segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Quanto vale a BR Distribuidora privatizada?

Quanto vale a BR Distribuidora privatizada?



Gustavo Kahil - 12/08/2019 - 
Br Distribuidora Combustível
A recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), o mesmo que compra, foi mantida (Imagem: Gustavo Kahil/Money Times)
O time de análise do Itaú BBA refez as contas para as ações da BR Distribuidora(BRDT3) após a sua privatização, mostra um relatório enviado a clientes nesta segunda-feira (12).
Para o banco, o potencial da história de investimentos na empresa decorre da execução pela administração da privatização.
“Agora que a empresa foi efetivamente privatizada, é livre para buscar as melhores práticas de mercado em suas operações. Em nossas estimativas, não assumimos melhorias no cenário macro competitivo; A maior parte do potencial de crescimento decorre da capacidade da administração de reduzir as despesas operacionais e, até certo ponto, o capital de giro”, indica o BBA.
A recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), o mesmo que compra, foi mantida. O novo valor justo é de R$ 34 (elevado de R$ 30). O número corresponde a um potencial de valorização de aproximadamente 25%.

Fonte: MONEY  TIMES

Bovespa opera em queda de 2% diante de cenário exterior agitado



O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa, opera em queda nesta segunda-feira, 12. Por volta das 14h30, o índice caía 1,83%, a 102.096 pontos.
Na sexta-feira, o índice fechou em queda de 0,11%, aos 103,996. Na semana, porém, acumulou alta de 1,32%. Na parcial do mês, tem alta de 2,15%. No ano, a valorização chega a 18,33%.

Dólar

O dólar opera em alta nesta segunda-feira (12). Às 14h11, a moeda norte-americana subia 1,01%, vendida a R$ 3,9795. Na máxima do dia, bateu R$ 4,0127.
Na sexta-feira, a moeda norte-americana subiu 0,33%, a R$ 3,9399. Na semana passada, teve alta de 1,25%. Foi a quarta alta semanal consecutiva. No ano, a moeda norte-americana tem alta acumulada de 1,70%.

Destaques

DESTAQUESVAR % ÚLT (R$)
JBSS3 +3,43%R$ 28,36
MRFG3 +2,56%R$ 31,07
SUZB3 +2,00%R$ 31,07
GOLL4-5,70%R$ 38,25
CSAN3 -5,40%R$ 50,45
CVCB3 -4,54%R$ 54,03

Fonte: ADVFN

Bolsa da Argentina cai mais de 30% e BC sobe juros para conter o dólar

Bolsa da Argentina cai mais de 30% e BC sobe juros para conter o dólar





Queda simultânea do peso e das ações argetinas já é a maior desde o default da dívida em 2001; entenda

O mercado argentino vive um dia de pânico após a derrota do liberal Mauricio Macri para o kirchnerista Alberto Fernández nas eleições primárias de domingo para a eleição presidencial de outubro.
O Merval, um dos principais índices da Bolsa de Comércio de Buenos Aires, operava em forte queda de 34,14%, aos 29.195,39 pontos, perto das 14h30 de Brasília nesta segunda-feira (12). O fundo que reproduz o índice MSCI Argentina, o ARGT, abriu em baixa de 27%.
As ações argentinas estavam entre as piores perdas no Nasdaq, com as ADRs (recibos de ações negociados em NY) também despencando. O papel da estatal petroleira YPF cedeu acima de 30%. A siderúrgica Ternium recuou acima de 15%, ao redor de 15 dólares.
O panorama das urnas também chegou ao câmbio. peso argentino chegou a cair 30,4% frente ao dólar, com a moeda americana negociada a 59 pesos. Se fechar neste patamar, será a maior desvalorização desde o fim do controle cambial no país, em dezembro de 2015, e a segunda maior desde 2002.
Para tentar conter o dólar, o Banco Central da Argentina subiu os juros, de 63,7% ao ano na sexta-feira para 74% ao ano, além de vender US$ 50 milhões em reservas para tentar acalmar o dólar. O risco-país da Argentina atingiu 9,05 pontos percentuais, alta de 0,33 ponto percentual. Como comparação, o do Brasil é de cerca de 1,30 ponto. Leilões de dólares nos últimos meses foram realizados usando fundos do Tesouro.
Os títulos argentinos também sofreram. Quedas de 18 a 20 centavos no título referencial da Argentina de 10 anos os levou a serem negociados em torno de 60 centavos ou menos. Dados da Refinitiv mostraram que as ações, títulos e peso argentinos não registram esse tipo de queda simultânea desde a crise econômica do país e default da dívida em 2001.

Derrota de Macri nas primárias

O mercado mostrou grande nervosismo após a contundente derrota do presidente da Argentina, Mauricio Macri, para o peronismo nas eleições primárias realizadas na véspera no país. O resultado põe em xeque a reeleição do mandatário no pleito geral de outubro e coloca a oposição como favorita na disputa.
Com o resultado, os eleitores argentinos deixaram evidente que rejeitam com ênfase as políticas econômicas austeras de Macri. A coalizão que apoia o candidato de oposição Alberto Fernández, cuja companheira de chapa é a ex-presidente Cristina Kirchner, liderava com 47,3% dos votos, uma vantagem de 15 pontos percentuais.
O receio dos investidores é que o país abandone as políticas de ajuste fiscal e liberdade econômica de Macri, voltando às medidas populistas dos governos de Nestor e Cristina Kirchner. As preocupações cresceram após Fernández afirmar que pretende ampliar benefícios e investimentos em escolas com os recursos do pagamento de juros da dívida argentina.
A vitória dos peronistas Fernández e Kirchner “abre caminho para o retorno do populismo de esquerda que muitos investidores temem”, disse a consultoria Capital Economics em nota.
Em relatório enviado a clientes, analistas da Rico Investimentos afirmaram que o mercado “odiou” o resultado porque “o governo de Cristina Kirchner adotou um modelo econômico que praticamente afundou a economia para a crise que ainda se encontra, nacionalizando empresas, manipulando dados oficiais e provocando repulsa aos investidores”.
Macri assumiu o poder em 2015 com promessas de recuperar o país através de uma onda de liberalização. Mas a recuperação prometida não se materializou e a Argentina está em recessão com inflação de mais de 55%. Uma forte crise financeira no ano passado afetou o peso e forçou Macri a tomar um empréstimo junto ao FMI em troca da promessa de equilibrar o déficit argentino.

Reflexos no Brasil

dólar subiu fortemente ante o real nesta segunda, chegando a superar os 4 reais logo após a abertura dos negócios, em meio à aversão ao risco ligada à disputa EUA-China e às perspectivas de que o presidente argentino, Mauricio Macri, não conseguirá se reeleger nas eleições de outubro.
O principal índice da ações brasileiro, o Ibovespa, iniciou a semana com forte queda, também diante do cenário internacional turbulento.
“Como também somos um país emergente, acabamos entrando no mesmo pacote de países com economia fragilizada pelo olhar dos investidores internacionais. E sofremos em conjunto, assim como o México e a África do Sul, que também enfrentam perdas”, afirmou em relatório o estrategista-chefe da consultoria independente Levante Ideias de Investimento, Rafael Bevilacqua.


Fonte: EXAME

Mirae troca Magalu, Usiminas e Vale por Banrisul, Bradesco e Via Varejo em carteira semanal

Mirae troca Magalu, Usiminas e Vale por Banrisul, Bradesco e Via Varejo em carteira semanal



Diana Cheng - 12/08/2019 - 
Na semana passada, a carteira rentabilizou 0,41%, enquanto o Ibovespa registrou desempenho positivo de 1,29%
A Mirae Asset optou por substituir três ações na nova composição da carteira recomendada semanal, divulgada nesta segunda-feira (12). Dessa maneira, os papéis das empresas Magazine Luiza (MGLU3), Usiminas (USIM5) e Vale (VALE3) saíram para dar entrada aos da Banrisul (BRSR6), Bradesco (BBDC4) e Via Varejo(VVAR3).
Para a semana que está começando, a Mirae chama atenção para a divulgação de indicadores de atividades em diferentes países, uma vez que, com os dados, será possível mensurar o impacto da guerra comercial entre Estados Unidos e China.
“Os investidores irão ficar atentos a qualquer novidade em relação às twittadas do presidente Trump, que podem aliviar ou ampliar os atritos entre país norte-americano e o mercado chinês”, complementa Pedro Galdi, da equipe de análise da Mirae.
Galdi também menciona a agenda de resultados do segundo trimestre, que segue em reta final, com destaques para Cosan (CSAN3), Magazine Luiza, Rumo (RAIL3), Cemig (CMIG4), JBS (JBSS3) e Ultrapar (UGPA3).
Na semana passada, a carteira rentabilizou 0,41%, enquanto o Ibovespa registrou desempenho positivo de 1,29%.

Fonte: MONEY  TIMES


Magazine Luiza, Eletrobras, Inter e outras divulgam resultados; confira as expectativas

Magazine Luiza, Eletrobras, Inter e outras divulgam resultados; confira as expectativas


Investing.com 12/08/2019 - 15:32
Ibovespa Mercados
Confira o consenso de mercado e também as estimativas dos analistas do BTG Pactual (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)
Após o fechamento do pregão desta segunda-feira, a temporada de balanços do segundo trimestre do ano terá continuidade. Entre os diversos números esperados para hoje, se destacam os do Magazine Luiza (SA:MGLU3), da Eletrobras (SA:ELET6) e da Itaúsa (SA:ITSA4), braço de investimentos do maior banco privado.
Além disso, também serão divulgados os resultados do banco digital Inter (SA:BIDI11), da Rumo (SA:RAIL3), Cosan (SA:CSAN3), YDUQS (SA:YDUQ3)(novo nome da Estácio), do Instituto Hermes Pardini (SA:PARD3) e da São Martinho (SA:SMTO3).
Confira o consenso de mercado e também as estimativas dos analistas do BTG Pactual (SA:BPAC11).

Banco Inter

O consenso de mercado aponta que o banco digital deve registrar no segundo trimestre do ano um lucro líquido por ação de R$ 0,04, sendo que no mesmo trimestre do ano anterior o resultado foi de R$ 0,17. Já nos três primeiros meses de 2019, o resultado foi de R$ 0,02, abaixo dos R$ 0,04 esperados.
Em relação as receitas, a mediana dos analistas não traz uma projeção para o período, mas foi de R$ 139,2 milhões um ano atrás e de R$ 172,8 milhões entre janeiro e março do atual calendário.
Pesquisa realizada pela Reuters com cinco analistas coloca o papel com recomendação Hold.

Cosan

A companhia, de acordo com o consenso de mercado, deve registrar no segundo trimestre um lucro líquido por ação de R$ 0,96, diante de perdas de R$ 0,16 um ano antes, quando o mercado trabalhava com lucro de R$ 0,65. Na abertura de 2019, o resultado foi de R$ 1,08, abaixo dos R$ 1,49 estimados.
Para as receitas, os analistas esperam por R$ 15,97 bilhões, superando os R$ 13,47 bilhões que foram registrados no mesmo período anterior, mas abaixo dos R$ 17,06 bilhões de janeiro a março, quando a expectativa era de R$ 16,16 bilhões.
O BTG Pactual (SA:BPAC11) espera por lucro líquido de R$ 475 milhões da companhia, ante os R$ 27 milhões de um ano atrás. Já as receitas devem avançar de R$ 13,474 bilhões para R$ 15,241 bilhões em 2019. Desta forma, o Ebitda do trimestre é esperado em R$ 1,316 bilhão com margem de 9%, ante os R$ 1,036 bilhão de um ano antes.

Eletrobras

Expectativa não disponível. Pesquisa realizada pela Reuters com quatro analistas coloca o papel com recomendação Hold.

Hermes Pardini

A companhia, de acordo com o consenso de mercado, deve registrar no segundo trimestre um lucro líquido por ação de R$ 0,30, diante de R$ 0,25 um ano antes, quando o mercado trabalhava com R$ 0,23. Na abertura de 2019, o resultado foi de R$ 0,23, abaixo dos R$ 0,29 estimados.
Para as receitas, os analistas esperam por R$ 346,73 milhões, superando os R$ 301,303 milhões que foram registrados no mesmo período anterior, ante estimativa de R$ 303 milhões. Mas acima dos R$ 335,6 milhões de janeiro a março, quando a expectativa era de R$ 336,1milhões.

Itaúsa

A companhia, de acordo com o consenso de mercado, deve registrar no segundo trimestre um lucro líquido por ação de R$ 0,34, diante de R$ 0,25 um ano antes, quando o mercado trabalhava com lucro de R$ 0,26. Na abertura de 2019, o resultado foi de R$ 0,29, abaixo dos R$ 0,30 estimados.
Para as receitas, os analistas esperam por R$ 2,51 bilhões, superando os R$ 2,17 bilhões que foram registrados no mesmo período anterior, e acima dos dos R$ 2,4 bilhões de janeiro a março, quando a expectativa era de R$ 2,85 bilhões.

Magazine Luiza

A companhia, de acordo com o consenso de mercado, deve registrar no segundo trimestre um lucro líquido por ação de R$ 0,54, diante de R$ 0,74 um ano antes, quando o mercado trabalhava com lucro de R$ 0,61. Na abertura de 2019, o resultado foi de R$ 0,75, acima dos R$ 0,69 estimados.
Para as receitas, os analistas esperam por R$ 4,13 bilhões, superando os R$ 3,7 bilhões que foram registrados no mesmo período anterior, mas abaixo dos R$ 4,33 bilhões de janeiro a março, quando a expectativa era de R$ 4,4 bilhões.
O BTG Pactual (SA:BPAC11) espera por lucro líquido de R$ 108 milhões da companhia, ante os R$ 141 milhões de um ano atrás. Já as receitas devem avançar de R$ 3,683 bilhões para R$ 4,134 bilhões em 2019. Desta forma, o Ebitda do trimestre é esperado em R$ 338 milhões com margem de 8%, ante os R$ 303 milhões de um ano antes.

Rumo

A companhia, de acordo com o consenso de mercado, deve registrar no segundo trimestre um lucro líquido por ação de R$ 0,10, diante de perdas de R$ 0,02 um ano antes. Na abertura de 2019, o resultado foi de R$ 0,02, abaixo dos R$ 0,5 estimados.
Para as receitas, os analistas esperam por R$ 1,77 bilhão, superando os R$ 1,67 bilhão que foram registrados no mesmo período anterior, mas acima dos R$ 1,64 bilhão de janeiro a março, quando a expectativa era de R$ 1,61 bilhão.
O BTG Pactual espera por lucro líquido de R$ 130 milhões da companhia, ante o prejuízo de R$ 34 milhões de um ano atrás. Já as receitas devem avançar de R$ 1,665 bilhão para R$ 1,756 bilhão em 2019. Desta forma, o Ebitda do trimestre é esperado em R$ 861 milhões bilhão com margem de 49%, ante os R$ 844 milhões de um ano antes.

YDUQS

A companhia, de acordo com o consenso de mercado, deve registrar no segundo trimestre um lucro líquido por ação de R$ 0,71, diante de R$ 0,77 um ano antes, quando o mercado trabalhava com lucro de R$ 0,81. Na abertura de 2019, o resultado foi de R$ 0,80, acima dos R$ 0,79 estimados.
Para as receitas, os analistas esperam por R$ 947,4 milhões, abaixo dos R$ 963,9 milhões que foram registrados no mesmo período anterior, mas acima dos R$ 932,81 milhões de janeiro a março, quando a expectativa era de R$ 932,73 milhões.

São Martinho

A companhia, de acordo com o consenso de mercado, deve registrar no segundo trimestre um lucro líquido por ação de R$ 0,90, diante dos R$ 0,30 um ano antes, quando o mercado trabalhava com lucro de R$ 0,47. Na abertura de 2019, o resultado foi de R$ 0,24, abaixo dos R$ 0,77 estimados.
Em relação as receitas, a mediana dos analistas não traz uma projeção para o período, mas foi de R$ 1,12 bilhão que foram registrados no mesmo período anterior. Na abertura do ano, foram registrados R$ 1,12 bilhão, quando a expectativa era de R$ 1,17 bilhão.
O BTG Pactual espera por lucro líquido de R$ 111 milhões da companhia, ante os R$ 104 milhões de um ano atrás. Já as receitas devem recuar de R$ 757 milhões para R$ 622 bilhões em 2019. Desta forma, o Ebitda do trimestre é esperado em R$ 335 milhões com margem de 54%, ante os R$ 401 milhões de um ano antes.


Fonte:  Investing.com -