sábado, 3 de agosto de 2019

Não se pode apenas dar um “salvo-conduto” ao garimpo, diz secretário

Não se pode apenas dar um “salvo-conduto” ao garimpo, diz secretário



Para Alexandre Vidigal, é preciso buscar novos modelos para a mineração em terras indígenas

Brasília — A regulamentação que o governo pretende fazer do garimpo no país e da mineração em terras indígenas deverá buscar novos modelos de exploração e não apenas dar um “salvo-conduto” à forma como a atividade é desenvolvida hoje.
De acordo com o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Alexandre Vidigal, o objetivo das mudanças é aproveitar as riquezas minerais beneficiando quem realiza a atividade, dentre eles, os garimpeiros e os próprios índios. O modelo de aproveitamento, no entanto, ainda não foi definido pelo Executivo.
“Nosso pensamento não é dar um salvo-conduto para situações que sejam maléficas à coletividade. O que queremos é que nessa relação, a exploração seja do mineral, não dos envolvidos, não dos garimpeiros, não dos índios”, afirmou Vidigal.
De acordo com ele, a regulamentação dos dois tipos de atividade entrou na pauta do governo porque gera riqueza e enfrenta o problema da exploração clandestina com consequências ambientais e sociais.
Um grupo de trabalho criado em 2017 por determinação do Tribunal de Contas da União deve finalizar neste ou no próximo mês projeto de lei que trata da autorização da mineração em terras indígenas. Ele é formado pelo Ministério de Minas e Energia, Ministério do Meio Ambiente, Casa Civil, Funai e Ibama.
A Constituição permite que a exploração de minérios seja feita nessas áreas, porém, mediante regulamentação, o que nunca foi feito. Um decreto de 2004 determina que a exploração só pode ser efetivada com autorização do Congresso após discussão com as comunidades envolvidas e que parte dos recursos seja destinada à região.
O presidente Jair Bolsonaro também disse, na semana passada, que o governo pretende regulamentar o garimpo no País. Na quarta-feira (31), ao jornal O Globo, ele afirmou que pretende criar “pequenas Serras Peladas” Brasil afora, que poderiam ser exploradas tanto por estrangeiros como por povos indígenas. Um grupo de estudo sobre o assunto foi criado no Ministério de Minas e Energia há duas semanas.

Fonte: G1

Para agosto, Genial atualiza carteiras em blue chips, dividendos, small caps e micro caps

Para agosto, Genial atualiza carteiras em blue chips, dividendos, small caps e micro caps





Uma das carteiras mais tradicionais da corretora, a carteira Ibovespa 10+ teve quatro de suas ações substituídas
A Genial Investimentos divulgou nesta quinta-feira (1) as novas composições de suas carteiras Ibovespa 10+, Small Caps 8+, Micro Caps 5+, Dividendos 5+ e Ibovespa 5+ para o mês de agosto.

Ibovespa 10+

Uma das carteiras mais tradicionais da corretora, a carteira Ibovespa 10+ teve quatro de suas ações substituídas. Os papéis das empresas BTG Pactual (BPAC11), JSL(JSLG3), Light (LIGT3) e Qualicorp (QUAL3) deram lugar aos do PetroRio (PRIO3), Vale (VALE3), CPFL Energia (CPFE3) e Ser Educacional (SEER3).
“A prefeitura do Rio de Janeiro entrou com duas ações contra a Light (uma na esfera federal e outra na estadual), cobrando uma indenização bilionária”, destacou a Genial. “A companhia foi acusada de ‘enriquecimento ilícito’ por cobrar uma taxa que prejudicaria os consumidores com um acréscimo de 17%”.
Em julho, a carteira registrou valorização de 3,73% ante a alta de 0,84% do Ibovespa.

Small Caps 8+

Para a carteira Small Caps 8+, a corretora optou por substituir duas ações. Com isso, saíram Alupar (ALUP11) e Unipar (UNIP6) e entraram ABC Brasil (ABCB4) e Qualicorp.
No mês passado, a carteira encerrou com ligeira alta de 0,28%, enquanto o Índice Small Cap (SMLL) valorizou 6,75%.

Micro Caps 5+

A Genial optou por trocar apenas uma ação de sua carteira Micro Caps 5+: a Romi(ROMI3) pelo Banco Mercantil (BMEB4).
A carteira finalizou julho com valorização de 4,23%.

Dividendos 5+

Elaborada para um perfil de investidor mais conservador, a carteira Dividendos 5+ apresentou três trocas: Transmissão Paulista (TRPL4) por Itaú Unibanco (ITUB4), Porto Seguro (PSSA3) por Ferbasa (FESA4) e IRB Brasil (IRBR3) por ABC Brasil.
Em julho, a carteira rentabilizou 1,24%, enquanto o Índice Dividendos (IDIV) valorizou 2,26%.

Ibovespa 5+

A Genial trocou quatro das cinco ações da carteira Ibovespa 5+. Saíram BTG Pactual, Qualicorp, SulAmérica (SULA11) e Tim Participações (TIMP3) e entraram Cemig(CMIG4), PetroRio, Vale e Kroton (KROT3).
“A Qualicorp é uma das ações que deixam de compor o portfólio. No mês de julho, a administradora de planos de saúde aprovou a redução do seu capital social e a distribuição de R$ 980 milhões aos acionistas”, relatou a corretora.
No mês passado, a carteira rentabilizou 5,19%.

Fonte: MONEY  TIMES

XP: Continuamos positivos com os bancos

XP: Continuamos positivos com os bancos



Valter Outeiro da Silveira - 02/08/2019 - 
Analistas destacam perspectivas positivas para 2020 (Imagem: Antonio Heredia/Bloomberg)
XP Investimentos publicou relatório de análise nesta sexta-feira (2) avaliando os números do setor bancário após a publicação dos principais resultados no segundo trimestre.
Para os analistas, a desvalorização das ações dos bancos Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) durante os últimos 30 dias se relaciona aos seguintes fatores: leve revisão negativa de lucro; maior preocupação com rentabilidade de longo prazo do setor; temores em relação às despesas e à digitalização; e “pressão técnica por realização e ganhos”.
“Continuamos positivos com o setor devido à recuperação econômica em curso no Brasil, embora reconheçamos os riscos estruturais acima mencionados e a necessidade dos incumbentes se esforçarem para se adaptar a um ambiente em mudança”, afirma a corretora.
Por fim, os analistas destacam a expectativa positiva de melhora no consumo doméstico para 2020 e o papel central do setor bancário para disponibilização de crédito.


Fonte: MONEY  TIMES

Alain Martaud Minéraux - What's Hot In Tucson: 2019

Esmeralda de 1,1 kg avaliada em R$ 9,42 milhões é encontrada na Zâmbia


A esmeralda recebeu o nome de Inkalamu, que significa "leão" na língua local (Foto: Divulgação/Gemfields)
Otrabalho realizado pelo mineiroRichard Kapeta e o geólogo Debapriya Rakshit rendeu uma das maiores descobertas de pedras preciosas dos últimos anos: uma esmeralda de 1,1 quilo e 5,6 mil quilates foi encontrada em uma mina na Zâmbia, nação localizada na porção centro-sul do continente africano. A pedra, avaliada em 2 milhões de libras (o equivalente a R$ 9,42 milhões) recebeu o nome de Inkalamu, que significa "leão" na língua Bemba, que é falada em algumas regiões da Zâmbia.
A empresa britânica Gemfield, que é dona das minas onde a descoberta foi realizada, afirmou que a esmeralda possui um balanço de cores "perfeito" e alta claridade: consideradas mais raras que os diamantes, essas pedras preciosas são encontradas principalmente em regiões da Zâmbia, da Colômbia e do Brasil.
Os pesquisadores afirmam que as esmeraldas foram formadas há pelo menos 450 milhões de anos, quando o magma presente abaixo da crosta terrestre entrou em contato com uma determinada combinação de minerais existentes na Terra, com características particulares de temperatura e pressão. 
A pedra preciosa será leiloada no próximo mês em um evento privado realizado em Cingapura, no Sudeste Asiático: os especialistas ainda não afirmaram quantas jóias conseguirão fabricar a partir do bloco de esmeralda, mas o número é considerado suficiente para abastecer o mercado de luxo europeu para os próximos anos. 
Esmeralda é avaliada por especialistas (Foto: Divulgação/Gemfields)
Por incrível que pareça, essa não é a mais descoberta de uma esmeralda nas minas da empresa Gemfields: em 2010, mineiros e geólogos localizaram a Insofu ("elefante", na língua local), que tinha 6,2 mil quilates. A esmeralda mais rara já registrada foi encontrada na Colômbia e tinha 7 mil quilates. 

Fonte: GALILEU