência do material.
Gerband Ceder, da Universidade da Califórnia, está conduzindo pesquisas para encontrar baterias estáveis que não precisem de grandes quantidades de cobalto.
Mas usar esse tipo de tecnologia em larga escala - especialmente em carros - está a até dez anos de distância. "Acho que haverá grande uso de cobalto por um tempo, ainda."



Fonte: BBC

terça-feira, 23 de julho de 2019

Seguindo regras da CVM, a BTG Pactual lança fundo de investimento baseado em criptomoedas

O BTG Pactual lançou um fundo de investimento baseado em criptomoedas que segue as regras da Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) e portanto está ‘regulamentado’ no Brasil. A iniciativa é a primeira do tipo por parte de uma empresa nacional.
O Fundo, chamado Hashdex Digital Assets Discovery Fic Fim, embora aceite investimentos em Reais, aplica os recursos em “investimentos indiretos em criptoativos negociados em terceiras jurisdições”, portanto, esta enquadrado dentro da Instrução 555 da CVM e atende as orientações do Ofício circular SIN nº 11/2018, que prevê que investidores nacionais podem investir em criptoativos desde que estes sejam negociados fora do Brasil.
“A Instrução 555, ao tratar do investimento no exterior, não veda o investimento indireto em criptoativos. No entanto, cabe aos administradores, gestores e auditores independentes observar determinadas diligências na aquisição e manutenção em carteira desses ativos”, disse Daniel Maeda, superintendente da SIN, no documento.
Desta forma, embora o BTG seja um banco nacional, o é constituído fora do Brasil “em especial em cotas do Hashdex Digital Assets Index Fund (“HDAIF”), fundo constituído e regulado sob as leis das Ilhas Cayman”.
Uma consulta ao site da CVM também destacou que todos os fundos baseados em criptomoedas oferecidos pelo BTG estão registrados na autarquia e são administrados pela Vortx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliáriarios LTDA. Desta forma, registrados na CVM e atendendo os requisitos da Instrução 555, o fudo do BTG passa a ser o primeiro fundo de investimento baseado em criptomoedas habilitado a captar investidores no Brasil.
midia
A CVM suspendeu oficialmente as atividades da empresa que afirmava atuar no mercado de Forex baseado em Bitcoin e criptomoedas, LBLV. Segundo a publicação, por meio do ato declaratório, 17.263,a CVM decretou que a LBLV realiza operações ilegais no Brasil e portanto efetua captação irregular de clientes.
Por Cassio Gusson

Fonte: ADVFN