sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Ativa troca B3 e BR Malls por Gerdau e Iguatemi na carteira de janeiro

Ativa troca B3 e BR Malls por Gerdau e Iguatemi na carteira de janeiro



Por Márcio Juliboni
03/01/2020 - 15:55
Shopping Iguatemi
Ajuda da Selic: dívida da Iguatemi pesa menos com corte de juros (Imagem: Reuters/Nacho Doce)
Ativa Investimentos promoveu duas trocas na carteira recomendada de ações para janeiro. Os papéis da B3 (B3SA3) e da BR Malls (BRML3) foram substituídos pelos da Gerdau (GGBR4) e Iguatemi (IGTA3). Segundo a gestora, as mudanças se baseiam na “melhora das expectativas da economia nacional.”
Assinado pelo analista Ilan Arbetman, o relatório reforça a crença da Ativa de que a bolsa brasileira será influenciada, sobretudo, pela própria dinâmica do mercado interno e que a guerra comercial entre americanos e chineses continue em “stand-by”.
A exclusão da B3 foi justificada pela “piora da relação risco x retorno decorrente da probabilidade de perda de seu monopólio.” Já o Iguatemi possui uma estrutura de dívida mais favorável para o momento que da BR Malls, segundo a Ativa.
Isto porque, a fatia de dívidas do Iguatemi atrelada à Selic é maior. Como a gestora espera um novo corte da taxa básica de juros para 4% ao ano, a administradora de shopping centers tende a se beneficiar.
A escolha da Gerdau é baseada na estimativa de que o valor da empresa deve subir, devido à melhoria das indústrias de base e do mercado imobiliário.
EmpresaTickerPeso
PetrobrasPETR410%
Itaú UnibancoITUB415%
ValeVALE35%
HeringHGTX310%
JBSJBSS35%
IguatemiIGTA315%
YduqsYDUQ310%
Energias do BrasilENBR310%
Pão de AçúcarPCAR410%
GerdauGGBR410%
Total100%
Fonte: MONEY  TIMES


Dólar vai a R$ 4,05 e tem maior alta em duas semanas com tensão EUA-Irã

Dólar vai a R$ 4,05 e tem maior alta em duas semanas com tensão EUA-Irã



Por Reuters
03/01/2020 - 17:37
Dólar 2
Tempo quente: conflito entre EUA e Irã leva à maior alta desde 20 de dezembro (Imagem: Unsplash/@jpvalery)
dólar fechou esta sexta-feira com a maior alta percentual diária em duas semanas, ficando acima de 4,05 reais, conforme as operações locais replicaram o movimento de valorização da moeda no exterior diante de maior aversão a risco depois do aumento das tensões no Oriente Médio.
No mercado interbancário, em que os negócios vão até as 17h, o dólar subiu 0,74%, a 4,0555 reais na venda.
É a maior alta percentual diária desde 20 de dezembro (+0,79%). O dólar fechou no maior patamar desde 26 de dezembro (4,062 reais na venda).
Na semana, a cotação avançou 0,14%, depois de quatro semanas consecutivas de queda, nas quais acumulou desvalorização de 4,50%.
No exterior, o dólar subia firme contra moedas emergentes, enquanto o iene japonês – demandado em tempos de maior incerteza geopolítica e econômica – liderava os ganhos nos mercados globais de câmbio ao subir 0,5% ante o dólar.

Fonte: MONEY  TIMES

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Marmota Limited encontra ouro em vegetação



OURO

Marmota Limited encontra ouro em vegetação

Empresa de mineração de ouro que trabalha no Sul da Austrália a Marmota Limited identificou recentemente novos alvos de ouro em seu prospecto Aurora Tank utilizando amostras biogeoquímicas que consistem em coletar amostras de vegetação, como folhas de árvores e arbustos, e testar o material quanto à presença de ouro ou outros produtos químicos que frequentemente se associam ao ouro, os chamados elementos pathfinder. Com esta técnica, a Marmota encontrou vestígios de ouro nas folhas das árvores e usou essa informação para orientar seu programa de perfuração, mostrando que o ouro pode, de fato, crescer em árvores!
 
O trabalho original da Marmota realizado em Kalgoorlie, na Austrália Ocidental, demonstrou que árvores de eucalipto que cresciam acima das áreas conhecidas de mineralização de ouro continham partículas de ouro detectáveis em suas folhas e galhos. As raízes das árvores atuam como bombas hidráulicas para trazer pequenos traços de metais de corpos subterrâneos profundos. As partículas de metais absorvidas pelas raízes viajam para os tecidos vegetais dos ramos e folhas. Mesmo as folhas que caem ainda contêm quantidades vestigiais do metal.
 
A Marmota decidiu coletar e analisar o material da folha que pode revelar quais áreas da terra contêm regiões mais profundas de mineralização de ouro. Dos testes iniciais em Kalgoorlie, os pesquisadores concluíram o maior levantamento biogeoquímico da Austrália, a criação de um mapa do tesouro dos tempos modernos, a amostragem de centenas de eucaliptos e árvores mulga no Cráton Norte Yilgarn, na Austrália Ocidental. O Cráton de Yilgarn é a maior massa de terra da Austrália Ocidental e é uma das mais antigas paisagens preservadas na Terra. O leste de Yilgarn é famoso por depósitos de ouro e níquel, mas a área do norte permanece amplamente inexplorada para novas descobertas minerais. 
 
Os pesquisadores da Marmota Limited mapearam 130 mil km² de mata australiana no norte de Yilgarn - uma área do tamanho da Grécia - em busca de informações sobre possíveis depósitos de ouro e uma série de outras commodities minerais economicamente valiosas. Foram encontrados resultados positivos para metais específicos e elementos pathfinder que agora podem ser usados para identificar áreas a serem exploradas.
 
Junto com as descobertas recentes, a Marmota reconhece o método de pesquisa biogeoquímica no norte de Yilgarn, uma vez que se sobrepôs a uma área que já havíamos pesquisado usando a amostragem de águas subterrâneas e mostrou resultados correspondentes. A companhia afirma: “Descobrimos que as áreas onde o ouro foi detectado em amostras de águas subterrâneas coincidiram com áreas nas quais detectamos ouro nas amostras de vegetação”. Segundo a Marmota a técnica de amostragem geoquímica está ajudando as empresas de exploração mineral a se dedicarem a novas metas para as próximas grandes descobertas. “Nosso trabalho de pesquisa no Cráton de Yilgarn produziu o maior conjunto de dados de referência da região para uso da indústria na exploração mineral adicional da região”, concluiu a empresa.




Fonte: Brasil Mineral