quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Feira Internacional de Pedras Preciosas começa nesta terça (13) em Teófi...

A PORTA DO TESOURO QUE NINGUÉM PODE ABRIR

Ibovespa perde os 100 mil pontos; veja 4 motivos para a queda

Ibovespa perde os 100 mil pontos; veja 4 motivos para a queda



Ações16 minutos atrás (14.08.2019 16:32)

Investing.com - O Ibovespa perdeu o patamar psicológico dos 100 mil pontos na tarde desta quarta-feira, ao atingir 99.954,75 pontos próximo ao fim do pregão. Foi a primeira vez que perde esta pontuação desde 5 de agosto. O tombo acima de 3% não está relacionado com eventos internos ou trapalhadas políticas vindas de Brasília, como atraso do avanço do trâmite de uma pauta econômica no Congresso.
O principal índice acionário brasileiro é influenciado pelo sentimento de aversão ao risco que tomou conta do exterior. Veja abaixo os motivos para a predominância do pessimismo nos mercados internacionais:
1) Dados econômicos ruins na China e na Alemanha
O alívio com a guerra comercial durou pouco. Um dia após o governo dos EUA adiar de setembro para dezembro a imposição de tarifas sobre a maior parte dos produtos chineses ainda não taxados, o sentimento de aversão ao risco voltou a dominar a avaliação do preço dos ativos pelos investidores com a divulgação de indicadores econômicos na China e na Europa.
Dados preocupantes destes países aumentam a percepção de que a economia global não está apenas sob uma desaceleração econômica: agora o risco é de recessão no horizonte.
Na China, o crescimento da produção industrial atingiu a mínima de 17 anos em julho, mais um sinal de que o conflito comercial entre Pequim e Washington está afetando a segunda maior economia do mundo. Também houve diminuição da confiança dos consumidores e dos negócios da China, com o esfriamento das vendas no varejo mais do que o esperado, enquanto o crescimento mais lento do que o previsto no investimento em ativos fixos revelou uma perda acentuada de ímpeto.
Na Alemanha, a queda nas exportações levou a economia a um retrocesso no segundo trimestre. A queda de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB) levou alguns analistas a especular que a economia número um da zona do euro poderia entrar em recessão no terceiro trimestre, à medida que os conflitos tarifários e a incerteza sobre a saída do Reino Unido da União Europeia atingem o setor industrial do país.
A falta de dinamismo da economia alemã desacelerou a economia da zona do euro no mesmo período. A zona monetária diminuiu o crescimento de 0,9% no primeiro trimestre para 0,4% no segundo.
2) Inversão da curva de juros entre os títulos de 2 e 10 anos nos EUA
Spread entre os títulos de 2 e 10 anos dos EUA vai a terreno negativo. Após a inversão da curva de juros entre os títulos de 3 meses e o de 10 anos, foi a vez do rendimento dos títulos de 10 anos ficar abaixo ao de 2. Essa inversão sempre antecedeu todas recessões norte-americanas.
3) Adiamento da imposição de tarifas não é tão positiva
Os investidores avaliaram positivamente a suspensão das tarifas após o anúncio, alimentando o apetite aos ativos de risco. No entanto, não são todos os US$ 300 bilhões que terão as tarifas impostas adiadas para dezembro, restringindo a produtos eletrônicos como notebooks, smartphones e videogames.
Além disso, vale lembrar que neste momento a relação comercial entre as duas maiores economias globais está em retrocesso se comparado há um ano, quando se iniciou a disputa comercial e a imposição de tarifas de ambos os lados.
Os EUA colocaram aumentaram a alíquota em 25% para aproximadamente a US$ 250 bilhões de produtos chineses, enquanto os chineses contra-atacaram com tarifas de 10% sobre US$ 60 bilhões de mercadorias americanas e, mais recentemente, desvalorização do iuan para a mínima não vista desde a crise financeira de 2008.
Neste período, houve a prisão da diretora financeira e herdeira da chinesa Huawei, além de restrições de negócios nos EUA e com empresas americanas, sob a justificativa do governo americano de a empresa de telecomunicação violar leis de segurança nacional.
4) Medidas populistas de Macri na Argentina
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, divulgou nesta quarta-feira um pacote de subsídios sociais e redução de impostos a trabalhadores para aliviar o impacto da crise econômica meses antes das eleições presidenciais, mas seu anúncio não interrompeu imediatamente o declínio do peso.
Macri disse que aumentará o piso do imposto de renda em 20%, abrindo caminho para um corte de impostos para dois milhões de trabalhadores. O governo também concederá subsídios de 1.000 pesos por criança para desempregados com filhos antes do final do ano e aumentará o salário mínimo pela segunda vez este ano, embora o tamanho do aumento ainda não tenha sido determinado.

Fonte: Investing.com

Índices europeus caem para o menor nível em 6 meses com temores de recessão

Índices europeus caem para o menor nível em 6 meses com temores de recessão

Reuters - 14/08/2019 - 14:45
A diminuição das exportações levou a economia da Alemanha a contrair no segundo trimestre (Imagem: Ralph Orlowski/Reuters)
As ações europeias caíram para o nível mais baixo em seis meses nesta quarta-feira, uma vez que a inversão na curva dos rendimentos dos Treasuries e dados fracos de Alemanha e China apontam para uma recessão iminente.
O índice FTSEurofirst 300 caiu 1,62%, a 1.442 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 1,68%, a 366 pontos, tendo atingido seu nível mais baixo desde 15 de fevereiro, com os índices da Alemanha, França e Itália caindo mais de 2%.
A diminuição das exportações levou a economia da Alemanha a contrair no segundo trimestre, enquanto o crescimento da produção industrial chinesa foi o mais baixo em 17 anos em julho, ressaltando o impacto da guerra comercial entre Estados Unidos e China sobre o crescimento global.
O rendimento dos Treasuries de dois anos subiu acima do rendimento das notas de 10 anos pela primeira vez desde 2007, uma métrica reconhecida como um sinal clássico de recessão, o que fez os custos de empréstimos do governo na Alemanha caírem para mínimas recordes.
Em Londres, o índice Financial Times recuou 1,42%, a 7.147 pontos.
Em Frankfurt, o índice DAX caiu 2,19%, a 11.492 pontos.
Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 2,08%, a 5.251 pontos.
Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 2,53%, a 20.020 pontos.
Em Madri, o índice Ibex-35 registrou baixa de 1,98%, a 8.522 pontos.
Em Lisboa, o índice PSI20 desvalorizou-se 1,55%, a4.750 pontos.

Fonte: ADVFN

Dólar dispara a R$ 4,03 e renova máximas desde maio com exterior; volatilidade salta

Dólar dispara a R$ 4,03 e renova máximas desde maio com exterior; volatilidade salta

Reuters - 14/08/2019 - 15:46
O gatilho para o salto do dólar era o exterior, onde ativos considerados arriscados (Imagem: Pxhere)
O dólar disparava mais de 1,6% ante o real nesta quarta-feira, superando com folga a linha dos 4 reais, em meio a uma forte aversão a risco nos mercados globais que golpeava moedas emergentes e aprofundava o caos nos mercados da vizinha Argentina.
Por volta de 15h22, o dólar à vista subia 1,68%, para 4,0335 reais, nas máximas intradiárias desde o fim de maio.
Na B3, o dólar futuro de maior liquidez saltava 1,79%, para 4,0385 reais.
A volatilidade implícita voltava a subir fortemente. A taxa para três meses ia de 12,46% na véspera para 13,16% nesta sessão, nos picos desde meados de junho. Quanto mais alta essa medida, mais vaivém no preço do dólar o mercado projeta para o curto prazo.
O gatilho para o salto do dólar era o exterior, onde ativos considerados arriscados –como ações e moedas emergentes– tinham firmes baixas diante de crescentes temores de recessão, após a curva de rendimentos dos Treasuries ter se invertido pela primeira vez desde 2007.

Fonte: MONEY  TIMES