quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Turmalina Paraíba - U$ 125 milhões!

Turmalina Paraíba -  U$ 125 milhões!



Fonte da imagem: Reprodução/Oddee
Realmente o Brasil é uma terra de muitas preciosidades. A Etheral Carolina Divine também foi encontrada em nossas terras, classificada como uma turmalina Paraíba. As turmalinas Paraíba são nomeadas desse jeito por serem encontradas com maior facilidade nesse estado do Nordeste, apesar de serem extremamente raras. O principal diferencial dessa pedra é o tom de cor, levemente azulado, que não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo.
Estima-se que um quilate (0,2 grama) da pedra custa em média U$ 30 mil e pode chegar a custar até U$ 100 mil, dependendo das características da gema. A maior dessas pedras já encontrada no mundo é a Ethereal Carolina Divine Paraíba. A pedra tem absurdos 191,87 quilates de puro azul, pertence filantropo canadense Vicente Boucher e foi avaliada em cerca de U$ 125 milhões!
Fonte: Portal do Geólogo


7 REGRAS CARDINAIS PARA VIDA


           Fonte: Seleções

Feira Internacional de Pedras Preciosas começa nesta terça (13), em Teófilo Otoni


Feira é realizada em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri — Foto: GEA/DivulgaçãoFeira é realizada em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri — Foto: GEA/Divulgação
Feira é realizada em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri — Foto: GEA/Divulgação
Começa nesta terça-feira (13) a 29ª Feira Internacional de Pedras Preciosas (FIPP) em Teófilo Otoni. O evento é realizado pela Associação dos Comerciantes e Exportadores de Joias e Gemas do Brasil, e reúne expositores de todas as qualidades de gemas produzidas no país, além de artesanato e bijuterias em pedras.
Neste ano, a feira contará com 60 estandes e mais 128 mesas de exposição, além de restaurante, área de convivência, espaço para palestras, workshop, desfile de lançamento e mostra de joias e semijoias. Em 2018,a feira recebeu mais de 20 mil visitantes do Brasil e do mundo.
Entre os produtos em exposição e para comercialização, destacam-se as pedras preciosas brutas e lapidadas como berilos, águas marinhas, citrinos, rutílios, topázios, esmeraldas, crisoberilo, turmalina, quartzos, espodumênio, opala, calcita, dentre outras.
Também são encontradas espécies para colecionadores, joias, artesanato mineral, máquinas, equipamentos e serviços relacionados ao setor. A programação conta ainda com concurso de melhor lapidário, design, corte e inovação, concurso de redação para as escolas municipais e estaduais, palestras e cursos.
O evento é realizado no Centro de Convenções Expominas e vai até o próximo sábado (17). A abertura oficial será nesta terça-feira às 17 h, mas o espaço já será aberto ao público a partir das 10 h.


Fonte: G1

Governo planeja regulamentar trabalho indígena em áreas de garimpo

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro determinou à sua equipe que encontre caminhos para regulamentar atividades  trabalhistas para indígenas em áreas de garimpo . Um grupo de trabalho está sendo formado para discutir o assunto e definir qual o instrumento legal será necessário para viabilizar a proposta. O pedido do chefe do Executivo é um projeto amplo sobre a atuação de indígenas na produção agrícola, extrativismo e exploração de turismo.

Devem participar dos estudos preliminares os ministérios de Minas e Energia, Agricultura, Turismo, além de Secretaria Especial de Regularização Fundiária e Subchefia de Assuntos Jurídicos. A Fundação Nacional do Índio (Funai) também integrará os debates.
Em entrevista exclusiva ao GLOBO na semana passada, Bolsonaro havia adiantado que gostaria de criar “pequenas Serras Peladas” pelo Brasil, que poderiam ser exploradas tanto por grupos estrangeiros como por povos indígenas.
— Mas a fiscalização seria pesada. E índio também poderia explorar — prometeu Bolsonaro, na entrevista.
A iniciativa do presidente foi confirmada pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e pelo Secretário Especial de Assuntos Fundiários, Luiz Antonio Nabhan Garcia, além da Secretaria-Geral da Presidência, do ministro Jorge de Oliveira. Nabhan Garcia disse que o objetivo do presidente é tornar o indígena um “cidadão em todos os sentidos”.
— Governo e Congresso estão imbuídos em criar uma legislação que dê todo o direito do índio de ser também um produtor. Não é deixar o índio na ociosidade que, às vezes, ele é levado por conta de falhas de legislação — disse o secretário. — O índio é um cidadão, pode trabalhar e produzir, sim.
Um dos principais argumentos do governo é que autorização de trabalho de indígenas deve ser essencial para coibir atividades clandestinas como a do garimpo e extração de madeira. Segundo Nabhan, a proposta é que os indígenas atuem dentro das características de suas terras, respeitando a biodiversidade local. Outra mudança que está sendo discutida é a liberação para que transgênicos possam ser plantados em terras demarcadas.
— Essa iniciativa é para fazer com que o índio faça seu manejo sustentável, o que não pode é ter uma extração ilegal de madeira que faz danos ambientais. Para que o índio faça seu garimpo dentro da legalidade, a exploração de ouro e diamante, sem o tráfico ilegal de pedras preciosas. É transformar o índio em todos os setores, incluindo e o preparando para fazer o turismo sustentável, dentro da lei. Tudo de acordo com as regiões — disse o secretário.
O ministro de Minas e Energia confirmou que atua em um novo estudo sobre o trabalho indígena. A proposta é diferente do projeto de lei que prevê a regulamentação da mineração em terras indígenas. Neste último, de acordo com o ministério, o projeto prevê que os povos indígenas terão poder para vetar a exploração em suas terras e receberão royalties sobre o que for extraído.

Atividades agropecuárias

Em outra frente, Bolsonaro também pediu empenho à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para acelerar projetos que tratam do tema e já tramitam na Câmara de Deputados. O presidente da frente, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), é o relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 187, de 2016, que prevê que as comunidades indígenas pratiquem atividades agropecuárias e florestais em suas terras, bem como comercializar o que for produzido nelas.
— O índio tem que ter direito integral à cidadania. Ele vai ter direito de praticar sua cultura, sua religião e seus hábitos e costumes, com relação às suas terras, mas pode se comportar rigorosamente como qualquer outro produtor, por exemplo, com acesso a financiamento para produzir — argumentou.

Fonte: O GLOBO

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Pedras preciosas: conheça a Turmalina Indicolita

Pedras preciosas: conheça a Turmalina Indicolita








A turmalina é uma das pedras preciosas mais procuradas atualmente, sendo a pedra indicolita o tipo de turmalina mais escolhida devido à sua cor peculiar, que mistura tons exuberantes de azul.
Donas de uma variedade imensa de cores incríveis, as turmalinas têm aparecido muito em acessórios sofisticados.
A turmalina indicolita pode ser encontrada nos tons azul, azul/violeta escuro ou azul esverdeado. Por esse motivo, a pedra indicolita também é conhecida pelo nome de turmalina azul.
Originária do Brasil, mas também encontrada em Moçambique, Madagascar e no Sri Lanka, a turmalina indicolita é um mineral originalmente transparente.

A versatilidade da pedra indicolita: as diferentes transparências do mineral

indiocolita
Como todos os outros tipos de turmalina, a indicolita é bastante versátil e é bem recebida para reinar sobre qualquer tipo de joia: anéis, brincos, colares, pulseiras, entre outras. Pode ser encontrada em quaisquer tamanhos e estão disponíveis para todos os orçamentos.
Apesar de a indicolita ser um mineral transparente, as pedras comercializadas no mercado normalmente passam por tratamentos específicos nos quais são aquecidas, a fim de intensificar o seu brilho!
Recentemente algumas das turmalinas que surgiram no mercado passaram também por processos de irradiação além dos processos de aquecimento. A combinação desses dois procedimentos confere à pedra indicolita uma cor azul clara, conhecida sob a alcunha de azul belo ou blue ice, como foi batizada no exterior.
Boa parte dos consumidores não tem conhecimento para reconhecer uma pedra que passou por esses processos, portanto, uma boa dica para identificar se a pedra foi submetida a um desses tratamentos é notar se todas as indicolitas da loja apresentam o mesmo tom de azul, sem qualquer diferença, e/ou se estão dispostas em uma bandeja de pedras muito semelhantes umas às outras.
Mesmo assim, ainda é possível garantir a aquisição de uma pedra de qualidade e com as cores originais da indicolita. Para isso, o melhor caminho é sempre comprar suas pedras em joalherias de confiança.

Curiosidades sobre a pedra indicolita

indiocolita
Existem diversas curiosidades acerca da turmalina indicolita, que além de uma bela pedra, tem também uma rica história:
+ Acredita-se que a turmalina azul tem poder de cura física em nível celular e oferece proteção contra energias pesadas;
+ A pedra indicolita é utilizada nos meios esotéricos para estimular a comunicação e atrair a prosperidade;
+ Diz-se que tem propriedades rejuvenescedoras e que fortalecem a imunidade e o sistema nervoso, contribuindo para a diminuição do estresse e para trazer paz, calma e tranquilidade às mentes inquietas;
+ Segundo a tradição popular, a turmalina azul tem a capacidade de apaziguar os corações entristecidos;
+ Acredita-se, também, que a turmalina indicolita seja capaz de desenvolver a capacidade de concentração e foco.

A turmalina indicolita e outros tipos de turmalina são uma excelente escolha se você está em busca de uma joia especial, diferenciada e atraente.




Fonte: CPRM