segunda-feira, 30 de março de 2020

BB-BI classifica ações da Petrobras em outperform com preço-alvo em R$ 23,50

BB-BI classifica ações da Petrobras em outperform com preço-alvo em R$ 23,50



Ações1 hora atrás (30.03.2020 12:09)

© Reuters.  © Reuters.
Por Gabriel Codas
 Após um webcast realizando na semana passada com investidores, o Banco do Brasil Investimentos (BB-BI) atualizou preço-alvo para 2020 das ações da Petrobras, de R$ 23,50 para PETR4 e PETR3 (SA:PETR3), com recomendação Outperform, sendo que anteriormente estava sob revisão.
Por volta das 11h50, as ações PN tinham queda de 1,13% a R$ 13,15 os ON -0,31% a R$ 12,99, influenciada pela deterioração do preço do petróleo no exterior. O petróleo Brent, negociado em Londres, operava com baixa de 9,27% a US$ 25,41 e o WTI, cotado em Nova York, tinha queda de 7,02% a US$ 20,00
Na conversa, a estatal detalhou as medidas adotadas para navegar no atual contexto de preços mais baixos de petróleo. A equipe destaca que o mercado de petróleo enfrenta enormes desafios, já que o lado da oferta é afetado pela guerra de preços entre a Arábia Saudita e a Rússia, enquanto o lado da demanda é afetado pelos impactos do surto de COVID-19, com extensão ainda não plenamente mensurável.
Desta forma, considerando as novas premissas apresentadas pela empresa, além de uma revisão em nossas estimativas de petróleo, BB-BI fez a revisão das recomendações. Anteriormente, o banco tinha preços diferentes para cada classe de ação, mas decidiu estabelecer um preço único para ambas, uma vez que o spread usual entre elas não existe mais e recentemente até se inverteu
Para os analistas, o pequeno prêmio atual em ações preferenciais (PETR4) está relacionado às perspectivas de receber dividendos mais altos por um período mais longo, algo que deve ser equilibrado somente após 2024, e não em 2021, como previa o modelo anterior.
Com isso, a equipe entende que o momento sugere cautela e um portfólio diversificado para quem investe em ações. Para a Petrobras (SA:PETR4), eles observam que alguns pontos convincentes na tese de investimento.
O BB-BI destaca as perspectivas de aumento da produção com a entrada de novos sistemas nos próximos anos; o breakeven de US$ 25/boe no portfólio e de US$ 21/boe nos campos do pré-sal; a consistente redução nos custos de extração (lifting cost) nos campos do pré-sal; (iv) a redução da dívida ocorrida nos últimos anos, que colocou a empresa em uma posição mais robusta para enfrentar uma crise como a atual.
O racional para o rating Outperform considera tanto o upside significativo do modelo de fluxo de caixa descontado de dez anos, quanto as perspectivas de crescimento da empresa. A nova estimativa para dívida líquida/EBITDA para 2020 é de 3,7x (excluída eventuais vendas de ativos).


Fonte: Investing.com

Apoio do BNDES a aéreas sai em abril e banco pode comprar ações de empresas afetadas por pandemia, diz Montezano

Apoio do BNDES a aéreas sai em abril e banco pode comprar ações de empresas afetadas por pandemia, diz Montezano



Economia12 horas atrás (29.03.2020 18:20)

© Reuters. Presidente do BNDES, Gustavo Montezano, no Palácio do Planalto© Reuters. Presidente do BNDES, Gustavo Montezano, no Palácio do Planalto
Por Rodrigo Viga Gaier
RIO DE JANEIRO (Reuters) - O BNDES vai apoiar empresas em dificuldades por causa da crise gerada pela pandemia de coronavírus por meio de um sistema que envolve debêntures conversíveis e pode aportar capital nessas companhias através de compra de participações usando modelo que está sendo preparado para o setor aéreo e deve ficar pronto em abril, disse o presidente do banco, Gustavo Montezano, em entrevista coletiva por videoconferência neste domingo.
Montezano acrescentou que a BNDES Participações (BNDESPar) vai atuar de forma contra-cíclica e vai "estar aportando capital em empresas de setores específicos" que estão sendo alinhados com ministérios do governo federal.
Ao ser questionado pela Reuters se o modelo utilizado para as companhias aéreas poderá ser replicado para o apoio a outros setores da economia afetados pela pandemia, Montezano confirmou essa possibilidade.
"Esse modelo que a gente está usando para as companhias aéreas de debênture ou quase equity, a idéia é que a gente adote sim para outros setores", disse ele. "Estamos montando modelos e parâmetros para empresas grandes e médias e a ideia é distribuir não só empréstimo, mas também capital para as empresas passarem pela crise. Não é só giro. Dado a perda de demanda e a perda de valor, é importante que essas empresas sejam capitalizadas também. A resposta é sim."
Montezano disse que as conversas com as empresas do setor aéreo têm sido intensas e aceleradas. Na semana passada, por conta dos efeitos da pandemia sobre a economia e o deslocamento de pessoas, as principais companhias aéreas brasileiras anunciaram um profundo enxugamento de rotas.
"Nosso objetivo é fazer a disponibilização e liquidação da linha idealmente no mês de abril. A gente trabalha para que até o fim de abril as linhas já estejam liquidadas e no caixa das empresas", disse ele em entrevista coletiva por videoconferência neste domingo.
Entre as premissas já definidas para as empresas aéreas estão, por exemplo, a liberação de recursos para operações exclusivamente nacionais das companhias e os recursos não poderão ser usados para pagamento de dívidas e credores financeiros.
"O dinheiro é para o fluxo e operações das empresas, mas o credor financeiro e o BNDES terão que fazer um tipo de esforço e de alongamento", disse Montezano.
O apoio ao setor aéreo, frisou Montezano, será através de debêntures conversíveis em ações com objetivo de permitir uma taxa de juros baixa que não cause pressão adicional no fluxo das companhias aéreas. Ele garantiu que não haverá subsídio do governo ou do BNDES nessa operação.
"A idéia é que o BNDES tenha uma remuneração para suas contas. Não faremos uma operação subsidiada, não é um bailout (resgate). É um fluxo financeiro para facilitar a passagem pela crise por parte das companhias aéreas", garantiu.
FOLHA DE PAGAMENTO
Na videoconferência, Montezano disse esperar que estejam disponíveis até maio os recursos do programa de 40 bilhões de reais anunciado recentemente pelo governo para contribuir para o pagamento por dois meses da folha se salários de empresas cujo faturamento anual está entre 360 mil reais e 10 milhões de reais.
"A gente trabalha para que o financiamento para folha de pagamento seja pago na primeira semana de maio, referente à folha de abril, e trabalhamos para antecipar isso", disse ele, que disse não temer que os bancos privados, que terão participação de 15% no programa, atrasem a disponibilização dos recursos, apesar de haver uma natural aversão de risco dessas instituições em tempos de crise e instabilidade.
O presidente do BNDES lembrou que o financiamento para folha de pagamento foi construído em conjunto com os bancos privados e que haverá uma supervisão do Banco Central.
"Isso vai ser supervisionado pelo Banco Central... há naturalmente uma aversão a risco e cabe ao BC, BNDES e Tesouro propor medidas para garantir esse fluxo", finalizou.


Fonte: Reuters

domingo, 29 de março de 2020

Gemas do Brasil- TUDO SOBRE A TURMALINA PARAÍBA

Por que, com ou sem as medidas de confinamento, a economia vai sofrer?

Por que, com ou sem as medidas de confinamento, a economia vai sofrer?

Por Blog do PQ?
29/03/2020 - 11:07
Coronavírus
O choque é o vírus, não o confinamento (Imagem: Unsplash/@martinsanchez)
O presidente Jair Bolsonaro posicionou-se contrário às políticas de confinamento para combater o coronavírus.
O argumento é que o isolamento geraria um colapso econômico, ameaçando o emprego e o ganha-pão de milhões de pessoas. Salvaríamos algumas vidas, mas a um custo gigantesco.
Esse tradeoff entre vidas e economia, na verdade, não é tão óbvio assim. Se a doença se espalha, mais gente fica impossibilitada de trabalhar. Além disso, as pessoas farão confinamento por si próprias.
Afinal, quem está doente provavelmente não desejará passar o vírus para os outros. E, com muitos indivíduos infectados, a possibilidade de pegar a doença é alta. As pessoas podem optar por ficar em casa para evitar a infecção.
Ainda mais se os hospitais estiverem sobrecarregados e as chances de conseguir atendimento adequado, caso necessário, forem minúsculas.
Tudo isso vai jogar a economia no chão, mas em circunstâncias muito mais desfavoráveis – hospitais lotados, muita gente doente e até morrendo.
Note que pessoas podem morrer por outros motivos devido a esse quadro. Uma vítima de enfarte, por exemplo, pode deixar de ser atendida e salva se profissionais de saúde  e hospitais estiverem ocupados surto do coronavírus.


Fonte: MONEY  TIMES


ESMERALDA

Mais nobre variedade do mineral berilo, notabiliza-se pela luminosa cor verde-grama, devida aos elementos cromo e vanádio, bem como por sua relativa fragilidade e elevada dureza. Seu nome deriva do sânscritosamârakae deste ao gregosmaragdos.
A esmeralda já era explorada pelos egípcios por volta de dois mil anos antes de Cristo, nas proximidades do Mar Vermelho. Famosas desde a Antiguidade eram também as esmeraldas das minas egípcias de Zabarahque ornavam Cleópatra.
Quimicamente, a esmeralda se constitui de silicato de berílio e alumínio e, em estado bruto, apresenta a forma de um prisma hexagonal.
Em raros casos é inteiramente límpida, apresentando um cenário de inclusões conhecido como jardim das esmeraldas. Procuradas desde a chegada dos portugueses ao Brasil, sobretudo pelas expedições dos bandeirantes ao interior do país nos séculos XVI e XVII, as fontes de esmeraldas de aproveitamento econômico foram encontradas em nosso país somente no século XX.

Os mais belos espécimes de esmeralda do mundo procedem da Colômbia, onde são extraídas de rochas xistosas nas famosas minas de Muzo, Coscuez e Chivor.
Na África, há importantes países produtores, destacando-se principalmente a Zâmbia, 2º produtor mundial, o Zimbabwe e Madagascar.
O Brasil é atualmente o terceiro produtor mundial e as gemas provêm dos Estados de Minas Gerais (Garimpo de Capoeirana, em Nova Era; e Minas deBelmont e Piteiras, em Itabira); Goiás (localidades de Santa Terezinha e Porangaru), Bahia (localidades de Carnaíba e Socotó) e Tocantins.
Historicamente, o tratamento empregado com mais frequência em esmeraldas é o preenchimento de fraturas com óleos ou resinas naturais, com a finalidade de torná-las menos perceptíveis. Atualmente, as resinas artificiais, sobretudo o produto Opticon, têm substituído os tradicionais óleos e resinas naturais.
Esmeraldas obtidas por síntese são comercializadas desde 1956, empregando-se dois diferentes métodos. Elas se diferenciam das esmeraldas naturais principalmente pelas inclusões e/ou estruturas de crescimento.


Fonte: CPRM