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Diamante de 49 quilates está entre peças roubadas de museu alemão
Além da pedra preciosa, ladrões também roubaram uma espada em ouro e prata, que tinha nove diamantes grandes e 770 menores
Por AFP
Diamante: pedra preciosa foi roubada de museu alemão (Jeffrey Hamilton/Getty Images)
Um diamante de 49 quilates faz parte do lote de peças de grande valor histórico que foram roubadas de um museu da cidade alemã de Dresden (leste), anunciou nesta quarta-feira a direção da entidade.
Os ladrões, que não foram capturados, roubaram uma dúzia de objetos adornados com “centenas” de diamantes, disse uma porta-voz do museu Grünes Gewölbe à AFP.
Entre as peças está uma espada em ouro e prata, que tinha nove diamantes grandes e 770 diamantes menores, segundo fotos publicadas pela polícia.
O roubo ocorreu na madrugada de segunda-feira e foi cometido por pelo menos dois ladrões.
As joias faziam parte do museu Grünes Gewölbe, localizado em um castelo desta cidade barroca da antiga RDA, que possui uma das coleções mais importantes de tesouros da Europa.
A gente reconhece a malaquita fácil, porque ela é aquela pedra linda que foi usada na base do troféu da Copa do Mundo. Malaquita é um mineral lindo, caracterizado por círculos com variados tons de verde. É parte do grupo dos carbonatos (carbonato de cobre (II)) e bem macio, com 3,5 e 4 na Escala de Mohs. Seu sistema cristalino é monoclínico, e frequentemente forma massas botrioidais, fibrosas ou estalagmíticas.
Malaquita botriodalMalaquita fibrosa
A malaquita geralmente resulta da alteração de minérios de cobre e ocorre frequentemente associada com azurita, goethita e cuprita. À exceção da cor verde, as propriedades da malaquita são muito similares àquelas da azurita, e agregados conjuntos dos dois minerais são encontrados com frequência, embora a malaquita seja mais comum do que a azurita. Foi usado como um pigmento mineral em pinturas verdes da antiguidade até aproximadamente 1800.
A malaquita fica linda lapidada em esfera
O pigmento é moderadamente resistente à luz, muito sensível a ácidos e variável na cor. O tipo natural tem sido substituído por sua forma sintética, verditer entre outros verdes sintéticos. Ela foi principalmente utilizado no Antigo Egito tendo a particular importância nos séc.XV XVI, sendo mesmo referenciado no livro Cennino Cennini “Il libro dell’arte”. Atualmente, grandes quantidades de malaquita têm sido extraídas nos montes Urais.
Segundo a Tupy, o processo trará uma série de benefícios e sinergias para a empresa
A Tupy (TUPY3) celebrou um contrato de compra e venda de ações com a Fiat Chrysler para aquisição de 100% do negócio de fundição de ferro da Teksid pelo valor de € 210 milhões – ou R$ 951,3 milhões –, de acordo com o comunicado divulgado pela companhia ontem (19).
A notícia foi bem recebida pelo mercado. Por volta das 13h34 desta sexta-feira (20), os papéis da companhia subiam 12,59% a R$ 23,88.
O negócio está sujeito a ajustes de preços e à aprovação por autoridades antitruste. A Tupy também concederá descontos e bônus comerciais, típicos da indústria, relacionados ao acordo de fornecimento de longo prazo.
A aquisição inclui operações localizadas no Brasil, México, Polônia, Portugal e China, além de escritórios nos Estados Unidos e na Itália.
Segundo a Tupy, o processo trará uma série de benefícios e sinergias para a empresa, dentre eles o compartilhamento de estruturas de P&D e conhecimento técnico em manufatura avançada; a utilização de competências relacionadas ao processo de usinagem nos produtos da Teksid; a possibilidade de realocação da manufatura entre as plantas combinadas para aproveitar a ciclicidade; a expansão da capacidade instalada; e a obtenção de ganhos de escala, eficiência operacional e redução de custos.
A Mirae Asset classificou como positiva a notícia, e acrescentou: “Com a recuperação da economia, esperamos que as consolidações em diversos setores sejam cada vez maiores em 2020”.
A Tupy negocia na Bolsa a uma relação EV/Ebitda de 5,9 vezes para 2020. A recomendação da corretora para os papéis da companhia é de compra, com preço-justo de R$ 24,50 e potencial de valorização de 15,5%.
O BNDESpar e a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), como titulares de, respectivamente, 28,19% e 25,88% das ações de emissão da Tupy, comprometeram-se em aprovar a transação na Assembleia Geral, a ser convocada pela empresa.
A Brazil Minerals (BMIX) anunciou extensa campanha de perfuração em um dos seus diversos direitos minerais no Vale do rio Jequitinhonha, região Norte de Minas Gerais. A ação rendeu material aluvial de alta probabilidade de diamantes em mais de 57% das perfurações, de acordo com equipe técnica da BMIX.
Marc Fogassa, CEO da Brazil Minerals afirmou : “Nossa identificação de uma zona inicial rica em diamantes dentro de uma área de mineralização de ouro é um resultado muito bom. É relevante notar que esse direito mineral em particular tem 1.310 acres e essa campanha de perfuração cobriu apenas uma pequena parte dessa área”. A BMIX realizou 3 5 perfurações, com espaços entre 30 e 50 metros de distância utilizando uma broca rotativa de percussão Banka de quatro polegadas.
Conforme comunicado da BMIX de 18 de setembro de 2018 todos as perfurações foram positivas para ouro fino. Uma análise mais detalhada dos resultados das perfurações e inspeção das amostras coletadas indicam que também a existência de uma zona rica em diamantes na região. Marcadores de satélite para diamantes, como limonita, rutite e turmalinita, entre outros, foram observados em todas as amostras recuperadas nesta zona rica em diamantes. O Vale do Rio Jequitinhonha, onde esse direito mineral está localizado, é uma fonte bem conhecida de diamantes aluviais de qualidade gema há mais de dois séculos.