terça-feira, 7 de abril de 2020

ARMAS DE CRISTAL SÃO ACHADAS EM ESCAVAÇÃO ARQUEOLÓGICA NA ESPANHA

Uma escavação na cidade de Valencina de la Concepción, na Espanha, encontrou relíquias pré-históricas na construção megalítica chamada de "Tholos de Montelirio". Dentre os objetos raros encontrados durante a pesquisa, estavam armas de cristal — objetos mortais feitos com pedras quase preciosas.
(Fonte: Archaeology World)
As escavações feitas em Valencina de la Concepción serviram para mostrar que mesmo em 3000 a.C., período do qual as armas foram datadas, os seres humanos já tinham algum tipo de fixação por cristais. Além das incríveis armas feitas desse material, os pesquisadores também encontraram no local algumas mortalhas, mantas utilizadas para enrolar cadáveres, decoradas com pequenas pedras de âmbar.

O local da escavação

A região onde fica Tholos de Montelirio foi objeto de escavação entre os anos de 2007 e 2010. A gruta foi construída originalmente com lajes feitas de argila, percorrendo um total de 43 metros, onde rituais de enterro eram feitos. O território sempre foi conhecido como boa região para a escavação de metais e, consequentemente, de cristais.
Ao que fica aparente, as pessoas que trabalhavam em Tholos de Montelirio aprenderam a moldar cristais de quartzo em armas. Entretanto, segundo especialistas, o local onde foram encontradas as armas não é associado com o tipo de cristais de rocha achados ali, o que indica que o material foi importado no passado.

Armas de cristal eram para a elite

(Fonte: Archaeology World)
Durante as escavações de Tholos de Montelirio, os arqueólogos encontraram mais de 20 indivíduos enterrados na câmara principal. Junto deles estavam algumas adagas de pedra, pedaços de marfim e algumas miçangas, mas nada que associasse as pedras de cristais, que ficavam em uma câmara separada, a eles. No total das armas de cristal, foram encontradas 10 pontas de flecha, quatro laminas e o núcleo de pedras de cristal no local.
Ao que os estudos indicam, as lâminas preciosas poderiam ser frutos de rituais espirituais voltados principalmente para a elite, visto que muitas civilizações acreditavam no simbolismo das pedras preciosas. Portanto, o fato das armas de cristal terem sido encontradas em uma câmara com uma maçaneta de marfim, outro material não derivado da região e de grande valor, sugere que estas eram parafernálias fúnebres para membros da elite espanhola.

Fonte: MEGA CURIOSO

Achamos um local CHEIO de PEDRAS PRECIOSAS na beira da estrada. Qualquer...

Ibovespa fecha em alta pelo 2º dia com perspectivas melhores sobre Covid-19

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Coronavírus3 horas atrás (07.04.2020 17:10)

© Reuters.  © Reuters.
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira pelo segundo pregão seguido, com bancos entre os principais suportes, embora o enfraquecimento dos pregões em Wall St tenha afastado o principal índice da bolsa paulista das máximas da sessão, quando se aproximou de 80 mil pontos.
A trajetória positiva nos mercados globais nesta sessão refletiu perspectivas de que o ritmo de contágio em algumas regiões na Europa e mesmo nos EUA pode ter alcançado o pico, ou estar próximo disso, mas a piora das bolsas em Nova York, seguida pelo Ibovespa, ao longo do dia sinaliza que as incertezas continuam elevadas.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 3,59%, a 76.728,84 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo chegado a 79.855,48 pontos no melhor momento do dia. O volume financeiro somava 24,4 bilhões de reais.
(Por Paula Arend Laier)

Fonte: Reuters)

Garimpo ilegal de diamante faturava em média R$ 20 milhões por mês

Garimpo ilegal de diamante faturava em média R$ 20 milhões por mês







O garimpo clandestino no rio Jequitinhonha degradou 77 hectares em 1 ano

Garimpo ilegal de diamante faturava em média R$ 20 milhões por dia

FERNANDA CANOFRE - BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Durante 11 meses, uma estrutura com maquinário pesado, explosivos e mão de obra que empregava entre 800 e mil pessoas explorou abertamente uma área de preservação permanente ao redor do rio Jequitinhonha, na cidade de Couto de Magalhães de Minas (MG), em busca de diamantes e ouro.
O garimpo clandestino ocorria à luz do dia e, segundo cálculos da Polícia Federal, faturava em torno de R$ 20 milhões por mês. Uma operação da PF, com apoio da Polícia Militar de Minas Gerais e da Semad (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), realizada nesta, desarticulou o grupo.
A operação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em pontos comerciais, residências e no próprio garimpo. Das dez ordens de prisão preventiva, que incluíam gerentes e financiadores, apenas duas pessoas foram localizadas. Oito suspeitos continuam foragidos.
Todas as prisões tinham endereço na cidade de Diamantina (a 300 km de Belo Horizonte). Alguns dos presos já têm antecedentes criminais pela mesma prática, segundo a PF.
Os suspeitos devem ser indiciados por formação de organização criminosa (com pena prevista entre 3 e 8 anos), crime ambiental (de 6 meses a um ano) e contra o patrimônio da União (de 1 a 5 anos de reclusão).
A Polícia Federal começou a monitorar o local em maio do ano passado, quando o garimpo se intensificou. Segundo o delegado Luiz Augusto Pessoa Nogueira, na mesma época os garimpeiros teriam encontrado no local uma gema de diamante com valor entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões.
"Ela foi achada mais perto da superfície do solo. Isso significa que a chance de ter mais diamantes de boa qualidade ali seria muito grande. Foi assim que eles [aceleraram o garimpo]", explica ele.
Em imagens registradas por drones da polícia, áreas que tinham árvores, de acordo com registros de 2006, viraram desertos de areia e rejeitos, com cavas de garimpo espalhadas. O assoreamento do rio também é visível nas filmagens. É possível ver uma quantidade significativa de dragas, tratores e bombas de sucção trabalhando no local.
A polícia afirma ainda que o grupo usava uma grande quantidade de explosivos de venda controlada para ter acesso a locais mais profundos. O cálculo da PF estima degradação total de 77 hectares -uma área com 34 hectares, uma com 26 e uma terceira área com 17 (no total, equivale a cerca de metade do parque Ibirapuera, em São Paulo).
"O rio Jequitinhonha praticamente morreu, de tanta areia, de tanto rejeito de diamante que foi lançado nele", afirma o delegado.
Minas Gerais tem hoje 90 permissões de lavras para garimpo de diamante, segundo a ANM (Agência Nacional de Mineração). Oito delas estão em Diamantina. Em 2018, foram fornecidas 12 licenças. De ouro, o estado tem 15 permissões, e cinco delas estão na cidade. No ano passado, não houve nenhuma nova permissão.
A bacia hidrográfica do rio Jequitinhonha foi tombada e declarada como monumento natural em 1989. No século 18, o Alto Jequitinhonha, onde está Diamantina, foi ocupado por europeus em busca de ouro e diamante da região, de acordo com o Iepha (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais).
A economia local se diversificou com a queda da mineração, e várias cidades e povoados se originaram depois que a Coroa portuguesa passou a instalar quartéis de Companhias de Dragões ao longo do rio, a partir de 1811.



Fonte: AFP

Marca de chocolates cria ovos de Páscoa inspirados em pedras preciosas

Marca de chocolates cria ovos de Páscoa inspirados em pedras preciosas





A Dots Chocolaterie, de Sapiranga, faz entregas em Porto Alegre e região metropolitana

Se para algumas empresas a pandemia representa uma época de dificuldades, para outras, é uma maneira de se reinventar e buscar novas saídas. É o caso da Dots Chocolaterie, comandada por Teresa Cicchelero, que já pensa em encerrar as encomendas desta Páscoa em razão da alta demanda. Para a data, a chocolatier criou a linha de ovos Drusa, que remete a pedras preciosas. "Fui inspirada por um momento de dificuldades, onde entendi que o sentimento é uma joia", explica.
LUCIANA LAUER/DOTS/DIVULGAÇÃO/JC
Após ter feito um curso de pâtisserie francesa em Buenos Aires, Teresa mudou os rumos da própria atuação. A Dots foi criada em 2012, quando ela percebeu que chocolate era um insumo que a permitia criar livremente. "A pâtisserie era muito recente no Brasil. Nessa época, os primeiros negócios estavam começando a aparecer", lembra. A produção dos doces está instalada em Sapiranga e, durante a quarentena, as entregas serão feitas em Porto Alegre e região metropolitana por um motorista particular nas terças e quintas-feiras.
Os ovos produzidos por Teresa tem alto valor agregado e ela explica o porquê: na cozinha da Dots, só entram chocolates de origem. "Ele é fabricado a partir de amêndoas plantadas em um lugar específico e depois transformado em chocolate na França ou na Bélgica", afirma. Para ela, cada região onde o cacau é plantado concede um sabor único ao produto final. "É como o vinho ou o café", compara.
Esses chocolates se transformam, enfim, em coleções de Páscoa, nas quais Teresa equipara às produções de moda. "Faço croquis, peças de exemplo", diz. Um dos destaques é o Ovo Ametista, que consiste em 500 gramas de chocolate de origem com interior de grignotine, amêndoas tostadas, pailleté feuilletine e chocolate e custa R$ 189,00. A linha também conta com o ovo Citrino, que é feito de chocolate amargo, o Quartzo Branco, de chocolate branco com coco, e o Pirita, que é de chocolate com cookies. "Temos, também, os ovos pensados para as crianças, os bombons e as drágeas", diz. Além da coleção Drusa, ainda há a opção dos ovos feitos em uma colab com o chef Cássio Cevallos inspirada no México. A marca aceita pedidos pelo Instagram e pelo WhatsApp (51 99929-9491).
ALE OLIVEIRA/DOTS/DIVULGAÇÃO/JC
Fonte: UOL