quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Cyrela reverte prejuízo e lucra R$ 114 milhões no 2º trimestre

Cyrela reverte prejuízo e lucra R$ 114 milhões no 2º trimestre



Vitória Fernandes - 08/08/2019 - 18:08
CYRELA
A receita líquida subiu 46,5% no período e acumulou R$ 937 milhões (Imagem: Divulgação Cyrela)
A Cyrela (CYRE3) encerrou o trimestre revertendo o prejuízo registrado em 2018, totalizando lucro líquido de R$ 114 milhões entre abril e junho de 2019, de acordo com o balanço divulgado nesta quinta-feira (8).
A receita líquida subiu 46,5% no período e acumulou R$ 937 milhões ante os R$ 640 milhões registrados no segundo trimestre de 2018.
A companhia lançou 21 empreendimentos no trimestre, o que resultou em um Valor Geral de Vendas (VGV) de RS 2 bilhões, 112,6% mais alto que o registrado no mesmo período de 2018.
“Os indicadores operacionais e financeiros indicam uma leve evolução em relação aos períodos anteriores, resultado da melhoria da conjuntura como um todo, mas também refletindo o trabalho interno da Administração. Temos confiança que a equipe Cyrela está plenamente preparada para manter a trajetória de lançamentos de sucesso e recuperação nas vendas de estoque”, afirmou a empresa.

Semestre

O lucro líquido analisado no primeiro semestre também ficou positivo em R$ 162,2 milhões, revertendo o prejuízo divulgado no mesmo período de 2018.
A receita líquida teve alta de 61,7%, totalizando R$ 1,7 bilhão ante o R$ 1 bilhão registrado no ano passado.
O VGV de lançamentos da empresa subiu 86% em comparação com o primeiro semestre de 2018, finalizando o período com R$ 2,3 bilhões.

Fonte: MONEY  TIMES

Avanço na produção e comercialização de cobre faz Paranapanema lucrar R$ 102,8 milhões no trimestre

Avanço na produção e comercialização de cobre faz Paranapanema lucrar R$ 102,8 milhões no trimestre

Diana Cheng - 08/08/2019 - 18:02
A receita líquida da Paranapanema cresceu 48% no trimestre, ultrapassando a marca de R$ 1 bilhão
A Paranapanema (PMAM3) conseguiu reverter o prejuízo de R$ 288 milhões no segundo trimestre de 2018 para um lucro de R$ 102,8 milhões entre abril e junho deste ano, segundo mostra o relatório publicado pela companhia nesta quinta-feira (8). Ainda de acordo com a empresa, esse é o seu melhor resultado líquido desde 2015.
“Tivemos avanços importantes nos volumes produzidos e comercializados que se traduziram em um melhor resultado operacional”, explica a empresa.
A receita líquida da Paranapanema cresceu 48% no período, ultrapassando a marca de R$ 1 bilhão.
O Ebitda, referente à geração operacional de caixa da companhia, saiu do prejuízo de R$ 38,9 milhões para um valor positivo de R$ 116,9 milhões.
Em relatório, a companhia destaca a reestruturação financeira ocorrida em setembro de 2017, cujo objetivo tem sido aumentar a produtividade e melhorar os processos de gestão.
“A administração continua integralmente dedicada a aumentar a rentabilidade de suas operações por meio do aumento da alavancagem operacional, da retomada das linhas de crédito, principalmente para o financiamento do CAPEX com vistas à geração de valor para seus acionistas”, conclui a Paranapanema.

Fonte: MONEY  TIMES

Com lucro 108% maior no 2º tri; ações da Totvs têm alta de quase 5%


As ações da Totvs (BOV:TOTS3)  são negociadas com forte valorização de 4,76% a R$ 51,95 nesta quinta-feira, na bolsa paulista. A empresa de softwares e soluções para o varejo anunciou os resultados do segundo trimestre com crescimento orgânico pelo terceiro período consecutivo em Receita Recorrente, que atingiu patamares de R$ 428,5 milhões e representa um incremento de 12,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
A empresa anuncia ainda Receita Líquida de R$ 564 milhões, crescimento de 8,8% em relação ao mesmo período de 2018, e um Lucro Líquido de R$ 57,5 milhões, alta de 108,7% na comparação ano-a-ano.
Outro destaque no período foi o EBITDA, que atingiu R$ 116,2 milhões, crescimento de 40,9% na comparação com o mesmo período em 2018. A Taxa de Renovação também registrou alta pelo terceiro trimestre consecutivo, de 98,7%, voltando aos patamares de alta registrado no mesmo período do ano anterior.
Já a despesa financeira líquida caiu de R$ 10,5 milhões para R$ 4,1 milhões principalmente por causa do aumento da receita financeira proveniente das aplicações financeiras dos recursos obtidos com a oferta de ação subsequente realizado em maio.

Fonte: ADVFN

Dólar cai mais de 1% ante real acompanhando exterior e após Previdência

Dólar cai mais de 1% ante real acompanhando exterior e após Previdência



Reuters - 08/08/2019 - 17:11
O dólar recuou 1,21%, a 3,9267 reais na venda. É o menor valor para o fechamento desde a sexta-feira passada, quando a moeda encerrou a 3,8915 reais (Imagem: Paul Yeung/Bloomberg)
dólar recuou mais de 1% ante o real nesta quinta-feira, acompanhando alívio no exterior após dados positivos da China terem amenizado preocupações ligadas à guerra comercial entre chineses e norte-americanos. O movimento também foi influenciado pela aprovação da reforma da Previdência na Câmara.
O dólar recuou 1,21%, a 3,9267 reais na venda. É o menor valor para o fechamento desde a sexta-feira passada, quando a moeda encerrou a 3,8915 reais.
Na máxima deste pregão, a moeda foi a 3,9688 reais na venda e na mínima tocou 3,9201 reais na venda.
O dólar futuro de maior liquidez perdia cerca de 1,1% neste pregão.

Fonte: MONEY  TIMES

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Petróleo na mínima desde janeiro; Ouro rompe teto de 6 anos com aversão ao risco

Petróleo na mínima desde janeiro; Ouro rompe teto de 6 anos com aversão ao risco



Commodities7 horas atrás (07.08.2019 16:34)

© Reuters.  © Reuters.
De Barani Krishnan
Investing.com – O ambiente ruim para o petróleo piorou com o primeiro aumento nos estoques dos Estados Unidos em oito semanas, enquanto o benchmark global Brent oficialmente entrou em bear market.
O petróleo bruto WTI, negociado em Nova York, perdia US$ 2,04, ou 3,8%, a US$ 51,59 por barril às 16h20. No pior momento do dia, o contrato futuro foi negociado a US$ 50,53, menor valor desde janeiro. O WTI perde valor pelo terceiro dia consecutivo, somando cerca de 8% na semana e 13% no mês.
Brent, negociado em Londres, a referência para petróleo fora dos EUA, recuava US$ 2,28, ou 3,6%, para US$ 56,70, permanecendo abaixo do nível de US$ 60 o barril. O contrato caiu mais de 20% desde o final de abril, o que marca o bear market, conceito popular de um declínio de 20% ou mais de um pico recente.
No ano, o WTI acumula ganhos de 12%, enquanto o Brent está com alta de 5%.
O sentimento em petróleo fez uma reviravolta de 180 graus em apenas uma semana desde que o presidente do Federal Reserve Jerome Powell indicou que o banco central reduziu juros, mas que essa poderia não ser uma tendência, mas um ajuste. Isso contrariou as expectativas de mercado de um ciclo de corte mais prolongado.
Nos últimos dias, a ameaça do presidente Donald Trump de cobrar uma tarifa de 10% sobre os US$ 300 bilhões de importações chinesas, até então não tributadas, resultou na desvalorização do iuan por parte de Pequim, perturbando ainda mais os Estados Unidos, que há muito se queixam das práticas comerciais chinesas. Washington, na noite de terça-feira, classificou a China como um manipulador de moedas.
Nesta quarta-feira, a agência de energia dos EUA informou em seu conjunto de dados sobre o mercado de petróleo que estoque bruto aumentou em 2,39 milhões de barris na semana até 2 de agosto.
Os analistas esperavam uma redução de 2,85 milhões de barris, após um declínio de 8,5 milhões de barris na semana anterior. Os estoques de petróleo retraíram quase 50 milhões de barris nas oito semanas anteriores, ajudando a sustentar os preços do petróleo.
"O primeiro aumento dos estoques de petróleo em oito semanas coloca uma pressão ainda mais de baixa sobre os preços em meio a uma forte liquidação", disse Matthew Smith, que, como diretor de commodities, que rastreia cargas de petróleo na Clipperdata, sediada em Nova York.
Smith disse que, apesar de um salto maciço na atividade de refino de quase 800.000 barris por dia na semana passada, que elevou as atividades para ponto mais alto do ano, os saldos de petróleo ainda são devidos a importações.
A agência também informou que os estoques de gasolina subiram inesperadamente em 4,44 milhões de barris, em comparação com as expectativas de uma queda de 0,72 milhão de barris, enquanto os estoques de destilados aumentaram em 1,53 milhão de barris, contra previsões para um ganho de 0,48 milhão.
Ouro rompe teto
Tariq Zahir, membro-gerente do Tyche Capital Advisors, em Nova York, observou que os investidores começaram a investir em mercados de títulos, derrubando os rendimentos - uma medida que começou uma aversão ao risco que impulsiona o ouro.
Os contratos futuros de ouro chegaram a US$ 1.500 pela primeira vez em seis anos nesta quarta-feira, reagindo à desvalorização do iuan e à intensificação da guerra comercial EUA-China.
"Tudo isso está pesando sobre o próprio setor de energia, se é um risco de estar fora de postura ou uma possível desaceleração adicional nas economias dos EUA e do mundo", disse Zahir.


Fonte: Investing.com