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Jair Bolsonaro: 'São mais de 100 requisitos para ser aceito, estamos bastante adiantados, inclusive na frente da Argentina. E as vantagens do Brasil são muitas, equivalem ao nosso país entrar na primeira divisão' - 14/01/2020 Isac Nóbrega/Flickr
Brasil está ‘adiantado’ para cumprir requisitos
da OCDE, diz Bolsonaro
Estados Unidos vai oficializar nesta quarta o apoio ao ingresso do país no bloco
Por Da Redação - 15 jan 2020
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, 15, que o Brasil está bastante adiantado, “inclusive na frente da Argentina“, para cumprir requisitos de entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O presidente comemorou o anúncio do apoio do governo dos Estados Unidos ao ingresso do Brasil no grupo, que será oficializado nesta quarta.
“A notícia foi muito bem-vinda. Vinha trabalhando há meses em cima disso, de forma reservada obviamente”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta quarta-feira.
O presidente afirmou, também, que se a iniciativa dependesse apenas do apoio pessoal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Brasil já teria entrado na aliança comercial entre as nações mais industrializados do mundo. “Não posso falar em prazo (para o ingresso), depende de outros países também.”
“São mais de 100 requisitos para ser aceito, estamos bastante adiantados – inclusive na frente da Argentina. E as vantagens do Brasil são muitas, equivalem ao nosso país entrar na primeira divisão”, completou. A OCDE estabelece parâmetros conjuntos de regras econômicas e legislativas para os seus membros.
Em nota, a embaixada dos Estados Unidos em Brasília afirmou que a decisão de priorizar a candidatura do Brasil agora, como próximo a iniciar o processo, é uma evolução natural do compromisso entre os dois países. “O governo brasileiro está trabalhando para alinhar suas políticas econômicas com as normas da OCDE, priorizando a adesão à organização para reforçar as reformas econômicas”, diz a nota, que também ressaltou que todos os 36 países-membros da organização precisam aprovar o ingresso.
O apoio à entrada do Brasil no “clube dos países ricos” havia sido anunciado durante encontro entre Bolsonaro e o presidente americano Donald Trump, na Casa Branca, em março de 2019. Em outubro, porém, a imprensa americana noticiou que os Estados Unidos dariam preferência ao ingresso imediato de Argentina e Romênia. Com a mudança no governo argentino – saiu o liberal Mauricio Macri e entrou o peronista Alberto Fernández –, o Brasil voltou a ter prioridade.
Bolsonaro diz que não há negociação sobre subsídios para energia a Igrejas
15 DE JANEIRO DE 2020 / ÀS 13:10
Reuters Staff
BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que não haverá qualquer concessão de subsídio de energia para igrejas, após reuniões nesta manhã com o coordenador da bancada evangélica na Câmara, Silas Câmara (Republicanos-AM), e com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.
“Não tem negociação nesse sentido”, afirmou Bolsonaro, na saída do encontro o ministro
Segundo o presidente, embora o impacto orçamentário da adoção da medida fosse “mínimo”, iria contra a política econômica do governo federal. Ele disse que, quando se fala em subsídio, “alguém vai ter que pagar” a conta na outra ponta da linha.
“O Brasil é o país dos subsídios. Quatro por cento do PIB vai para subsídios”, disse o presidente mais cedo.
O Ministério de Minas e Energia afirmou na semana passada que uma proposta para reduzir gastos de templos religiosos com energia está em discussão no governo. O ministro Bento Albuquerque disse em entrevista à Reuters que a medida teria custos “insignificantes”, estimados por ele em cerca de 30 milhões de reais por ano.
Segundo o ministro de Minas e Energia, o subsídio a templos estava em avaliação também no Ministério da Economia. A pasta comandada por Paulo Guedes publicou em dezembro estudo crítico ao excesso de encargos na conta de luz dos brasileiros —os subsídios bancados por cobranças na tarifa de energia demandarão 22 bilhões de reais neste ano.