domingo, 22 de março de 2020

Quanto ouro existe no oceano

De certeza que em alguma das suas visitas à praia já se deu conta de que, entre a areia, se observam pequenas partículas douradas que normalmente ficam agarradas à nossa pele. E de certeza que mais do que uma vez se perguntou se era realmente ouro ou se se trata de algum outro mineral. Neste artigo de umComo damos-lhe a resposta e explicamos-lhe quanto ouro existe no Oceano.

Passos a seguir:
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A primeira pergunta, talvez seja, existe ouro no mar? A resposta é: sim!
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O ouro existe no mar numa taxa média de 0,5 gramas por cada 1.000 litros de água (embora vá desde 0,2 até até 2 gramas por 1.000 litros).
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Desta forma, a quantidade total de ouro existente em todos os oceanos e mares do mundo alcança a impressionante quantidade de 10.000 milhões e toneladas.
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De certeza que neste momento deve estar a perguntar, se existe tanto ouro no oceano, porque não se procede à sua extração? A resposta é simples, a sua extração tem um custo superior ao seu valor.
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Para extrair apenas um quilo de ouro seria necessário processar entre 130 a 170 mil milhões de litros, o que custaria muito mais que um quilo de ouro. Por isso o ouro fica debaixo do oceano.
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Muitas pessoas têm investigado e experimentado um meio de extrair este metal precioso do fundo do mar, mas no entanto não encontraram uma forma de o fazer que seja lucrativa e também ecológica.

Fonte: Portal do Geólogo

Como identificar pedras preciosas na natureza

As pedras preciosas são um tipo de tesouro extremamente raro. Não é em qualquer lugar que se consegue encontrar esta preciosidade e isso levou a que, durante vários anos, homens escavassem minas em vão na procura de pedras preciosas que teimavam em aparecer. A verdade é que a maioria das pedras preciosas não estão presentes na natureza tal como nós as conhecemos, lapidadas e brilhantes. A maioria delas apresenta-se em bruto, passando praticamente despercebidas no meio de rochas vulgares, e só pessoas com conhecimentos de gemologia conseguem identificá-las com precisão. No entanto não é preciso ser formado nessa ciência para saber como identificar pedras preciosas na natureza, e neste artigo de umComo.com.br lhe damos algumas orientações para que também você possa encontrar gemas.
Passos a seguir:
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A forma mais fácil de um iniciante aprender a identificar pedras preciosas, é escolher um determinado tipo de pedra preciosa e começar a estudá-la, recorrendo a manuais de mineralogia. Existem várias pedras preciosas e semipreciosas e se você tentar aprender a identificá-las todas de uma vez só, o mais provável é que acabe confundindo.
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Assim sendo, imaginemos que você escolhe a pedra esmeralda. Logo à partida sabe que ela tem uma tonalidade verde, mas na natureza a cor da pedra poderá não ser a que conhecemos. Por essa razão é importante que estude acerca desta pedra, procure imagens e se familiarize com o aspeto dela em bruto.
Como identificar pedras preciosas na natureza - Passo 2
Imagem: minerart.com
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Se tiver oportunidade, visite também museus geológicos e exposições de pedras preciosas e semipreciosas. Nesses locais encontrará fotografias e documentos referentes ao estudo e identificação de pedras preciosas, que o irão elucidar. Solicite também a ajuda das guias turísticas presentes no museu, pois elas saberão responder à maioria das suas questões relacionadas com este tema.
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Tendo já reunido a teoria, poderá passar à prática, procurando pedras preciosas no terreno. Procure saber qual a área onde se encontra a pedra preciosa que você está procurando. Isso poderá ser difícil porque o mais certo é que ela se localize noutro país ou continente, por isso recomendamos que comece por procurar outras gemas que sejam comuns no local onde você se encontra.
Como identificar pedras preciosas na natureza - Passo 4
Imagem: zerohora.clicrbs.com.br
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Irá necessitar de alguns instrumentos próprios para identificar pedras preciosas e semipreciosas. Tente reunir o máximo deles:
  • Algum tipo de lâmina de aço (pode ser um canivete);
  • Pequena placa de porcelana branca não esmaltada;
  • Ímã;
  • Lupa que aumente 10x;
  • Frasco com ácido clorídrico diluído em 90% de água;
  • Lâmpada de luz ultravioleta;
  • Algumas pedras semipreciosas.
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As pedras preciosas mais fáceis de encontrar são aquelas que dão para identificar pela cor. Você sabe que o rubi é vermelho, que o diamante é branco/transparente e por aí em diante. No entanto, tal como já referido, na natureza a pedra pode não apresentar a mesma cor, sendo chamada de mineral alocromático, que é o caso do quartzo. Para tirar as dúvidas, a solução é partir a pedra e observar a cor no interior dela.
Como identificar pedras preciosas na natureza - Passo 6
Imagem: fotos.fot.br
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Outra forma de detetar uma pedra preciosa é conhecendo a dureza dos minerais segundo a escala de Mosh. O diamante, por exemplo, é a rocha com maior dureza, de 10, risca qualquer outra e nunca é riscada, a não ser por outro diamante. Já o topázio tem uma dureza de 8, o que significa que pode ser riscado por uma pedra de dureza maior mas nunca de dureza inferior. Enquanto estiver no terreno procurando pedras preciosas, sirva-se das semipreciosas que levou consigo e faça o teste.
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Alguns minerais mantêm determinadas formas na natureza que lhes são caraterísticas, chamadas de hábito, o que permite identificá-los rapidamente ou, pelo menos, saber que estamos na presença de uma pedra peculiar. O quartzo, por exemplo, costuma apresentar-se sobre a forma de prisma, já a pirita mantém um formato cúbico, como se pode ver na imagem ao lado, ainda que não perfeito.
Como identificar pedras preciosas na natureza - Passo 8
Imagem: praticasalternativas.com
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Com o auxílio da lâmpada de luz ultravioleta também poderá identificar pedras preciosas, devido à sua fluorescência e fosforescência. Estes conceitos estão relacionados com a luminosidade que o mineral emite quando está sob uma radiação invisível, neste caso os raios ultravioletas. Procure saber como determinada pedra preciosa reage a este tipo de luz para mais facilmente a identificar.
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É também possível identificar uma pedra preciosa através do magnetismo, é por essa razão que deverá transportar um ímã consigo quando estiver procurando gemas. Ate o ímã a um fio e aproxime-o da pedra. Algumas delas são atraídas pelo poder do ímã, como o caso da magnetita e da pirrotita.
Como identificar pedras preciosas na natureza - Passo 10
Imagem: zjmineracao.com.br
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Existem outras formas práticas de identificar pedras preciosas que você poderá pôr em prática em campo, utilizando os restantes materiais referidos acima e para os quais você encontrará um uso consultando manuais específicos, como o Introdução à Mineralogia Prática. Vale a pena dedicar algum tempo ao estudo, pois tendo conhecimento acerca da morfologia das pedras torna-se mais fácil identificar pedras preciosas.

Fonte: Portal do Geólogo

FEIRA DE PEDRAS PRECIOSAS EM TUCSON- ARIZONA- USA

Gemas do Brasil, OPALA NOBRE LAPIDADA

sábado, 21 de março de 2020

Mais um diamante gigante encontrado no Botswana

Mais um diamante gigante encontrado no Botswana





Empresa mineira canadiana encontrou diamante com 472 quilates.


Mais um diamante gigante encontrado no Botswana



Aempresa Lucara Diamond Corporation fez a descoberta de mais um diamante de grandes dimensões no Botswana, na África do Sul. A pedra de cor acastanhada tem 472 quilates e é a terceira maior encontrada pela companhia de Vancouver na mina de Karowe, que antes pertencia ao grupo De Beers.
A mina de Karowe tem sido palco de descoberta de diamantes de dimensões consideráveis e transformou a companhia mineira canadiana na dona de alguns dos mais valiosos do mundo.
"O trabalho inicial que fizemos em Karowe foi feito com equipamento que não era o ideal e acabou por partir muitos diamantes. Quando entramos na produção comercial esperávamos fazer melhor mas não fazíamos ideia que os diamantes estavam a ser rachados", disse Eira Thomas, CEO da empresa, em entrevista à Bloomberg.
O maior diamante encontrado naquele local, recorde-se, foi o Lesedi La Rona, com 1109 quilates, vendido pela Lucara por 53 milhões de dólares (43 milhões de euros), ou seja, a quase 48 mil dólares (38 mil euros) o quilate. Mais ainda: um pedaço de 373 quilates que se separou do Lesedi foi vendido por 17,5 milhões de dólares (14,1 milhões de euros).
Mas este não foi o diamante mais caro. Em 2016, a mesma empresa vendeu o Constellation, de 813 quilates, por 63 milhões de dólares (51 milhões de euros). Embora fosse mais pequeno que o Lesedi, era um diamante de qualidade superior.
Fonte: CPRM