quinta-feira, 8 de agosto de 2019

S&P 500 tem maior ganho diário em dois meses, recuperação continua

S&P 500 tem maior ganho diário em dois meses, recuperação continua



Reuters - 08/08/2019 - 19:01
Todos os principais setores avançaram ao menos 1%, e o índice de tecnologia do S&P 500, que esteve no cerne das recentes liquidações, saltou 2,4% (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)
O S&P 500 registrou seu maior ganho percentual diário em cerca de dois meses nesta quinta-feira, com as ações de tecnologia fornecendo os maiores impulsos, à medida que os índices acionários seguem se recuperando juntamente aos rendimentos de títulos.
Todos os principais setores avançaram ao menos 1%, e o índice de tecnologia do S&P 500, que esteve no cerne das recentes liquidações, saltou 2,4%.
O S&P 500 ampliou uma recuperação iniciada na quarta-feira e fechou perto de sua máxima do dia. O índice ganhou 4% da mínima intradia de quarta-feira ao fechamento desta quinta-feira.
Advanced Micro Devices avançou 16,2%, após lançar a segunda geração de seu processador e afirmar que abocanhou a Alphabet, proprietária do Google, e o Twitter como clientes.
A Symantec saltou 12,3%, depois de fontes afirmarem que a fabricante de chips Broadcom possui negociações avançadas para adquirir o empreendimento de cibersegurança da empresa.
O índice Dow Jones fechou em alta de 1,43%, a 26.378,19 pontos. O S&P 500 avançou 1,88%, para 2.938,09, enquanto o Nasdaq Composto saltou 2,24%, para 8.039,16 pontos.
Números de exportações acima do esperado partindo da China também ajudaram a amenizar as recentes preocupações com a guerra comercial entre os EUA e o país asiático, além de certa melhora no iuan, cuja queda durante o fim de semana provocou na segunda-feira o pior dia de Wall Street até aqui neste ano.

Fonte: MONEY  TIMES

Com alta de 14,6% no lucro, MRV registra R$ 166 milhões no 2º tri

Com alta de 14,6% no lucro, MRV registra R$ 166 milhões no 2º tri



Vitória Fernandes - 08/08/2019 - 18:41
mrv
A receita líquida da empresa também foi positiva, subindo 19,6% com R$ 1,5 bilhão ante R$ 1,3 bilhão registrado entre abril e junho de 2018 (Imagem: MRV Divulgação)
MRV (MRVE3) finalizou o segundo trimestre do ano com lucro líquido de R$ 190 milhões, alta de 14,6% em comparação aos R$ 166 milhões do mesmo período de 2018, de acordo com o balanço divulgado nesta quinta-feira (8).
A receita líquida da empresa também foi positiva, subindo 19,6% com R$ 1,5 bilhão ante R$ 1,3 bilhão registrado entre abril e junho de 2018.
O Ebitda, referente à geração operacional de caixa da companhia, registrou alta de 3,8% com R$ 257 milhões. A margem Ebitda foi de 16,5%.
O VGV (Valor Geral de Vendas) dos lançamentos subiu 5,8% no trimestre, totalizando R$ 1,8 bilhão.
“Atualmente, a MRV atua majoritariamente na incorporação, construção e venda de imóveis residenciais com funding do SBPE e do FGTS, no programa Minha Casa Minha Vida, além de terrenos para construções residenciais (Urbamais). Iniciamos, agora, uma nova fase da companhia, em que serão incluídos na cadeia produtiva os imóveis exclusivos para locação da Luggo”, afirmou a empresa sobre a situação atual.

Semestre

No semestre, o lucro líquido da MRV cresceu 16,4% e chegou aos R$ 379 milhões.
A receita operacional líquida também não ficou para trás e registrou alta de 21,7% no período, com R$ 3 bilhões no caixa ante os R$ 2,5 bilhões do primeiro semestre de 201.
O Ebitda subiu 11,2% e totalizou R$ 531 milhões, obtendo margem Ebitda de 17,3%.

Fonte: MONEY  TIMES

Suzano reverte prejuízo bilionário e lucra R$ 699,8 milhões no 2º trimestre

Suzano reverte prejuízo bilionário e lucra R$ 699,8 milhões no 2º trimestre


Diana Cheng - 08/08/2019 - 18:56
A boa performance no trimestre fez com que o prejuízo do primeiro semestre da empresa passasse de R$ 631 milhões nos primeiros seis meses do ano passado para R$ 529,2 milhões em 2019
A Suzano (SUZB3) reverteu o prejuízo de R$ 2 bilhões apresentado no segundo trimestre de 2018 e registrou lucro líquido de R$ 699,8 milhões entre abril e junho deste ano, segundo mostra o relatório divulgado pela companhia nesta quinta-feira (8).
A boa performance no trimestre fez com que o prejuízo do primeiro semestre passasse de R$ 631 milhões nos primeiros seis meses do ano passado para R$ 529,2 milhões em 2019.
A receita líquida atingiu R$ 6,6 bilhões na comparação trimestral, sendo 81% gerada no mercado externo. O volume está 16% abaixo do registrado entre abril e junho de 2018. No primeiro semestre, a queda foi de 15%, e o valor fechou em R$ 12,3 milhões.
O Ebitda, que mede a geração operacional de caixa da companhia, caiu 21% no trimestre e fechou em R$ 3,2 bilhões. Sob análise ajustada, o valor caiu 24%.
Na comparação semestral, a queda do Ebitda foi de 20%, tendo o valor caído de R$ 7,3 milhões nos primeiros seis meses de 2018 para R$ 5,8 milhões no mesmo período deste ano. O Ebitda ajustado, por sua vez, apresentou variação negativa de 21%.

Fonte: MONEY  TIMES

Safira Millennium- US$ 180 milhões

Safira Millennium



Fonte da imagem: Reprodução/Oddee
A Safira Millennium, que é do tamanho aproximado de uma bola de futebol, é uma preciosidade esculpida com desenhos de figuras históricas famosas. Caso você se interesse, essa raridade está à venda por míseros US$ 180 milhões. Contudo, se você quiser comprar, é necessário colocar a peça em um local onde as pessoas possam contemplar a grandiosidade do objeto.
Essa peça valiosíssima foi esculpida pelo artista italiano Alessio Boschi, que concebeu a Safira Millennium como um tributo aos seres humanos mais geniais que já andaram entre nós. Entre as personalidades, é possível encontrar Shakespeare, Beethoven, Michelangelo, Einstein e muitos outros. A safira mede 28 centímetros e foi descoberta em Madagascar, em 1995.
Fonte: Brasil Mineral

Fundo Verde vê B3 como uma das principais apostas

Fundo Verde vê B3 como uma das principais apostas



Gustavo Kahil - 
Fundo chama a atenção para o valor de R$ 50 bilhões em ofertas de ações até julho
Em sua análise sobre o fundo com foco em dividendos, o Verde pontua que a principal contribuição para o fundo no mês passado veio da B3 (B3SA3). Segundo o Verde, à medida que os juros de longo prazo caem, maior a procura por ações, debêntures, fundos imobiliários, e inúmeros outros instrumentos que trazem receita à B3.
“A enorme quantidade de ofertas de ações neste ano, que supera R$ 50 bilhões até julho, retrata o início deste movimento”, indica a gestora.

Fonte: MONEY  TIMES