sábado, 21 de março de 2020

Mais um diamante gigante encontrado no Botswana

Mais um diamante gigante encontrado no Botswana





Empresa mineira canadiana encontrou diamante com 472 quilates.


Mais um diamante gigante encontrado no Botswana



Aempresa Lucara Diamond Corporation fez a descoberta de mais um diamante de grandes dimensões no Botswana, na África do Sul. A pedra de cor acastanhada tem 472 quilates e é a terceira maior encontrada pela companhia de Vancouver na mina de Karowe, que antes pertencia ao grupo De Beers.
A mina de Karowe tem sido palco de descoberta de diamantes de dimensões consideráveis e transformou a companhia mineira canadiana na dona de alguns dos mais valiosos do mundo.
"O trabalho inicial que fizemos em Karowe foi feito com equipamento que não era o ideal e acabou por partir muitos diamantes. Quando entramos na produção comercial esperávamos fazer melhor mas não fazíamos ideia que os diamantes estavam a ser rachados", disse Eira Thomas, CEO da empresa, em entrevista à Bloomberg.
O maior diamante encontrado naquele local, recorde-se, foi o Lesedi La Rona, com 1109 quilates, vendido pela Lucara por 53 milhões de dólares (43 milhões de euros), ou seja, a quase 48 mil dólares (38 mil euros) o quilate. Mais ainda: um pedaço de 373 quilates que se separou do Lesedi foi vendido por 17,5 milhões de dólares (14,1 milhões de euros).
Mas este não foi o diamante mais caro. Em 2016, a mesma empresa vendeu o Constellation, de 813 quilates, por 63 milhões de dólares (51 milhões de euros). Embora fosse mais pequeno que o Lesedi, era um diamante de qualidade superior.
Fonte: CPRM

Feira de pedras preciosas atrai visitantes internacionais em Teófilo Otoni

Veja o que Warren Buffett e Bill Ackman estão comprando na crise do coronavírus

Veja o que Warren Buffett e Bill Ackman estão comprando na crise do coronavírus





Por Bloomberg
21/03/2020 - 9:32
Dólar
Ainda assim, as perspectivas de uma recuperação rápida não são evidentes (Imagem: Unsplash/@alschim)
Algumas das pessoas mais ricas do mundo gastaram mais de US$ 1 bilhão no total para aumentar suas participações em empresas enquanto os mercados globais despencavam.
O investidor ativista Carl Icahn aumentou sua participação na Hertz Global e na Newell, segundo documentos regulatórios. A holding de Warren Buffett comprou ações da Delta Air Lines, enquanto os herdeiros da fortuna de Tetra Laval investiram US$ 317 milhões em ações da International Flavors & Fragrances.
Os índices acionários em todo o mundo despencaram nas últimas semanas, principalmente devido à incerteza sobre o impacto a longo prazo do surto de coronavírus. Algumas companhias aéreas e operadores de shopping centers perderam mais da metade em valor de mercado.
Mas executivos, membros de conselhos e grandes acionistas estão comprando ações de suas empresas no maior ritmo em relação às vendas desde 2011.
Alguns, como Bill Ackman, estão otimistas e acreditam que as ações vão se recuperar rapidamente, desde que medidas para impedir a propagação do vírus sejam fortalecidas e bem-sucedidas.
“Estas são barganhas únicas se administrarmos corretamente esta crise”, disse Ackman, fundador da Pershing Square Capital Management, em tuíte na quarta-feira, condicionando isso a uma paralisação temporária e fechamento das fronteiras dos EUA.

‘Escassez significativa’

O bilionário Barry Sternlicht, no comando da Starwood Property Trust, instou o governo federal a direcionar esforços para ajudar trabalhadores do setor de serviços.
“Estamos enfrentando a Terceira Guerra Mundial por 90 dias”, não por uma década, disse Sternlicht na terça-feira em entrevista à TV Bloomberg. No dia seguinte, ele comprou US$ 2 milhões em ações da Starwood, a maior empresa de investimento imobiliário do país.
Ainda assim, as perspectivas de uma recuperação rápida não são evidentes.
Um plano do governo dos EUA para combater o coronavírus incluía a suposição de que a pandemia duraria 18 meses ou mais e envolveria vários períodos de infecções. O plano divulgado em 13 de março diz que autoridades federais e consumidores devem enfrentar “escassez significativa” com o impacto das cadeias de suprimentos.
Para alguns, não foi necessária uma pandemia global para começar a comprar. A família Rausing, beneficiária de um trust que controla a Tetra, tem comprado ações da International Flavors & Fragrances há vários anos. Kelcy Warren, fundador do Energy Transfer, gastou centenas de milhões de dólares ao longo dos anos comprando ações do império de oleodutos.
Embora não seja atípico fundadores ou herdeiros comprarem ações de suas empresas durante períodos de crise, executivos e membros do conselho fazem isso com menos frequência.
Muitos deles já recebem a maior parte da remuneração em ações. Portanto, nos raros casos em que compram, geralmente se trata mais de demonstrar confiança nas empresas do que fazer apostas financeiras oportunistas.

E muitos executivos têm vendido ações, mesmo com a quedas das bolsas. Na semana passada, George Yancopoulos, diretor científico da Regeneron Pharmaceuticals, vendeu ações no valor de milhões de dólares, enquanto Satya Nadella, da Microsoft, se desfez de ações em 3 de março.

Fonte: MONEY  TIMES

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Ibovespa tem maior queda semanal desde 2008 e já recua mais de 40% em 2020

Ibovespa tem maior queda semanal desde 2008 e já recua mais de 40% em 2020



Ações18 horas atrás (20.03.2020 18:44)

© Reuters. Fachada da B3, a bolsa de valores de São Paulo© Reuters. Fachada da B3, a bolsa de valores de São Paulo
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira, sem conseguir sustentar os ganhos registrados em boa parte da sessão, conforme a volatilidade nos mercados acionários globais permanece bastante elevada diante do contínuo aumento dos casos de Covid-19 no mundo, com mais de 10 mil mortes já registradas.
Nem os anúncios de estímulos monetários e fiscais por vários países têm conseguido frear as vendas nas bolsas mundiais.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 1,85%, a 67.069,36 pontos, tendo alcançado 72.247,43 pontos na máxima da sessão e 66.120,06 pontos no pior momento. O volume financeiro somou 32,79 bilhões de reais,
Na semana, o Ibovespa acumulou uma perda de 18,88%, pior resultado desde a semana encerrada em 10 de outubro de 2008. Foi a quinta queda semanal consecutiva, ampliando as perdas em 2020 para 42%.
"A incerteza econômica trazida pelos seguidos 'lockdowns' mundo afora faz com que o horizonte de investimentos de todos seja reduzido ao máximo", destacou a equipe da Verde Asset em carta nesta sexta-feira, citando, porém, que já viu crises semelhantes em 2008 e outros anos e que esta é a oportunidade.
"Teremos impactos econômicos sérios. Mas para nós, a correção dos mercados mais do que reflete tais impactos", disse a equipe de Luis Stuhlberger, que vê a combinação de distanciamento social e tratamentos para o Covid-19 com as medidas fiscais e monetárias anunciadas "como uma ponte capaz de atravessar o período de volatilidade atual".
No exterior, o londrino FTSE 100 fechou a sexta-feira em alta de 0,76%, mas o norte-americano S&P 500 recuou 4,3%. Wall Street firmou-se no vermelho após o Estado de Nova York ordenar que todos os trabalhadores de serviços não essenciais fiquem em casa para conter a propagação do vírus.
A Covid-19 já infectou mais de 250 mil pessoas em todo o mundo. Veja gráfico em:
https://graphics.reuters.com/CHINA-HEALTH-MAP/0100B59S39E/index.html
Nos EUA, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informou nesta sexta-feira que foram registrados 15.268 casos no país, um aumento de 4.777 casos em relação à contagem anterior. O número de mortes aumentou em 51, para 201.
No Brasil, o Ministério da Economia anunciou nesta sexta-feira corte na projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020 a 0,02%, ante alta de 2,1% indicada há dez dias, numa mostra da rápida deterioração das expectativas em meio ao avanço do coronavírus e seu impacto na economia.
Também o Senado aprovou, em inédita sessão remota e por unanimidade, o decreto de reconhecimento de calamidade pública - já publicado no Diário Oficial da União. O texto desobriga o cumprimento da meta fiscal deste ano para o governo central, abrindo caminho para mais gastos com a pandemia.
Até a quinta-feira, o Brasil tinha 621 casos confirmados do novo coronavírus, avanço de 193 em relação à véspera, segundo o Ministério da Saúde, que também contabilizava seis mortes em decorrência do Covid-19.
"Ainda há muitas indefinições em relação aos impactos econômicos", destacou o analista de investimentos, José Falcão Castro, da Easynvest, afirmando que só após uma definição sobre os indicadores da economia é que o mercado começará a agir com mais racionalidade.
DESTAQUES
- BRADESCO PN (SA:BBDC4) desabou 7,28%, pesando no Ibovespa, assim como ITAÚ UNIBANCO PN, que caiu 3,5%, em meio ao cenário de menor crescimento do país, além da aversão a risco. BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) cedeu 3,79%, também abandonando a tentativa de recuperação da primeira etapa do pregão.
- VALE ON (SA:VALE3) cedeu 3,32%, contaminada pela deterioração no mercado como um todo, apesar do avanço dos contratos futuros de minério de ferro negociados na China, com otimismo de que Pequim aumente os gastos em projetos de infraestrutura para sustentar a segunda maior economia do mundo que foi atingida pela epidemia de coronavírus.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) desvalorizou-se 1,72%, abandonando a alta do começo do pregão e sucumbindo à queda nos preços do petróleo no exterior. PETROBRAS ON (SA:PETR3) recuou 1,85%. A companhia informou nesta sexta-feira a postergação do recebimento de ofertas vinculantes nos desinvestimentos em refino e seus respectivos ativos logísticos, em função das medidas de prevenção ao coronavírus.
- GOL PN e AZUL PN (SA:AZUL4) avançaram 16,48% e 15,29%, respectivamente, no segundo pregão seguido de alta, amparadas em medidas para o setor de aviação civil, além de ações das próprias companhias e queda do dólar ante real. Até a quarta-feira, os papéis acumulavam perdas de mais de 80% cada em 2020. SMILES, controlada pela Gol (SA:GOLL4) e que também sofreu bastante nos últimos dias, subiu 11,64%.
- LOJAS RENNER ON (SA:LREN3) caiu 6,32% nesta sessão, após anunciar o fechamento, por tempo indeterminado, de todas suas lojas físicas de Brasil, Uruguai e Argentina, em shoppings ou em ruas.
- EMBRAER ON (SA:EMBR3) recuou 12,95%, em meio a ruídos sobre o acordo de venda do controle de sua divisão de aviação comercial para a Boeing, além da queda do dólar ante o real nesta sessão.
SABESP ON (SA:SBSP3) fechou em baixa de 8,62%, ainda sob efeito do anúncio do governo de São Paulo de que a companhia vai suspender a cobrança da tarifa social de água para 506 mil famílias carentes no Estado. A medida vale a partir de 1º de abril.