quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Museu do Diamante - Amsterdam - Diamond Museum

Maior diamante já vendido vai a leilão na China


Minas Gerais. Terra das pedras preciosas

QUANTO VALE A COROA QUE A RAINHA ELIZABETH USOU EM SUA COROAÇÃO?

Imagine uma peça com quase 2,3 quilos e coberta com mais de 400 pedras preciosas e semipreciosas, como rubis, safiras, topázios, turmalinas, ametistas, granadas, zircônias e águas-marinhas, montadas em uma estrutura de ouro maciço, prata e platina. Agora, imagine que essa mesma peça vem sendo usada desde o século 17 para coroar reis e rainhas da Inglaterra, incluindo Elizabeth II, a atual monarca. Você conseguiria colocar um preço nessa relíquia? Veja uma imagem dela:
(Fonte: Royal Collection Trust / Reprodução)

Joia das joias

Conhecido como Coroa de Santo Eduardo, o belíssimo artefato foi originalmente criado por Sir Robert Viner em 1661, para a coroação de Carlos II, em substituição a uma coroa medieval do século 11 que foi derretida por parlamentares em 1649. Hoje a peça é considerada como a mais importante das Joias da Coroa Britânica – que é o nome dado ao conjunto formado pelos cetros, espadas, anéis, orbes, vestimentas e outros objetos usados durante as cerimônias de coroação –, o que é curioso, uma vez que ela foi usada para coroar apenas 4 monarcas e, até o comecinho do século 20, as pedras preciosas e semipreciosas eram todas emprestadas.
(Fonte: Royal Collection Trust / Reprodução)
Pois é, caro leitor! Durante 3 séculos, toda vez que a coroa era posta em uso, as joias eram cedidas para as cerimônias e devolvidas depois – isso até a monarquia britânica resolver que era hora de adquirir a sua própria coleção de pedras, por ocasião da coroação do avô de Elizabeth II, George V. Mas, voltando ao assunto de quanto a Coroa de Santo Eduardo custa, apesar de ela ter valor inestimável, por conta de sua história e significado, a relíquia foi avaliada recentemente!

Desconstrução

Na realidade, de acordo com Ellen Gutoskey, do site Mental Floss, para pôr o preço correto na Coroa de Santo Eduardo, seria necessário que um joalheiro especializado removesse cada uma das pedras incrustradas nela e a desmontasse completamente. Entretanto, o pessoal do SavingSpot resolveu se lançar na complexa tarefa de avaliar a coroa e, além de descontruir o artefato (virtualmente, claro!), realizou extensivas pesquisas – consultando livros, guias internacionais de pedras preciosas, registros históricos e até o catálogo do fornecedor de tecidos da Rainha, visto que o objeto também contém veludo e arminho.
(Fonte: Royal Collection Trust / Reprodução)
Você pode ver a “desconstrução” e o detalhamento dos valores de cada item na imagem a seguir, mas, segundo estimou a equipe, as safiras presentes na Coroa de Santo Eduardo são os elementos mais valiosos, batendo mais de US$ 2,1 milhões (perto de R$ 8,6 milhões), seguidos pelas turmalinas e pelo ouro, avaliados em US$ 345 mil e US$ 87 mil – ou quase R$ 1,4 milhão e mais de R$ 347 mil –, respectivamente.
(Fonte: SavingSpot / Reprodução)
Os componentes mais “baratos” do conjunto são o veludo, custando US$ 3 (mais ou menos R$ 12), e o arminho, estimado em US$ 34 (perto de R$ 136), e o artefato completo foi avaliado por US$ 4.519.709 – equivalentes a pouco mais de R$ 18 milhões –, o que não é nada perto do valor da coleção completa das Joias da Coroa, que, segundo dizem, vale mais de US$ 3.5 bilhões ou perto de R$ 14 bilhões. Apenas.
(Fonte: Royal Collection Trust / Reprodução)
Também dizem que todos os itens se encontram na Torre de Londres, onde podem ser visitados sob um forte esquema de segurança, mas os rumores é de que, apesar de serem valiosíssimas, as peças não passam de elaboradas réplicas.

Fonte: MEGACURIOSO

Quer comprar XP? Veja por que investir também no mercado internacional

Quer comprar XP? Veja por que investir também no mercado internacional



Ações17 horas atrás (19.11.2019 20:34)

© Reuters.  © Reuters.
Investing.com - O investimento em ações vem atraindo cada vez mais brasileiros de olho em uma rentabilidade maior após a queda dos juros e da inflação no país. O número de investidores, que estava estabilizado há anos, passou a subir com a redução dos ganhos na renda fixa. Somente nos últimos 12 meses, a quantidade de CPFs cadastrados dobrou para o recorde de 1,5 milhão.
Se os ativos no Brasil atraem mais investidores, o IPO da XP realizado somente em Nova York atrai a atenção para a possibilidade de investir também fora do país.
Investir em países com uma moeda forte é uma alternativa interessante para valorizar e proteger aplicações, diversificar a carteira de investimentos e poder ter acesso a grandes empresas globais cujos produtos fazem parte do cotidiano de muitos brasileiros, como Google (NASDAQ:GOOGL), Amazon (NASDAQ:AMZN), Netflix (NASDAQ:NFLX), Coca-Cola, Disney, Apple (NASDAQ:AAPL), entre outras.
Veja abaixo alguns benefícios de se posicionar no exterior, segundo analistas na área.
Diversificar para proteger
Um dos motivos mais citados quando se questiona a importância de investir no mercado internacional é a diversificação da carteira. Para especialistas, a opção por diversificar a partir de aplicações em um mercado mais seguro é fundamental para quem quer se proteger das oscilações do câmbio, especialmente pelo histórico do Brasil de altos e baixos econômicos e políticos.
“Quando você constrói uma carteira de investimentos no Brasil, somente com ativos nacionais, caso o país tenha algum um problema, comece a sofrer por algum movimento interno, político ou eventualmente algum fator local de risco, sua carteira inteira sofre, pois todos os seus ativos estão associados ao risco Brasil”, diz Francisco Levy, da Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar).
Portanto, compor uma carteira de investimentos incluindo ativos externos de países mais seguros economicamente teria como vantagem a possibilidade de fugir do risco Brasil.
O estrategista-chefe da Avenue Securities, William Castro Alves, também comenta sobre a importância de mitigar riscos. “A diversificação é fundamental para a construção de um portfólio. Por mais que o Brasil tenha muito potencial, o fato é que a nossa história econômica e política nos faz ser sim um local de investimento de risco”, diz Alves.
O estrategista da Avenue considera como inseguros países com sucessivas crises econômicas e políticas, além de crescimento econômico incerto. “O dólar, querendo ou não, é uma moeda global forte, que todos reconhecem. Infelizmente, o real ainda não funciona como reserva de valor”, diz Alves.
Consumo dolarizado
Um outro ponto bastante citado é o fato do consumo dos brasileiros ter se tornado bastante dolarizado. Alves comenta que, a partir dos anos de 1990, com as políticas de abertura econômica realizadas pelos governos Fernando Collor (1990-1992) e Fernando Henrique Cardoso (1993-2003), o brasileiro começou a ter muito acesso a produtos estrangeiros.
Mesmo que a abertura comercial do Brasil ainda não seja tão ampla, grandes marcas listadas nas bolsas dos EUA, como por exemplo, Netflix, Google, Amazon, Coca-Cola, Disney, Apple, Microsoft, entre outras, fazem parte do cotidiano de muitos brasileiros.
“Sendo assim, a nossa cesta de consumo sofre uma influência muito maior do dólar do que podemos pensar em um primeiro momento. Por isso, é importante que a gente equacione isso tendo também ativos dolarizados, porque passivos em dólar nós já temos”, diz Alves.
O sócio-fundador e assessor de investimentos da London Capital, Jonathan Camargo, também chama a atenção para este ponto. “Quando penso em vantagens de investir no exterior, só consigo pensar em quantas empresas listadas no Brasil são de uso diário nosso. Na grande maioria das vezes quase nenhuma”, afirma Camargo.
“Olhando para a minha mesa enquanto trabalho consigo ver um computador com processador Intel, Notebook e monitor da Dell com software da Microsoft, um celular Samsung, ou seja, estamos rodeados de empresas estrangeiras no nosso dia a dia, mas não investimos já que o acesso não é facilitado”, acrescenta.
Já o professor de finanças do Ibmec-SP, Giacomo Diniz, lembra que se proteger em dólar é importante até mesmo para quem quer apenas fazer uma viagem ao exterior. “Quando o real sofre desvalorização, isso automaticamente impacta os meus recursos disponíveis para fazer uma viagem, por exemplo. Neste caso, a minha possibilidade de gastos no exterior fica reduzida”, afirma Diniz.
Além do investimento no exterior permitir acesso a grandes empresas do cotidiano, a gama de ativos listados nas bolsas norte-americanas, por exemplo, é muito mais ampla do que no Brasil. Segundo dados da Planejar, o Brasil representa 3% do Produto Interno Bruto (PIB) global, 2% do mercado de renda fixa e 1% das ações de todo o mundo.
Alves destaca ainda que o desempenho da bolsa norte-americana nos últimos 10 anos foi bastante significativo. Ele calcula que, entre 2009 e 2019, enquanto o Ibovespa registrou uma alta de 70%, a S&P 500, por exemplo, subiu 200%. O estrategista pondera que a B3 vem registrando ganhos expressivos desde 2016, mais altos do que nos EUA. “Porém, de lá para cá houve uma alta do dólar, que foi de cerca R$ 3,00 para R$ 4,20, reduzindo, portanto, o nosso poder de compra”, diz Alves.
Custo de oportunidade
Francisco Levy, da Planejar, lembra que, quando a taxa básica de juros (Selic) estava bem mais elevada (14,25% ao ano entre 2015 e 2016, por exemplo), o custo de oportunidade do mercado brasileiro era mais alto do que hoje. Porém, com a queda da Selic (hoje em 5,00% ao ano) ficou mais fácil fazer o carregamento em dólar.
“Carregar dólares não é tão custoso, o que custava 15% anos atrás, hoje custa 4% se o dólar não se desvalorizar. Se o dólar ficar congelado, o custo de carregamento hoje é muito barato porque os juros aqui no Brasil estão caindo bem e a tendência é ir para algo entre 4% e 4,5%, então o carregamento ficou mais barato e isso se tornou uma vantagem”, diz Levy
“A contrapartida é que o mercado já se ajusta. Parte da desvalorização cambial veio por conta disso. Ficou mais fácil ter dólar, então o dólar subiu, então boa parte disso também já foi para o preço. Portanto, precisa tomar cuidado também”, afirma Levy.
Limitações das BDRs
Apesar das vantagens, ainda existem algumas limitações ao investidor brasileiro que deseja se posicionar no mercado externo.
Quem procura investir nas gigantes globais por meio do Brazilian Depositary Receipt (BDR) negociadas na B3, por exemplo, acaba se frustrando, já que esses certificados são voltados somente para investidores qualificados, ou seja, para aqueles que possuem ao menos R$ 1 milhão em ativos financeiros. Isso acaba limitando muito quem pode ou quem não pode investir lá fora.
Os BDRs são recibos de ações de empresas estrangeiras que são negociados aqui na bolsa brasileira. Por ser somente um certificado, você não estará, de fato, adquirindo uma ação, mas, sim, cotas menores de uma ação que pertence ao BDR. Por conta dessa compra ser fracionada, a rentabilidade também pode ser menor. Além disso, por conta da intermediação, pode ser que o investidor tenha que pagar taxas altas para receber seus dividendos.
“Alguns problemas dos BDRs é a liquidez, que não é muito alta. Apesar de ter os market makers que tentam deixar esse mercado mais líquido, ele é um pouco menos líquido que uma ação tradicional”, reforça Levy, da Planejar.
Listagem mais atrativa
A decisão da XP em abrir seu capital somente em Nova York é um grande sinal da tendência de empresas de tecnologia a deixarem a B3 de lado e buscarem capital gringo acostumado a aportar recursos no setor.
Além da corretora brasileira, abriram capital somente em Wall Street as donas da maquininhas de cartão PagSeguro (NYSE:PAGS) e Stone e as educacionais Afya e Arco.
Para o brasileiro interessado em investir nessas empresas nacionais, as portas estão fechadas na B3.


Fonte: Investing.com