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Por que as mulheres gostam tanto de pérolas? Por uma questão de afinidade!
Pérolas são cheias de curvas, têm um brilho misterioso, são diferentes.
Pérola não precisa de lapidação, pois, como a Marina da música, já é bonita com o que Deus lhe deu.
A pérola é difícil de quebrar, mas se não for tratada com cuidado pode até morrer.
Ela não é pedra; ela foi produzida por um ser vivo.
Assim como é preciso abrir em média 40 conchas para encontrar uma pérola, só depois de conhecer muitas mulheres o homem encontra aquela que veio ao mundo para ser sua.
Pérolas geralmente são cultivadas, mas existem as naturais, as de beleza selvagem.
Não existem pérolas sintéticas. Valiosa ou não, a pérola é sempre resultado de um processo natural.
A dor de um corpo estranho faz o molusco dar ao mundo essa maravilha que é a pérola. A dor da mulher no parto traz ao mundo um novo ser humano, maravilha que gera alguém que é sempre único.
A obra mais famosa de Botticelli, O Nascimento de Vênus, mostra esta deusa surgindo de onde ? De uma concha!
Para os indianos, pérolas são lágrimas congeladas nascidas do encontro das nuvens com as águas. E quem não sabe a força que tem uma mulher que chora?
Os gregos antigos acreditavam que da pérola emanavam forças vivificantes e protetoras. E não é da mãe que emana nossa vida? E não é ela quem mais nos protege desde a fecundação?
E se a pérola brilha soberana, a madrepérola - mãe da pérola - brilha discretamente, feliz com o esplendor da filha.
Por que as mulheres gostam tanto de pérolas? Porque as pérolas são mulheres! E feliz do homem que aprendeu na vida que mulheres são como pérolas!
Vivo, Claro, Oi, Tim e Algar ajudarão governo a monitorar a circulação de pessoas
Por Agência Brasil
05/04/2020 - 13:50
Os dados permitirão visualizar “manchas de calor” da concentração de pessoas em localidades de todo o país (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
As operadoras de telecomunicação repassarão informações sobre a circulação de pessoas para que o governo faça avaliações e desenvolva estratégias de prevenção e combate à epidemia do novo coronavírus. A parceria vai durar o período da calamidade pública da covid-19 e envolve as empresas Vivo (VIVT4), Claro, Oi (OIBR3; OBR4), Tim (TIMP3) e Algar.
De acordo com o sindicato das empresas do setor (Sinditelebrasil), serão repassados dados agregados e anonimizados da circulação dos seus clientes. Os dados permitirão visualizar “manchas de calor” da concentração de pessoas em localidades de todo o país, auxiliando o governo a localizar onde estão ocorrendo aglomerações.
Quando uma pessoa liga um celular, o aparelho se conecta a uma antena, chamada no linguajar técnico de Estação Rádio-Base (ERB). Segundo o presidente executivo do Sinditelebrasil, Marcos Ferrari, a informação repassada ao governo será de quando e onde ocorreram essas conexões entre usuário e redes das operadoras.
“O que nós estamos disponibilizando para o governo é este dado estatístico agregado. Não vamos falar em número de linha nem em nome da pessoa. Em tal dia estavam conectadas tantas linhas em tal antena. Isso é um mapa. Olha por cima do país e enxerga como se dá a concentração de pessoas, deslocamento delas por meio deste mecanismo estatístico”, disse Ferrari.
Os dados serão consolidados no fim do dia e repassados a um servidor da empresa estadunidense Microsoft, de onde poderão ser acessados pelo governo. Assim, o “mapa” mostrará a situação sempre do dia anterior. As cinco operadoras possuem uma grande base de dados, somando 214 milhões de chips (embora vários clientes tenham mais de um chip).
“A forma como o governo vai usar esse dado pode ser de diversas maneiras. A gente não vai interferir nisso, pois é uma decisão do governo. Pode ser uma universidade que pode fazer esse uso dos dados, ou empresa terceirizada que lide com inteligência artificial.
Para isso governo está botando a governança dele para aplicar de maneira eficiente estes dados”, comenta o executivo do Sinditelebrasil. Ele acrescenta que os princípios de proteção previstos na Lei Geral de Proteção de Dados e do Marco Civil da Internet serão respeitados.
A Lei Geral de Proteção de Dados instituiu as normas para coleta e tratamento de dados (Imagem: Pixabay)
Transparência
Na avaliação do conselheiro do Laboratório de Políticas Públicas e Internet da Universidade de Brasília (Lapin) Thiago Moraes, é importante que o governo se certifique que os dados disponibilizados na “nuvem” da Microsoft não sejam usados para outras finalidades. Mesmo não estando em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados, ele defende que seus princípios e diretrizes sejam respeitados.
“O Art. 6º atenta para que o tratamento seja limitado ao mínimo necessário, e se evite o uso excessivo dos dados. Isto significa, entre outras coisas, que uma vez superada a crise, os dados coletados devem ser eliminados. É importante também que tão logo uma política pública seja definida, sua finalidade seja transparecida à população [o princípio da transparência previsto no art. 6º]”, destaca o pesquisador.
A Lei Geral de Proteção de Dados instituiu as normas para coleta e tratamento de dados. Aprovada em 2018, ela entraria em vigor em agosto, mas o Senado adiou o início da vigência para o início do ano que vem. Contudo, o Marco Civil da Internet (Lei 12.965 de 2014) também prevê a garantia da privacidade dos dados dos internautas.
Para a coordenadora do Coletivo Intervozes Marina Pita, a falta de uma legislação cria um vácuo preocupante e seria importante ter mais informações sobre como os dados da grande maioria da população serão tratados.
“Princípios como proporcionalidade, necessidade e finalidade, incluindo o descarte após atingida a finalidade, por exemplo, estão sendo observados? Deveria haver mais detalhes inclusive em relação aos procedimentos de anonimização e agregação utilizados porque há vários exemplos de reidentificação de dados anonimizados. Um sistema como esse não pode perdurar e deveria haver formas de auditar e fiscalizar o seu uso”, defende.
A Agência Brasil entrou em contato com os ministérios da Saúde (MS) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e aguarda retorno.
Veja quais ações mais subiram desde o fundo da crise
Por Gustavo Kahil
03/04/2020 - 22:27
A iniciou 2020 com posição de caixa de US$ 183 milhões e um volume de US$ 93 milhões em contas a receber
As ações da PetroRio (PRIO3) decolaram 128,9% desde o menor valor atingido na crise do coronavírus, mostra um levantamento produzido pela Economatica e compartilhada pelo especialista Gilberto Fortes.
No dia 19 de março, um após o pior preço atingido pela empresa na Bolsa, de R$ 9,10, a PetroRio divulgou um adiamento de planos de revitalização do campo de Polvo, na Bacia de Campos.
A empresa disse ainda que iniciou 2020 com posição de caixa de US$ 183 milhões e um volume de US$ 93 milhões em contas a receber “que se materializou durante os meses de janeiro e fevereiro”.
Depois, a companhia revelou que iniciou a produção de novo poço no campo de Polvo, com uma vazão inicial superior a 2.500 barris por dia, o que representa um incremento de quase 30% na produção do ativo.
A empresa também informou, no mesmo dia, que os custos de extração cairão abaixo de US$ 26 por barril no Campo de Polvo, e de US$ 18 no geral para a companhia, considerando sua participação de 70% no Campo do Frade.
A Tanzanita deve ser o cristal mais “azulaço” que tem. Esse mineral é tão azul que dependendo da luz do ambiente pode parecer preto. Na luz do sol ele revela seu esplendor:
A Tanzanita é uma variedade do mineral zoisite descoberta nos Montes Meralani no norte da Tanzânia em 1967 próximo de Arusha, afirma-se que por um natural de Goa de nome Manuel de Sousa. Desde então, a gema causou grande popularidade,principalmente nos EUA, onde a Tiffany & Co. teve um papel fundamental tanto no seu batismo, como na sua apresentação ao mercado e subsequente promoção.
Trata-se de uma gema popular e valiosa, sobretudo por sua cor e raridade (Ela é só 10.000 vezes mais rara que o Diamante!). Digno de realce é o forte tricroísmo que apresenta (azul safira, violeta e verde dependendo da orientação do cristal). No entanto, a maior parte da tanzanite recebe tratamento térmico artificial para melhorar a sua cor, o que reduz significativamente esse tricroísmo.
A pedra tem cor azul-safira, devida ao vanádio. A Tanzânia é ainda a única fonte conhecida dessa pedra no mundo!
E pensar que essas magníficas obras de arte da natureza já estavam aqui quando o nosso planeta nem vida possuía!
Falar em pedra azul sem citar a fabulosa água-marinha é praticamente um crime hediondo! A pedra tem este nome porque ela parece uma água magicamente endurecida. Sua transparência e tonalidade de azul claro contrasta com as rochas adjacentes, como nesta acachapante cristalização com turmalina negra e albita branca.
A água-marinha é uma variedade do berilo, com uma composição química de silicato de alumínio e berílio. A cor da água-marinha varia do verde-azul a azul-claro. O Brasil é o maior produtor do mundo, mas esta gema é encontrada um pouco por todo o mundo. No Brasil existem cerca 10000 variedades de águas-marinhas que assim como os animais também estão entrando em extinção nas minas de Rondônia e Rio Grande do Norte onde são encontradas as melhores pedras do país. A Rainha da Inglaterra possui várias gemas daqui, que lhe foram dadas de presente quando ela esteve em visita no Brasil. A pedra da morte: Na década 50 foi encontrada em Resplendor, Minas Gerais, a maior água-marinha do mundo que, devido à sua beleza, foi denominada “Martha Rocha”, a Miss Universo da época. Foi também motivo de muitas brigas e mortes na região. A mais pesada tinha 110 kg, e suas dimensões eram de 48,5 cm de comprimento e 42 cm de diâmetro. Tem fractura desigual e clivagem imperfeita. A sua cor varia desde o azul-claro ao azul-esverdeado ou até mesmo tende aos tons escuros. São raros os exemplares com um azul intenso e sem tons esverdeados, uma vez que a maioria das águas-marinhas com um azul perfeito foram sujeitas a tratamentos especiais, o sendo o principal o aquecimento da gema. Este tratamento elimina os tons esverdeados fazendo com que a gema fique com um aspecto mais impressionante. Contudo, nem sempre as pessoas preferiram assim, algumas pessoas preferem os tons naturais por ser mais parecido com o “azul do mar” que lhe deu o nome.