domingo, 26 de janeiro de 2020

CONHEÇA MINA DE OPALA DE PEDRO II E COMO SÃO PRODUZIDAS JÓIAS ÚNICAS NO ...

Os Maiores Diamantes do Mundo

Os Maiores Diamantes do Mundo







#Diamantes Origem do Nome: Diamante, do grego 'adamas', significa invencível e 'diaphanes', que significa transparente. Durante a Idade Média, acreditava-se que um diamante podia reatar um casamento desfeito. Era usado em batalhas como símbolo de coragem.

Os antigos o chamavam de pedra do sol, devido ao seu brilho faiscante e os gregos acreditavam que o fogo de um diamante refletia a chama do amor. Sugere, portanto, a força e a eternidade do amor.

O Diamante como Joia - Só a partir do século XV, o diamante foi caracterizado como a jóia da noiva. Sendo Mary de Burgundy a primeira mulher a receber um colar de diamantes como um símbolo de noivado com o Arqueduque Maximilian da Áustria em Agosto de 1477. Dos séculos XVII a XIX, usavam-se argolões como anéis de noivado. No século XX, ficou em moda o estilo "chuveiro", mais tarde o anel fieira. Depois o solitário, o estilo mais usado atualmente.

Exploração: A exploração das minas de diamante começou na Índia, entre os anos 800 e 600 A.C. Durante 2.000 anos, o Oriente produziu todos os diamantes conhecidos, incluindo o "Koh-i-Noor", o russo "Orloff", o "Esperança" e outros diamantes célebres. O seu uso era reservado às cortes reais e aos dignitários da igreja. As espadas, os colares das ordens, os cetros e as coroas usadas nas cerimônias eram ornadas de diamantes.
#Diamantes+Famosos

Os Mais Famosos Diamantes do Mundo

O Cullinan, o maior dos diamantes já encontrados, pesava 3.106 quilates quando bruto e originalmente um pouco menos de 1 libra e meia. Ele foi cortado em 9 pedras principais e 96 pedras menores.

O Estrela da África é a maior das pedras cortadas do Cullinan. é um dos doze mais famosos diamantes do mundo e pertence à COROA INGLESA. Ele pesava 530,20 quilates, tem 74 facetas e ainda é considerado como o maior diamante lapidado do mundo.

Koh-I-Noor ("Montanha de Luz") Foi mencionado pela primeira vez em 1304, pesando 186 quilates. Uma pedra de corte oval. Acredita-se ter estado, certa vez, engastado no famoso trono de pavão do Xá Jehan como um dos olhos do pavão. Relapidado no reinado da Rainha Vitória, encontra-se hoje em dia entre AS JÓIAS DA COROA INGLESA e pesa atualmente 108,93 quilates.

O Olho do Ídolo - Uma pedra no formato de pera achatada e do tamanho de um ovo de galinha. O seu tamanho lapidado é de 70,20 quilates. Um outro diamante famoso que uma vez foi colocado no olho de um ídolo antes de ter sido roubado. A lenda também diz que ele foi dado como resgate da Princesa Rasheetah pelo "Sheik" da Kashmir ao Sultão da Turquia que a tinha raptado.

O Excelsior - A segunda maior pedra já encontrada é o Excelsior, que era de 995,2 quilates quando bruto. Alguns dizem que o Braganza é a segunda maior pedra já encontrada, mas não há registros de sua existência e muitos acreditam ser mitológico ou nem mesmo um diamante.

O Regente - Um diamante verdadeiramente histórico descoberto em 1701 por um escravo índio perto de Golconda, pesava 410 quilates quando bruto. Quando pertencente a William Pitt, primeiro-ministro inglês, foi cortado em um brilhante no formato de uma almofada de 140,5 quilates e, até ter sido vendido para o Duque de Orleans, Regente da França, quando Luís XV ainda era uma criança em 1717, era chamado de "O Pitt". Foi então rebatizado como "O Regente" e colocado na coroa de Luís XV para a sua coroação. Após a Revolução Francesa, foi possuído por Napoleão Bonaparte que o colocou no cabo de sua espada. Atualmente está exposto no Louvre.

O Blue Hope (Esperança Azul) - Mais famoso do que qualquer outro diamante, o Hope foi uma vez possuído por Luís XV, sendo oficialmente designado de "o diamante azul da coroa". Roubado durante a Revolução Francesa, tornou a aparecer em Londres, em 1830 e foi comprado por Henry Philip Hope, razão pela qual atualmente tem esse nome. Foi em poder da família Hope que este diamante adquiriu a reputação horrível de trazer azar. Toda a família morreu na pobreza. Uma infelicidade similar ocorreu com um proprietário posterior, Sr. Edward McLean. Atualmente, encontra-se na Instituição Smithsonian em Washington.

O Grande Mogul - foi descoberto no século XVII. A pedra tem esse nome em homenagem ao Xá Jehan, que construiu o Taj Mahal. Quando bruto, diz-se ter pesado 793 quilates. Atualmente encontra-se desaparecido.

O "Sancy" - pesava 55 quilates e foi cortado no formato de uma pêra. Primeiramente pertenceu a Charles, o Corajoso, Duque de Burgundy, que o perdeu na batalha em 1477. A pedra de fato tem esse nome devido a um dono posterior, Senhor de Sancy, um embaixador francês na Turquia no final do século XVI. Ele o emprestou ao rei francês Henry III que o usou no gorro com o qual escondia sua calvície. Henrique VI da França, também pegou emprestado a pedra de Sancy, mas ela foi vendida em 1664 a James I da Inglaterra. Em 1688, James II, último dos reis Stuart da Inglaterra, fugiu com ele para Paris. O "Sancy" desapareceu durante a Revolução Francesa.

Taylor - Burton Com 69,42 quilates, este diamante no formato de uma pera foi vendido em leilão em 1969 com a pressuposição de que ele poderia ser nomeado pelo comprador. Cartier, de Nova York, com sucesso, fez um lance para ele e imediatamente o batizou de "Cartier". Entretanto, no dia seguinte, Richard Burton comprou a pedra para Elizabeth Taylor por uma soma não revelada, rebatizando-o de "Taylor-Burton". Ele fez seu debut em um baile de caridade em Mônaco, em meados de novembro, onde Miss Taylor o usou como um pendente. Em 1978, Elizabeth Taylor anunciou que o estava colocando à venda e que planejava usar parte da renda para construir um hospital em Botswana. Somente para inspecionar, os possíveis compradores tiveram que pagar $ 2.500 para cobrir os custos de mostrá-lo. Em junho de 1979, ele foi vendido por quase $ 3 milhões e a última notícia que temos dele é que se encontra na Arábia Saudita.

O Orloff - Acredita-se que tenha pesado cerca de 300 quilates quando foi encontrado. Uma vez foi confundido com o Grande Mogul, e atualmente faz parte do Tesouro Público de Diamantes da União Soviética em Moscou. Uma das lendas diz que "O Orloff" foi colocado como olho de Deus no templo de Sri Rangen e foi roubado por um soldado francês disfarçado de hindu.

Hortensia - Esta pedra cor de pêssego, de 20 quilates, tem esse nome em honra de Hortense de Beauharnais, Rainha da Holanda, que era filha de Josephine e a enteada de Napoleão Bonaparte. O Hortensia fez parte das Joias da Coroa Francesa desde que Luís XIV o comprou. Junto com o Regente, atualmente está em exposição no Louvre, em Paris.

Entre os mais novos diamantes famosos está o "Amsterdã", uma das pedras preciosas mais raras do mundo, um diamante totalmente negro. Proveniente de uma parte do Sul da África, cujo local se mantém em segredo, tem peso bruto de 55.58 quilates. A belíssima pedra negra tem um formato de uma pera e possui 145 faces e pesa 33.74 quilates.







Fonte: klimanaturali.org

Maior coleção particular de joias do mundo vai a leilão





Reprodução Forbes
A coleção de joias do Sheik Al-Thani se distingue pela sua escala, qualidade dos artigos e a variedade

Resumo:

  • Sheik Al-Thani está colocando mais de 300 itens de sua coleção à venda em um leilão altamente esperado na Christie’s.
  • O que distingue a coleção é sua escala, qualidade dos artigos e a variedade. São quase 400 lotes à venda que variam de US$ 10 mil a US$ 10 milhões;
  • Espera-se que o leilão acumule dezenas de milhões de dólares, podendo chegar a nove algarismos, batendo o recorde como a maior venda de joias de todos os tempos.
Shah Jahan, o quinto imperador mongol, vivia todos os aspectos de sua vida com requintes excessivos e extravagantes. No início do século 17, ele governava um reino que se estendia pelo que hoje é a Índia e o Paquistão sentado no Trono do Pavão, um assento incrustado de diamantes, rubis, esmeraldas, safiras e uma pérola de 50 quilates. O imperador foi pai de mais de uma dúzia de filhos e teve 11 esposas.
Quando sua noiva preferida, Mumtaz Mahal, morreu, em 1631, ele encomendou um mausoléu de mármore branco para ela. Levou 22 anos e mais de 20 mil trabalhadores para construir seu local de descanso final: o mundialmente famoso Taj Mahal.
Nos séculos que se seguiram, os objetos de Shah Jahan e de outros marajás do Império Mogol estavam entre as joias e artefatos mais cobiçados e preciosos do mundo. E nenhum caçador de tesouros acumulou uma coleção mais impressionante do que o Sheikh Hamad bin Abdullah Al-Thani, um príncipe catariano cujas peças vão desde armas mongóis do século 17 até joias Cartier do século 21. Agora, o Sheik Al-Thani está colocando mais de 300 itens à venda em um leilão altamente aguardado na Christie’s.




Reprodução Forbes
Em pouco mais de uma década, o Sheik Hamad bin Abdullah Al Thani tornou-se um dos mais ativos colecionadores de arte e joias do mundo

“O que distingue este leilão de muitas outras vendas que organizamos com objetos indianos é a escala, a qualidade das obras em oferta e a variedade. Temos quase 400 lotes à venda, e eles variam de US$ 10 mil a US$ 10 milhões”, diz Rahul Kadakia, responsável pela área de joias da casa de leilões. “Tudo é o melhor de seu tipo. Os melhores rubis, os melhores diamantes.”
Entre os lotes mais valorizados do Maharajas and Mughal Magnificence está um punhal de aço do século 17 feito para Shah Jahan – e possuído por Samuel Morse – envolto em um punho de jade enfeitado com um redemoinho de roteiro islâmico e coberto por um busto ricamente detalhado de um querubim, um floreio provavelmente influenciado pelo comércio florescente dos mongóis com a Europa Renascentista. “O punhal é um dos pontos altos do leilão”, diz William Robinson, diretor de arte islâmica da Christie’s. “E também um dos mais discretos.”
Muitos outros artigos são exatamente o oposto. Há, por exemplo, um jogo de xadrez cujas peças são decoradas com esmeraldas e rubis; o Diamond Golconda Pink (de 10,5 quilates), extraído das antigas minas do leste da Índia e o diamante Arcot II, uma pedra de 17,2 quilates dada à rainha da Inglaterra, Charlotte, em 1777, por Nawab de Arcot (governante da região dominada pelo império mongol). Há, ainda, uma série de pingentes deslumbrantes, broches, abotoaduras, colares, pinturas, anéis, pulseiras, brincos, relógios de bolso, espadas, polvorinhos (objeto usado para guardar pólvora, feito de chifre de animais) e, claro, um narguilé bejeweled (com pedras preciosas).




Reprodução Forbes
O jogo de xadrez de 32 peças é folheado à ouro e provavelmente pertenceu aos Nizam (soberanos) de Hyderabad

Espera-se que o leilão arrecade dezenas de milhões de dólares, podendo chegar a nove algarismos, de modo a alcançar possivelmente a maior venda de joias de todos os tempos. Kadakia só pode descrever a enorme estimativa projetada para o leilão de uma maneira: “Como o de Elizabeth Taylor”, diz ele.
Ele está se referindo ao evento realizado em dezembro de 2011, quando a família da estrela do cinema vendeu suas joias pelo valor recorde de US$ 115,9 milhões. Uma das peças centrais era uma corrente Cartier de ouro e rubi contendo o Taj Mahal Diamond, um presente de aniversário de 40 anos do quarto (e quinto) marido da atriz, Richard Burton. Vendido por US$ 8,9 milhões, o Taj Mahal Diamond é a joia indiana mais cara já vendida em leilão.
Naturalmente, há muito na coleção Al-Thani para rivalizar com Elizabeth Taylor, incluindo outra criação Cartier: um broche devant-de-corsage rodeado por quatro grandes diamantes – dois deles com mais de 20 quilates – e uma série de outros (ligeiramente) menores. Foi feito para o diretor da De Beers, Solomon “Solly” Barnato Joel, que apareceu na porta da Cartier em 1912 com as melhores pedras de suas minas sul-africanas e pediu ao joalheiro para transformá-las em algo bonito. O broche, exibido no Museu Victoria and Albert, em 2017, e no Museu do Palácio de Pequim, um ano depois, deve custar entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões, a maior estimativa pré-venda no leilão de Al-Thani.




Reprodução Forbes
O destaque do leilão de Al-Thani na Christie’s é este broche de devant-de-corsage da Cartier, feito originalmente para um diretor da De Beers em 1912

A amplitude da coleção do sheik é ainda mais impressionante quando você considera a rapidez com que ele a acumulou: ele começou a reunir as peças há apenas uma década.
Em outubro de 2009, um curador do London’s Victoria and Albert Museum, Amin Jaffer, convidou Al-Thani para uma exibição montada por ele, “Maharaja: Esplendor das Cortes Reais da Índia”. Al-Thani, primo do emir do Catar, nunca havia estado na Índia, mas ele aceitou o convite de Jaffer e viu-se extasiado pela opulência e pela arte em exposição.
Ouro, rubis, esmeraldas e diamantes rodeavam Al-Thani, mas uma coisa se destacou. “Sem dúvida, a peça que mais me impressionou foi o ornamento safira do turbante Mongol dado ao Almirante Charles Watson por Nawab Mir Jafar”, disse a alteza à Forbes em 2014. Era um item fabuloso, uma lágrima de esmeraldas e rubis disposta em torno de uma safira azul-oceano e outra de clara procedência. (Após a morte do almirante em 1757, sua família a manteve até sua sua venda para a V&A, em 1981.) Al-Thani logo recrutou Jaffer para ajudá-lo a encontrar outras criações singulares com linhagens indiscutíveis.
Para isso, o sheik gastou milhões comprando raridades em todo o mundo, cerca de 6 mil itens. Placas de marfim da antiga Mesopotâmia, porcelana da dinastia Ming, prata italiana, uma máscara maia de jade. “É uma coleção enciclopédica”, diz Jaffer.




Reprodução Forbes
Este broche de art déco, uma vez exibido no Metropolitan Museum of Art de Nova York, pode chegar a US $ 600.000

Algumas das posses de Al-Thani foram mostradas publicamente, incluindo uma exposição bem recebida no Metropolitan Museum of Art em New York, cinco anos atrás. O mostra foi relativamente pequena, com apenas 63 itens, mas deixou a curadora, Navina Haidar, com uma impressão clara do que Al-Thani havia montado. “Está entre as melhores coleções particulares do mundo”, disse ela em 2014.
A partir do ano que vem, Al-Thani planeja abrigar uma exposição itinerante em um espaço permanente no Hotel de la Marine, em Paris. Por que vender uma parte da coleção antes que ela tenha, finalmente, um casa de verdade? Parte disso é, sem dúvida, uma maneira de conseguir fundos para expandir e diversificar ainda mais suas posses. A outra parte, que não foi dita publicamente, mas se faz clara entre as colheres de ouro e os anéis de rubis, está relacionada a uma outra coisa. Com Paris imersa em uma onda populista, não seria o momento mais oportuno para um nobre estrangeiro estabelecer um novo museu em um espaço histórico francês.
“Eu acho que a diversidade da coleção será uma revelação para muitas pessoas”, diz Jaffer. “Nos últimos anos, emprestamos e publicamos algumas das mais importantes obras de arte históricas. Mas, além das joias indianas, exibimos outras peças apenas na Cidade Proibida em Pequim e no Château de Fontainebleau. O espaço em Paris vai nos permitir mostrar a profundidade e a amplitude da Coleção Al-Thani.”
Mesmo aqueles que nunca poderão fazer uma oferta podem entrar na caverna de tesouros de Aladim em Nova York nesta semana. Antes da venda, a Christie’s está exibindo os itens em sua sede, no Rockefeller Center.


Tudo isso lhe dará um pouco de tempo para encontrar uma lâmpada com um gênio que ajude a financiar uma oferta.



Fonte: Forbes

Avião 'coberto de diamantes' da Emirates leva web à loucura

Avião 'coberto de diamantes' da Emirates leva web à loucura





Boeing da Emirates coberto de diamantes
Boeing da Emirates coberto de diamantes Foto: Reprodução/Instagram
A Emirates, empresa aérea dos Emirados Árabes Unidos conhecida pelo luxo do serviço, surpreendeu os fãs de avião ao apresentar um Boeing 777 da companhia "coberto de diamantes"!
A empresa postou imagens da aeronave nas suas contas nas redes sociais, levando pessoas mundo afora à loucura pela "ostentação". O caso viralizou rapidamente.
Muitos questionaram se o Boeing seria capaz de levantar voo com o peso extra dos diamantes. Outros já queriam reservar um voo.
Mas, na verdade, a imagem foi uma criação digital da artista Sara Shakeel. Como a Emirates costuma investir em serviços luxuosos, a criação acabou passando por verdadeira.
Sara é uma dentista que deixou a profissão para se tornar uma "artista do cristal".
'Diamantes' sobre a fuselagem do Boeing da Emirates
'Diamantes' sobre a fuselagem do Boeing da Emirates Foto: Reprodução/Instagram
"Nunca imagenei que fosse virar notícia", escreveu Sara no Instagram.



Fonte: EXTRA