sexta-feira, 13 de março de 2020

Turmalina Paraíba

As turmalinas conhecidas sob a designação ”Paraíba”, em alusão ao Estado onde foram primeiramente encontradas, causaram furor ao serem introduzidas no mercado internacional de gemas, em 1989, por suas surpreendentes cores até então jamais vistas. A descoberta dos primeiros indícios desta ocorrência deu-se sete anos antes, no município de São José da Batalha.
Estas turmalinas ocorrem em vívidos matizes azuis claros, azuis turquesas, azuis “neon”, azuis esverdeados, azuis-safira, azuis violáceos, verdes azulados e verdes-esmeralda, devidos principalmente aos teores de cobre e manganês presentes, sendo que o primeiro destes elementos jamais havia sido detectado como cromóforo em turmalinas de quaisquer procedências.
A singularidade destas turmalinas cupríferas pode ser atribuída a três fatores: matiz mais atraente, tom mais claro e saturação mais forte do que os usualmente observados em turmalinas azuis e verdes de outras procedências.
Em fevereiro de 1990, durante a tradicional feira de pedras preciosas de Tucson, no Estado do Arizona (EUA), teve início a escalada de preços desta gema. A mística em torno da turmalina da Paraíba havia começado e cresceu extraordinariamente ao longo das mais de duas décadas que se seguiram, convertendo-a na mais valiosa variedade deste grupo de minerais.
A elevada demanda por turmalinas da Paraíba, aliada à escassez de sua produção, estimulou a busca de material de aspecto similar em outros pegmatitos da região, resultando na descoberta das minas Mulungu e Alto dos Quintos, situadas próximas à cidade de Parelhas, no vizinho estado do Rio Grande do Norte. Estas minas passaram a produzir turmalinas cupríferas de qualidade média inferior às da Mina da Batalha, mas igualmente denominadas “Paraíba” no mercado internacional, principalmente por terem sido oferecidas muitas vezes misturadas à produção da Mina da Batalha.
Embora as surpreendentes cores das turmalinas da Paraíba ocorram naturalmente, estima-se que aproximadamente 80% das gemas só as adquiram após tratamento térmico.
Até 2001, as turmalinas cupríferas da Paraíba e do Rio Grande do Norte eram facilmente distinguíveis das turmalinas oriundas de quaisquer outras procedências mediante detecção da presença de cobre com teores anômalos, através de análise química por fluorescência de raios X de energia dispersiva (EDXRF). No entanto, as recentes descobertas de turmalinas cupríferas na Nigéria e em Moçambique acenderam um acalorado debate envolvendo o mercado e os principais laboratórios gemológicos do mundo, em torno da definição do termo “Turmalina da Paraíba”.
Até o ano de 2001, o termo “Turmalina da Paraíba” referia-se à designação comercial das turmalinas da espécie elbaíta, de cores azuis, verdes ou violetas, que contivessem pelo menos 0,1% de CuO e proviessem unicamente do Brasil, precisamente dos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
Tudo começou a mudar quando, naquele ano, uma nova fonte de turmalinas cupríferas foi descoberta na Nigéria, na localidade de Ilorin (mina de Edeko), voltando a ocorrer quatro anos mais tarde, em meados de 2005, desta vez em Moçambique, na região de Alto Ligonha, a aproximadamente 100 km ao sudoeste da capital Nampula.
De modo geral, as elbaítas com cobre destes países africanos não possuem cores tão vívidas quanto às das brasileiras, embora os melhores exemplares da Nigéria e de Moçambique se assemelhem aos brasileiros.
O achado destes depósitos africanos ocasionou acalorados debates no mercado e entre laboratórios, uma vez que as gemas de cores azuis a verdes saturadas procedentes da Nigéria e de Moçambique não podem ser diferenciadas das produzidas no Brasil por meio de exames usuais e tampouco por análises químicas semi-quantitativas obtidas pela técnica denominada EDXRF.
Há alguns anos, felizmente, constatou-se ser possível determinar a origem das turmalinas destes 3 países por meio de dados geoquímicos quantitativos de elementos presentes como traços, obtidos por uma técnica analítica conhecida por LA-ICP-MS.
Em fevereiro de 2006, o Comitê de Harmonização de Procedimentos de Laboratórios, que consiste de representantes dos principais laboratórios gemológicos do mundo, decidiu reconsiderar a nomenclatura de turmalina da “Paraíba”, definindo esta valiosa variedade como uma elbaíta de cores azul-néon, azul-violeta, azul esverdeada, verde azulada ou verde-esmeralda, que contenha cobre e manganês e aspecto similar ao material original proveniente da Paraíba, independentemente de sua origem geográfica.
Esta política é consistente com as normas da CIBJO, que consideram a turmalina da Paraíba uma variedade ou designação comercial, e a definem como dotada de cor azul a verde devida ao cobre, sem qualquer menção ao local de origem. 
Por outro lado, como essas turmalinas cupríferas são cotizadas não apenas de acordo com seu aspecto, mas também segundo sua procedência, tem-se estimulado a divulgação, apesar de opcional, de informações sobre sua origem nos documentos emitidos pelos laboratórios de gemologia, caso disponham dos recursos analíticos necessários.



Fonte: CPRM

Ibovespa sobe com recuperação global mas deve ter pior semana desde 1997

Ibovespa sobe com recuperação global mas deve ter pior semana desde 1997



Ações1 hora atrás (13.03.2020 12:16)

© Reuters. (Blank Headline Received)© Reuters. (Blank Headline Received)
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa avançava nesta sexta-feira, acompanhando a recuperação de mercados acionários no exterior, em meio a ações de bancos centrais, mas ainda caminhava para o maior declínio semanal em quase 23 anos, reflexo do clima de pânico com a pandemia de coronavírus, além da guerra de preços do petróleo.
Às 11:57, o Ibovespa subia 3,83%, a 75.364,49 pontos. Na máxima, nos primeiros negócios, chegou a avançar 15,4%, a 83.757,51 pontos. O volume financeiro somava 11,5 bilhões de reais.
Nesse cenário, o Ibovespa deve fechar a semana com perda de mais de 20%, que pode ser a maior baixa desde o final de outubro de 1997.
Na véspera, em pregão marcado por dois circuit breakers, o Ibovespa caiu 15,15%, maior queda desde setembro de 1998, ano marcado pela crise financeira russa. O tombo só não foi maior porque o Fed de Nova York anunciou injeção de 1,5 trilhão de dólares no sistema financeiro ainda nesta semana.
Até a quinta-feira, o Ibovespa à vista acumulava queda de quase 26% na semana, ampliando a perda em 2020 para mais de 37%.
Nesta sexta-feira, vários bancos centrais anunciaram pacotes de estímulos e medidas para tentar com atenuar os efeitos da pandemia nas respectivas economias, bem como nos seus mercados, entre eles o Banco do Japão e o Banco do Povo da China.
Para a equipe da Guide Investimentos, investidores continuarão avaliando o novo nível de preços – agora muito mais atrativos – contra os riscos latentes da conjuntura atual, bem como a volatilidade seguirá extrema em razão da manutenção da incerteza sobre o Covid-19 e a guerra de preços do petróleo.
Na Europa, o FTSE 100 subia quase 4% em Londres, enquanto o alemão DAX tinha alta de 3,5%. Nos EUA, o S&P 500 mostrava alta cerca de 3%.
No Brasil, as atenções também estão voltadas para Brasília, mais especificamente para o resultado do exame de coronavírus feito pelo presidente Jair Bolsonaro, após um integrante de sua comitiva presidencial em viagem aos Estados Unidos ter tido resultado positivo em teste para o novo vírus.
Apesar do cenário ainda volátil no ambiente financeiro, a Ágora Investimentos ressaltou que, com a queda recente, diversas ações mostram 'valuation' descontado e sugerem um bom ponto de entrada para investidores com foco no longo prazo.
DESTAQUES
- AZUL PN (SA:AZUL4) e GOL (SA:GOLL4) PN subiam 8,5% e 0,6%, respectivamente, experimentando uma trégua na sequência de tombos dos últimos pregões, com o setor aéreo entre os mais afetados pelos efeitos da pandemia. Apenas na véspera, as ações fecharam em queda de 32,89% e de 36,29%, respectivamente.
- VALE ON (SA:VALE3) ganhava 9%, com o minério de ferro de Dalian subindo 2,6% nesta semana, após ganho de 6,6% da semana passada, suportado por preocupações persistentes relacionadas à oferta. Na máxima do dia até o momento, Vale subiu 24,55%.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) e PETROBRAS ON (SA:PETR3) avançavam 5,8% e 6,1%, respectivamente, acompanhando a recuperação nos preços do petróleo no mercado externo.
- BANCO BTG PACTUAL (SA:BPAC11) UNIT tinha alta de 5,5%, liderando a melhora entre os bancos do Ibovespa, com BANCO DO BRASIL (SA:BBAS3) subindo 7,5%, BRADESCO PN (SA:BBDC4) avançando 5,4% e ITAÚ UNIBANCO PN ganhando 3,5%. O ministro da Economia afirmou que o Banco Central garantiu que dará liquidez ao mercado e que os bancos públicos estão líquidos.
- LOJAS AMERICANAS PN (SA:LAME4) subia 12%, com várias ações do setor de varejo entre as maiores altas da sessão, como MAGAZINE LUIZA ON (SA:MGLU3), em alta de 7,8%, e VIA VAREJO ON, com acréscimo de 4,8%.
- YDUQS ON (SA:YDUQ3) caía 3%, entre as poucas baixas da sessão, divulgar queda no lucro no quarto trimestre, uma vez que a redução no programa educacional federal Fies atingiu a base de alunos presenciais da companhia.

Fonte: Reuters

Virgin Rainbow Opal - Opala

Virgin Rainbow Opal - Opala



Virgin rainbow opala
Valor: Avaliado em 1 milhão do dólares (4,5milhões de reais)
Descoberto na Austrália em 2003, esse opala incrivelmente raro com 216 quilates, é capaz de brilhar no escuro. Ele exibe um arco-íris de cores que o torna verdadeiramente único, e por isso, extremamente valioso.
Basicamente é a maneira com que ela foi formada - a opala não é tecnicamente um mineral, mas sim o que os cientistas chamam de mineraloides. Isso significa que eles não formam uma estrutura cristalina uniforme. Elas são formadas de uma mistura de água e sílica. Essa mistura forma um gel que, eventualmente, endurece e forma as pedras que conhecemos. 

Fonte: Seleções

quinta-feira, 12 de março de 2020

Quais as pedras preciosas mais caras


Quais as pedras preciosas mais caras
Imagem: webluxo.com.br
As pedras preciosas, ou gemas, são desde o início dos tempos um dos minerais mais apreciados e desejados, pelas suas bonitas cores e efeitos óticos que as tornam verdadeiros tesouros. É impossível ficar indiferente a uma pedra preciosa bem lapidada, dá vontade de a ter nem que seja para colocar na estante e ficar a admirá-la por longos períodos. No que se refere ao valor comercial das pedras preciosas, este está susceptível a oscilações, no entanto há uma seleção de gemas que se têm mantido no topo por muito tempo, sendo consideradas objeto de desejo de muitas pessoas, sobretudo por mulheres e joalheiros. Para conhecer quais as pedras preciosas mais caras, continue lendo 

    1. Diamante vermelho

    O Diamante vermelho é a gema mais rara do mundo, uma das razões pelas quais, além do seu brilho e cor impressionantes, é também considerada a mais cara. Especula-se que existam apenas cerca de 25 verdadeiras gemas destas, cujo valor ronda os 5 milhões de reais por quilate, podendo diminuir caso o seu tom de vermelho arroxeado não seja tão intenso. A sua extração localiza-se na Austrália, no entanto são encontrados pouquíssimos exemplares por ano e a maioria deles não ultrapassa os dois quilates. O mais caro alguma vez vendido foi o Argyle Phoenix (o da imagem), de 1,56 quilates, com o valor de 4,5 milhões de reais.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 1. Diamante vermelho
    Imagem: brecorder.com

    2. Serendibite

    Originária do Sri Lanka e da Birmânia, esta gema de coloração azul esverdeada escura é extremamente rara, existindo apenas 3 exemplares lapidados a nível mundial, todos rondando os 0,50 quilates. As duas primeiras foram encontradas por D.P. Gunasekera, um especialista em pedras raras, e compradas a um professor suíço. Atualmente as gemas de serendibite são vendidas a cerca de 4 milhões de reais por quilate. Da sua composição invulgar e complexa fazem parte o alumínio, cálcio, magnésio, oxigênio e silicone.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 2. Serendibite
    Imagem: jewelsdujour.com

    3. Garnet azul

    A gema garnet surge em várias cores tais como púrpura, laranja, amarelo, verde, castanho ou até mesmo sem cor. No entanto a mais rara de todas é a azul, encontrada durante o ano de 1990 em Madagascar, o que faz dela a garnet mais cara, atualmente valendo cerca de 3 milhões de reais por quilate. Depois disso também já foi descoberta na Rússia, Turquia e Estados Unidos. Devido aos altos níveis de vanádio na sua composição, a cor da garnet azul, que na verdade é um azul esverdeado, muda para roxo na presença de luz incandescente, o que a torna ainda mais especial e cativante.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 3. Garnet azul
    Imagem: sedagems.com

    4. Grandidierite

    Descoberta pela primeira vez nas montanhas do Sri Lanka, pelo explorador francês Alfred Grandidier que lhe deu o nome, esta gema foi confundida com uma Serendibite. Atualmente é encontrada em Madagascar e vale cerca de 226 mil reais por quilate. A Grandidierite apresenta uma composição de magnésio, alumínio, borossilicato e ferro, sendo que este último elemento é o responsável pela sua cor verde azulada, que também se pode revelar esbranquiçada sob a luz.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 4. Grandidierite
    Imagem: howtobeads.com

    5. Painite

    Até ao ano de 2005 só se conheciam apenas 18 exemplares lapidados desta pedra preciosa, fato que a manteve durante alguns anos no Guiness Book of World Records como a gema mais rara do mundo. No entanto, mais recentemente, várias Painites foram encontradas na Birmânia, o que fez com que ela abandonasse essa posição. Esta pedra foi descoberta em 1950 por Arthur C.D. Pain, mineralogista e negociante de pedras preciosas, e caracteriza-se pela sua cor vermelho amarronzado, que apresenta várias matizes consoante o ângulo em que é observada. Atualmente está a valer entre 115 mil e 135 mil reais por quilate.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 5. Painite
    Imagem: jewelsdujour.com

    6. Musgravite

    O nome desta gema deve-se ao local onde foi encontrada: Musgrave, na Austrália, em 1967. Mais tarde outros exemplares foram encontrados na Gronelândia e Madagascar, no entanto não com a mesma qualidade dos dois encontrados no Sri Lanka em 1993. Esta gema surge em algumas cores, das quais as mais predominantes são o verde e violeta e os seus principais elementos são o magnésio, berílio e alumínio. É facilmente confundida com uma Taaffeite e apenas o espectroscópio Micro-Raman as pode distinguir com exatidão. A Musgravite chega a tingir os 79 mil reais por quilate.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 6. Musgravite
    Imagem: pinterest.com

    7. Jadeíta

    Esta aparente simples pedra verde e opaca está atualmente a valer cerca de 45 mil reais por quilate. Existem algumas fontes que referem erroneamente que ela rende mais de 3 milhões de dólares por quilate, mas esse dado baseia-se na venda em leilão em 1997 do colar Doubly Fortunate do qual fazem parte várias jadeítas. Esta gema apresenta-se em diferentes tons de verde e quanto mais intensa for a cor, mais cara ela se tornará. É considerada mística por muitos, é originária da Guatemala e também já foram encontrados alguns exemplares na Califórnia.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 7. Jadeíta
    Imagem: the10mostknown.com

    8. Rubi

    Esta gema toda a gente conhece, mas provavelmente poucos sabem que, na verdade, ela se trata de uma safira vermelha. É uma pedra preciosa extremamente cara devido à sua popularidade e raridade de bons exemplares, valendo cerca de 33 mil reais por quilate. O rubi mais valioso encontrado até hoje tem o nome de Pigeon-Blood e caracteriza-se pela particularidade de ter uma ligeira tonalidade de violeta. Atualmente são produzidos rubis artificiais que se vendem por valores mais baixos que os verdadeiros.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 8. Rubi
    Imagem: thenaturalsapphirecompany.com

    9. Diamante

    Conhecido por ser a gema mais dura à face da terra, o diamante partilha o mesmo valor comercial que o rubi: aproximadamente 33 mil reais por quilate. Esta pedra preciosa não é tão rara quanto a maioria presente neste artigo, mas é sem dúvida a mais popular ao longo de toda a história. É conhecida por ser incolor e transparente, no entanto por vezes surge também noutras tonalidades, sendo essas sim raras, sobretudo se forem vermelhas - o maior diamante vermelho tem o nome de Moussaieff, pesa 5.11 quilates e foi encontrado em Alto Paranaíba, no Brasil, em 1990 por um fazendeiro.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 9. Diamante
    Imagem: kleberusx.blogspot.pt

    10. Turmalina Paraíba

    Também em Paraíba, no Brasil, foi encontrada pela primeira vez uma gema muito valiosa, que ficou conhecida como Turmalina Paraíba. As Turmalinas são encontradas um pouco por todo o mundo, no entanto esta, também chamada de Neon Turmaline devido ao seu azul vívido, alcançou o preço mais alto, sendo avaliada em 27 mil reais por quilate. A nível mundial existem apenas 5 minas onde se pode encontrar esta gema, sendo que três delas se situam em Paraíba.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 10. Turmalina Paraíba
    Imagem: estudandogeologia.blogspot.pt

    11. Berilo Vermelho

    Também chamada de Bixbite ou Esmeralda Vermelha, esta gema que agora vale aproximadamente 22 mil reais por quilate, foi descoberta por acidente em 1904 pelo mineralogista Maynard Bixby, quando este procurava por urânio. Existem poucas minas de onde ela é extraída, mas a mais conhecida situa-se em Utah, nos Estados Unidos, onde ocorreu um fenômeno vulcânico que a originou. À semelhança do que acontece com as Esmeraldas, quando o Berilo Vermelho é lapidado revela veios no seu interior que tornam cada exemplar único.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 11. Berilo Vermelho
    Imagem: johndyergems.com

    12. Alexandrita

    Esta gema mineral muda de cor consoante a luz que incide nela, o que a torna numa das mais fascinantes e caras em todo o mundo, valendo aproximadamente 22 mil reais por quilate. Foi encontrada pela primeira vez na Rússia pelo filandês Gustaf Nordenskiold e o seu nome surge em homenagem ao Czar Alexandre II desse país. É especialmente popular na China e o Japão e atualmente é encontrada nos Montes Urais na Rússia e no estado brasileiro de Minas Gerais, mais concretamente no município de Antônio Dias.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 12. Alexandrita
    Imagem: blumejoias.com.br

    13. Esmeralda

    Famosa pela sua cativante cor verde, esta gema foi encontrada durante anos com relativa frequência, no entanto a maioria delas surge com inclusões, o que faz com que apenas raros exemplares sejam realmente valiosos. Atualmente um bom exemplar de Esmeralda translúcida ronda os 18 mil reais por quilate. É uma das pedras preciosas com maior dureza, situando-se entre 7.5 e 8.0 na escala da Mohs e é principalmente explorada na Colômbia, podendo também ser encontrada no Brasil, Rússia e Zimbábue.
    Quais as pedras preciosas mais caras - 13. Esmeralda
    Imagem: infojoia.com.br

    Outras pedras preciosas caras

    A lista de gemas raras e caras prolonga-se, no entanto neste artigo preferimos dar destaque apenas às treze primeiras. Além dessas sucedem-se as seguintes, de valores abaixo dos 10 mil reais:
    • Benitoite: de cor violeta e encontrada sobretudo na Califórnia, EUA, o seu preço ronda os 7 mil reais por quilate.
    • Poudretteite: descoberta pela primeira vez no Canadá, esta gema de tom rosa ronda também os 7 mil reais por quilate.
    • Demantoide: variedade em cor verde da pedra Garnet vale cerca de 4.500 reais por quilate.
    • Opala preta: com um espectro de cores fascinante, esta gema é encontrada sobretudo na Austrália e vale aproximadamente 5 mil reais por quilate.
    • Taaffeite: semelhante à Musgravite mas menos valiosa, o seu preço ronda os 4 mil reais.
    • Jeremejevita: uma bonita gema de tom azul translúcido descoberta em 1883 na Rússia. Vale cerca de 4 mil reais por quilate.



    Fonte: Portal do Geólogo

    Análise Especial (IBOV) - Orientações para o atual período