sábado, 25 de janeiro de 2020

Virgin Rainbow Opal - Opala

Virgin Rainbow Opal - Opala



Virgin rainbow opala
Valor: Avaliado em 1 milhão do dólares (4 milhões de reais)
Descoberto na Austrália em 2003, esse opala incrivelmente raro é capaz de brilhar no escuro. Ele exibe um arco-íris de cores que o torna verdadeiramente único, e por isso, extremamente valioso.

Fonte: CPRM

Turista encontra diamante de 2,12 quilates em visita a parque

Turista encontra diamante de 2,12 quilates em visita a parque

Quem disse que umas férias a explorar a natureza não podem compensar?


Josh Lanik, um professor de 36 anos de idade, natural do Nebraska, decidiu ir a um parque estadual do Arkansas nas suas férias e acabou por ser uma viagem que compensou, tendo encontrado um diamante de 2,12 quilates (424 miligramas).
Sublinhe-se, porém, que o parque em causa é o Parque Estadual Crater of Diamonds, onde já foram encontrados mais 75 mil diamantes desde 1906.
Depois de cerca de duas horas em busca da pedra preciosa, no dia 24 de julho, o docente descobriu uma gema de cor acastanhada com um peso superior a dois quilates.
Lanik referiu, citado pela página oficial da gestão de parques estaduais do Arkansas, que não sabia bem o que tinha encontrado. "Era óbvio que era algo diferente. Vi o brilho e quando o apanhei e rolei na minha mão, notei que não tinha arestas afiadas", indicou.
O norte-americano levou depois a pedra ao Diamond Discovery Center, que fica situado no parque, e deu as suas descobertas aos funcionários para avaliar. "[A funcionária] não nos dizia se era um diamante ou não, mas tivemos a certeza que era só pela reação dela".
Acabaram por ser informados de que tinham encontrado o maior diamante a ser descoberto naquele parque desde 2009.



Fonte: EXTRA

A joia do Louvre

A joia do Louvre



Após dez meses de reformas, uma de suas mais valiosas e históricas galerias. a Apollo, é reaberta ao público

Crédito: Stephane de Sakutin/AFP
DESLUMBRANTE Encomendada por Luís XIV, que reinou na França de 1643 a 1715, a Galeria Apollo faz um tributo ao Sol e exibe o lado exuberante e culto da monarquia (Crédito: Stephane de Sakutin/AFP)

OSTENTAÇÃO Pertences reais como cálices e vasos de pedras refletem a riqueza da monarquia francesa (Crédito:Stephane de Sakutin/AFP)

Os admiradores daquilo que de melhor, na técnica e na estética, já foi produzido pela humanidade no campo das artes têm muito a comemorar. O Museu do Louvre, após dez meses de reformas, reabriu para o público as suas maravilhosas e sofisticadas coleções da Galeria Apollo. Com um pé-direito de 15 metros e mais de 60 metros de comprimento, ela exibe cerca de 100 obras de arte, entre belíssimas pinturas e esculturas feitas nas paredes a pedido do Rei Luís XIV. A sua importância caminha com o valor das obras que abriga hoje e ao longo da história: esse foi o primeiro local onde exibiu-se a milionária coleção Crown Diamonds (Diamantes da Coroa), composta por algumas raríssimas peças desse que é o maior museu de arte do mundo.
As 23 joias que compõem a coleção, além de atraírem olhares de todo o planeta, foram o principal impulso da reforma do espaço: antes, elas eram exibidas separadamente, em diferentes alas do museu. O motivo dessa dispersão é que, após serem vendidas quase em sua totalidade pelo Estado, em 1887, o Louvre foi recomprando-as aos poucos. Com a reestruturação da Galeria Apollo, as joias passaram a ficar reunidas, expostas em seu centro e, portanto, mais organizadas. Divididas em três conjuntos, elas contam a história da monarquia da França sob uma ótica de glamour. O primeiro grupo remete ao período que antecede a Revolução Francesa (1789-1799) e inclui os preciosos diamantes “Regent”, o maior diamante branco conhecido na Europa no século XVIII, e “Sancy”, comprado pelo Museu por US$ 1 milhão. Já o segundo grupo de peças contém joias de 1804 a 1848, ou seja, do Primeiro Império, do período da Restauração e da Monarquia de Julho. E o terceiro conta com joias do Segundo Império, que vai de 1852 a 1870, incluindo as que pertenceram à imperatriz Eugenie, esposa de Napoleão III. Os brilhantes fazem cair o queixo: colares, tiaras, broches e coroas repletos de pedras preciosas, como a coroa que pertenceu ao Rei Luís XV. Há ainda uma rica coleção de vasos de pedra.
Tributo ao rei sol
A Galeria Apollo foi criada há mais de 350 anos, a pedido de Luís XIV (1638-1715) para recepcionar seus convidados de forma luxuosa, conforme mandava a tradição nos palácios e casas nobres da época. Chamado de “Rei Sol”, ele valeu-se da estrela como símbolo de seu reinado devido ao significado de ordem, regularidade e capacidade de dar vida às coisas. O nome da galeria, portanto, remete a Apollo que, segundo a mitologia greco-romana, é um dos maiores deuses do olimpo. Após um incêndio em 1661 Luís XIV contou com a direção do arquiteto Louis Le Vau e o seu primeiro pintor, Charles de Brun, para reconstruir o espaço. Como não poderia ser diferente, Le Brun criou uma decoração com o tema sol, com a corrida do astro pelo espaço por meio de desenhos de terra, água, continentes e símbolos do zodíaco. De lá para cá, além de três grandes pinturas à mão de Le Brun, o espaço recebeu excepcionais trabalhos, como o estuque (argamassa de gesso) feito pelos escultores Girardon, Thomas Regnaudin e os irmãos Gaspard e Balthasar Marsy. E não foi só isso: há ainda estonteantes tapeçarias tecidas pela Manufatura dos Gobelins, icônica fábrica de Paris.
No centro do teto, uma deslumbrante pintura de Apollo vencendo a cobra Phython, pintada pelo renomado artista francês do romantismo Eugène Delacroix. Após a reforma, que também limpou peças para recuperar o seu brilho, as obras de arte ganharam uma nova lógica de exibição. Passear por ali é respirar arte, beleza e riqueza, e admirar, pelo menos por alguns instantes, apenas o lado exuberante e culto da monarquia.







Fonte: ISTOÉ

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RODOCROSITA