sábado, 21 de março de 2020

Só poder! Aqui, as 7 pedras preciosas mais caras já leiloadas

Quando se trata de leilões de pedras preciosas, crise econômica é um tema que não assusta. Pelo menos para os muitos ricos. Pegando carona na notícia sobre o rubi mais caro da história leiloado pelo Sotheby’s, listamos as sete gemas mais poderosas que foram a leilão. Das esmeraldas de Liz Taylor ao exótico Diamante de Sangue, vem!
Sunsire Ruby
f
O Sunrise Ruby || Créditos: Divulgação
Batizado por causa de um poema de mesmo nome, Sunsire Ruby foi vendido pela Sotheby’s em maio deste ano por R$ 114 milhões. A pedra, que tem 25,59 quilates, foi montada em um pingente pela Cartier e quebrou um recorde mundial, sendo leiloada por quase três vezes o preço de seu antecessor, o Graff Ruby. O Sunrise também quebrou o recorde mundial de preço por quilate para um rubi e se tornou a joia mais cara da Cartier já leiloada.
Safira Blue Belle of Asia
A safira Blue Belle of Asia || Créditos: Divulgação
A safira Blue Belle of Asia || Créditos: Divulgação
Formando parte de uma colar de diamantes, a safira Blue Belle of Asia, encontrada no Ceilão, superou todas as expectativas e foi vendida por R$ 66,6 milhões em um leilão da Christie’s em novembro de 2014. Uau!
Esmeralda de Liz
No pingente, a esmeralda da Bulgari || Créditos: Divulgação
No pingente, a esmeralda da Bulgari || Créditos: Divulgação
Criada pela Bulgari e usada por Elizabeth Taylor, a esmeralda mais cara do mundo é uma colombiana de 23,46 quilates, que foi vendida em dezembro de 2011 por R$ 248,7 milhões pela Christie’s. A gema faz parte de um broche que pode ser acoplado a um colar de diamantes e outras esmeraldas. A pedra também quebrou o recorde como a peça mais cara já vendida pela Bulgari.
Diamante Pink Star
O diamante rosa Pink Star || Créditos: Divulgação
O diamante rosa Pink Star || Créditos: Divulgação
O diamante conhecido como Pink Star, com 59,6 quilates, foi vendido pelo recorde de R$ 300 milhões em um leilão da Sotheby’s em Genebra, em novembro de 2013 – o valor mais caro já pago por uma gema no mundo. O comprador da preciosidade, no entanto, resolveu deixar a pedra para o acervo da casa de leilões.
Diamante de Sangue
dv
O diamante vermelho Fancy Red VS2 || Créditos: Divulgação
O mais raro de todos os diamantes é o vermelho, conhecido como Diamante de Sangue. E não à toa, uma gema de 2,09 quilates conhecida como Fancy Red VS2 foi arrematada em um leilão da Christie’s em 2014 pela bagatela de R$ 19,6 milhões, batendo o recorde de diamante vermelho mais caro do mundo.
Diamante Graff Vivid Yellow
O diamante amarelo Graff Vivid Yellow || Créditos: Divulgação
O diamante amarelo Graff Vivid Yellow || Créditos: Divulgação
Lapidado pela joalheria Graff, uma das mais poderosas do mundo, o diamante amarelo Graff Vivid Yellow foi arrematado pelo recorde de R$ 62,4 milhões em um leilão promovido pela Sotheby’s em Genebra em 2013, o preço mais alto pago por uma pedra do tipo.
Diamante The D Flawless
O diamante The D Flawless || Créditos: Divulgação
O diamante The D Flawless || Créditos: Divulgação
Maior diamante branco que já foi a leilão no mundo, com nada menos do que 118 quilates, o The D Flawless detém o recorde de mais caro desde que foi vendido em 2013, por R$ 115 milhões pela Sotheby’s de Hong Kong.


Fonte: Glamurama

sexta-feira, 20 de março de 2020

Brasileiro está gastando mais com internet; Vivo, Tim e Oi parecem imunes à crise

Brasileiro está gastando mais com internet; Vivo, Tim e Oi parecem imunes à crise


Por Gustavo Kahil
20/03/2020 - 0:03
Segundo o analista Daniel Federle, a mensagem foi “positiva” tendo em vista que a crise do coronavírus não deve afetar os resultados (Imagem: Unsplash/@elbwrits)
Os consumidores brasileiros estão separando uma parte maior do seu orçamento para os gastos com internet e dados, avalia o Credit Suisse após uma rodada de conversas com executivos do setor.
Segundo o analista Daniel Federle, a mensagem foi “positiva” tendo em vista que a crise do coronavírus não deve afetar os resultados.
“As empresas de telecomunicações veem o tráfego de dados aumentando e esperam ganhar participação na carteira dos clientes”, avalia Federle.
Ele aponta, contudo, que a maior inadimplência é um risco e que o lançamento de projetos de fibra ótica irão desacelerar.
“Concordamos que o impacto do curto prazo é pequeno, mas observamos que a avaliação relativa das ações começa a ficar esticada”, conclui.
O banco faz a cobertura das ações da Tim (TIMP3), Vivo (VIVT4) e Oi (OIBR3).


Fonte: MONEY  TIMES

Vale, Suzano, CSN, Gerdau… quem ganha e quem perde com o dólar alto?

Vale, Suzano, CSN, Gerdau… quem ganha e quem perde com o dólar alto?

Por Márcio Juliboni
20/03/2020 - 14:25
Vale
Avanço: Vale é uma das empresas que melhoraram nos últimos anos, segundo o Itaú BBA (Imagem: Vale/Janaina Duarte)
dólar acima de R$ 5 pode parecer uma boa notícia para os produtores brasileiros de commodities, já que a cotação internacional e as exportações acompanham a moeda americana. Mas, para o Itaú BBA, é preciso olhar a situação com mais cautela.
Isto porque, não são apenas as receitas que podem subir com o dólar caro – as dívidas atreladas à moeda estrangeira também. Pensando nisso, o analista Daniel Sasson avaliou as perspectivas das companhias que operam no setor.
A boa notícia é que, de uma forma geral, “os riscos de liquidez no curto prazo são limitados, graças a fortes posições de caixa e perfis de amortização de dívidas estendidos”, segundo Sasson.
Mas há algumas nuances, devido ao impacto contábil da chamada marcação a mercado das dívidas – isto é, a obrigação de atualizar as dívidas de acordo com o câmbio presente, o que infla os compromissos em momentos de desvalorização do real, mesmo que o desembolso efetivo só ocorra tempos depois.
O Itaú BBA acredita que as empresas de papel e celulose, Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11), sentirão mais o impacto do câmbio sobre as dívidas. No setor de commodities metálicas e minerais, a CSN (CSNA3) pode ver sua relação dívida líquida/ebitda voltar para 4,5 vezes.
Por outro lado, os balanços da Vale (VALE3)Gerdau (GGBR4) e Usiminas (USIM5) “estão melhores, quando comparados aos dos anos 2015-2016, enquanto as empresas de P&P [papel e celulose, na sigla em inglês] estão mais alavancadas devido a fusões e aquisições e projetos de crescimento”.

Fonte: MONEY  TIMES

Como se forma o ouro


Como se forma o ouro
Quando falamos de pedras preciosas e jóias pensamos sempre em diamantes, mas há um metal que sempre acompanha essas jóias, e que rege o dinheiro de todo do mundo. A maior parte está guardado mas ainda há muito andando nas joalherias, nas orelhas, pescoços e dedos de muitas pessoas. A sua qualidade se mede em quilates e sempre que um atleta ganha uma medalha desse metal acaba por trincar para saber se é verdadeiro. Muitas "febres" se desenvolveram por causa dele e culminaram sempre em corridas. É o metal mais famoso do mundo e todos querem ter um pedaço, mas afinal como se forma o ouro? Na continuação desse artigo do umComo nós explicamos.
O ouro é um metal que se forma através da colisão de duas estrelas de nêutrons. É chamado de metal de transição, e seu nome significa brilhante. É fácil de reconhecer devido à sua cor amarela. E à temperatura ambiente encontra-se em estado sólido.
É um metal denso, maleável e resistente à quebra quando deformado. Além disso não tem reação com a maioria dos químicos à excepção do cloro e do bromo. Normalmente o ouro puro é demasiado mole por isso ele é adicionado a outros metais como a prata e o cobre formando uma liga metálica para se criarem as peças de joalharia que conhecemos, além de servir para cunhar moedas, sendo que é o padrão monetário em muitos países.
Devido à sua composição o ouro acaba por ser um material de boa condutividade elétrica, como não reage à maioria dos químicos é resistente à corrosão. Todas estas características permitem a sua utilização nas mais variadas áreas.
Como se forma o ouro - Características do Ouro

Utilizações do Ouro

Inicialmente o ouro apenas tinha um valor decorativo e como moeda de troca, atualmente ele é empregado em vários locais diferentes, desde a indústria à medicina. O ouro e seus derivados são utilizados em:
  • Comunicações;
  • Naves Espaciais;
  • Computadores;
  • Motores de Aviação;
  • Conexões Elétricas;
  • Restaurações Dentárias;
  • Fotografias;
  • Cerâmicas;
  • Coberturas de Material Biológico;
  • Refletor de Luz Infravermelha;
  • Etc.
Como se forma o ouro - Utilizações do Ouro

Formando o Metal Precioso

A verdade é que o ouro existe praticamente em todo o lado, ele é o resultado de uma fusão nuclear que se deu quando o planeta Terra ainda se formava. No entanto, as quantidades existentes de ouro comparativamente a outros átomos é bastante reduzida. Para terem uma comparação, na crosta terrestre, que é a parte mais superficial do planeta, por cada bilhão de átomos apenas existem cinco de ouro.
As jazidas de ouro têm milhões de anos e foram sendo formadas pelos fenômenos naturais como terremotos, vulcões entre outros. Esses fenômenos fizeram com que o ouro que inicialmente apenas se encontrava debaixo de terra passasse a existir na superfície. Por isso é possível encontrar ouro nos leitos dos rios, em minas a céu aberto além das minas subterrâneas que podem atingir dois quilômetros de profundidade. Mas como a concentração de átomos é tão escassa é necessário obter muita informação para conseguir encontrar uma jazida, para não falar que o ouro tem de ser submetido a um tratamento químico para ser separado de outros elementos.
Como se forma o ouro - Formando o Metal Precioso

Rastreando o Ouro

Para se encontrar uma jazida de ouro, os geólogos analisam imagens fornecidas pelos satélites e a composição das rochas, procuram por falhas geológicas que além de criarem ouro também provocam a sua movimentação para a superfície. Buscam determinadas composições químicas nas rochas e minerais de um terreno, fazendo o mapeamento geológico. Para isso precisam recolher amostras do solo, das rochas e dos sedimentos.
Como se forma o ouro - Rastreando o Ouro

Fonte: Seleções 

Ibovespa engata 2º alta seguida com ajuda do exterior

Ibovespa engata 2º alta seguida com ajuda do exterior



Ações45 minutos atrás (20.03.2020 12:23)

© Reuters. Painel na bolsa de valores de São Paulo, a B3© Reuters. Painel na bolsa de valores de São Paulo, a B3
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa engatava a segunda alta consecutiva nesta sexta-feira, em linha com a recuperação nos mercados no exterior, com ações de companhias aéreas entre os maiores ganhos, após uma semana de fortes quedas em razão de desdobramentos ligados ao Covid-19.
Às 11:43, o Ibovespa subia 4,39%, a 71.328,79 pontos. O volume financeiro somava 7,23 bilhões de reais. Apesar dos ganhos, o Ibovespa ainda caminha para fechar a semana com queda de dois dígitos.
A equipe da Guide Investimentos classificou a melhora nos mercados como "uma espécie de otimismo cauteloso", amparada na ação conjunta de governos e bancos centrais em meio ao agravamento da crise com a disseminação do novo coronavírus.
Na Europa, o londrino FTSE 100 avançava 1,1%, enquanto, em Wall Street, após abertura positiva, passaram a mostrar volatilidade. O S&P 500 subia 0,6%.
"A incerteza econômica trazida pelos seguidos 'lockdowns' mundo afora faz com que o horizonte de investimentos de todos seja reduzido ao máximo", destacou a equipe da Verde Asset em carta nesta sexta-feira.
A Verde pondera, contudo, que já viram crises semelhantes em 2008 e em outros anos e que esta é a oportunidade. "Obviamente teremos impactos econômicos sérios. Mas para nós, a correção dos mercados mais do que reflete tais impactos."
Para a equipe liderada por Luis Stuhlberger, a combinação de distanciamento social e tratamentos para o Covid-19 com as medidas fiscais e monetárias já anunciadas são "como uma ponte capaz de atravessar o período de volatilidade atual".
DESTAQUES
- GOL (SA:GOLL4) PN e AZUL PN (SA:AZUL4) avançavam 24% e 26%, no segundo pregão seguido de alta, após fortes perdas recentes, amparadas em medidas para o setor de aviação civil, além de ações das próprias companhias e queda do dólar ante real. Até a quarta-feira, os papéis acumulavam perdas de mais de 80% cada.
- CVC (SA:CVCB3BRASIL ON valorizava-se 20%, também corrigindo parte da baixa, que até a véspera superava 80% no ano, em meio a notícias de cancelamento de voos e fechamento de fronteiras, após medidas para frear a propagação do Covid-19, além da disparada recente do dólar.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) valorizava-se 8%, mesmo com a fraqueza nos preços do petróleo no exterior. PETROBRAS ON (SA:PETR3) avançava 6,3%. A companhia informou nesta sexta-feira a postergação do recebimento de ofertas vinculantes nos desinvestimentos em refino e seus respectivos ativos logísticos, em função das medidas de prevenção ao coronavírus.
- BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) subia 7,5%, também experimentando recuperação, enquanto ITAÚ UNIBANCO PN exibia estabilidade e BRADESCO PN (SA:BBDC4) avançava 1,9%.
- VALE ON (SA:VALE3) tinha alta de 5,8%, na esteira do avanço dos contratos futuros de minério de ferro negociados na China, com otimismo de que Pequim aumente os gastos em projetos de infraestrutura para sustentar a segunda maior economia do mundo que foi atingida pela epidemia de coronavírus.
- TELEFÔNICA BRASIL caía 6% e TIM (SA:TIMP3) PARTICIPAÇÕES ON recuava 6%. Nota do Credit Suisse a clientes afirma que ao tudo indica a pandemia não deve afetar de forma relevante os resultados. O tráfego de dados está aumentando, mas a taxa de inadimplência é um risco e a expansão da rede FTTH pode atrasar. Os analistas do banco, porém, veem os preços "esticados".

Fonte: Reuters