sábado, 4 de abril de 2020

Tanzanita

Tanzanita



A Tanzanita deve ser o cristal mais “azulaço” que tem. Esse mineral é tão azul que dependendo da luz do ambiente pode parecer preto. Na luz do sol ele revela seu esplendor:
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A Tanzanita  é uma variedade do mineral zoisite descoberta nos Montes Meralani no norte da Tanzânia em 1967 próximo de Arusha, afirma-se que por um natural de Goa de nome Manuel de Sousa. Desde então, a gema causou grande popularidade,principalmente  nos EUA, onde a Tiffany & Co. teve um papel fundamental tanto no seu batismo, como na sua apresentação ao mercado e subsequente promoção.
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Trata-se de uma gema popular e valiosa, sobretudo por sua cor e raridade (Ela é só 10.000 vezes mais rara que o Diamante!). Digno de realce é o forte tricroísmo que apresenta (azul safira, violeta e verde dependendo da orientação do cristal). No entanto, a maior parte da tanzanite recebe tratamento térmico artificial para melhorar a sua cor, o que reduz significativamente esse tricroísmo.
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A pedra tem cor azul-safira, devida ao vanádio. A Tanzânia é ainda a única fonte conhecida dessa pedra no mundo!
E pensar que essas magníficas obras de arte da natureza já estavam aqui quando o nosso planeta nem vida possuía!

fonte: Wikipedia

Água-Marinha

Água-Marinha



Falar em pedra azul sem citar a fabulosa água-marinha é praticamente um crime hediondo! A pedra tem este nome porque ela parece uma água magicamente endurecida. Sua transparência e tonalidade de azul claro contrasta com as rochas adjacentes, como nesta acachapante cristalização com turmalina negra e albita branca.
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A água-marinha é uma variedade do berilo, com uma composição química de silicato de alumínio e berílio. A cor da água-marinha varia do verde-azul a azul-claro. O Brasil é o maior produtor do mundo, mas esta gema é encontrada um pouco por todo o mundo. No Brasil existem cerca 10000 variedades de águas-marinhas que assim como os animais também estão entrando em extinção nas minas de Rondônia e Rio Grande do Norte onde são encontradas as melhores pedras do país. A Rainha da Inglaterra possui várias gemas daqui, que lhe foram dadas de presente quando ela esteve em visita no Brasil.
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A pedra da morte:
Na década 50 foi encontrada em Resplendor, Minas Gerais, a maior água-marinha do mundo que, devido à sua beleza, foi denominada “Martha Rocha”, a Miss Universo da época. Foi também motivo de muitas brigas e mortes na região. A mais pesada tinha 110 kg, e suas dimensões eram de 48,5 cm de comprimento e 42 cm de diâmetro. Tem fractura desigual e clivagem imperfeita. A sua cor varia desde o azul-claro ao azul-esverdeado ou até mesmo tende aos tons escuros. São raros os exemplares com um azul intenso e sem tons esverdeados, uma vez que a maioria das águas-marinhas com um azul perfeito foram sujeitas a tratamentos especiais, o sendo o principal o aquecimento da gema. Este tratamento elimina os tons esverdeados fazendo com que a gema fique com um aspecto mais impressionante. Contudo, nem sempre as pessoas preferiram assim, algumas pessoas preferem os tons naturais por ser mais parecido com o “azul do mar” que lhe deu o nome.

Fonte: CPRM

'Fim do mundo': corrida pelo ouro pode ser sintomática da crise do dólar, segundo especialista

Muitos jornalistas financeiros e economistas estariam desvalorizando o ouro como ativo financeiro para justificar a posição preeminente do dólar dos EUA como investimento principal.
O jornal financeiro The Wall Street Journal relata que, por causa do coronavírus e das medidas para combater a pandemia, o mundo iniciou uma verdadeira corrida pelo ouro.
A rara situação pode fazer com que jornalistas e financeiros que viram e trabalharam durante a crise 2008-2009 chamem ao que está acontecendo com o ouro o "fim do mundo".
"É possível compreender seus pontos de vista sob certas circunstâncias, embora o cenário mais rigoroso ainda não tenha sido implementado", diz o colunista da Sputnik, Ivan Danilov. "No entanto, a crise causada pela pandemia do coronavírus ainda não terminou, e muito provavelmente não terminará em breve."
É um cenário verdadeiramente apocalíptico, realça Danilov, e no derradeiro mercado de preparação do dia do Juízo Final se instalou uma confusão.

A confusão se instala nos mercados

"À medida que a pandemia do coronavírus se instala, investidores e banqueiros se deparam com uma grave escassez de barras e moedas de ouro. Negociantes estão esgotados ou fechados durante toda a hora. O Credit Suisse Group AG, que cunha suas próprias barras desde 1856, disse aos clientes esta semana que não valia a pena perguntar."
O caos também está se espalhando para outras capitais.
"Em Londres, os banqueiros estão fretando jatos particulares e tentando fretar aviões de carga militares para levar seu ouro para as bolsas de Nova York", diz o WSJ. "[A situação] está ficando tão má que os banqueiros de Wall Street estão pedindo ajuda ao Canadá."
"A Casa da Moeda Real Canadense tem sido inundada com pedidos para aumentar a produção de barras de ouro que poderiam ser levadas para Nova York."
Na semana passada, os preços do ouro subiram cerca de nove por cento (em dólares) e, como os jornalistas norte-americanos corretamente assinalam, a valorização do metal amarelo é muito semelhante à de 2008-2009, ou seja, a época em que um dos principais bancos do sistema financeiro norte-americano, o Lehman Brothers, declarou falência.
De fato, foi nesta falência que começou a "contagem decrescente oficial" da crise financeira, que antes era interessante sobretudo apenas pelos profissionais das bolsas de valores, escreve o colunista.
Barras de ouro comercializadas no mercado internacional
© SPUTNIK / ALEKSANDR KONDRATYUK
Barras de ouro comercializadas no mercado internacional
A compra em massa de ouro é um sinal tradicional e bastante justificado de pânico. Ao contrário do caso do Lehman Brothers, uma moeda de ouro em um cofre não pode simplesmente desaparecer. Em condições de nervosismo geral, isso se torna uma vantagem indubitável, e fonte de uma calma tão importante para investidores e economistas, diz Danilov.

Caracterização do ouro

Há um conjunto de razões pelas quais os jornalistas financeiros norte-americanos e muitos dos principais economistas não gostam muito de investidores com ativos em ouro.
Em primeiro lugar, muitos dos que preferem manter parte das suas economias em metais preciosos têm – em parte merecida – reputação de conspiracionistas, bem como de adeptos de preparação – às vezes demasiada – para crises que podem não vir.
A segunda razão é menos óbvia, mas provavelmente não menos importante: o ouro é a antiga base do sistema financeiro internacional, relembra Danilov. Em termos históricos, o ouro tinha há pouco tempo o lugar que o dólar norte-americano agora ocupa, com grandes benefícios para os EUA.
A valorização do ouro e o aumento do investimento no metal precioso demonstram que o dólar não tem lugar de topo assegurado, o que deve levar todo jornalista americano a dizer que o ouro é mau e o dólar é bom.
Como resultado, vemos declarações como estas de jornalistas norte-americanos: "O ouro é popular entre os sobrevivencionistas e os conspiracionistas, mas é também uma adição sensata às carteiras de investimento porque seu preço costuma ser relativamente estável."
"Ele é especialmente procurado durante crises econômicas como escudo contra a inflação. Quando a Reserva Federal inunda a economia com dinheiro, como está fazendo agora, os dólares podem ficar menos valiosos."
No contexto dos sinais da mídia vindos de Pequim, onde há uma clara preocupação com uma eventual desvalorização da moeda norte-americana, dificilmente pode ser considerado irracional o desejo dos investidores ricos e dos bancos centrais de se protegerem de tais desenvolvimentos.
Não é por acaso que a mídia ocidental e publicações especializadas notam o déficit de ouro "físico", ou seja, uma promessa de algum banco suíço ou americano de fornecer ouro (ou pagar algum dinheiro relacionado às mudanças no preço oficial do ouro), porque é fácil de comprar, afirma o colunista.

A corrida pelo ouro

Mais difícil seria mesmo obter uma grande quantidade de barras de ouro.
"Você quer comprar barras ou moedas de ouro? Boa sorte em encontrá-las", ironiza amargamente a emissora CNN norte-americana, relatando que os investidores estão comprando ambos, "procurando garantir a segurança oferecida pelo metal precioso, pois a pandemia do coronavírus está destruindo a economia e forçando os bancos centrais a imprimir trilhões de novos dólares".
Os investidores estão pegando barras e moedas de ouro, buscando a segurança oferecida pelo metal precioso, já que a pandemia do coronavírus destrói as economias e força os bancos centrais a imprimir trilhões de dólares em dinheiro novo.
Mas com as principais refinarias de ouro em toda a Europa fechadas por causa de bloqueios ordenados pelos governos, lojas on-line fora de estoque e muitos dos aviões comerciais que movimentam o ouro em terra, o ouro físico está se tornando mais difícil de ser rastreado, nota Ivan Danilov.
Moedas de ouro (imagem referencial)
© AP PHOTO / KIN CHEUNG
Moedas de ouro (imagem referencial)
O atual consultor econômico de Donald Trump, Larry Kudlow, disse em entrevista ao jornal The Spectator em 2001: "Eu não quero que o ouro seja um investimento quente. Assim que for, sei que o resto da história se desmoronará."
Os problemas atuais do mercado de ouro provavelmente não são o caso onde "o resto da história", pelo qual Kudlow pode ter entendido a economia e os mercados financeiros americanos, vai realmente "cair aos pedaços". As casas da moeda sairão da quarentena, e pode se instalar um pouco de pânico nos mercados financeiros.
Em geral, fazer previsões de que o "fim do mundo" já chegou, ou está prestes a chegar, é uma tarefa ingrata.
Mas a situação atual demonstra muito bem quão frágil é o atual mundo financeiro dolarizado e globalizado, e quão facilmente um problema um pouco mais sério do que o coronavírus pode desfazê-lo em pedaços.
Neste contexto, as constantes compras de ouro pelo Banco Central da Rússia (com o qual alguns comentaristas gostam de ironizar) já não parecem ser uma precaução desnecessária, mas, sim, uma prudência bem-fundamentada, indica o colunista. Mais cedo ou mais tarde, todos os bônus desta previsão irão certamente se manifestar da forma mais óbvia.

Fonte: The Wall Street Journal

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Dólar bate novo recorde e fecha acima de R$5,32 com exterior arisco

Dólar bate novo recorde e fecha acima de R$5,32 com exterior arisco



Moedas3 horas atrás (03.04.2020 17:56)

© Reuters.  © Reuters.
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar alcançou nova máxima nesta sexta-feira, fechando acima de 5,32 reais pela primeira vez e emendando a sétima semana consecutiva de valorização, em mais um dia de forte alta da moeda no exterior diante de evidências crescentes de que o mundo já está numa recessão que deverá ser de magnitude histórica.
O dólar à vista fechou em alta de 1,14%, a 5,3261 reais na venda, nova máxima histórica para um encerramento de sessão e muito perto do pico intradiário, de 5,3286 reais, alcançado às 16h58 --dois minutos antes do fim dos negócios.
No acumulado da semana, a moeda subiu 4,30%, engatando a sétima semana consecutiva de valorização, período em que somou ganhos de 23,83%.
No acumulado de 2020, o dólar dispara 32,72%.
Na B3, em que as operações com dólar futuro se encerram às 18h, o contrato de maior liquidez tinha alta de 1,30%, a 5,3355, após se aproximar de 5,34 reais na máxima do dia.
(Por José de Castro)



Fonte: Reuters

Ibovespa volta a cair abaixo de 70 mil pontos com dados dos EUA reforçando temores sobre Covid-19

Ibovespa volta a cair abaixo de 70 mil pontos com dados dos EUA reforçando temores sobre Covid-19



Ações1 hora atrás (03.04.2020 12:20)

Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista engatava mais uma sessão negativa nesta sexta-feira, sem alívio nas preocupações com os efeitos do Covid-19 nas economias em todo o mundo, com Usiminas liderando as perdas do Ibovespa após anunciar paralisação de alto fornos.
Às 12:07, o Ibovespa caía 3,73%, a 69.558,17 pontos. O volume financeiro somava 6,1 bilhões de reais.
Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulgou que foram fechadas 701 mil vagas de trabalho no mês passado, enquanto a taxa de desemprego disparou de 3,5% para 4,4%, em resultado muito pior do que as estimativas.
Tal "figura" pode piorar ainda mais, diante da falta de sinais de arrefecimento no ritmo de contágio do vírus, que pode prolongar medidas de confinamento e assim a paralisação de diversas atividades econômicas. Em Wall Street, o S&P 500 perdia 1%.
"As expectativas à frente para a economia americana são semelhantes ao restante do mundo: a retomada depende de um choque positivo de confiança para voltarem a um dia a dia normal", citou Felipe Sichel, estrategista-chefe do modalmais.
Ele ressaltou que esse choque depende de avanços médicos consistentes, mas uma vez que ocorra a retomada pode ser confirmada em velocidade acelerada. "Por ora, não estamos neste momento ainda", ponderou.
DESTAQUES
USIMINAS PNA (SA:USIM5) perdia 9%, após anunciar na quinta-feira que vai parar dois alto fornos da siderúrgica em Ipatinga (MG), bem como parte de atividades de aciaria na cidade, além de conceder férias de 30 dias para funcionários da companhia na usina de Cubatão (SP).
- LOCALIZA ON (SA:RENT3) caía 7,8%, retomando o viés negativo, após trégua na véspera, quando fechou em alta de mais de 10%. Os papéis têm refletido as preocupações com os volumes da empresa de frotas e aluguel de veículos em meio a medidas de restrições de circulação, ainda sem sinais de alívio.
- VIA VAREJO ON tinha queda de 6,4%, também afetada pelas medidas de confinamento, que fechou atividades consideradas não essenciais, entre elas o comércio de rua. B2W (SA:BTOW3) caía 7% e MAGAZINE LUIZA ON (SA:MGLU3) cedia 4,9%.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) e ON subiam 1% cada, após dispararem na véspera, com os preços do petróleo ainda em alta relevante.
- VALE ON (SA:VALE3) mostrava declínio de 2,55%. A Agência Nacional de Mineração (ANM) afirmou na quinta-feira que 47 barragens do país foram interditas por falta de declaração de estabilidade, e que a maior parte pertence à mineradora.
- ITAÚ UNIBANCO PN e BRADESCO PN (SA:BBDC4) recuavam 5,3% cada, tendo no radar projeto de lei no âmbito das medidas de combate ao coronavírus que prevê aumento da alíquota de Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos para 50%. BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) perdia 5,5%. (https:// (https://
- COGNA ON subia 3,8%, entre as poucas altas do Ibovespa na sessão, após forte recuo na véspera. YDUQS ON (SA:YDUQ3) avançava 1,9%.
(Edição Alberto Alerigi Jr.)

Fonte: Reuters