quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Ibovespa sobe e supera 105 mil pontos em meio a novas denúncias contra Trump

Ibovespa sobe e supera 105 mil pontos em meio a novas denúncias contra Trump



Ações1 hora atrás (26.09.2019 15:04)


 O Índice Bovespa está em alta hoje, de 0,59%, aos 105.081 pontos, apesar da queda dos índices em Nova York. O índice sobe com as ações dos bancos em alta, com Itaú Unibanco (SA:ITUB4) PN ganhando 1,73% e Bradesco (SA:BBDC4) PN, 1,35%. Petrobras PN (SA:PETR4) também sobe, 0,44%, compensando a queda de 0,19% de Vale ON (SA:VALE3). O acordo feito ontem entre equipe econômica e os presidentes da Câmara e do Senado para aprovar pautas de interesse do governo ajudaram a animar os investidores locais.
A expectativa de avanço nas negociações entre Estados Unidos e China ajuda os mercados emergentes e europeus. Já as bolsas americanas sofrem com novas denúncias contra o presidente Donald Trump, que podem dar força ao processo de impeachment aberto pelos deputados. Hoje, denúncias feitas por um delator reforçaram a acusação de que Trump teria usado a liberação de recursos para pressionar o presidente da Ucrânia a investigar os negócios do filho do possível candidato democrata, Joe Biden. O Índice Dow Jones cai 0,34%, enquanto Standard & Poor’s recua 0,44% e o Nasdaq, 0,74%.
O dólar comercial segue estável, vendido a R$ 4,155. Já os juros futuros estão em queda na B3, com os contratos para 2021 projetando Selic de 4, 98% ao ano, 0,03 ponto percentual menos que ontem.
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Fonte: Arena do Pavini

Diamante tem fragmentos de um misterioso mineral do manto da Terra

Diamante tem fragmentos de um misterioso mineral do manto da Terra



O mineral tem altas concentrações de nióbio, potássio e os elementos de terras raras, lantânio e cério
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Diamante com goldschmidtite. (Credit: Bjoern Wylezich/Shutterstock)
Um mineral nunca antes encontrado apareceu alojado em um diamante retirado de uma região vulcânica na África do Sul, podendo revelar as reações químicas incomuns que desenrolam no manto da Terra.
O mineral foi desenterrado por cientistas no chamado tubo de Koffiefontein. Uma rocha escura com vários diamantes brilhantes com pequenos pedaços de outros minerais localizados a centenas de quilômetros abaixo da superfície da Terra.
Dentro de uma dessas pedras brilhantes, os cientistas descobriram um mineral verde escuro e opaco que eles estimavam ter sido forjado a cerca de 170 quilômetros de profundidade.
Eles nomearam o novo mineral “goldschmidtite” em homenagem ao aclamado geoquímico Victor Moritz Goldschmidt, de acordo com o estudo, publicado em 1º de setembro na revista American Mineralogist.
Todo o manto tem cerca de 2.802 milhas (2.900 km) de espessura, de acordo com a National Geographic, o que dificulta as regiões mais baixas da camada para os cientistas estudarem. A intensa pressão e calor no manto superior transformam humildes depósitos de carbono em diamantes brilhantes; as rochas prendem outros minerais do manto em suas estruturas e podem ser empurradas para a superfície do planeta por erupções vulcânicas subterrâneas.
Ao analisar inclusões minerais nos diamantes, os cientistas podem dar uma olhada nos processos químicos que ocorrem muito abaixo da crosta, segundo reportagem da Fox News.
Os autores do estudo observaram que, para um mineral do manto, o goldschmidtite possui uma composição química peculiar. “Goldschmidtite tem altas concentrações de nióbio, potássio e os elementos de terras raras, lantânio e cério, enquanto o restante do manto é dominado por outros elementos, como magnésio e ferro”, disse a co-autora da pesquisa Nicole Meyer, estudante de doutorado da Universidade de Alberta, no Canadá, disse em comunicado.
O potássio e o nióbio compõem a maior parte do mineral, o que significa que os elementos relativamente raros foram reunidos e concentrados para formar a substância incomum, apesar de outros elementos próximos serem mais abundantes, disse ela.
“Goldschmidtite é altamente incomum para uma inclusão capturada por diamantes e nos fornece um instantâneo de processos fluidos que afetam as raízes profundas dos continentes durante a formação de diamantes”, disse o geoquímico do manto Graham Pearson, co-supervisor de Meyer, em comunicado.
O mineral ímpar agora está no Museu Real de Ontário, em Toronto, disse Meyer à Live Science.


Fonte: Live Science.


Dividendos e injeção de R$ 870 milhões: Credit Suisse avalia BR Distribuidora

Dividendos e injeção de R$ 870 milhões: Credit Suisse avalia BR Distribuidora

Valter Outeiro da Silveira - 26/09/2019 - 14:13
Petrobras Br Distribuidora
Analistas calculam injeção de R$ 870 milhões no caixa da companhia (Imagem: Reuters/Sergio Moraes)
Diante do fechamento do acordo entre BR Distribuidora (BRDT3) e a Amazonas Energia, com o acerto de recebíveis totais de R$ 1,45 bilhão, o Credit Suisse calculou a quantia a ser contabilizada no caixa da companhia.
De acordo com as estimativas de Regis Cardoso e Victor Schmidt, a BR Distribuidora deverá ter R$ 870 milhões injetados em seu caixa. “Esse montante foi provisionado no balanço da empresa, então esta resolução também impactará positivamente os ganhos do terceiro trimestre”, opinam.
“Na nossa avaliação, a injeção adicional de caixa provavelmente se traduzirá no pagamento de maiores dividendos neste ano”, afirma o Credit Suisse.
A recomendação para as ações é de outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 32,00 – upside (potencial de valorização) de 18,4% em relação ao último fechamento.

Pendências

Inicialmente, a dívida seria paga em 20 parcelas. “Desta forma, o pagamento dos recebíveis em somente uma parcela, não somente mitiga o risco de não recebimento como também antecipa o fluxo de caixa”, explicam os analistas.
Por último, o banco destaca que a BR Distribuidora ainda possui pendências de recebíveis com a Eletrobras (ELET3, ELET6). A quantia incluída no balanço do segundo trimestre foi de R$ 870 milhões.

Fonte: MONEY  TIMES

Ação da Metalúrgica Gerdau tem potencial de 64%, avalia Credit Suisse

Ação da Metalúrgica Gerdau tem potencial de 64%, avalia Credit Suisse



Gustavo Kahil - 25/09/2019 - 23:48

A empresa é a holding que controla a Gerdau com 37% do total e 97% das ações ordinárias

As ações da Metalúrgica Gerdau (GOAU4) têm um potencial de 64% e são uma maneira mais barata de investir na Gerdau (GGBR4) e que pode também trazer ganhos de uma reestruturação societária do grupo, indica o Credit Suisse em um relatório de início de cobertura da siderúrgica publicado nesta quinta-feira (25).
A empresa é a holding que controla a Gerdau com 37% do total e 97% das ações ordinárias. O preço-alvo atribuído foi de R$ 10,30. O potencial de valorização chega a 64%.
Os analistas Caio Ribeiro e Rafael Cunha estimam que a holding negocia hoje a um desconto de 19,1%, acima da média histórica de 18% e do visto como justo, de 15%.

Reestruturação

Apesar de entender que uma reestruturação corporativa é improvável no curto prazo, o Credit Suisse simulou três cenários que poderiam ser adotados para simplificar a estrutura do grupo.
1 – Eliminação do modelo de duas ações da Gerdau
2 – Eliminação do modelo de duas ações da Metalúrgica Gerdau
3 – Deslistagem da Metalúrgica em conjunto com a ida da Gerdau ao Novo Mercado.
“Nos três cenários, os acionistas controladores perderiam o controle sem receber um prêmio substancial ou estabelecer uma relação de troca de ações que seria severamente prejudicial para os minoritários. Isso torna menos provável uma transação desse tipo”, apontam os analistas.

Fonte: MONEY  TIMES