sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Ibovespa recua com aversão a risco global; Vale cai 4% com risco de nova provisão

Ibovespa recua com aversão a risco global; Vale cai 4% com risco de nova provisão



Ações2 horas atrás (21.02.2020 12:29)

Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista adota um viés negativo nesta sexta-feira, minada pelo clima desfavorável a ativos de risco no cenário externo, conforme permanecem as preocupações relacionadas aos efeitos do surto de coronavírus na economia chinesa e seus reflexos na atividade global.
A queda das ações da Vale também pesa no Ibovespa, após prejuízo de 1,56 bilhão de dólares e eventual provisão adicional de 1 bilhão a 2 bilhões de dólares, assim como referenda cautela o fim de semana prolongado no Brasil em razão do Carnaval, com a B3 reabrindo apenas na quarta-feira.
Às 12:11, o Ibovespa caía 1,39%, a 112.990,95 pontos. O volume financeiro somava 5,68 bilhões de reais.
Nesse cenário, o Ibovespa caminha para uma queda de mais de 1% na semana.
"A percepção de risco com relação ao surto do coronavírus continua elevada", destacou a equipe da XP Investimentos em relatório a clientes mais cedo.
A China registrou um aumento no número de novos casos do coronavírus nesta sexta-feira, com mais de 200 pessoas testando positivo para a doença em duas prisões fora da província de Hubei, epicentro da epidemia. O país tem mais de 75.400 casos de e 2.236 pessoas morreram da doença causada por ele.
Os líderes do G20, que se reúnem na Arábia Saudita no fim de semana, deve discutir os riscos para a economia global.
"O aumento dos novos casos de coronavírus fora da China deixam os mercados preocupados", acrescenta o gestor Ricardo Campos, sócio na Reach Capital, chamando a atenção também para dados mais fracos da economia chinesa recentemente, que têm aumentado o temor de um efeito maior e mais prolongado no PIB.
"O sinal é de cautela no mercado externo", reforçou, citando o movimento do ouro, que atingiu máxima de sete anos nesta sexta-feira.
DESTAQUES
- VALE ON (SA:VALE3) perdia 4%, após reportar prejuízo líquido de 1,56 bilhão de dólares no quarto trimestre de 2019, principalmente devido a baixas contábeis e provisões relacionadas ao rompimento de barragem em janeiro de 2019, e afirmar que avalia provisão adicional de 1 bilhão a 2 bilhões de dólares relacionada ao desastre. BRADESPAR PN (SA:BRAP4), holding que concentra seus investimentos na Vale, caía 3,6%.
- B2W (SA:BTOW3) caía 2%, também depois de divulgar prejuízo líquido de 22,3 milhões de reais no quarto trimestre, embora menor do que a perda de 69,4 milhões no mesmo período de 2018. O resultado financeiro foi negativo em 137,9 milhões de reais no período, perda 15,7% menor em um ano.
- CARREFOUR BRASIL ON (SA:CRFB3) tinha variação negativa de 0,05%, reduzindo as perdas, que chegaram a 1,7% no começo do pregão. O varejista teve lucro líquido de 735 milhões de reais no quarto trimestre, aumento 7,6% ante igual período de 2018.
- LOJAS AMERICANAS PN (SA:LAME4) avançava 5,5%, tendo também de pano de fundo o balanço do quarto trimestre, com lucro líquido de 398 milhões de reais, avanço de 62% sobre o desempenho de um ano antes, com vendas maiores e avanço das operações de comércio eletrônico do grupo.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) caía 1,6% e PETROBRAS ON (SA:PETR3) cedia 2%, em sessão de queda dos preços do petróleo no exterior.
- WEG ON (SA:WEGE3) valorizava-se 3,4%, também entre as poucas altas do Ibovespa, ainda refletindo avaliação positiva sobre os números da companhia no último trimestre divulgados nesta semana, que superaram as expectativas. Na quarta-feira, a ação fechou a 48,82 reais, máxima histórica.
- ITAÚ UNIBANCO PN cedia 0,7%, afetado pelo viés negativo no mercado como um todo, com BRADESCO PN (SA:BBDC4) recuando 0,2%.
- CCR ON (SA:CCRO3) recuava 2,3% após o leilão de trecho da BR-101 em Santa Catarina, vencido pela empresa com oferta de deságio de tarifa de pegádio de mais de 60%. A companhia superou oferta da rival Ecorodovias (SA:ECOR3), que caía 3,2%.

Fonte: Reuters

A maior esmeralda do mundo tem 57.500 quilates e é brasileira

A maior esmeralda do mundo tem 57.500 quilates e é brasileira







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A joia é tão especial que ganhou um nome próprio: Teodora!
Ela foi encontrada no Brasil e lapidada na Índia antes de ser vendida ao negociante de gemas preciosas Reagan Reaney.
Vários gemólogos tinham dúvida sobre a veracidade da pedra: “Tenho certeza que ela contém esmeralda, mas não tenho certeza se tudo o que existe na pedra é esmeralda”, declarou Jeff Nechka, gemólogo que fez uma análise e deu uma entrevista ao JCK Magazine.
Parece que ela foi tingida, mas é impossível dizer a intensidade da cor anterior. É impossível saber o quanto ela tem de esmeralda”, concluiu.
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Nós provavelmente não a chamaríamos de esmeralda. Ela parece não ter indicação de coloração verde natural, e isso faz com que não a chamemos de esmeralda”, disse o diretor do Gemological Institute of America, Shane McClure.
Aos especialistas, o grau da cor de uma esmeralda é, de longe, a sua consideração mais importante e significativa, bem como sua clareza.
Os especialistas dizem que, se toda a pedra fosse 100% esmeralda, o valor original poderia ultrapassar em mais de 20 vezes.
Regan Reaney, proprietário da pedra, disse que qualquer pessoa que deseja comprá-la pode examiná-la sem nenhum problema: “Sabemos que existem esmeralda em todas as partes da pedra, mas não o quanto. Sabemos que não é um berilo branco, mas alguma porção de berilo branco contém. Não é exatamente a qualidade da gema, mas seu tamanho que a torna tão especial”, disse.
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Se a pedra não conseguir comprador, será enviada para o Instituto de Gemologia da América, para ficar em exposição.
Todas as análises são necessárias porque existem formas de criar, em laboratório, esmeraldas sintéticas, usando berilo incolor. Elas podem ser encontradas em minas em diversas partes do mundo como Colômbia, Afeganistão, Zimbábue, Brasil e Canadá.





Fonte: BBC

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

ANÁLISE-Coronavírus pode golpear economias do Chile, Peru e Brasil, mas poupar México

ANÁLISE-Coronavírus pode golpear economias do Chile, Peru e Brasil, mas poupar México



Economia1 hora atrás (20.02.2020 18:01)

© Reuters. ANÁLISE-Coronavírus pode golpear economias do Chile, Peru e Brasil, mas poupar México© Reuters. ANÁLISE-Coronavírus pode golpear economias do Chile, Peru e Brasil, mas poupar México
Por Jamie McGeever
BRASÍLIA (Reuters) - O surto de coronavírus na China pode estar alterando as perspectivas de investimento para a América Latina em 2020, azedando o sentimento em relação ao Chile e ao Brasil, de governos liberais, ao mesmo tempo em que leva as atenções -e o dinheiro- para o México, país de inclinação ideológica de esquerda.
O consenso entre os economistas é que, embora o impacto geral no crescimento da América Latina e nos mercados financeiros do surto seja limitado, podem haver amplas discrepâncias dentro da região.
A forte dependência do Chile à exportação de commodities, especialmente o cobre, lhe torna particularmente vulnerável à demanda mais fraca da China, seu principal parceiro comercial e o maior comprador mundial de commodities.
É uma situação semelhante a do Peru e do Brasil -um dos principais produtores mundiais de minério de ferro- onde quase um terço de todas as exportações vai para a China. No caso da economia brasileira, as previsões de crescimento já estavam sendo reduzidas e a moeda estava se encaminhando para as mínimas históricas em relação ao dólar norte-americano antes do início do efeito cascata global do coronavírus.
"As economias mais expostas são o Chile, o Peru e, em certa medida, o Brasil", disse Alberto Ramos, chefe de pesquisa latino-americana do Goldman Sachs. "A principal fonte de risco negativo para a América Latina é a deterioração dos termos de troca, desencadeada pelo profundo impacto duradouro da desaceleração da China nos preços das commodities."
Muito dependerá de quanto tempo irá durar o surto do vírus que se espalhou rapidamente, matando mais de 2.100 pessoas, após surgir no final de dezembro na China central.
Enquanto isso, os investidores veem o México, administrado por Andrés Manuel Lopez Obrador, de esquerda, e cuja economia se contraiu no ano passado pela primeira vez em uma década, como muito menos exposto à China, seja por meio de ligações comerciais diretas ou pela queda global dos preços das commodities.
Não houve um único caso confirmado na América Latina do novo coronavírus, que já se espalhou para cerca de duas dezenas de países, mas os investidores da região estão ficando preocupados.
A mais recente pesquisa mensal do Bank of America Merrill Lynch (BAML, na sigla em inglês), realizada com gestores de fundos da América Latina, mostrou que 56% dizem que a desaceleração do crescimento e a demanda por commodities na China é o maior risco para a região.
A expectativa de alta das ações no Brasil está recuando, com 37% dos entrevistados pela BAML prevendo que o Ibovespa esteja acima dos 130.000 pontos ao fim do ano, em comparação com 56% no mês passado.
A pesquisa, que contou com a participação de 52 gestores de fundos que administram em torno de 103 bilhões de dólares em ativos, também mostrou que, para 27% dos entrevistados, a situação econômica no Chile irá se deteriorar nos próximos seis meses. Em janeiro, o dado era 7%.
Há muito tempo, o Chile tem sido considerado um exemplo regional das reformas econômicas de livre mercado. Mas mesmo antes do surto de coronavírus seu status de queridinho dos investidores já havia sido ameaçado por protestos que culparam essas políticas pela desigualdade generalizada.
Por outro lado, 21% consideram que o peso mexicano terá desempenho superior nos próximos seis meses, acima dos 4% em janeiro. Neste ano, até o momento, o peso subiu 0,6% em relação ao dólar, enquanto o real recuou quase 9%.
Economistas e estrategistas do Citi criaram um "índice de vulnerabilidade" do coronavírus baseado em quatro variáveis: crescimento econômico, cadeias de suprimentos, commodities e riscos "externos" de volatilidade do mercado.
De longe, Chile, Equador e Peru são vistos como os países mais vulneráveis, com índices de 100, 98 e 97, respectivamente. Em seguida estão o Brasil (66) e a Colômbia (63), enquanto o México é o penúltimo da tabela, com 27 pontos.
"Depois de um 2019 sombrio, as perspectivas para a região são favoráveis, mas fracas, já que a aceleração do crescimento se baseia na melhoria do sentimento de investimento e consumo", afirmou o Citi em pesquisa.
"Um surto prolongado trará outra rodada de rebaixamentos de crescimento".
Até agora, o Brasil é o único país cujas previsões de crescimento para 2020 foram reduzidas pelos economistas do banco.
Ramos e seus colegas do Goldman calculam que uma queda de 10% nos preços das commodities derrubaria o Produto Interno Bruto do Peru em 1,3 ponto percentual, valor semelhante no PIB chileno, enquanto uma queda de 10% no volume de exportações para a China derrubaria o PIB brasileiro em 0,34 ponto percentual.
Para o México, um declínio de 10% nas exportações para a China iria retrair a sua atividade econômica em apenas 0,05 ponto percentual, calculam, observando que a maioria das moedas e estoques da América Latina caiu este ano, com as notáveis ​​exceções sendo o peso do México e o mercado acionária da Bolsa Mexicana de Valores, que acumula um aumento de 2,7% no ano.


Fonte: Reuters

Diamante rosa é vendido por 44 milhões de euros em leilão em Genebra

Por France Presse




O Pink Legacy, um diamante rosa de 18,96 quilates — Foto: Fabrice Coffrini / AFP Photo

O Pink Legacy, um diamante rosa de 18,96 quilates — Foto: Fabrice Coffrini / AFP Photo
O Pink Legacy, um diamante rosa de 18,96 quilates — Foto: Fabrice Coffrini / AFP Photo
O Pink Legacy, um diamante rosa de 18,96 quilates — Foto: Fabrice Coffrini / AFP Photo
Um excepcional diamante rosa de 18,96 quilates foi arrematado por 44 milhões de euros - um recorde por quilate para uma pedra desta cor - em um leilão da Casa Christie's em Genebra.
Segundo o leiloeiro Rahul Kadakia, o fabuloso diamante, descoberto há quase um século na África do Sul, foi arrematado pela joalheria americana Harry Winston, que pertence ao grupo suíço Swatch.
O "Pink Legacy", que estava avaliado em entre 30 e 50 milhões de dólares, foi imediatamente rebatizado por seu comprador como "Winston Pink Legacy".
O valor de "US$ 2,6 milhões por quilate é um recorde mundial por quilate para um diamante rosa", assinalou François Curiel, responsável pela Christie's na Europa. "Esta pedra é para mim o Leonardo da Vinci dos diamantes".
O recorde precedente de preço por quilate remontava a novembro de 2017, em Hong Kong, quando a Christie's vendeu "The Pink Promise", um diamante rosa 'fancy vivid' de forma oval de pouco menos de 15 quilates, por US$ 32,48 milhões, o equivalente a US$ 2,17 milhões por quilate.
O fabuloso diamante rosa leiloado nesta terça, classificado "fancy vivid", o maior grau de intensidade na escala de cor, pertencia à família Oppenheimer, que dirigiu durante várias décadas a empresa de mineração De Beers.
Os diamantes do tipo "fancy vivid" de mais de dez quilates são praticamente desconhecidos nas salas de leilões.
Os "fancy vivid" integram a categoria de diamantes IIa, com muito pouco ou nenhum rastro de nitrogênio, característica reservada a menos de 2% dos diamantes.
Os IIa são os diamantes mais puros quimicamente, apresentando geralmente "um brilho e uma transparência excepcionais", recordou a Casa Christie's.
O "Pink Legacy" foi lapidado provavelmente nos anos 1920, segundo Jean-Marc Lunel, especialista internacional de joalheria da Christie's.
O diamante rosa era a atração principal do leilão de alta joalheria da Christie's, que arrecadou mais de US$ 110 milhões, segundo a porta-voz Alexandra Kindermann.

Leião em NY

A obra-prima "Chop Suey", de Edward Hopper, foi vendida em Nova York por US$ 91,8 milhões em um novo recorde para o pintor americano, em um leilão da Christie's que englobou a primeira parte de uma coleção adjudicada por US$ 317,8 milhões, o valor mais alto de uma compilação privada de arte americana.
Segundo informou a casa de leilões, a venda da primeira parte da coleção de Barney A. Ebsworth, denominada "An American Place", chegou exatamente a US$ 317,801 milhões, em uma venda de dois dias dedicada à excepcional coleção de arte americana do século XX.
Os itens mais destacados da coleção incluem "Chop Suey", de Hopper, a obra mais importante do artista que ainda se encontra em mãos privadas, que alcançou US$ 91.875.000, um recorde para o artista e para a arte americana.
"A Mulher como Paisagem", de Willem de Kooning, também estabeleceu um recorde de artista em US$ 68,9 milhões, enquanto a "Composição", de Jackson Pollock, foi vendida por US$ 55,4 milhões.
O falecido Ebsworth foi um reconhecido colecionador e empresário multimilionário que chegou a ser reconhecido como um dos 200 maiores colecionadores do mundo.


Fonte: France Presse

Dólar avança para recorde de R$4,39 acompanhando exterior

Dólar avança para recorde de R$4,39 acompanhando exterior



Moedas3 horas atrás (20.02.2020 12:01)

Por Luana Maria Benedito
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar até chegou a arrefecer a alta contra o real durante a manhã desta quinta-feira, mas voltava a ganhar força e seguia em alta, já se aproximando de 4,40 reais em meio aos ganhos da moeda norte-americana no exterior e à falta de perspectivas positivas para o real no cenário doméstico.
Às 11:55, o dólar avançava 0,39%, a 4,3828 reais na venda, enquanto o dólar futuro registrava alta de 0,38%, a 4,3825 reais.
No entanto, por volta das 11h, o dólar desacelerou subitamente a alta, chegando a tocar 4,3589 reais na mínima do dia, o que, de acordo com Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora, foi um movimento pontual.
"Foi fluxo. O mercado com está com um giro financeiro bem pequeno, sem importador ou exportador de peso", afirmou. "Também vimos uma venda de tesouraria, o que derrubou o dólar momentaneamente."
A moeda norte-americana já recuperava o fôlego e voltava a operar acima de 4,38 reais, enquanto se fortalecia ante 30 de seus 33 principais pares. Contra uma cesta de seis moedas fortes, o dólar rondava a estabilidade, mas chegou a subir mais de 0,2% no dia, depois de na véspera saltar a máximas em quase três anos.
"É mais do mesmo", disse Italo Abucater, gerente de câmbio da Tullett Prebon, sobre o movimento desta sessão. "Já vinha um processo de apreciação da moeda (norte-americana) no cenário global. O internacional está todo ruim, e o real pode ter uns solavancos distorcidos um dia ou outro, trabalhando em linha com o exterior."
O novo coronavírus da China seguia sendo o principal ponto de atenção dos operadores e investidores. Apesar da queda nas novas infecções nesta quinta-feira, agentes de mercado reagiam à notícia de que cientistas alertaram que o patógeno pode se espalhar mais facilmente do que se pensava, agravando os temores sobre o impacto econômico da doença e gerando aversão a risco.
Segundo Abucater, o cenário doméstico também colaborava para a alta do dólar, com a falta de perspectiva de fluxo, o atraso das reformas econômicas e os juros baixos no Brasil reduzindo a atratividade do real.
"Não temos juros, então não tem prêmio para os investidores; o Banco Central fala de encerramento de ciclo (no corte de juros), mas a atividade indica que será necessário mais um corte, e isso vai afetar dólar", comentou.
O Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic a sucessivas mínimas históricas, chegando a 4,25% ao ano, o que diminui o rendimento da moeda brasileira para investidores estrangeiros, um dos fatores por trás da alta do dólar aos recordes atuais.
Abucater acrescentou que o dólar tende a subir ainda mais. "Estamos vivendo outra realidade para o câmbio; 4,50 reais vai ser uma taxa muito confortável para o cenário que estamos vivendo agora."
Há pouco, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reiterou comentários sobre o novo normal ser de uma taxa de câmbio mais desvalorizada.
O Banco Central vendeu todos os 13 mil contratos de swap cambial tradicional ofertados em leilão de rolagem nesta quinta-feira.


Fonte: Reuters