domingo, 11 de agosto de 2019

Wish You Were Here — o segredo por trás de uma das melhores capas da história do rock

Wish You Were Here — o segredo por trás de uma das melhores capas da história do rock



Antes que você se pergunte: sim, eles realmente atearam fogo a um dublê para tirar a foto

Um álbum dedicado indiretamente a Syd Barrett, o membro eterno do Pink Floyd, começou com a simples melodia de guitarra que podemos ouvir em Shine On You Crazy Diamond e continuou a ser moldado até tornar-se um dos melhores álbuns de rock da história, como afirmam diversas listas do gênero. O principal hino da banda, que inclusive deu nome ao álbum, Wish You Were Here consegue ser reconhecida mesmo por aqueles que não são fãs de rock, já que é uma canção marcante e tocada até hoje nos violões de adolescentes por todo o mundo.
Mas pensemos no passado, antes de todo o sucesso que veio acompanhado do disco, como surgiu a ideia para a capa que se tornaria o ícone de tudo isto?
Sem sair do comum a banda teve o apoio de Storm Thorgerson, simplesmente o responsável pelo conceito enigmático do prisma de The Dark Side of the Moon, que teve a ideia do aperto de mãos após unir as ideias das canções Welcome to the Machine e Have a Cigar (em tradução livre, “bem vindo à máquina” e “pegue um cigarro”, respectivamente). Fotografado por Aubrey ‘Po’ Powell, o “momento” ocorreu nos estúdios da Warner Bros. em Los Angeles e contou com a participação mais que especial dos dublês Ronnie Rondell e Danny Rogers, sendo que o primeiro teve suas sobrancelhas queimadas devido aos fortes ventos no local. Por sinal, os dois mudaram de lado (por causa do vento) e a imagem foi invertida em seguida, tornando-se a imagem que todos temos guardado em nossas mentes.

Fonte: EXAME

Alexandrita

Alexandrita


pedras preciosas raras 9
Alexandrita é famosa pelas suas propriedades ópticas estranhas – a gema pode mudar dramaticamente de cor dependendo do tipo de luz que incide sobre ela. Essa mudança de cor é independente do ângulo de visão de quem a está observando. Uma pedra preciosa que muda de cor quando você a gira em sua mão é chamada de pleocróica, e enquanto a alexandrita é fortemente pleocróica, também pode mudar de cor independentemente do ângulo de visão quando vista sob uma fonte de luz artificial. Por exemplo, na luz solar natural, a gema parece azul esverdeada, mas na luz incandescente suave, parece roxa avermelhada.

O nome alexandrita devido ao aniversário de 12 anos de idade de Alexandre Nicolaievitch, o futuro czar Alexandre II, que coincidiu com o dia em que o explorador sueco Nils Nordenskiöld encontrou a pedra, pela primeira vez, nos montes Urais da Federação Russa. Nils Nordenskiöld percebeu que a variação de coloração da pedra encontrada, quando esta se apresentava sob a luz do sol e a luz incandescente, coincidiam com as cores do exército do czar: verde e vermelho. Devido a tal coincidência a Alexandrita passou a ser um símbolo nacional da Rússia.

O preço do quilate varia de US$40 mil a US$ 70 Mil. Geralmente as pedras são pequenas, de 3 a 10 quilates.

Em 1986 descobriu-se grande quantidade dessa gema em hematita, no município de Antônio Dias, o que provocou o abandono dos demais garimpos. A jazida de hematita levou o Brasil à condição de maior produtor mundial.

A alexandrita pertence à mesma família das pedras preciosas que a esmeralda. Sua propriedade de mudança de cor e sua relativa escassez são devidas a uma combinação extremamente rara de minerais que inclui titânio, ferro e crômio.



Fonte: Portal do Geólogo

7 características que tornam o Bitcoin diferente de todas as outras moedas

7 características que tornam o Bitcoin diferente de todas as outras moedas



A integração do mundo financeiro com a Internet tem aumentado a cada dia. Hoje, além de operações bancárias e pagamentos que podem ser negociados online, também existem novas moedas que foram criadas virtualmente.
O Bitcoin é o primeiro exemplo dessa nova e crescente categoria de dinheiro conhecida como criptomoeda. Ele é uma forma de moeda virtual, criada e negociada eletronicamente, e utiliza da criptografia para manter sua segurança e validade.
Apesar dele também possuir um valor e poder ser trocado por Reais, Dólares, ou qualquer outro tipo de moeda física, existem inúmeras diferenças entre esses dois tipos de dinheiro. Veja então 7 fatos que explicam de forma simples o que torna o Bitcoin diferente das moedas convencionais.

1. O Bitcoin só existe de forma virtual

Código Bitcoin
Os Bitcoins não são impressos como as moedas tradicionais, porque ele é um código. Ele pode ser trocado por outras moedas convencionais, como o dólar, ou o euro, mas apenas em transações digitais.
Assim, toda operação realizada com ela, como compras, vendas e trocas, é feita por meio de certas plataformas online. No Brasil, o uso de Bitcoin tem começado a se popularizar, e já existem diversas dessas plataformas, como o Mercado Bitcoin, Bitcointoyou e a Foxbit.
O Bitcoin também pode ser usado para comprar coisas eletronicamente. Nesse sentido, é como as moedas convencionais, como o Real, que também é utilizado no comércio digital.

2. Qualquer um pode criar Bitcoins

Em todo o mundo, pessoas estão usando programas de software que seguem uma fórmula matemática para produzir Bitcoins. Essa fórmula é disponível de forma livre, para que qualquer pessoa possa utilizá-la.
O software utilizado também é de código aberto, o que significa que qualquer um pode analisá-lo para garantir que ele está fazendo o que deveria fazer.

3. O Bitcoin é descentralizado

Descentralizado
Nas moedas tradicionais, existe sempre um banco por trás que a controla, e o aumento e queda do seu valor tem base no mercado global. Já o Bitcoin desafia tudo isso! A rede Bitcoin não é controlada por uma autoridade central, e toda máquina que mina Bitcoin e processa transações faz parte dessa rede.
Isso significa que, em teoria, uma autoridade central não pode mexer com a política monetária, ou simplesmente decidir tirar os Bitcoins das pessoas, como já aconteceu algumas vezes na história. Ou seja, não há nenhum grande banco controlando seu dinheiro.
Além, disso, caso alguma parte da rede fique offline por algum motivo, o dinheiro continua fluindo.

4. É completamente transparente

O Bitcoin é uma moeda completamente transparente em suas transações e valores. Ele armazena detalhes de cada transação que já aconteceu na rede em um grande livro geral, chamado de Blockchain, uma cadeia de blocos que liga a todos.
Se você tem um endereço de Bitcoin de uso público, qualquer um pode dizer quantos Bitcoins estão armazenados nesse endereço. Apesar disso, os usuários podem armazenar vários endereços de Bitcoin e eles não estão vinculados a nomes, endereços ou outras informações de identificação pessoal. Desse modo, apesar de transparente, o Bitcoin também permite uma certa anonimidade.
Algumas pessoas utilizam certas medidas para tornar suas atividades mais opacas na rede Bitcoin, como não usar sempre os mesmos endereços e não transferir muitos Bitcoins para um único endereço.

5. Você pode enviar dinheiro com taxas muito baixas ou nenhuma taxa

Se você está no Brasil e deseja enviar dinheiro para um amigo nos Estados Unidos, provavelmente teria que pagar taxas de transferência bancária, taxas de conversão de moeda e algumas outras, dependendo do seu banco. Além disso, seu amigo poderia ter que esperar alguns dias antes que o dinheiro estivesse disponível.
Já em uma transferência de Bitcoins, existem poucas ou nenhuma taxa de transação, e o dinheiro fica disponível quase que instantaneamente para a outra pessoa.

6. Bitcoins são códigos que não tinham nenhum valor inerente ou definido

Valor Bitcoin
Ao olhar uma nota de dois reais, você verá um pedaço de papel com um número e algumas imagens, dizendo que vale "R$ 2,00", mas na verdade, ele só tem esse valor porque dizemos que tem. Os Bitcoins começaram a valer como dinheiro pelo mesmo motivo.
Esses códigos valem dinheiro simplesmente porque as pessoas dizem que valem, e desejam trocar bens ou serviços reais por eles.

7. Você não pode reverter uma transação ou ser forçado a pagar.

Uma das grandes características dos Bitcoins é que você nunca pode ser forçado a pagar, nem pode recuperar uma transação. Quando seus Bitcoins são enviados à alguém, não há como recuperá-los, a menos que o destinatário os devolva para você.
Agora que já viu as diferenças entre o Bitcoin e as outras moedas, ficou com vontade de usar essa nova forma de dinheiro? 


Fonte: BBC

Por que o grafeno irá mudar nossas vidas para sempre?

Por que o grafeno irá mudar nossas vidas para sempre?



O grafeno tem sido considerado o material do futuro, e sua descoberta foi tão significativa que os cientistas russos que conseguiram isolar esse elemento ganharam o Prêmio Nobel de Física.
Esse material é composto por uma camada extremamente fina de grafite, do mesmo que pode ser encontrado em um lápis. Porém, suas características tais como força, condutividade e impermeabilidade prometem revolucionar a indústria tecnológica e mudar nossas vidas para sempre.

Os celulares do futuro serão quase indestrutíveis

Celular do futuro
Algumas das principais características do grafeno é que ele é um material extremamente resistente, maleável, transparente e impermeável. Já imaginou todas essas características em um smartphone?
O uso desse material permitirá a criação de celulares extremamente flexíveis, que podem ser dobrados ou amassados, sem que isso altere seu funcionamento.
Além disso, os celulares do futuro poderão ser transparentes como vidro, finos como folhas, porém com telas de altíssima definição.
Mas não é só nisso que o grafeno irá revolucionar nessa indústria.

Celular descarregado não será mais um problema para nós

Os elétrons movem-se através do grafeno com praticamente nenhuma resistência e aparentemente sem massa, e isso faz com ele transporte eletricidade de forma mais eficiente, precisa e mais rápida do que qualquer outro material.
Esse alto nível de condutividade poderá ser usado para criar baterias que tenham dez vezes mais capacidade de retenção elétrica do que qualquer outra coisa que conhecemos.
Em 2013, foi desenvolvido na Universidade da Califórnia uma bateria para celular que carregava em apenas 5 segundos! Além disso, a carga durava mais de uma semana.

Ele resolverá o problema da escassez da água

O grafeno é o material mais impermeável já descoberto, sendo que nem mesmo os átomos de hélio conseguem passar por ele.
Por outro lado, o único material que consegue passar pelo grafeno é a água. Com isso, esse material poderá ser utilizado em novas tecnologia de purificação de água.
Um projeto da Universidade de Manchester já mostrou que é possível transformar a água do mar em água potável utilizando uma “peneira” de grafeno, capaz de remover o sal da água.

Nossa Internet será muito mais rápida

Em 2013, pesquisadores das Universidades de Bath e Exeter conseguiram aumentar em 100 vezes a velocidade de transmissão de dados ao utilizar interruptores ópticos feitos de grafeno.
Além disso, o Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, produziu uma antena de grafeno que permitiu transmitir 128 GB em apenas um segundo.

Diminuirão os casos de gravidez indesejada

A grande impermeabilidade do grafeno terá mil utilidades. Além de ser usado como detector de gás e em revestimentos, um projeto da Fundação Bill e Melinda Gates já está testando o grafeno na produção de camisinhas.

E quanto custa toda essa tecnologia?

Como puderam ver, esse material tem características que irão mudar nossa vida para sempre.
Infelizmente, o grafeno ainda possui um preço muito elevado de fabricação, sendo que o material suficiente para cobrir uma cabeça de alfinete custaria mais de 3000 reais.
Porém, espera-se que com o aumento de estudos na área e sua sintetização em grande escala, esse material se torne acessível e amplamente difundido.

Fonte: Seleções

Micos da bolsa? As 3 candidatas a piores ações de 2019

Micos da bolsa? As 3 candidatas a piores ações de 2019



Enxurrada de notícias ruins e prejuízo fizeram estas companhias apresentarem o pior desempenho do período. Dá tempo de virar o jogo?

A maior parte das empresas do Ibovespa tem colhido bons frutos este ano – mas há sempre aquelas que não conseguem aproveitar uma boa safra. Das 66 companhias que formam o índice, 10 terminaram o primeiro semestre no vermelho. No ano até agora, 14 estão no negativo. Algumas das promessas da bolsa não se cumpriram, enquanto outras já são candidatas a fiascos do ano. O que aconteceu? Uma enxurrada de notícias ruins, concorrência desfavorável ou simplesmente um resultado fraco recaíram sobre estes papéis. 
Ainda há cinco meses pela frente para tentar virar o jogo, principalmente se estas empresas conseguirem surfar na “maré positiva” do mercado de ações trazida pela reforma da Previdência e a queda dos juros. O mercado aposta que a pior fase da bolsa já ficou para trás, após um semestre que alternou momentos de euforia com abalos trazidos por crises políticas. As ações flutuaram ao sabor destas incertezas, mas agora prevalece uma leitura otimista.
Na ponta positiva da bolsa em 2019, se destacam os papéis da produtora de alimentos JBS (+ 135%) e da operadora de saúde Qualicorp (+124%). Campeã de alta do Ibovespa no primeiro semestre, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) foi beneficiada pelo salto extraordinário nos preços do minério de ferro, com alta de 98%.  Mas como rentabilidade passada não garante retornos futuros, a empresa não está blindada até o final do ano.
Ainda longe do fim, a piora no conflito entre EUA e China tem ajudado a derrubar a cotação do minério de ferro. Além disso, um grupo de empresários chineses decidiu investigar, no início de julho, o que levou à valorização da commodity, que chegou subir 50% em 2019. A notícia pesou negativamente para o setor de siderurgia e mineração no Brasil. Se for comprovado que a disparada não foi puxada pelo mercado, pode ser o começo de uma nova história para a CSN e outras ações do setor.
Seguindo esta lógica, os papéis que tiveram um desempenho ruim até agora ainda têm alguma chance de se recuperar. Mas a julgar pela leitura do mercado, o desafio é grande pela frente se o objetivo for satisfazer os acionistas. Veja as ações que tiveram o pior desempenho da Bolsa em 2019 até agora:
BRASKEM (BRKM3): -34,42%
A petroquímica Braskem é a empresa que mais perde valor na bolsa até o fechamento de sexta-feira (9), com baixa de 34%. Desde fevereiro, os papéis perdem força, após uma enxurrada de notícias negativas envolvendo a companhia. Problemas com a mina Salgema em Maceió (AL) que causaram rachaduras em casas de um bairro próximo e desencadearam consequências como o bloqueio de recursos, são apenas a ponta do iceberg.
A empresa teve cerca de 3,8 bilhões de reais bloqueados pela Justiça para garantir eventuais indenizações a afetados pelo fenômeno geológico. Além disso, concedeu seguro-garantia de 2,7 bilhões de reais para pagar dividendos aos acionistas.
A petroquímica perdeu ainda mais valor de mercado quando a holandesa LyondellBasell desistiu de adquirir a companhia, controlada pela empreiteira Odebrecht, que recentemente pediu recuperação judicial. A notícia foi um balde de água fria para investidores que apostavam no negócio como uma solução para desvincular a empresa dos problemas de sua controladora.
Para piorar, a petroquímica teve um lucro do segundo trimestre 76% menor, somando 129 milhões de reais, apesar dos melhores resultados operacionais no Brasil e nos Estados Unidos, enquanto enfrenta os efeitos de desaceleração na Europa e no México.
Não para por aí. A empresa informou que a bolsa de Nova York agendou para 17 de outubro uma audiência para analisar o recurso contestando a decisão de suspender a negociação de ADRs (recibos de ações negociados no exterior) da Braskem e início do processo de deslistagem devido ao não arquivamento de um formulário.
Em relatório a clientes, o UBS defendeu uma postura mais cautelosa com as ações da petroquímica. O principal argumento é o de que o banco não não espera uma melhora nos resultados e considera revisar as estimativas para baixo se alguns riscos se concretizarem.
ULTRAPAR (UGPA3): -26,25%
A segunda maior queda da bolsa no ano é da distribuidora de combustíveis Ultrapar, dona dos postos Ipiranga, que vê suas ações perderem ao redor de 26% no acumulado do ano. Avaliada hoje em R$ 20 bilhões, a companhia desapontou investidores no primeiro trimestre ao entregar resultados fracos de suas subsidiárias, prejudicada especialmente pela queda no consumo de combustíveis. Os reflexos da greve dos caminhoneiros em 2018 sobre os negócios do selo Ipiranga persistiram por meses após a paralisação.
Apesar dos números desfavoráveis, a baixa dos papéis é vista como oportunidade por agentes do mercado. O Bradesco BBI elevou a recomendação da ação no fim de julho de neutro para “outperform” (desempenho acima da média), o que deu um impulso momentâneo para a ação. Mas não há consenso entre os analistas. A equipe da XP prefere manter como preferidas as ações de concorrentes da distribuição de combustíveis, como Cosan e BR Distribuidora, mencionando não enxergar “um ponto de inflexão num futuro próximo”. No acumulado de agosto, o desempenho da Ultrapar na bolsa continua negativo. 
SUZANO (SUZB3): – 19,14%
Vai tudo bem com as finanças da fabricante de papel e celulose Suzano, mas não se pode dizer o mesmo se suas ações. Em fevereiro, a companhia concluiu a megafusão com a concorrente Fibria após pagar R$ 27,8 bilhões aos acionistas, levando os papéis a dispararem na ocasião. A empresa anunciou que esperagerar sinergias operacionais de até 900 milhões de reais por ano (antes da tributação) como resultado da combinação de negócios. O anúncio entusiasmou investidores, mas por pouco tempo.
Os resultados do segundo trimestre vieram mais fortes que o esperado, com Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) de R$ 3,1 bilhões. Qual é o problema, afinal?
Apesar das boas perspectivas com a fusão e os lucros, o cenário tem sido desafiador para a Suzano, diante de uma forte queda nos preços da celulose no mercado internacionalO Credit Suisse chegou a cortar o preço-alvo do papel após a celulose sofrer um declínio de 35% no ano.
Além disso, a queda nas previsões de embarque do produto e a concorrência em alta são entraves adicionais para o crescimento da companhia. Por seu perfil exportador (com forte receita atrelada ao dólar), a Suzano tem a seu favor a recente valorização da moeda americana, que avançou na esteira da piora do conflito comercial entre EUA e China. Mas o futuro incerto do dólar não garante o conforto da empresa.
Para a equipe da XP Investimentos, os preços da celulose parecem próximos de chegar a um piso. Os analistas mantêm uma visão positiva para a dinâmica de oferta e demanda do produto no médio e longo prazo, com “um maior risco de alta do que de baixa no preço das ações”.


Fonte: EXAME