sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Como são lapidados os diamantes?

Como são lapidados os diamantes?




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O processo – que, além de aperfeiçoar o formato do diamante, serve para poli-lo – é feito de maneira artesanal. A qualidade da lapidação não apenas é fundamental para determinar o valor de uma jóia, como dá brilho e beleza à pedra.
Como o diamante é o material mais duro que se conhece na natureza, lapidá-lo não é moleza – sem contar o alto risco de estragar a caríssima pedra. “Quase sempre os lapidários a quem se confiam pedras maiores têm mais de 50 anos de idade. Isso porque leva muito tempo para aprender todos os macetes do processo”, afirma o lapidário Renato Santos, presidente da Brasil Comércio de Diamantes.
Há duas formas de cortar o diamante bruto: na clivagem, o método mais comum, o diamante é partido com um rápido golpe. Em algumas pedras, porém, essa técnica não funciona. Usa-se, então, a serragem, processo longo e tedioso, feito com uma serra elétrica rotatória ou, mais recentemente, com raios laser.
Depois do corte, vem a etapa do bloqueamento, em que o diamante é raspado em outro até que se aproxime do formato desejado. As facetas (como são chamadas as várias pequenas faces de um diamante) são feitas na etapa seguinte, chamada de abrilhantamento. A pedra é encaixada na ponta de uma vareta chamada dop e pressionada contra um disco giratório forrado de pó de diamante. O processo lembra um pouco o de uma agulha riscando um disco de vinil na vitrola.
Em geral, os brilhantes pequenos são lapidados em um único dia. Já nas pedras grandes (acima de 20 gramas) esse trabalho pode levar até mais de um ano!

Fonte: Portal do Geólogo

As 2 ações que saltaram mais de 100% em 2019 – e que a XP ainda recomenda para 2020

As 2 ações que saltaram mais de 100% em 2019 – e que a XP ainda recomenda para 2020





Por Márcio Juliboni

Salto com vara
Salto olímpico: ações com alta de mais de 100% seguem no radar da XP (Imagem: Steven Pisano/Flickr.com)
Quem não aproveitou a alta de mais de 30% do Ibovespa, no ano passado, sabe que dificilmente encontrará um desempenho parecido neste ano. Na média, os analistas esperam uma valorização de 15%.
Imagine, então, o que dizer de empresas que dispararam mais de 100% no ano passado. Sim, é improvável que isso se repita, mas duas empresas nessa situação ainda agradam a XP Investimentos.
JBS (JBSS3), maior produtora de proteína animal do mundo, saltou nada menos que 122% no ano passado. A empresa foi favorecida, basicamente, por três fatores: a peste suína africana, que, apesar da origem, se espalhou pela China; o aumento das exportações para os EUA; e os “sólidos resultados”, segundo a XP.
jbs
Tudo ajuda: da peste suína à maior demanda dos EUA, JBS surfou tudo (Imagem: REUTERS/Ueslei Marcelino)
Apesar da forte valorização, a gestora manteve a empresa na carteira de dez ações recomendadas para 2020.
“A JBS segue nossa empresa predileta no setor de frigoríficos, graças a seu posicionamento geográfico vantajoso. Em 2020, seus resultados devem seguir impulsionados pela peste suína africana, além de um mercado americano aquecido e do mercado doméstico retomando”, afirma a XP.

Álcool e gás

Cosan (CSAN3) é a outra empresa que disparou na bolsa em 2019, com alta de 112%, mas segue recomendada. No ano passado, a companhia se beneficiou de uma conjuntura favorável tanto na área de gás, onde controla a Comgás, quanto na de combustíveis, em que atua com a Raízen, uma parceria com a Shell.
Cosan
Combustível: Raízen, controlada pela Cosan, melhorou vendas (Imagem: Divulgação/Raízen)
A XP lembra que, recentemente, as ações também são impulsionadas pelas expectativas de que a Cosan compre participações da Petrobras (PETR3; PETR4) em refinarias. Os ventos favoráveis devem continuar pelos próximos meses, segundo a gestora.
“Seguimos acreditando no potencial da Cosan, devido à maior consistência na estratégia comercial em distribuição de combustíveis e o momento positivo para as outras linhas de negócio na empresa (como açúcar e etanol e distribuição de gás)”, afirma a XP.


Leilão de diamante raro bate recorde

Leilão de diamante raro bate recorde



Diamante rosa de 19 quilates, chamado de Legado Rosa, é arrematado por 50 milhões de dólares. Pedra foi descoberta há cerca de um século numa mina na África do Sul.


Legado Rosa
Legado Rosa é uma pedra rara
O diamante rosa, chamado de Legado Rosa, foi leiloado por 50 milhões de dólares, mais de 187 milhões de reais. Segundo a casa de leilões Christie's, o Legado Rosa bateu o recorde no valor arrecado por quilate para uma pedra deste tipo e coloração.

"2,6 milhões de dólares por quilate é um recorde mundial. Essa pedra é para mim o Leonardo da Vinci dos diamantes", destacou o diretor da Christie's na Europa, François Curiel.
Antigamente, o Legado Rosa pertenceu à família Oppenheimer, que durante décadas dirigiu a empresa mineradora de diamantes De Beers. A casa de leilão se recusou a dizer o nome do atual vendedor e afirmou que apenas quatro diamantes rosa com mais de 10 quilates já foram oferecidos em leilões.
O Legado Rosa foi comprado pela marca de luxo americana Harry Wilson. A pedra de corte retangular foi classificada com cor extraordinária, a mais alta na escala de intensidade de coloração. Ela está ainda entre as gemas mais quimicamente puras.
Segundo a Christie's, o diamante foi descoberto há cerca de um século numa mina na África do Sul e, provavelmente, foi lapidado na década de 1920. O corte retangular é raro em diamantes coloridos.


Fonte: CN/afp/rtr/ap

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Com altas acima de 100%, eis as 5 ações campeãs da bolsa em 2019

Com altas acima de 100%, eis as 5 ações campeãs da bolsa em 2019



Por Márcio Juliboni
08/01/2020 - 20:58
Usain Bolt, recordista jamaicano de medalhas nas Olimpíadas
Como um raio: papéis citados pela XP deixaram o Ibovespa comendo poeira (Imagem: Steven Zwerink/Flickr.com)
Conhecido por seu humor afiado, o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto teria dito, certa vez, que um sujeito com a cabeça no forno e os pés na geladeira teria uma boa temperatura média – mas só nas estatísticas. Por isso, dizer que o Ibovespa subiu mais de 30% no ano passado não retrata tudo. Algumas ações tiveram um desempenho bem, mas bem melhor mesmo.
É o que aponta um relatório da XP Investimentos divulgado nesta quarta-feira (8). A gestora listou as cinco ações campeoníssimas em valorização do ano passado.
Isolada na liderança, ficou a Qualicorp (QUAL3), com nada menos que 243% de alta. Para a XP, esse salto mostra o valor da boa governança corporativa. A gestora lembra que, em 2018, a empresa terminou com uma das maiores quedas da bolsa, e chegou a cair quase 30% num único dia, no fim daquele ano.

Governança importa

O motivo foi a disposição da companhia, na época, de pagar R$ 150 milhões ao seu fundador, José Seripieri Filho, para que permanecesse com suas ações por mais seis anos. O negócio pegou tão mal, que o mercado castigou a Qualicorp na bolsa em 2018, a ponto de estimular uma reorganização societária e da diretoria executiva no ano seguinte.
Via Varejo Ponto Frio Celulares
Consumo forte: Via Varejo pegou carona na retomada da economia (Imagem: Divulgação)
A medida agradou tanto os investidores, que o papel decolou. “O mercado reagiu positivamente à melhora da governança corporativa, fazendo com que as ações tivessem uma performance de +243% em 2019”, afirma a XP.
Ostentando a terceira maior alta do ano (154%), a Via Varejo (VVAR3) é outro exemplo de como o mercado preza uma boa gestão. A XP atribui o desempenho das ações à mudança na direção da companhia, com a volta da família Klein, sua fundadora, ao controle.
A dona das redes de varejo Casas Bahia e Ponto Frio também se beneficiou com a retomada da economia e a melhora do desempenho operacional, tanto nas lojas físicas, quanto no e-commerce.
Veja, a seguir, as cinco ações que mais subiram no ano passado na B3 (B3SA3), computadas pela XP Investimentos. Duas delas, a JBS (JBSS3) e a Cosan (CSAN3)permanecem na carteira recomendada da gestora para 2020.
AltaEmpresaTicker
243%QualicorpQUAL3
235%BTG PactualBPAC11
154%Via VarejoVVAR3
122%JBSJBSS3
112%CosanCSAN3

Fonte: MONEY  TIMES

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Breaking news: white, 3,703 carat diamond found at Juína

Breaking news: white, 3,703 carat diamond found at Juína








Since the mid-nineties the small, western Brazilian city of Juína witnesses a booming mining interest, thanks to the gems and precious metals in its soil. Local economy is boosted by these activities but, all in all, the scenario is just like other areas in Brazil. But things are going to change: a giant diamond was found in early March, and it may set a new stage on Juína activities.

That's a white, 3,703 carat diamond found in a garimpo (mining area with no infrastructure and usually held by individuals, instead of companies) about 25 kilometres away from the city. The gem is being called "Didi" and was found by a local miner; only three people knew of the finding, but a gem specialist hired by the diamond owner wrote an email telling us about the extraordinary "Didi"; he says it has a natural lapidation and probably will receive only a few cuts to highlight its shining. It is named after Brazilian humorist Renato "Didi Mocó" Aragão, which is reported to look like the author of the finding.

For further information, stay connected at your Portal do Geólogo, which will bring more news about "Didi" on Wednesday... ok, we would bring more news, but this is our tribute to the Fool's Day, celebrated on April 1st...





Fonte: Portal do Geólogo