sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Análise - IBOV, WINV19, WDOU19, PETR4, VALE3, BRDT3, BBSE3 e VVAR3 | 16....

" O SEGREDO É: CAIR SETE VEZES E LEVANTAR-SE OITO."


    Fonte: Seleções

Companhias abertas: lucros estão de volta, crescendo 73,4% no segundo trimestre

Companhias abertas: lucros estão de volta, crescendo 73,4% no segundo trimestre



As 306 companhias abertas são divididas em 26 setores. Apenas dois deles, Mineração e Construção, apresentaram prejuízos. Os demais 24 setores lucraram

Companhias abertas: lucros estão de volta, crescendo 73,4% no segundo trimestre
As 306 companhias abertas são divididas em 26 setores. Apenas dois deles, Mineração e Construção, apresentaram prejuízos. Os demais 24 setores lucraram. O melhor resultado foi dos bancos. Somando-se os quatro grandes e os demais 18 considerados na amosta, o lucro total foi de R$ 22,7 bilhões. Um crescimento de R$ 4,5 bilhões, ou 24,5%, em relação ao mesmo período de 2018.
Em termos de crescimento, o resultado da Petrobras fez o setor de Petróleo e Gás apresentar um crescimento de R$ 9,3 bilhões, ou 83,7% nos lucros do trimestre em relação ao mesmo período de 2018. O lucro somado das nove empresas do setor avançou para R$ 20,4 bilhões em 2019 ante R$ 11,1 bilhões em 2018.



Fonte: IstoÉ Dinheiro

Grafite mineral

Grafite mineral




Grafite ou grafita é um mineral cinza escurometálico e macio, que ocorre na natureza em forma de cristais hexagonais com estrutura em camadas. É também chamado de chumbo negro ou grafita – nomenclatura usada pelos cientistas.
O grafite é o resultado de uma rede frouxa de átomos de carbono, que lhe permite maleabilidade. A base da formação do grafite é o carbono puro, que também forma o diamante e o fulereno.
As jazidas mais importantes de grafite encontram-se na China, Canadá, Brasil, México, Rússia, Índia, Madagascar e Siri Lanka.
Grafite

Propriedades do Grafite

O grafite é um condutor de corrente elétrica e de calor, pois cada átomo de carbono partilha três dos quatro elétrons da estrutura, cedendo o quarto a uma banda de condução comum, como nos metais.
O grafite é resistente a altas temperaturas e oxidação. Devido a seu alto ponto de fusão é também usado como material refratário.

Aplicações do Grafite

O grafite tem importantes aplicações na indústria: na fabricação de tijolos e peças refratárias, cadinhos para as indústrias de aço, latão e bronze, lubrificantes sólidos ou a base de óleo e água, tintas para proteção de estruturas de ferro e aço, catodos de baterias alcalinas, escovas de motores elétricos, eletrodos de lâmpadas elétricas de arco voltaico etc.
Uma das aplicações mais importantes do grafite é na utilização do lápis, e da lapiseira. Misturado com argila muito fina forma a mina do lápis, com diversos graus de dureza.

Grafite e Grafeno

O grafeno é um novo material derivado do grafite que impulsiona uma grande revolução na indústria em virtude de suas propriedades únicas: é maleável, impermeável, e translúcido, mais resistente que o diamante e excelente condutor elétrico. A gama de produtos que podem se beneficiar do grafeno é vasta.
O grafeno é quarenta vezes mais forte que o aço. Permite a criação de smartphones e tablets com telas finas como papel sulfite, transparentes, dobráveis e resistentes a choques e quedas.
O grafeno é um condutor elétrico 1 000 vezes mais eficiente que o cobre e 100 vezes melhor que o silício. As baterias elétricas hoje feitas de nanofibras de carbono durariam três vezes mais se seus circuitos fossem de pó de grafeno.

Curiosidades

  • O grafite, submetido a altas temperaturas, pode produzir diamantes artificiais.
  • Há poucos produtos produzidos com grafeno, é o caso da raquete de tênis da marca Head, utilizada pelo tenista sérvio Novak Djokovic. Com um aro composto principalmente de grafeno é mais leve que as tradicionais.





Fonte: CPRM

Com aumento no prejuízo, ações da Oi caem mais de 10% nesta quinta-feira

Com aumento no prejuízo, ações da Oi caem mais de 10% nesta quinta-feira





Investing.com Brasil - 15/08/2019 - 
A empresa divulgou prejuízo líquido para o segundo trimestre maior do que o esperado (Imagem: Facebook)
Por Investing.com
Na parte da manhã desta quinta-feira na bolsa paulista, as ações da Oi (OIBR3) são negociadas com forte queda de 9,66% a 1,31. No início do pregão, os papéis da companhia de telecomunicações chegaram cair 10,35% a R$ 1,30. Na noite de ontem, a empresa divulgou prejuízo líquido para o segundo trimestre maior do que o esperado por analistas, em resultado pressionado por aumento nos custos do serviço da dívida e fraqueza do real.
A empresa teve prejuízo trimestral de R$ 1,559 bilhão, em comparação a um prejuízo de R$ 1,258 bilhão no mesmo período do ano anterior. Analistas esperavam, em média, um prejuízo líquido de 437 milhões de reais, segundo dados Refinitiv.
A Oi que entrou com pedido de falência em junho de 2016 para reestruturar aproximadamente R$ 65 bilhões de dívida, registrou receita líquida de R$ 5,091 bilhões de, queda de 8,2% em relação ao ano anterior.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), um indicador de desempenho operacional, caiu 22%, para 1,218 bilhão de reais. Projeções compiladas pela Refinitv apontavam Ebitda de 1,432 bilhão de reais.
A dívida líquida da Oi no final de junho atingiu 12,6 bilhões de reais, 25,5% acima do ano anterior.
BTG Pactual (BPAC11) não viu grandes surpresas no resultado da Oi com as receitas e Ebtida seguindo pressionados. Mesmo com os números ruins, o banco mantém a recomendação estratégica de compra de olho em uma eventual fusão ou aquisição. A equipe espera que o PLC 79, que traz um marco regulatório para o setor, avance no curto prazo. Além disso, a venda de ativos não essenciais da companhia, como a Unitel, deve favorecer os negócios.
A Oi chama atenção para o aumento do prejuízo. Os analistas explicam que houve deterioração nas três linhas de negócios da companhia, com destaque para a queda no segmento residencial, com redução anual de 12% na base de telefonia e de 8% em banda larga.
Em mobilidade pessoal e no B2B a piora decorre, principalmente, da redução da tarifa interconexão. A retração no tráfego de voz e o encolhimento da base de clientes pré-pago também pesaram neste trimestre, levando ao decréscimo de 22% no EBITDA de rotina, frente ao mesmo período de 2018. Soma-se a isso a maior despesa financeira e o prejuízo foi 32% maior em um ano, chegando a R$ 1,6 bilhão.


Fonte: Investing.com