sexta-feira, 16 de agosto de 2019

6 vezes que PESSOAS RICAS foram LONGE DEMAIS!

GGG NOTÍCIAS 3ª EDIÇÃO - FIPP-2019 FEIRA DE PEDRAS PRECIOSAS

Bolsonaro: ''Não tem demarcação de terras indígenas''



Bolsonaro diz que não discutirá demarcação de terras indígenas

(foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)
O Palácio do Planalto não discutirá a demarcação de terras indígenas na
 atual gestão. O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (16) que o assunto não será tratado até o fim do mandato. “Enquanto for presidente, não tem demarcação de terra indígena”, avisou. O capitão reformado voltou a comentar, ainda, sobre a proposta de regulamentação e legalização do garimpo. O projeto estudado pelo governo, pelo que sinalizou o presidente em outros momentos, poderia abranger até mesmo terras indígenas. 

A resistência em Bolsonaro em discutir a demarcação está na quantidade de terras que, atualmente, estão demarcadas. Segundo ele, 14% do território nacional está demarcado. “O que são 14%? Imagina a região Sudeste. Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Área maior do que essa de terras indígenas. Ontem, estive de novo com um grupo indígena na Presidência e eles querem é liberdade para trabalhar na sua área. Não querem viver como se fosse um confinamento, como seres pré-históricos”, declarou. 

Questionado se é possível fazer uma exploração racional na Amazônia, Bolsonaro disse que o governo trabalha o assunto por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara, embora tenha insinuado que poderia “abraçar” uma outra PEC que está em tramitação na Câmara tratando sobre o assunto. “Tem PEC na Câmara, estamos trabalhando aqui também. Tem a guerra da informação. Se eu chegar com tudo o que tem na cabeça e botar para frente, vai dar uma explosão, o pessoal não entende”, explicou. 

A proposta do governo sobre a regulamentação e legalização do garimpo está sob a alçada do Ministério de Minas e Energia, que ainda estuda o assunto. “Está lá com o ministro Bento (Albuquerque), tá certo. Você pode ver, apesar de ser presidente, eu estou com muita dificuldades sobre esse ouro roubado (no Aeroporto de Guarulhos). Quero mostrar para vocês que não é só o ouro roubado. Quero saber sobre todo o ouro, diamante, que saiu de forma limpa, legal, porque de forma legal tem nota (fiscal)”, destacou. 

Potencial


O objetivo é, na avaliação dele, mostrar o potencial desperdiçado pelo Brasil com a falta de regulamentação do garimpo. “Estou com dificuldade para mostrar na mão da riqueza. Quanto custa um ‘ovo de codorna’ do tamanho de um diamante e esse mesmo diamante lapidado (no exterior, após ser extraído no Brasil). Qual a diferença de preço? A quanto é vendido? Vamos continuar agindo dessa maneira? Temos que pensar nos garimpeiros”, justificou. 

A pretensão é possibilitar que o garimpeiro possa extrair o minério da terra e vender de uma forma legal, para a Caixa Econômica Federal, em área reforçada pelas Forças Armadas. “Pretendo, uma vez caso consiga legalizar, ter lá, junto com pelotões do Exército, uma agência da Caixa para comprar isso deles. Proporcionar segurança e agregar valor para nós. Chega de entregar o que temos de mais valioso de graça. Essa que é minha intenção”, sustentou. 


Fonte: Correio Braziliense

Oi despenca quase 18% e é negociada abaixo de R$ 1; entenda os motivos

Oi despenca quase 18% e é negociada abaixo de R$ 1; entenda os motivos



Ações6 horas atrás (16.08.2019 

© Reuters.  © Reuters.
Atualizada às 15:21 com nota da Anatel sobre o assunto
 As ações da Oi (SA:OIBR3) estão em seu segundo dia de perdas de dois dígitos. Um dia após despencar 17,93% a R$ 1,19, os papéis da empresa de telecomunicações chegaram a ser negociados com outro tombo de quase 18% após especulações de que a Anatel - agência reguladora das telecomunicações do país - possa intervir na companhia após o balanço do segundo trimestre apontar um prejuízo bilionário e queima de caixa.
As especulações foram divulgadas na edição desta sexta-feira do jornal O Estado de S.Paulo. As ações da Oi (SA:OIBR4) diminuíram as perdas às 12:17 e são negociadas a R$ 1,02, baixa de 14,29%. Os papéis despencam mesmo com a Anatel negando planos de intervenção na empresa e a declaração do presidente Jair Bolsonaro de que o governo "vai honrar contratos da Oi" após ser perguntado sobre a situação da empresa.
Entenda a situação
A empresa teve prejuízo trimestral de R$ 1,559 bilhão, em comparação a um prejuízo de R$ 1,258 bilhão no mesmo período do ano anterior. Analistas esperavam, em média, um prejuízo líquido de R$ 437 milhões, segundo dados Refinitiv.
A Oi (SA:OIBR4), que entrou com pedido de recuperação judicial em junho de 2016 para reestruturar aproximadamente 65 bilhões de reais de dívida, registrou receita líquida de 5,091 bilhões de reais, queda de 8,2% em relação ao ano anterior. A dívida líquida da Oi no final de junho atingiu 12,6 bilhões de reais, 25,5% acima do ano anterior.
Os números acima trouxe preocupação a Anatel sobre a viabilidade do futuro da Oi (SA:OIBR4). Segundo O Estado de S.Paulo, autoridades do governo Jair Bolsonaro foram alertadas esta semana de que, caso a empresa não reverta os resultados negativos, a agência reguladora pode intervir na companhia. O objetivo da intervenção seria evitar que regiões do país fique sem serviços de telefonia fixa prestados pela operadora.
A entrada da Anatel na Oi (SA:OIBR4) visa a retirada da concessão que permite a empresa oferecer telefonia fixa em todos os Estados do país, exceto São Paulo. O maior problema da Oi, na visão da Anatel de acordo com o jornal, é a queima de caixa, mesmo após a injeção de R$ 4 bilhões de seus acionistas.
De um caixa confortável de R$ 7,5 bilhões após a injeção de capital, considerado confortável por técnicos da agência reguladora, foram retirados R$ 3,2 bilhões para custear operações, pagar salários e realizar investimentos, um nível de gastos que projeta temores sobre a viabilidade da empresa de se manter nos próximos anos para Anatel.
Com o dinheiro cessando, a Anatel teme que a Oi (SA:OIBR4) não consiga bancar sua operação e provoque um apagão na telefonia fixa no país. A intervenção seria para evitar esse risco e uma eventual intervenção do governo federal, cuja operação não é bem-vista pela equipe econômica dado o quadro fiscal restritivo.
O plano da Oi (SA:OIBR4)
Executivos da Oi (SA:OIBR4) devem ser chamados em Brasília para falar sobre como planejam manter a empresa de pé, segundo o jornal. Ontem, os executivos abordaram os planos da companhia para os próximos em conferência com investidores.
A empresa visa aumentar os recursos disponíveis com venda de ativos. O diretor financeiro Carlos Brandão afirmou que espera anunciar a venda da operadora angolana Unitel até o quarto trimestre deste ano, embora não tenha fornecido detalhes sobre o valor que espera conseguir levantar ou com que grupos a empresa está negociando.
Incluindo a Unitel, o valor que a Oi (SA:OIBR4) pretende levantar com venda de ativos entre o final deste ano e o início de 2021 é de R$ 6,5 bilhões a R$ 7,5 bilhões. Os ativos incluem ainda torres de telecomunicação, operações de central de processamento de dados e imóveis.
A Oi (SA:OIBR4) não se manifestou a respeito da possibilidade de intervenção pela Anatel, segundo O Estado de S.Paulo.
Anatel nega intervençaõ
A Anatel divulgou uma nota à imprensa para negar que exista "possibilidade iminente" de intervenção da Oi (SA:OIBR4). A agência também afirmou que não vai aplicar a caducidade às concessões de telefonia fixa da companhia. Além disso, a Anatel destacou que monitora a prestação de serviços e à situação econômica-financeira da Oi permanentemente desde 2014 e, desde 2016, quando a empresa entrou com pedido de recuperação judicial, a observância passou a se dar também na 7ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro (RJ).
A Anatel defende uma solução de mercado para a situação atual da Oi (SA:OIBR4). De acordo com a agência, "soluções de outra natureza são excepcionais e último recurso".
O que diz o BTG Pactual (SA:BPAC11) sobre o papel
O BTG Pactual (SA:BPAC11) distribuiu relatório sobre a Oi a seus clientes nesta quinta-feira, ainda sem a especulação relacionada a possível intervenção pela Anatel. Com o resultado do segundo trimestre em mãos, os analistas não viram grandes surpresas no resultado da Oi (SA:OIBR4 (SA:OIBR4)), com as receitas e Ebtida seguindo pressionados.
Mesmo com os números ruins, o banco mantém a recomendação estratégica de compra de olho em uma eventual fusão ou aquisição. A equipe espera que o PLC 79, que traz um marco regulatório para o setor, avance no curto prazo. Além disso, a venda de ativos não essenciais da companhia, como a Unitel, deve favorecer os negócios.
A Oi (SA:OIBR4 (SA:OIBR4)) chama atenção para o aumento do prejuízo. Os analistas explicam que houve deterioração nas três linhas de negócios da companhia, com destaque para a queda no segmento residencial, com redução anual de 12% na base de telefonia e de 8% em banda larga.
Em mobilidade pessoal e no B2B a piora decorre, principalmente, da redução da tarifa interconexão. A retração no tráfego de voz e o encolhimento da base de clientes pré-pago também pesaram neste trimestre, levando ao decréscimo de 22% no EBITDA de rotina, frente ao mesmo período de 2018. Soma-se a isso a maior despesa financeira e o prejuízo foi 32% maior em um ano, chegando a R$ 1,6 bilhão.


Fonte: Reuters

De recessão a estímulos: 5 eventos que deixaram os mercados voláteis na semana

De recessão a estímulos: 5 eventos que deixaram os mercados voláteis na semana



Ações3 horas atrás (16.08.2019 18:34)

© Reuters.  © Reuters.
Investing.com - O Ibovespa retornou abaixo dos 100 mil pontos nesta semana, acumulando uma queda de 4,02% no período marcado por fortes turbulências internacionais. Foram apenas duas sessões com fechamento positivo, uma delas nesta sexta-feira, com alta de 0,76% a 99.805,78 pontos.
O principal índice acionário brasileiro oscilou de acordo com os humores dos investidores com a guerra comercial entre EUA e China, o risco de recessão global após divulgação de dados econômicos ruins na China e na Europa e o colapso do preço dos ativos argentinos após vitória da oposição nas eleições primárias para a Presidência do país.
No plano interno, houve a predominância de notícias positivas, mas insuficientes para contrapor a mudança de avaliação de risco influenciada por eventos externos. A temporada de balanço do segundo trimestre das companhias brasileiras encerrou nesta semana com um lucro líquido somado de R$ 71,5 bilhões das 306 empresas listadas em Bolsa, alta de 73,4% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados compilados dos balanços realizado pela Economatica.
Em Brasília, as polêmicas criadas e envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e parte de sua equipe ministerial não atrapalharam o avanço de pautas econômicas no Congresso Nacional. O governo conseguiu uma vitória com a aprovação no plenário da Câmara dos Deputados da Medida Provisória (MP) de Liberdade Econômica, que visa desburocratizar e facilitar o ambiente de negócios no Brasil.
No Congresso, o Senado definiu o cronograma para a votação da Reforma da Previdência no plenário da Casa: 24 de setembro e 10 de outubro. Além disso, vai ganhando forma as discussões sobre as reformas tributária e administrativa nas duas Casas.
Confira abaixo o resumo dos principais acontecimentos internacionais que provocaram volatilidade nos mercados internacionais.
1) Guerra comercial sino-americana
Não há como avaliar se o saldo foi positivo ou negativo com o desenrolar da disputa entre as duas maiores economias do mundo nesta semana. Houve eventos que sinalizaram avanços , enquanto outros apontaram retrocessos para a formação do preço de risco.
Entre os possíveis avanços, a suspensão da implementação das tarifas sobre US$ 300 bilhões de produtos chineses ainda não taxados pelo presidente dos EUA na terça-feira. De acordo com Trump, o adiamento da elevação das alíquotas de importação de setembro para dezembro, restringido basicamente a produtos eletrônicos, foi "para salvar o Natal dos americanos", não uma concessão aos chineses.
Na quinta-feira, Trump diminuiu relativamente as preocupações com a guerra tarifária entre as duas maiores economias mundiais ao afirmar que acredita que a China deseja fechar um acordo comercial e que a guerra tarifária com Pequim será relativamente curta.
Entre os sinais de retrocesso, a ameaça chinesa de retaliar as medidas protecionistas dos EUA. Além disso, a autoridade monetária chinesa fixou o preço-alvo do iuan em relação ao dólar em 7 por cada unidade da moeda americana.
2) Indicadores econômicos ruins na China e na Europa
Dados preocupantes de China e Alemanha divulgados na quarta-feira aumentaram a percepção de que a economia global não está apenas sob uma desaceleração econômica: agora o risco é de recessão no horizonte.
Na China, o crescimento da produção industrial atingiu a mínima de 17 anos em julho, mais um sinal de que o conflito comercial entre Pequim e Washington está afetando a segunda maior economia do mundo. Também houve diminuição da confiança dos consumidores e dos negócios da China, com o esfriamento das vendas no varejo mais do que o esperado, enquanto o crescimento mais lento do que o previsto no investimento em ativos fixos revelou uma perda acentuada de ímpeto.
Na Alemanha, a queda nas exportações levou a economia a um retrocesso no segundo trimestre. A queda de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB) levou alguns analistas a especular que a economia número um da zona do euro poderia entrar em recessão no terceiro trimestre, à medida que os conflitos tarifários e a incerteza sobre a saída do Reino Unido da União Europeia atinjam o setor industrial do país.
A falta de dinamismo da economia alemã desacelerou a economia da zona do euro no mesmo período. A zona monetária diminuiu o crescimento de 0,9% no primeiro trimestre para 0,4% no segundo.
3) Inversão da curva de juros dos títulos públicos dos EUA de 2 e 10 anos
Spread entre os títulos de 2 e 10 anos dos EUA foi a terreno negativo na quarta-feira. Após a inversão da curva de juros entre os títulos de 3 meses e o de 10 anos em março, foi a vez do rendimento dos títulos de 10 anos ficar abaixo ao de 2. Essa inversão sempre antecedeu todas recessões norte-americanas. A última vez que aconteceu foi em 2007.
Na sexta-feira, os títulos de 10 anos voltaram a ficar acima dos de 2 anos, com minimização da guerra comercial entre EUA e China após declarações de Trump (ver item 1) e o anúncio de estímulos econômicos para reverter o quadro de desaceleração econômica (ver item 4).
4) Estímulos econômicos na China e Alemanha
Os governos da China e da Alemanha estão se preparando para reverter o ânimo de suas economias a partir de injeção de estímulos, com um instrumento diferente com o que foi realizado desde o fim de julho por outros países. Os dois romperam ou vão romper com utilização somente da política monetária - com queda da taxa de juros e sinalizações de implantação de programa de compra de ativos - para reverter o quadro negativo e prometeram a usar a política fiscal.
O governo chinês anunciou, por meio da agência de planejamento estatal na sexta-feira, a preparação de um plano para aumentar a renda disponível neste ano e em 2020, buscando alimentar o consumo no momento em que a economia desacelera. O plano incluirá reforma do sistema Hukou --um programa de registro familiar que serve como passaporte doméstico e regula a imigração rural para as cidades--, entre outras medidas, sem revelar muitos detalhes.
Já o governo da Alemanha estuda a adoção de estímulos fiscais. A imprensa local afirma que está em estudo aumento de gastos para evitar a recessão, deixando de lado a política fiscal de equilíbrio que é a marca registrada do país. Especula-se que o governo da primeira-ministra Angela Merkel se prepara para um déficit amplo para reverter à adversidade econômica.
5) Derrota de Macri para a oposição intervencionista e protecionista na Argentina
A vitória com ampla margem do opositor Alberto Fernández, no domingo, sobre o atual presidente e candidato à reeleição Maurício Macri colocou a Argentina sob a perspectiva de um retorno a um passado caótico na ótica dos investidores. O fato político provocou, na segunda-feira, uma forte desvalorização dos ativos argentinos, inclusive sua moeda nacional em relação ao dólar.
Um dos temores do mercado com Fernández é a presença da ex-presidente Cristina Kirchner em sua chapa presidencial. A plataforma econômica de Kirchner durante seus mandatos entre 2007 a 2015 foi a oposta de Macri.
Enquanto o atual presidente foi eleito com promessa de abertura econômica e menor participação do Estado na economia - parcialmente cumprida -, Kirchner promoveu intervencionismo, estatizações, subsídios e impostos sobre exportações agrícolas, prejudicando o orçamento público e desestimulando investimentos no agronegócio, um dos setores mais dinâmicos da economia do país. A consequência econômica de Kirchner foi, segundo investidores, a fragilidade atual das contas externa e fiscal da Argentina e uma inflação elevada e consistente.
Além disso, o discurso de vitória de Fernández foi direcionado contra o sistema bancário, além da promessa de renegociar o pacote de "reserva" de US$ 57 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI) - cujo uso ocorre apenas em situações de emergência cambial. Fernández também defendeu a pequena e média empresa, assim como prometeu aumento no valor das pensões e promoção do estado de bem-estar. Mesmo assim, houve movimentos de conciliação, afirmando que "não fará nenhuma loucura".

Fonte: Investing.com