sábado, 4 de janeiro de 2020

TRABALHO DE LAPIDAÇÃO DE PEDRAS

Confira as sete joias mais caras do mundo.

Garimpeiros encontram 2 pepitas de ouro com 90 e 60 kilos

Garimpeiros encontram 2 pepitas de ouro com 90 e 60 kilos





Encontrar uma pepita grande, de apenas alguns gramas, já torna o sortudo em uma estrela entre os garimpeiros. 
No entanto, um caso em uma mina em Goldfields (Austrália) foi muito além disso. Uma pepita de nada menos que 90 quilos foi encontrada no local deixando a equipe em êxtase. 
A enorme pedra valiosa seria um recorde desde que o resultado de garimpagem passou a ser registrado de forma oficial, de acordo com o jornal "West Australian".
A pepita gigante foi localizada a 500 metros de profundidade. O valor estimado dela é de 10 milhões de reais.

Os garimpeiros parecem ter encontrado o "balde de ouro no fim do  arco-íris", pois outra pepita de 60 kg também foi localizada no local. 
A empresa que opera a mina desconfia que haja mais ouro no terreno, a cerca de 600 quilômetros de Perth, a maior cidade da costa oeste da Austrália.
Henry Dole, um dos membros da equipe de garimpeiros que achou as pepitas gigantescas, disse nunca ter visto nada parecido em 16 anos de profissão.
"Quando estava perfurando, o ouro vinha de todos os buracos. Aí pensei: há algo aqui", comentou ele.
A sensação de encontrar algo do tipo durante o seu trabalho diário, é infinitamente maior do que a de ganhar em uma loteria milionária. 

Os garimpeiros comemoraram a conquista em grande estilo e com certeza se lembrarão deste momento pelo resto de suas vidas, contando a história de geração em geração.
A lição dessa história é que nunca devemos desistir de nossos sonhos. Eles podem estar logo ali, um pouco mais abaixo, mas se você desistir, nunca irá alcançá-lo.
A busca pelo outro é considerado por muitos como um vício alucinante, capaz de deixar as pessoas obcecadas durante uma vida toda. 


Fonte: Seleções

“Bola Gigante” de Ouro Pode Mudar Preço do Bitcoin

Um asteroide gigante de ouro pode mudar de vez a vida do Bitcoin. Não somente da criptomoeda, mas também a economia mundial. É que a pedra com o metal precioso é avaliada em nada mais nada menos que dez mil quadrilhões de dólares.


A quantidade impressionante de valor que o asteroide tem é capaz de mudar a economia mundial para sempre. Alguns apostam até que o ouro sofreria uma enorme desvalorização. Em contrapartida, quem deve ganhar com essa história é o preço do Bitcoin.

Bitcoin e o asteroide gigante de ouro

Um asteroide gigante de ouro pode impactar para sempre o preço do Bitcoin. A pedra é estudada pela NASA que prepara uma missão para identificar se a presença do metal precioso é verdadeira.


O valor do asteroide impressiona qualquer mercado de ativos existente. A título de comparação com o Bitcoin, atualmente a capitalização da criptomoeda é de US$ 133 bilhões, uma quantia bem menor que dez mil quadrilhões.
E não pense que é somente o Bitcoin que teria sua capitalização completamente ultrapassada. Todo o ouro que existe no mercado também não é páreo para este asteroide com 210 quilômetros de diâmetro. Atualmente a capitalização do ouro é por volta de US$ 8 trilhões.
Prepare to be amazed! @NASAPsyche Inspired intern Noah Keime designed this masterpiece w/ @Procreate! Noah says: “Join the Psyche spacecraft on its journey through space. Marvel as you enter the asteroid belt on your way to your final destination: Psyche!” http://psyche.asu.edu/get-involved/psyche-inspired/ 
Ver imagem no Twitter
16 pessoas estão falando sobre isso

Preço da criptomoeda sobe e do metal desce

A NASA enfrentará uma missão espacial para pesquisar o conteúdo do asteroide de ouro. O objeto está entre os planetas Marte e Júpiter, no que é conhecido como um local com alta densidade de asteroides, conforme mostra o Metro.
Os estudos indicam que além de ouro, níquel e ferro devem ser encontrados na “bola gigante” do metal precioso. No entanto, essa descoberta pode colapsar a economia mundial.

Em um cenário de uma oferta inimaginável de ouro, o ativo pode sofrer uma dura queda nos preços. Por mais que essa riqueza continue concentrada nas mãos de poucos, a oferta do metal precioso será modificada arrastando o preço para uma enorme desvalorização.
É aí que o Bitcoin ganha ao ver seu maior “rival” ter sua oferta ampliada no mercado. Basicamente, quanto mais ouro existir menor é seu preço. Por consequência, o ouro mais “comum” e barato é capaz de fortalecer criptomoedas como o Bitcoin.
O Bitcoin faz parte de uma escala de ativos sem chances de sofrer uma ampliação de oferta. Ou seja, investidores do ouro podem encontrar mais segurança na moeda digital que possui uma emissão limitada em 17 milhões de unidades.
A lei de oferta neste caso faria todo sentido para o Bitcoin em tempos de “asteroide de ouro”. Com o metal precioso perdendo mercado, automaticamente o Bitcoin seria beneficiado, já que a moeda digital é o ativo com maior rentabilidade na última década.
A nova missão da NASA acontecerá por volta de 2030. Em dez anos o mercado para o Bitcoin deve sofrer grandes alterações. Enquanto a criptomoeda reduzirá sua emissão (halving), o ouro é capaz de sofrer um efeito contrário, agradando ao preço do Bitcoin.
Qual é o impacto que você acha que o Bitcoin pode sofrer após a descoberta de um enorme asteroide de ouro? 

Guia do Bitcoin

Socopa divulga as 10 ações recomendadas para janeiro; confira a composição

Socopa divulga as 10 ações recomendadas para janeiro; confira a composição



Por Diana Cheng

Em dezembro, a carteira valorizou 7,46% contra o rendimento de 6,85% do Ibovespa
Socopa apresentou nesta quinta-feira (2) a nova composição da carteira recomendada para janeiro, com ativos de peso igualitário de 10%.
O portfólio do mês é formado por IRB Brasil (IRBR3), B3 (B3SA3), CVC Brasil (CVCB3), Vale (VALE3), Metalúrgica Gerdau (GOAU4), EDP (ENBR3), Pão de Açúcar (PCAR4), Bradesco (BBDC4), Petrobras (PETR4) e CPFL Energia (CPFE3).
Em dezembro, a carteira valorizou 7,46% contra o rendimento de 6,85% do Ibovespa. Já no desempenho anual, houve rentabilidade de 48,56% ante os 31,58% do índice.

Fonte: MONEY  TIMES