terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Empresas brasileiras de gemas coradas participam de feira nos Estados Unidos




Empresas brasileiras de gemas coradas participam de feira nos Estados Unidos
Mais de 34 empresas brasileiras participam da GJX Tucson 2020, uma das maiores feiras internacionais de gemas que acontece nos Estados Unidos. Apoiadas pelo Precious Brazil, projeto setorial criado pelo Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), as marcas mostram grandes expectativas para o evento que abre o ano de vendas do setor de gemas e joias.
As pedras preciosas e os artefatos minerais são o carro chefe das exportações para os Estados Unidos, considerados o principal mercado do projeto. As exportações das empresas apoiadas para o país somaram US$ 57,5 milhões entre janeiro e setembro de 2019, o que representa um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. “O Precious Brazil vem intensificando as ações de valorização do produto, adotando estratégias junto a formadores de opinião bem como agregando maior valor pelo incremento do design”, explica Clarissa Maciel, coordenadora de Relações Internacionais do projeto. “Com isso, a expectativa é que os números cresçam ainda mais”.
Para Ronaldo Alves, da R & R Gemas, que participa do projeto há 18 anos, estar no Precious Brazil é sinônimo de prestígio. “Depois da parceria ficamos por dentro de todas as atividades relacionadas às feiras, o que facilita muito o nosso trabalho”, diz. “Para a GJX Tucson 2020 esperamos fazer bons contatos para negócios futuros e temos uma ótima expectativa de venda”. É o que também conta Lilian Duarte, da Duarte & Bastos Ltda. “Essa feira abre o ano de vendas do setor de gemas e joias, e temos orgulho em apresentar uma coleção inigualável de águas-marinhas coradas, turmalinas azuis e verdes azuladas”, explica. Apoiada pelo projeto desde o início, Lilian ressalta ainda sua importância para consolidação da sua marca no exterior, na ajuda às promoções e no fortalecimento do grupo de exportadores de gemas.
Para Vitória Fiuza de Melo, presidente da Art Ouro, existe um reaquecimento do mercado americano e, com o Precious Brazil, houve um fortalecimento da imagem do país como produtor. “É um importante marco na identificação do Brasil como exportador de gemas finas”, conta. Já Peter Valicek, da empresa que leva o mesmo nome e que há 10 anos é apoiado pelo projeto, acredita que o Precious Brazil fomente o interesse público pelas gemas brasileiras. “A GJX Tucson tornou-se ainda o maior evento do calendário do setor de gemas e joias, sendo uma excelente plataforma internacional para a compra e venda”, diz e conclui: “Além disso, atua como termômetro para as tendências de mercado que prevalecerão no ano”.
Sobre a Apex-Brasil
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira.
Sobre o Precious Brazil
O Projeto Setorial visa apoiar e promover as empresas brasileiras dos segmentos de pedras, bijuterias e joias brasileiras que queiram exportar seus produtos, sejam elas iniciantes, exportadoras e internacionalizadas. Conduzido pelo IBGM – Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos em parceria com a Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – o projeto atende atualmente cerca de 150 empresas do setor.



Fonte: Segs


Rubis apreendidos no Aeroporto de Foz do Iguaçu serão devolvidos ao dono

Postado em 11/02/2020 às 00:00 | 
Imagem do escâner de fiscalização da Receita Federal em (16) de abril de 2019. (Foto: Arquivo/Divulgação/Receita Federal)


Após nove meses de investigação, atendendo pedido do Ministério Público Federal (MPF), a 5ª Vara Federal de Foz do Iguaçu decidiu na última terça-feira (04) pelo arquivamento do inquérito que investigava a retenção de 7,5 kg de rubis no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu
O Juiz Federal, Daniel Chiaretti aceitou o pedido do Ministério Público Federal, decidindo pelo arquivamento do processo da apreensão realizada em abril de 2019, por falta de nota fiscal de origem no momento do embarque, nota essa apresentada posteriormente. O magistrado assim como o promotor entenderam não haver nada de ilícito na transação das pedras preciosas.
O Advogado de defesa Dr. Valmir Leal Griten, disse ao site ao Clic Paraná, que seus clientes foram completamente inocentados, após apresentarem provas sobre a legalidade da extração do minério. Ainda de acordo com o advogado, agora serão tomadas as devidas providências para cobrar responsabilidades dos responsáveis por publicaram "Fake News" de cunho moral e criminal imputado contra o empresário. E por fim será peticionado a Receita Federal para fazer a devolução do material retido. 


Fonte: 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Ibovespa tem nova mínima em 2020; IRB Brasil desaba

Ibovespa tem nova mínima em 2020; IRB Brasil desaba



Ações3 horas atrás (10.02.2020 18:45)

Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira, marcada pelo tombo da resseguradora IRB Brasil, enquanto Itaú Unibanco avançou antes do balanço previsto para após o pregão.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,05%, a 112.570,30 pontos, no menor nível desde 16 de dezembro. O volume financeiro da sessão somou 29,1 bilhões de reais.
A bolsa brasileira descolou de Wall Street, que encontrou suporte para ganhos em números da economia norte-americana e balanços corporativos, embora desdobramentos em relação ao surto de coronavírus na China tenham ditado volatilidade aos negócios.
Em Nova York, o S&P 500 fechou em alta de 0,73%.
O número de mortes em razão do vírus subiu para 908, todas menos duas na China continental, e o número total de infecções já supera 40 mil pessoas
O economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira, classificou o surto de coronavírus como mais um 'cisne negro' a atacar a economia mundial e gerar preocupações em razão da imponderabilidade dos eventos.
De acordo com o gestor Guilherme Foureaux, sócio na Paineiras Investimentos, as alocações para renda variável continuam acontecendo, mas a saída contínua de capital externo da bolsa brasileira, combinada à incerteza global potencializada pelo coronavírus têm endossado ajustes em carteiras locais.
"Agentes locais estão vendendo smalls caps e comprando bancos", observou.
Em 2020, as saídas de capital externo no segmento Bovespa superam as entradas em 23,4 bilhões de reais, conforme dados até o dia 6 de fevereiro.
DESTAQUES
- IRB BRASIL ON (SA:IRBR3) caiu 16,5%, tendo no radar nova correspondência da Squadra Investimentos a gestores reiterando entendimento de que há uma grande disparidade entre preço e valor nas ações da empresa de resseguros, "principalmente por uma percepção de parcela do mercado sobre a sustentabilidade dos seus elevados níveis de retorno sobre o capital". Na mínima, as ações chegaram a cair 17,2%. Em teleconferência com o pregão ainda aberto, o IRB disse que contratará uma auditoria extra para o balanço para tentar acalmar investidores.
- ITAÚ UNIBANCO PN valorizou-se 1,7%, antes da divulgação do resultado trimestral após o fechamento do pregão desta segunda. BRADESCO PN (SA:BBDC4) teve acréscimo de 1,07%. BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) teve variação negativa de 0,99%.
- VALE ON (SA:VALE3) recuou 3,67%, acompanhando a fraqueza do setor de mineração e siderurgia no exterior. CSN (SA:CSNA3) encerrou com declínio de 4,4% e GERDAU PN (SA:GGBR4) fechou em baixa de 1,58%. USIMINAS PNA (SA:USIM5) perdeu 3,43%.
- BB SEGURIDADE ON (SA:BBSE3) avançou 1,3%, após fechar o último trimestre do ano com lucro líquido ajustado de 1,1 bilhão de reais, ajudado principalmente pelo resultado financeiro. A companhia de resseguros também divulgou estimativas para 2020. Na máxima, mais cedo, a ação subiu mais de 2%.
- CVC (SA:CVCB3) BRASIL ON perdeu 6,03%, ampliando as perdas em fevereiro, diante de potenciais efeitos no setor de viagens e turismo em razão do surto de coronavírus, além da forte valorização do dólar ante o real.
PETROBRAS ON (SA:PETR3) subiu 0,38%, enquanto PETROBRAS PN (SA:PETR4) ganhou 0,69%, mesmo com a queda dos preços do petróleo no exterior.


Fonte: Reuters

Zema quer vender maior mina de nióbio do mundo mesmo sem saber valor, diz MPC

Caso ela seja vendida, Minas Gerais perderia uma receita anual de R$ 1 bilhão durante 400 anos, período estimado de duração da mina caso ela siga sendo explorada nos níveis atuais. A justificativa do governador para vender a Codemig é o endividamento de R$ 230 bilhões que o estado possui.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), quer colocar à venda a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), estatal responsável pela maior mina de nióbio do mundo, em Araxá (MG). O problema, de acordo com o Ministério Público de Contas (MPC), é que o governo não sabe o quanto ela vale, o que pode render um prejuízo de bilhões de reais ao Estado.



O poder executivo mineiro não conhece o potencial financeiro da jazida porque ela seria "tutelada" por uma empresa privada, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), que pertence à Família Moreira Sales, proprietária do banco Itaú, e também dona de uma jazida em Araxá.
As duas empresas responsáveis pela mina de nióbio, a Codemig e a CBMM, após um acordo feito em 1972, criaram a Companhia Mineradora do Pirocloro de Araxá (Comipa), que explora o material das minas e entrega todo o minério à CBMM. Esta produz o ferronióbio (seu principal produto), vende para mais de 50 países e repassa 25% dos lucros à Codemig.
Uma denúncia feita pelo ex-presidente da Codemig Marco Antônio Castello Branco, com base em uma auditoria feita pela estatal, afirma que o teor de nióbio da mina estatal é 18% maior que a do mineral extraído da jazida da CBMM, uma diferença não repassada à Codemig de aproximadamente R$ 5 bilhões desde 1972.
Em entrevista ao UOL, Renata Ferrari, gerente-executiva de Relações Institucionais da CBMM, negou. "Não é verdade. A mina da CBMM é 26% maior em quantidade de minério [em comparação com a] da Codemig que, por sua vez, possui 11% a mais de óxido de nióbio. Essa diferença sempre foi conhecida e fez parte da parceria quando o contrato foi assinado", afirmou.
Zema, no entanto, não quis entrar na polêmica e apresentou projetos à Assembleia Legislativa para vender a estatal, mesmo sem saber qual o seu valor.
"O controle da Comipa é realizado, de fato, pela CBMM, que detém as informações e os dados estratégicos do negócio. O Estado é tutelado. Ele recebe esses 25% e fica por isso mesmo. Não existe fiscalização, acompanhamento, controle de nada", afirmou ao UOL a procuradora Maria Cecília Borges, que estuda o assunto há cinco anos.
"Eu preciso saber quanto vale esse ativo, a mina. Esses 25% estão corretos? Questionei o Estado, que disse não ter acesso a essa informação. Ele vai vender um bem que não sabe quanto vale", completa Maria Cecília Borges.
A executiva da CBMM, Renata Ferrari, negou que sua empresa tutele a Codemig e o Estado. "O lucro que é pago pela CBMM é auditado trimestralmente por empresas contratadas pela Codemig. Existe total transparência com o nosso parceiro", disse.
Ao UOL, o secretário de Planejamento e Gestão do governo mineiro, Otto Levy, negou que a Codemig seja tutelada pela parceira, mas não informou o valor estimado da mina. "O valor só será importante na hora que for discutir a privatização. Temos uma ideia de quanto custa, mas só vamos discutir na hora de privatizar", disse.
O projeto de lei 1203/19 pedindo a privatização da estatal só aguarda parecer da Comissão de Constituição e Justiça para ir a plenário. Mas o projeto 1205/19 já foi aprovado pelos deputados e sancionado por Zema: polêmico, o texto permite ao governo antecipar os valores que receberia da CBMM pelos próximos 13 anos.
Com a autorização, o governo espera, ainda no primeiro semestre deste ano, executar a operação com os recebíveis do nióbio e arrecadar entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões. No entanto, o Ministério Público de Contas afirma que, se forem considerados os valores e mantido o atual nível de extração das minas, o governo receberia da CBMM, ao menos, R$ 13 bilhões no mesmo período, mais do que o dobro oferecido agora pela antecipação dos recebíveis.
Otto Levy refuta a conta do MP. Ele diz que apenas 49% dos créditos seriam vendidos na bolsa e que o restante, 51%, continuará entrando nos cofres da Codemge (Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais), outra estatal mineira que controla a Codemig.
Segundo a procuradora, o governo erra ao calcular o que espera embolsar dos recebíveis ao levar em consideração o que recebeu da CBMM nos últimos anos. "Nenhuma empresa é avaliada apenas pelo que produziu no passado, mas sobre seu potencial futuro", diz a procuradora.
E a expectativa é que a produção de nióbio cresça. A CBMM estima que as 90 mil toneladas métricas extraídas de ferronióbio em 2018 cheguem a 150 mil toneladas já no ano que vem. A CBMM informou ao MP que "haverá um boom do nióbio, com produção duplicada em quatro anos"
"Mas essas informações não são levadas em conta pelo governo. A CBMM já informou que trabalha com a Toshiba na formulação de uma superbateria de nióbio para carro elétrico, que deve ficar pronta em dois anos. Ela poderá recarregar em seis minutos, em vez das seis, oito horas necessárias hoje em dia", afirma a procuradora. 


Fonte: UOL

Mentor de roubo de 770 quilos de ouro no aeroporto de Guarulhos é preso

Mentor de roubo de 770 quilos de ouro no aeroporto de Guarulhos é preso





O suspeito era chamado pelos investigadores de 'Professor', como o personagem da série 'Casa de Papel'

Por FOLHAPRESS


YouTube/reprodução
Seis pessoas foram presas pelo roubo de 770 quilos de ouro no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos
Foto: YouTube/reprodução
Suspeito de ter sido o mentor do roubo de 770 quilos de ouro do terminal cargas do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), Francisco Teotônio da Silva Pasqualini, 55, conhecido como "Velho", foi preso pela polícia de São Paulo na noite desta sexta-feira.
Após receber uma denúncia sobre tráfico de drogas em Heliópolis, na zona sul da capital, policiais civis do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico) passaram a fazer buscas na região e encontraram o suspeito na rua José de França Dias, no bairro São José, em São Caetano do Sul.
Segundo os policiais, Pasqualini teria confirmado que estava sendo procurado pela Justiça. Ele, então, foi conduzido à delegacia e, posteriormente, à prisão.
Outros cinco suspeitos de participação no roubo foram presos no ano passado.
Na investigação, Pasqualini vinha sendo chamado pelos policiais de "Professor", em alusão ao personagem que lidera um bando de ladrões na série "Casa de Papel", da Netflix, desenvolvendo o plano e treinando a gangue sem precisar entrar nos locais onde os assaltos acontecem.
De acordo com a polícia, foi o "professor" Pasqualini quem teve a ideia do roubo.
Pasqualini seria cunhado de Peterson Brasil, um dos funcionários do terminal de cargas presos pela polícia. Brasil é suspeito de ter cooptado outro Peterson – Peterson Patrício, o funcionário que primeiro alegou ter tido a família mantida refém para que desse informações sobre o ouro no terminal, e, uma vez desmascarado pela polícia, confessou integrar o bando. Os dois Petersons são amigos de infância e ambos foram presos.
De acordo com o delegado Pedro Ivo Corrêa, titular da delegacia de roubo a bancos, as investigações apontam que a família de Patrício foi realmente feita refém pelos criminosos para forçá-lo a facilitar o roubo após o suspeito se mostrar hesitante.
"Ele (Patrício) concordou em participar, participou do planejamento, e, no final, começou a criar obstáculos. Foi aí que o pessoal da organização findou em sequestrar a família dele para estimulá-lo, vamos dizer assim, a participar mais efusivamente", afirmou o policial. "A família não sabia disso."
O roubo consumiu R$ 1 milhão dos assaltantes – a polícia estima um total de 14 pessoas envolvidas – e longo planejamento. A ação no aeroporto durou dois minutos e meio e foi captada pelas câmeras de segurança.
Ao menos duas pessoas envolvidas (os Petersons) eram funcionários do terminal e facilitaram o acesso do restante do bando, que usou viaturas da Polícia Federal clonadas para entrar no terminal, posteriormente trocadas por outros veículo.
Quase 720 quilos de ouro pertenciam a Kinross Paracatu e a Asai, ambos grupos canadenses. Outros 51 quilos pertenciam a um grupo de Dubai, JBG.  Até agora o ouro não foi recuperado.
Como o grama do ouro está em 200 reais, o valor roubado chega a R$154.000.000,00- ( cento e cinquenta
e quatro milhões de reais).

Fonte:  FOLHAPRESS