segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Americano descobre que seu peso de porta é na verdade um meteorito, e ele vale US$ 100.000


Americano descobre que seu peso de porta é na verdade um meteorito, e ele vale US$ 100.000






Um americano de Michigan descobriu recentemente que a rocha de 10 quilos que serviu como peso de porta durante décadas em sua fazenda é na verdade um meteorito que vale mais de US$ 100.000 (no câmbio atual, cerca de R$ 383 mil).
De acordo com um comunicado de imprensa da Universidade Central Michigan (EUA), o homem, que pediu para permanecer anônimo, obteve o meteorito em 1988, quando comprou uma fazenda em Edmore, no estado americano.
Quando o proprietário o levou para conhecer o galpão, o homem lhe perguntou sobre a grande rocha estranha que mantinha a porta aberta.

“Um meteorito”, disse o fazendeiro com naturalidade. Ele prosseguiu contando que na década de 1930 ele e seu pai viram a rocha cair à noite em sua propriedade, fazendo um barulho muito forte. De manhã, encontraram a cratera e a escavaram, retirando o meteorito ainda estava quente de dentro dela.

Presente valioso

O agricultor disse ao homem que, como a rocha era parte da propriedade, ele poderia ficar com ela.
Décadas depois, o americano decidiu levar a rocha para a geóloga Mona Sirbescu, da Universidade Central Michigan, inspecioná-la. A pesquisadora analisou a rocha com raios-X no início deste ano.
Sua composição, 88% de ferro e 12% de níquel, provou que se tratava mesmo de um meteorito. Um exame posterior do Instituto Smithsonian verificou a conclusão.
Uma vez que meteoritos valem de 50 centavos a 50 dólares por grama, dependendo da raridade dos elementos que contêm, o preço estimado da rocha de 10 kg do americano de Michigan é de US$ 10 por grama.

Tanto o Smithsonian quanto um outro museu de Maine estão pensando em comprar o meteorito.

Improvável

Essa história maluca significa que você também deve levar sua coleção de rochas antigas para ser verificada? Quem sabe há um meteorito potencialmente valioso entre elas.
Só que provavelmente não – Sirbescu explica que quase todas as pedras que as pessoas lhe trazem para inspeção não vieram do espaço.



Fonte: Gizmodo

XP tem 4 novas ações na carteira Top Picks da semana; confira o portfólio

XP tem 4 novas ações na carteira Top Picks da semana; confira o portfólio



Por Diana Cheng
20/01/2020 - 
B3 Mercados
Na semana passada, a carteira fechou com valorização de 8,38%, enquanto o Ibovespa subiu 2,58 (Imagem: B3/Youtube)
XP Investimentos divulgou na última sexta-feira (17) a nova carteira Top Picks semanal, tendo apresentado quatro mudanças na composição: Minerva (BEEF3), Cyrela (CYRE3), NotreDame Intermédica (GNDI3) e Via Varejo (VVAR3) foram substituídos por CCR (CCRO3), Carrefour (CRFB3), Hapvida (HAPV3) e Transmissão Paulista (TRPL4).
O analista Gilberto Pereira Coelho Junior ressaltou que os ativos que saíram da carteira tiveram ótimas performances na semana, superando as expectativas.
Veja o breve comentário do especialista para os novos papéis do portfólio:
ITUB4: apesar de não ter performado na semana, ainda respeitou a média de 200 dias como suporte com chance de recuperação da região entre R$ 38 ou mesmo expandir para R$ 41. Abaixo de R$ 33,96, o cenário de baixa ganharia força.
CCRO3: após realização, retomou a tendência de alta projetando R$ 19,50 ou R$ 21,30. Tem suportes em R$ 17,40 e R$ 16,50.
CRFB3: parece ter completado uma correção, projetando R$ 24,80 ou R$ 29. Tem suportes em R$ 22,70 e R$ 20,75.
HAPV3: completou correção por Fibonacci, favorecendo retomada dos R$ 69 ou expansão até R$ 78. Tem suportes em R$ 60,20 e R$ 53,22.
TRPL4: deixou forte suporte em R$ 21,86, respaldado pela média de 200 dias. Pode retomar altas na direção dos R$ 24,90 ou expandir até R$ 26.


Fonte: MONEY  TIMES

Nova Futura realiza 4 mudanças na carteira recomendada da semana

Nova Futura realiza 4 mudanças na carteira recomendada da semana



Por Diana Cheng
20/01/2020 - 10:34
Na última semana, a carteira subiu 3,95% contra a alta de 2,58% do Ibovespa (Imagem: Pixabay)
Nova Futura trocou quatro das cinco ações de sua carteira recomendada semanal, atualizada nesta segunda-feira (20). Banco Inter (BIDI11), Eletrobras (ELET3), IRB Brasil (IRBR3) e Magazine Luiza (MGLU3) cederam espaço para Hypera (HYPE3), Linx (LINX3), Petrobras (PETR4) e Usiminas (USIM5). Apenas JBS (JBSS3) se manteve.
Na última semana, a carteira subiu 3,95% contra a alta de 2,58% do Ibovespa. Em 2020, ela já acumula rentabilidade de 9,07% contra 2,45% do índice.


Fonte: MONEY  TIMES

domingo, 19 de janeiro de 2020

Segundo maior diamante da história virará linha de joias da Louis Vuitton



Segundo maior diamante da história virará linha dejoias da Louis Vuitton

Sewelô foi encontrado em Botsuana, na África, e pesa 1.758 quilates em sua forma bruta; 5% da renda será revertida para projetos no país

Por Larissa Quintino - Atualizado em 16 jan 2020, 13h59 - Publicado em 16 jan 2020, 13h45



Louis Vuitton vai transformar o segundo maior diamante da história em uma linha de joias da marca. A pedra de 1.758 quilates (352 gramas), batizada de Sewelô, foi encontrada em uma mina de Botsuana. Focada em bolsas e outros artigos de luxo, a Louis Vuitton vem investindo em joias recentemente e abriu uma loja em Place Vendome, em Paris, bairro famoso por abrigar a Cartier.
O Cullinan, maior diamante da história, tinha 3.106 quilates (621 gramas) na forma bruta. Após lapidado, chegou aos 530 quilates (106 gramas) e foi arrematado por 337 milhões de euros, o que pode dar uma ideia do potencial de venda da nova pedra para a grife francesa.
A Lucara Diamond, que encontrou o diamante em sua mina de Botsuana no ano passado, disse que fechou um acordo com a marca de luxo e com a HB Company, fabricante de diamantes de Antuérpia. Não se sabe o valor dos diamantes polidos. Em comunicado, a empresa disse que receberá uma comissão inicial “não material” e será dona de 50% dos diamantes polidos do Sewelô, que significa “descoberta rara” em Tswana, um idioma falado em Botsuana, e é aproximadamente do tamanho de uma bola de tênis.
“Além disso, 5% da receita de vendas no varejo geradas a partir dessa coleção histórica será investida diretamente em iniciativas em Botsuana“, disse a empresa. 
O mercado de joias vêm ganhando espaço cada vez maior no grupo LVMH, que controla a Louis Vuitton. Em novembro, o grupo pagou 14,2 bilhões de euros pela grife americana Tiffany. A Bvlgari também faz parte das marcas do LVMH.



Fonte: Veja

DIAMANTES: PORQUE SÃO AS PEDRAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO?

DIAMANTES: PORQUE SÃO AS PEDRAS MAIS VALIOSAS DO MUNDO?




É a pedra mais dura que existe na natureza, cujo nome vem do grego ‘adamas’, que significa indestrutível. A sua beleza e raridade faz com que seja a pedra mais desejada do mundo. Mas, afinal, o que determina o valor de um diamante? Fomos saber um pouco mais no Museu do Diamante, em Amsterdam, na Holanda.

Raros, belos e indestrutíveis. Acredita-se que os diamantes foram formados há milhões de anos no manto terrestre e que ascenderam à superfície por meio de erupções vulcânicas, ou formaram-se por meio do impacto de meteoros na Terra, que provocaram temperatura elevadíssimas necessárias para formação de um diamante.

Os diamantes são compostos de um único elemento químico, o carbono, cuja combinação de átomos faz desta a pedra mais dura da natureza. Apenas um diamante pode riscar outro diamante.

Segundo o Museu do Diamante, localizado em Amesterdão, na Holanda, estas pedras começaram a suscitar o desejo do homem por volta do século IV a.C. Acredita-se que foram encontrados diamantes, pela primeira vez, na Índia, onde começaram a ser negociados. E terá sido Alexandre, o Grande a traze-los para a Europa em 327 a.C. E foi assim que, a partir da Macedónia (antiga Grécia), estas pedras deslumbrantes começaram a conquistar as elites do mundo.


No entanto, antes que o diamante obtenha a sua qualidade deslumbrante, esta pedra tem de passar por um processo de refinamento extenuante. A jornada do diamante começa nas camadas mais profundas das rochas, saindo de lá expulso pela natureza ou escavado pelo homem. «Depois de ser removido da sua ‘cama’, ele passa por inúmeros processos meticulosos e mais suaves, como cortar e polir antes de ser exibido na joalheria. Assim, depois de todos os toques finais, a pedra, uma vez áspera e irregular, torna-se numa gema mágica que mostra brilho e delicadeza», explica o Museu na apresentação da história desta joia.

Hoje em dia, já está convencionado internacionalmente o valor de um diamante. Para se chegar ao seu preço, é necessário ter em atenção a métrica dos ‘4-C’. Ou seja, quilate (carat weight), cor, claridade e corte. O peso da pedra é medido em quilates, sendo que um quilate são 100 pontos ou 0,2 gramas. Pode ver na galeria de fotos acima a proporção entre os quilates e uma mão, para ter noção da sua dimensão.

Quanto à cor, existem tantas tonalidades quantas as há na natureza. Mas é o branco, ou sem cor, que atrai todas as atenções, pois é o que melhor reflete a luz. A cor de uma pedra está segmentada em sete gradações. A River é a mais brilhante e apresenta-se como um branco excecional. Segue-se a Top Wesselton (branco raro), Wesselton (branco), Top Crystal (ligeiramente branco), Crystal (branco matizado), Top Cape (ligeiramente amarelado) e Cape (amarelado).


Depois, há que ter em atenção também a gradação da claridade e aqui há também sete níveis. Os níveis indicam o grau de imperfeição da pedra. Quanto menos imperfeições tiver, mais belo e valioso será. O mais perfeito é o Flawless (sem falhas, limpo à lupa), depois vem o V.V.S.I. (contém inclusões muito, muito pequenas), segue-se o V.S.I. (tem inclusões muito pequenas), o S.I. (com inclusões pequenas), o Piqué1 (tem algumas inclusões), o Piqué 2 (inclusões distintas) e Piqué 3 (tem inclusões grosseiras).

Por fim, o corte marca o tipo e qualidade do diamante. Existem vários formatos de cortes convencionados.  O mais popular é o Brilliant, pois as suas múltiplas facetas fazem sobressair toda a clareza da pedra. Mas nem todos podem ser cortados neste formato. «Para atingir a máxima reflexão de luz o diamante tem de ter as medidas ideias. Nem pode ser demasiado plano, nem demasiado grosso para o corte», explica o Museu do Diamante. Outros cortes são: Pear, Heart, Emerald, Oval, Princess, Marquese, entre outros.

No final, só da conjugação destas variáveis se apurará o valor de um diamante.




Fonte: Portal do Geólogo