sábado, 9 de novembro de 2019

DIAMANTES, CADA UM MAIS ENCANTADOR QUE O OUTRO

TITÂNIO

O titânio é um metal de transição que está localizado na família que leva seu nome. De símbolo Ti, seu nome deriva da mitologia grega, mais precisamente dos Titãs filhos de Urano e Gaia. Foi descoberto em 1791 por William Justin Gregor a partir do mineral Ilmenita (FeTiO3) ou do Rutilo (TiO2) e é muito utilizado até hoje em diversas áreas.
Ilmenita, mineral que possui titânio em sua composição. Foto: Bramthestocker / Shutterstock.com
Ilmenita, mineral que possui titânio em sua composição. Foto: Bramthestocker / Shutterstock.com
Seu número atômico é 22, seu número de massa é 47,87 e sua distribuição eletrônica encontra-se abaixo:
[Ar] 3d² 4s²
Abaixo estão apresentadas algumas características deste elemento:
  • É um metal extremamente leve e também por isso é utilizado em próteses e implantes;
  • Possui alta resistência mecânica (é forte);
  • É bastante resistente a corrosão devido a uma película de óxido que se forma ao seu redor;
  • Possui coloração branca metálica;
  • Possui baixa condutividade térmica e alta condutividade elétrica;
  • É dúctil;
  • Seu ponto de fusão é relativamente alto fazendo com que possa ser utilizado em materiais refratários;
  • É sólido na temperatura ambiente.
Peças feitas de titânio. Foto: Christian Lagerek / Shutterstock.com
Peças feitas de titânio. Foto: Christian Lagerek / Shutterstock.com
Este é o nono elemento mais abundante na crosta terrestre e suas aplicações são várias, sendo algumas delas: na fabricação de peças para motores, na fabricação de foguetes e produtos aeroespaciais em geral, na produção de catalisadores para reações de polimerização (compostos organometálicos), na produção de ligas com outros metais, na fabricação de contêineres para lixo nuclear, na produção de tintas e papeis (dióxido de titânio), no revestimento de eletrodos e em aparelhos náuticos.
Há seis tipos de processos para desenvolver o titânio metálico e são eles: Kroll, Hunter, redução eletrolítica, redução com plasma, redução gasosa e redução metalotérmica. Dentre todos estes o Kroll é o mais utilizado e é feito com um minério contendo titânio adicionado ao coque de petróleo e a composto clorado em altas temperaturas até obter o produto, tetracloreto de titânio (TiCl4). Na natureza são encontrados 5 isótopos estáveis: o Ti-46, o Ti-47, o Ti-48, o Ti-49 e o Ti-50, sendo o Ti-48 o que se apresenta com mais frequência.


Fonte: CPRM

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JADE

 JADE




Jade é um termo genérico utilizado para designar duas espécies minerais, a jadeíta e a nefrita. Geralmente, estes minerais ocorrem na forma opaca, embora eventualmente haja exemplares translúcidos.
Empregado pelos chineses há milhares de anos, o jade tem importância cultural, reputação e apreciação quase inescrutáveis no Oriente. Todo o material utilizado pelos chineses na forma de entalhes até o século XIII trata-se de nefrita, sendo que a jadeíta, oriunda da antiga Birmânia, passou a ter aplicação apenas mais tarde, principalmente a partir do século XVIII.
Na América Central, a jadeíta já era utilizada pela Civilização pré-colombiana Maia e pelos povos Olmecas que habitavam a planície costeira do Golfo do México, uma vez que uma de suas principais fontes, histórica e atual, é a Guatemala.


Embora a cor verde seja a mais característica e valorizada na jadeíta, esta ocorre numa ampla gama de matizes, entre eles branco, lavanda, preto, alaranjado e castanho, geralmente mosqueados. Possui brilho reluzente a oleoso.
A nefrita apresenta uma estrutura fibrosa e possui quase sempre a cor verde-espinafre, embora possa ocorrer também nos matizes branco, preto e amarelado.
A jadeíta de melhor qualidade é comercialmente denominada “imperial”; vai de translúcida a semi-transparente, e possui uma cor verde esmeralda vívida e brilhante. Este material é considerado o padrão de excelência a partir do qual são classificados todos os demais jades, incluindo a nefrita.



Fonte: CPRM

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    Fonte: Seleções