sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Ações da Oi fecham em alta de 19% com possível interesse de compra da tele pela AT&T

Ações da Oi fecham em alta de 19% com possível interesse de compra da tele pela AT&T



Investing.com Brasil - 29/08/2019 - 
O Brasil é o único entre 18 países que não autorizaram o negócio de US$ 85 bilhões (Imagem: Facebook)
Por Investing.com
As ações da Oi registram mais um dia de forte alta nesta quinta-feira na bolsa paulista. Os papéis ordinários (OIBR3) da tele ganharam 19,51% a R$ 0,98, enquanto os preferenciais (OIBR4) apresentaram uma forte valorização de 10,95% a R$ 1,52.
O salto das ações da companhia foi impulsionado pelo interesse da AT&T em adquirir a tele, que está em recuperação judicial e sob especulação de intervenção da Anatel – agência reguladora de telecomunicações – por receio de falta de caixa para manutenção de operações essenciais, como telefonia fixa e internet banda larga.
O presidente da AT&T, Randall Stephenson, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira em Brasília. O principal assunto do encontro foi a busca da tele americana da autorização do governo brasileiro da compra da Warner Media.
O Brasil é o único entre 18 países que não autorizaram o negócio de US$ 85 bilhões, com o governo do presidente dos EUA Donald Trump pedindo a aprovação do negócio e o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente brasileiro e provável indicado para embaixador nos EUA, pressionando a Anatel a autorizar a operação.
O executivo apresentou um plano de investimentos da AT&T a Bolsonaro, entre os quais uma sinalização de adquirir a Oi, pois a empresa tem interesse em telefonia móvel no Brasil, além da produção de conteúdo local e streaming. A compra, segundo fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S.Paulo, estaria condicionada com modificações do marco regulatório de telecomunicações. Além disso, Stephenson acenou que a operação da empresa no Brasil seria prioritária, atrás apenas dos negócios nos EUA e a frente da Europa.
A sinalização de interesse da AT&T confirma informações veiculadas na quarta-feira em O Globo, que informou sobre a possibilidade da tele brasileira vender a totalidade da operação ou em fatias.
O Globo citou fontes que confirmam que os acionistas trabalham junto com o conselho de administração para costurar um acordo. A Vivo (VIVT4), que é a maior empresa do setor no país, já demonstrou interesse nos ativos do Norte e Nordeste, com a Claro e TIM (TIMP3) sendo apontadas como potenciais compradas da totalidade da tele, ou de alguma parte, como a rede de fibra ótica.
O jornal também informou ontem que de Ricardo Knoepfelmacher, da RK Partners, está conversando com o governo para uma proposta conjunta de fundos de investimentos para arrematar 100% da Oi. A americana AT&T também estaria na disputa, sendo uma possibilidade de seguir no país com a Sky após a fusão com a Warner nos EUA.
O Globo apontou ainda que empresas chinesas também teriam interesse na Oi, mas que já informaram que só vão avaliar um investimento após o Congresso aprovar o PLC 79, que vai transferir a concessão para autorização e gerar menos custos com a manutenção da telefonia fixa.


Fonte: Investing.com

Yduqs, ex-Estácio, está subvalorizada na Bolsa, aponta Itaú BBA

Yduqs, ex-Estácio, está subvalorizada na Bolsa, aponta Itaú BBA

Gustavo Kahil 

Estácio
Segundo os cálculos do BBA, a empresa já conta com 3,8 mil estudantes de medicina e 1.011 vagas disponíveis por ano (Imagem: Money Times)

As ações da Yduqs (YDUQ3), ex-Estácio, estão subvalorizadas na Bolsa, aponta o Itaú BBA em um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (28).
A analista Susana Salaru colocou em sua conta o potencial dos cursos de medicina da empresa em uma análise feita após o MEC aprovar mais dois campi. Cada um dará o direito ao ingresso de 50 alunos por ano.
Segundo os cálculos do BBA, a empresa já conta com 3,8 mil estudantes de medicina e 1.011 vagas disponíveis por ano.
“O crescimento projetado para o número de vagas de medicina até 2024 pode aumentar a disponibilidade anual para 1.411, enquanto a base de alunos deverá atingir 8,4 mil no mesmo período”, explica Salaru, que vê o preço atual da ação em um nível “subvalorizado”.
A recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), o mesmo que compra, foi reiterada. O preço-alvo para o final de 2019 é de R$ 40.

Saraiva: Plano de recuperação judicial é aprovado

Saraiva: Plano de recuperação judicial é aprovado



Reuters - 29/08/2019 - 20:16
O plano envolve a companhia e sua controlada Siciliano, afirmou a empresa por meio de fato relevante (Imagem: Renan Dantas/Equipe Money Times)
A Saraiva (SLED4) anunciou nesta quinta-feira que seu plano de recuperação judicial foi aprovado e será levado para homologação da Justiça.
O plano envolve a companhia e sua controlada Siciliano, afirmou a empresa por meio de fato relevante.
Maior rede de livrarias do país, a Saraiva pediu recuperação judicial em novembro passado, após não conseguir acordo com fornecedores para renegociação de dívidas. A empresa listou no pedido débitos de 675 milhões de reais.

Fonte: MONEY  TIMES

Feira Nacional dos Garimpeiros em Teófilo Otoni 2019

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Como ela espera ganhar milhões de reais


Como ela espera ganhar milhões de reais


Natalie Pavan, 31, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, conta que, além da vontade de empreender, abriu seu próprio negócio, a My Cookies, por dois propósitos. Primeiro, provar para seu marido que era capaz de fazer cookies tão saborosos como os que ele comia num shopping e, segundo, ajudar um amigo da família que passava por dificuldades financeiras. "A receita dos cookies veio de um desafio que meu marido me fez. Toda vez que almoçávamos no shopping, ele queria comer cookies, de três para cima, de uma loja que havia lá, mas eram bem caros. Eu disse, então, que faria em casa, e ele disse que nunca ficariam iguais. Foi quando resolvi fazer e todo mundo adorou.
Também havia esse amigo que queria muito trabalhar e estava sem perspectiva alguma, sem família nem casa e com quase 50 anos", explica Natalie.... -

Começo com muito improviso Na época, Natalie ainda trabalhava como gerente administrativa em uma empresa de TV por assinatura via satélite e, para ajudar o amigo, preparava os cookies e os levava para ele vender nas portas de escolas, assim que chegava em casa depois do serviço. No mês seguinte à iniciativa, ela percebeu que o negócio tinha potencial e que se os cookies fossem vendidos assados na hora, a cada 20 minutos, poderia expandir. Foi quando resolveu procurar um local com bastante fluxo de gente e que permitisse a ela pagar o primeiro aluguel depois de 30 dias. "Eu estava sem grana alguma, nem mesmo tinha caixa ou linha de crédito. Comecei apenas com a vontade de dar certo... - 
e com um amigo que queria muito trabalhar. Também era muito difícil encontrar um ponto de venda que não me cobrasse o primeiro aluguel adiantado. Arranjei então um espaço para o negócio dentro de um grande supermercado", relembra. Na sequência, Natalie diz que criou o nome da marca, que foi uma sugestão de família, uma logo em um site que disponibiliza modelos pré-prontos e procurou um marceneiro para fazer um balcão, que ela parcelou em cheque, sem nenhuma entrada. Também comprou um freezer usado que envelopou de adesivo preto e um forninho residencial com capacidade para assar apenas oito cookies por vez. Apesar do improviso, já no primeiro mês, o faturamento do negócio foi sufi... -o faturamento do negócio foi suficiente para pagar o aluguel, as parcelas do balcão e um salário para o amigo. O sucesso e a demanda exigiram que a marca crescesse junto com as vendas e encomendas. Testar e se diferenciar para crescer Embora o começo da My Cookies tenha sido promissor, a empresa também teve de enfrentar desafios. Natalie relembra, por exemplo, que foi preciso criar em sua cidade a cultura de consumo de cookies, que são muito populares nos Estados Unidos e em outros países do Hemisfério Norte. No cardápio, ela então incluiu, além de sabores tradicionais, à base de chocolate, ingredientes conhecidos dos brasileiros, a exemplo de doce de leite, brigadeiro. - 
leite em pó e prestígio, para citar alguns. Também desenvolveu opções de sanduíches de cookies com recheios variados e disponibilizou bebidas diversas como acompanhamentos. Além de querer oferecer produtos gostosos e com preço acessível, Natalie também se preocupou em agregar valor ao negócio. Segundo ela, se o empreendedor decide trabalhar preço, qualidade e identidade visual isoladamente, dificilmente seu produto agradará. O desenvolvimento conjunto das etapas, somado ao esforço de várias iniciativas de marketing, permitiu a ela não só conquistar clientes pelo paladar, como pela atenção e pelo carinho. "Hoje, entregamos, além de cookies, embalagens com recadinhos escritos à mão... - 
E isso virou uma febre. As pessoas postam nossas mensagens, como: sorte do dia, My Cookies guru. É lindo de ver. Personalizamos o atendimento e chamamos nossos clientes pelo nome", afirma, acrescentando que para empreender é necessário estar aberto para testar o tempo todo. Não só expandir, como querer ajudar São produzidos, por mês, mais de 300 mil cookies Imagem: Divulgação Se em 2016 a My Cookies começou com um forninho caseiro, hoje sua produção chega a 300 mil biscoitos ao mês. Natalie largou o emprego que tinha e atualmente se mantém focada em expandir seu ganha-pão, que engloba nove lojas próprias, uma fábrica, onde são produzidos os cookies, e uma franqueadora, que inicio... - 
que iniciou como projeto em 2018 e conta atualmente com 20 franquias, em seis estados. Até o fim de 2019, a rede pretende inaugurar mais 15 unidades. "Toco o negócio sozinha, mas lógico que tenho pessoas excepcionais ao meu lado, como meu marido, que hoje me ajuda bastante, e um time que veste a camisa e ama o que faz. Com muito orgulho, gero emprego para mais de 80 famílias, com 80% de mulheres, e tenho expectativa de faturar R$ 10 milhões ou até mais ainda este ano", revela Natalie.... - 
http://snip.ly/k9yrh2



Fonte: UOL