quarta-feira, 6 de novembro de 2019

GEMAS MILIONÁRIAS

GEMAS MILIONÁRIAS







  

    Há gemas que são vendidas por preços astronômicos, seja em leilões, seja em transações privadas.    
       Em  04.04.2017, por exemplo, o diamante rosa Pink Star, de 59,60 ct (11,92 gramas),  foi vendido em Hong Kong por US$ 71,2 milhões, o maior preço pago por uma pedra preciosa em toda a história dos leilões, pelo menos até àquela data.

Um rubi de Myanmar, chamado Rubi do Amanhecer, de 25,59 ct (5,06 gramas), foi leiloado pela Sotheby's em 12.05.2015, pela quantia de US$ 30,3 milhões, o maior valor pago por uma loja Cartier até então.  

A esmeralda abaixo, de 18 ct, foi vendida por seis milhões de dólares na Christie's.



Esse diamante em forma de coração, de 92 ct, cor D (a melhor possível) e sem qualquer impureza, chamado La Légende, foi vendido em Genebra por US$ 14,99 milhões, um “recorde mundial”, segundo a Christie’s.




O maior diamante incolor encontrado em Angola (em fevereiro de 2016), com 404 quilates e 7 cm, foi vendido por 16 milhões de dólares.
Os diamantes abaixo, conhecidos como Apollo e Artemis (irmãos gêmeos na mitologia grega), foram vendidos por um total de US$ 57 milhões, também pela Sotheby's. Adquiriu-os um comprador anônimo, que mudou seus nomes para Lembrança das Folhas do Outono" (o azul) e Sonho de Folhas de Outono.




Exemplos como esses a agente vê várias vezes por ano na mídia, com relativo destaque. 

Diante dessas aquisições, que muitos não hesitariam em tachar de absurdas, é válido perguntar: está certo pagar tanto dinheiro por uma gema?

Antes de responder, precisamos lembrar que essas compras milionárias ocorrem também com outros objetos, não apenas com joias e gemas. Há quadros de pintores famosos que atingem cifras astronômicas nos leilões. Em maio 2019, por exemplo, um Monet foi arrematado por quase 500 milhões de reais. O vestido usado por Marylin Monroe na festa em que cantou Parabéns a Você a John Kennedy foi a leilão com lance inicial equivalente a R$ 9,6 milhões. E vejam só: o saco com fecho éclair usado por Neil Armstrong para carregar as primeiras amostras de rocha trazidas da Lua foi a leilão avaliado em 4 milhões de euros.

              Mas, voltando à questão anterior: vale a pena pagar tanto por um objeto, seja ele uma gema raríssima por sua qualidade e tamanho?  O que leva uma pessoa a gastar tanto dinheiro numa transação dessas?

              É óbvio que quem faz isso tem muuuuuito dinheiro, bem mais do que eu, por exemplo. É óbvio também que pessoas assim já possuem tudo ou praticamente tudo que o dinheiro pode comprar.  Então, é lícito supor que elas, como se diz popularmente, não sabem mais o que fazer com o dinheiro.

Pode, porém, se tratar de uma pessoa que compra não apenas por ter dinheiro demais, mas sim por ter gosto refinado, sabendo avaliar a importância de uma tela famosa ou de uma joia  sem igual.  Não é, portanto, pura ostentação. Mas, mesmo neste caso, será válido pagar tanto?

      Isso tudo nos traz facilmente à lembrança outra questão: com tanta gente morrendo de fome no mundo,  não é antiético é imoral fazer isso?  Muitos responderão que ninguém sozinho poderá acabar com a fome no mundo.  Mas, convenhamos que com alguns milhões de dólares dá para ajudar um bocado de gente.

Outra questão a ser levantada: o que uma pessoa que compra uma raridade dessas faz com a preciosa aquisição?  Se for uma joia, talvez se arisque a usá-la em uma festa ou cerimônia importante,  onde se sinta segura. Em casa, não acredito que faça isso.

Sendo de outra natureza o objeto, como o saco de amostras de rochas de  Armstrong, provavelmente o rico e feliz proprietário se limite a olhar  e admirar (com frequência?) sua preciosa raridade, mostrando-a a alguns poucos e privilegiados amigos.

Quanto a mim, posso dizer que, se tivesse milhões de dólares sobrando, compraria, sim, peças raras e muito caras, sobretudo minerais no estado bruto. Mas, não para meu deleite pessoal, não para minha coleção particular, e sim para um grande, rico e belo museu acessível a todas as pessoas.

 Fotos obtidas na internet, sem registro de créditos.

Fonte: PercIo M. Branco

Ação da Engie Brasil está com tudo, avaliam analistas

Ação da Engie Brasil está com tudo, avaliam analistas




Gustavo Kahil - 06/11/2019 
Engie
O lucro líquido saltou 56% na comparação anual, para R$ 742,7 milhões (Imagem: Instagram da Engie Brasil)
As ações da Engie Brasil (EGIE3) devem reagir positivamente ao anúncio do resultado acima do esperado no terceiro trimestre de 2019 e da sólida distribuição de dividendos, apontam os analistas Kaique Vasconcellos e Daniel Travitzky do banco Safra.
O lucro líquido saltou 56% na comparação anual, para R$ 742,7 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ficou em R$ 1,58 bilhão, avanço de 55,1%.
A empresa revelou ainda o pagamento de dividendos no valor de R$ 1,52 por ação, o que implica em um dividend yield (percentual na comparação com o preço da ação) de 3,3%.
“Vemos as ações como uma boa opção de beta baixo, oferecendo uma TIR (Taxa Interna de Retorno) de 6,5%, contra títulos do tesouro em 2,6% e rendimentos de dividendos de 7,1% para 2019-2021, considerando um pagamento médio (payout) de 95%”, explicam.
O Safra lembra que a Engie é vista como uma operadora sólida do setor de energia elétrica e que entrou recentemente no mercado de gás natural através da aquisição da TAG, “que coloca a empresa em um bom local para o crescimento a longo prazo”.

Fonte: MONEY  TIMES


MINA DE OPALA NOBRE EM PEDROII- PIAUÍ

OPALA NOBRE NA ROCHA MATRIZ
A palavra opala vem do sânscrito upala, do grego opallos e do latimopalus, significando “Pedra preciosa”. 
OPALA NOBRE LAPIDADA

As opalas preciosas apresentam uma enorme variedade de cores, desde o azulado e esverdeado leitoso ao amarelo mel brilhoso. Tem a Menilite que é morrom ou cinza e a hialite, uma rara opala incolor conhecida também como Vidro Müler.

Essas pedras preciosas são encontradas numa cidade piauiense por nome Pedro II, aproximadamente 200 Km da capital Teresina.

A cidade está localizada na serra dos matões e é privilegiada com um clima ameno. Sua temperatura durante o dia varia entre 28º e 30º e a noite de 16º a 20º.

A cidade tem como principal produto de sua economia a extração de pedras semipreciosas, com destaque para as minas de opalas, que são as mais belas e puras encontradas em todo o solo brasileiro. Também se destaca um rico artesanato à base de fio de algodão que dá origem a belas tapeçarias e redes.

A opala de Pedro II (Piauí) é a única de qualidade nobre no Brasil e suas reservas, juntamente com as reservas australianas, formam as únicas jazidas de opala de importância no planeta.


Fonte: CPRM

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Análise - IBOV, WINZ19, WDOZ19, PETR4, VALE3, JBSS3, BRAP4 e ITUB4 | 5.1...

Dona da Vivo vê “coisas alinhadas” para comprar ativos da Oi

Dona da Vivo vê “coisas alinhadas” para comprar ativos da Oi







Reuters - 05/11/2019 - 

Oi Empresas Telefonia
“Coisas podem estar alinhadas para que Telefónica faça uma oferta por ativos do grupo brasileiro”, diz executivo da espanhola Telefónica (Imagem: LinkedIn da Oi)

Telefónica, que opera sob a marca Vivo (VIVT4), avalia que um potencial acordo envolvendo ativos da Oi (OIBR3;OIBR4) no Brasil poderia criar significativo valor a partir de sinergias, afirmou nesta terça-feira o vice-presidente de operações do grupo espanhol, Angel Villa.
Durante teleconferência após resultados de terceiro trimestre, o executivo afirmou que desta vez “as coisas podem estar alinhadas” para que Telefónica faça uma oferta por ativos do grupo brasileiro em recuperação judicial desde meados de 2016.
Porém, ele afirmou que nenhum dos três grandes grupos de telecomunicações que operam no Brasil — Telefónica, América Móvil, dona da Claro, e Telecom Italia, controladora da Tim (TIMP3) — poderia sozinho fazer uma oferta pelos ativos da operadora brasileira.
Há anos o mercado especula que os três grupos poderiam dividir entre si as operações da Oi no Brasil.
A Telefónica, que no Brasil opera sob a marca Vivo, divulgou mais cedo queda de 32 por cento no lucro do terceiro trimestre, pressionada por impactos não recorrentes de plano de demissão de funcionários na Espanha, apesar de ter divulgado sólidos resultados no Brasil e na Inglaterra.

Vivo
Espanhola Telefónica, que opera com a marca Vivo no país, divulgou resultados mais sólidos no Brasil e na Inglaterra (Imagem: Gustavo Kahil/Money Times)

O lucro operacional da Telefónica antes de depreciação e amortização caiu para 2,748 bilhões de euros ante expectativa média de analistas de 2,851 bilhões.
Mas a empresa reiterou previsões para o ano, afirmando que espera resultado sólido no quarto trimestre que ajudará a companhia a cumprir meta de crescimento de 2 por cento no lucro e na receita.

Fonte: MONEY  TIMES