quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Com detector de metais, homem encontra pepita de ouro de R$280 mil

Artefato encontrado na Austrália Ocidental pesa cerca de 1,4 quilo

(Foto: Finders Keepers Gold Prospecting/Facebook)
Graças a um detector de metais, um homem encontrou uma pepita avaliada em R$ 280 mil na Austrália Ocidental, relata a BBC. Matt Cook, dono de uma loja local, determinou o peso da pedra preciosa em 1,4 quilo. 
O sortudo não foi identificado, mas Cook conta que, segundo ele, a pepita foi encontra cerca de 45 centímetros abaixo do solo. "Ele entrou na minha loja e me mostrou a pepita na mão com um grande sorriso no rosto", disse o dono da loja à BBC. "É apenas um pouco maior que um maço de cigarros, e a densidade era incrível, muito pesada."
Embora cerca de três quartos do ouro extraído na Austrália seja produzido em torno da região de Kalgoorlie, onde o objeto em questão foi encontrado, normalmente o material é encontrado em porções bem menores.
"A maior parte do ouro encontrado está na categoria de menos de uma onça (20g), mas eles os encontram com bastante frequência", afirmou o Prof. Sam Spearing, diretor da Escola de Minas da Austrália Ocidental na Curtin University, sobre mineradores amadores.

Fonte: GALILEU

Diamante Camaleão

No mundo da joalheria, os diamantes de cores ocupam um lugar especial, mas se vamos falar de gemas especiais os diamantes camaleão são dos mais raros e valiosos na indústria dos diamantes. Pois, por muito incrível que pareça, esta variedade pouco conhecida de gemas possui a capacidade única de cambiar temporalmente sua cor em resposta a luz e o calor. Sendo o diamante camaleão de Chopard, a gema maior e famosa deste tipo com 31,32 quilates.
Diamantes_camaleon_joya_life_2
Se bem, pudera pensar-se que o diamante camaleão é um tipo de diamante produzido artificialmente ou que ha recebido um tratamento da cor, a verdade é que se trata de uma das pedras mais raras que só produze a natureza, já que ate o momento não existe nenhum tratamento ou processo que possa reproduzir este efeito. Embora, cientificamente se acredita que a presença de elementos como o hidrogeno e o nitrogênio em sua estrutura cristalina, seriam os responsáveis do efeito camaleão.
Outra característica que define a estes diamantes, é que não é possível encontra-los em cores puros ou intensos e normalmente, em sua cor estável só exibem tons verdes, amarelos e grises; enquanto que em seu tom temporal ou cor instável tendem a buscar um tom entre o marrom intenso, laranja ou amarelo.
Diamantes_camaleon_joya_life_1
Por tratar-se de diamantes de cor, a simples vista é difícil identificar si se trata de um diamante camaleão, pelo que é possível realizar uma prova simples para determina-lo. E para isso, existem dois métodos: o primeiro é verificar se ocorrer um processo chamado termocromismo, e consiste em usar uma chama para someter o diamante a um calcetamento mínimo de 150°C, suficiente para provocar que mude de cor; embora depois de enfriar-se retomará seu tom original.
Diamantes_camaleon_joya_life_3
Enquanto que no segundo método, baseado no fotocromismo, se guarda o diamante em um lugar obscuro pelo menos 24 horas, para posteriormente leva-lo a um lugar iluminado e ver se produz o cambio de cor característico de este tipo de diamantes. Geralmente se tratara de um diamante camaleão, os de cor verde, por exemplo, cambiaram a um tom de cor marrom, laranja ou amarelo.
Assim mesmo, é importante conhecer que dentro dos diamantes camaleão existem dois tipos: os “Classic Chameleon”, conhecidos por sua capacidade de obscurecer-se depois de guarda-los por logos períodos de tempo em lugares obscuros ou esquentar-se; e aclarar-se ou revelar sua cor estável, depois de expô-los a luz ou enfriar-se. Por sua parte os “Reverse Chameleon”, se diferenciam de estes, em que não cambia sua cor ao esquentar-se e sua cor estável obscurece unicamente ao ser exposto a luz, mas se aclara ao permanecer em um entorno obscuro.
Diamantes_camaleon_joya_life_4
Apesar de ser uma gema muito valorada, se desconhece sua origem exata e a localização de seus principais nascimentos, embora se haja encontrado diamantes camaleão em varias minas de Brasil, Borneou, Venezuela, Serra Leoa e Costa de Marfim. Definitivamente os diamantes camaleão, ha revolucionado o mundo da joalheria com sua beleza e raresça, por isso se você procura uma joia intrigante, este tipo de diamantes é a opção indicada.

Fonte: Seleções

Garimpo ilegal de diamante faturava em média R$ 20 milhões por mês

Garimpo ilegal de diamante faturava em média R$ 20 milhões por mês





O garimpo clandestino no rio Jequitinhonha degradou 77 hectares em 1 ano

Garimpo ilegal de diamante faturava em média R$ 20 milhões por dia

FERNANDA CANOFRE - BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Durante 11 meses, uma estrutura com maquinário pesado, explosivos e mão de obra que empregava entre 800 e mil pessoas explorou abertamente uma área de preservação permanente ao redor do rio Jequitinhonha, na cidade de Couto de Magalhães de Minas (MG), em busca de diamantes e ouro.
O garimpo clandestino ocorria à luz do dia e, segundo cálculos da Polícia Federal, faturava em torno de R$ 20 milhões por mês. Uma operação da PF, com apoio da Polícia Militar de Minas Gerais e da Semad (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), realizada nesta, desarticulou o grupo.
A operação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em pontos comerciais, residências e no próprio garimpo. Das dez ordens de prisão preventiva, que incluíam gerentes e financiadores, apenas duas pessoas foram localizadas. Oito suspeitos continuam foragidos.
Todas as prisões tinham endereço na cidade de Diamantina (a 300 km de Belo Horizonte). Alguns dos presos já têm antecedentes criminais pela mesma prática, segundo a PF.
Os suspeitos devem ser indiciados por formação de organização criminosa (com pena prevista entre 3 e 8 anos), crime ambiental (de 6 meses a um ano) e contra o patrimônio da União (de 1 a 5 anos de reclusão).
A Polícia Federal começou a monitorar o local em maio do ano passado, quando o garimpo se intensificou. Segundo o delegado Luiz Augusto Pessoa Nogueira, na mesma época os garimpeiros teriam encontrado no local uma gema de diamante com valor entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões.
"Ela foi achada mais perto da superfície do solo. Isso significa que a chance de ter mais diamantes de boa qualidade ali seria muito grande. Foi assim que eles [aceleraram o garimpo]", explica ele.
Em imagens registradas por drones da polícia, áreas que tinham árvores, de acordo com registros de 2006, viraram desertos de areia e rejeitos, com cavas de garimpo espalhadas. O assoreamento do rio também é visível nas filmagens. É possível ver uma quantidade significativa de dragas, tratores e bombas de sucção trabalhando no local.
A polícia afirma ainda que o grupo usava uma grande quantidade de explosivos de venda controlada para ter acesso a locais mais profundos. O cálculo da PF estima degradação total de 77 hectares -uma área com 34 hectares, uma com 26 e uma terceira área com 17 (no total, equivale a cerca de metade do parque Ibirapuera, em São Paulo).
"O rio Jequitinhonha praticamente morreu, de tanta areia, de tanto rejeito de diamante que foi lançado nele", afirma o delegado.
Minas Gerais tem hoje 90 permissões de lavras para garimpo de diamante, segundo a ANM (Agência Nacional de Mineração). Oito delas estão em Diamantina. Em 2018, foram fornecidas 12 licenças. De ouro, o estado tem 15 permissões, e cinco delas estão na cidade. No ano passado, não houve nenhuma nova permissão.
A bacia hidrográfica do rio Jequitinhonha foi tombada e declarada como monumento natural em 1989. No século 18, o Alto Jequitinhonha, onde está Diamantina, foi ocupado por europeus em busca de ouro e diamante da região, de acordo com o Iepha (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais).
A economia local se diversificou com a queda da mineração, e várias cidades e povoados se originaram depois que a Coroa portuguesa passou a instalar quartéis de Companhias de Dragões ao longo do rio, a partir de 1811.



Fonte: AFP

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Polícia investiga roubo de quase R$ 200 milhões em pedras preciosas no ES


Carro usado no roubo de pedras preciosas em Vila Velha — Foto: Reprodução/ TV GazetaCarro usado no roubo de pedras preciosas em Vila Velha — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
Carro usado no roubo de pedras preciosas em Vila Velha — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
A polícia investiga um roubo milionário de pedras preciosas em Vila Velha, no Espírito Santo. Um idoso relatou ter sido assaltado por três suspeitos na casa dele. Segundo a vítima, os criminosos levaram R$ 198 milhões em pedras preciosas, cerca de 23 kg de turmalina paraíba.
Câmeras de videomonitoramento da Prefeitura de Vila Velha registraram os criminosos na casa do idoso. O bairro onde o roubo milionário aconteceu não foi divulgado.
Foram levados da casa sacos com 23 kg de turmalina paraíba. Ela é uma pedra preciosa muito cara. O valor estimado do roubo é de R$198 milhões. O caso está sendo investigado por policiais da delegacia patrimonial.


00:00/01:34
Polícia investiga roubo de quase R$ 200 milhões em pedras preciosas no ES
O idoso de 78 anos vende joias. Ele contou para a polícia que abriu a porta de casa para um comprador, que já tinha marcado horário.
Os três criminosos fizeram o idoso, a família dele e funcionários da casa reféns, enquanto pegaram tudo o que havia nos cofres.
A polícia já sabe que as placas do carro usado pelos suspeitos eram falsas. O idoso prestou depoimento na delegacia. Outras pessoas serão ouvidas.


Fonte: A GAZETA



Fonte: A TRIBUNA