sexta-feira, 10 de abril de 2020

Arábia Saudita e outros resistem a plano do México para cortes pequenos de produção de petróleo, dizem fontes

Arábia Saudita e outros resistem a plano do México para cortes pequenos de produção de petróleo, dizem fontes



Ações1 hora atrás (10.04.2020 19:15)

© Reuters.  © Reuters.
DUBAI (Reuters) - A Arábia Saudita e outros produtores de petróleo no grupo Opep+ rejeitaram nesta sexta-feira um plano do México para cortes menores de produção que os previstos em uma ação conjunta voltada para estabilização do mercado, afirmaram duas fontes do grupo.
Uma das fontes afirmou que a disputa, que restringiu esforços para a finalização do acordo sobre os cortes de produção, foi o motivo pelo qual os ministros de energia do G20 atrasaram um comunicado conjunto por várias horas depois que as conversas tinham terminado.
O comunicado conjunto que foi publicado não fez menção direta aos cortes de produção e referiu apenas a "medidas necessárias e imediatas para assegurar a estabilidade do mercado de petróleo".
(Por Dmitry Zhdannikov e Rania El Gamal)

Fonte: Reuters

FEIRA DE PEDRAS PRECIOSAS EM TUCSON- ARIZONA- USA

GEMAS DO BRASIL- TUDO SOBRE A ESMERALDA

19 ações que venceram o “Dilmavírus” e que podem superar a crise do corona

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Por Gustavo Kahil
08/04/2020 - 23:32
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A relação de empresas conta com Klabin, Equatorial, Raia Drogasil e outras 16 (Imagem: @jonathanborba)
Algumas empresas podem estar mais preparadas para enfrentar a recessão causada pela crise do coronavírus e despontar com mais destaque do que outras, indica o Bank of America em um relatório enviado a clientes e obtido pelo Money Times.
Os analistas do banco recuperaram uma lista de ações que apresentaram um crescimento de dois dígitos no lucro por ação durante a severa recessão de 7,6% do PIB do Brasil em 2015 e 2016, causada pelas medidas econômicas do governo Dilma Roussef.
“Durante esse período, as empresas sobreviveram e algumas prosperaram ganhando participação à medida que os concorrentes mais fracos desapareciam ou se consolidavam”, relembraram Nicole Inui, David Beker, Paula Andrea Soto e Gabriella Tak.

De onde virá o crescimento?

“Os grandes bancos poderiam recuperar a sua participação perdida para as fintechs. A penetração do comércio eletrônico pode aumentar, acelerando o crescimento da receita dos varejistas eletrônicos”, explicam.
Além disso, com o real mais fraco e juros menores são importantes ventos favoráveis para cerca de 30% do Ibovespa, que fazem parte produtoras de commodities e exportadoras, e outros 41% do índice são representados por empresas com dívidas atreladas à Selic.

“No entanto, vemos os riscos das contrapartes como um desestabilizador potencial, pois a paralisação da economia atinge cadeias de suprimentos, fornecedores terceirizados e, claro, o consumidor brasileiro em geral”, concluem.
Empresas que apresentaram crescimento de dois dígitos durante a crise de 2015 e 2016
Fonte: BofA Global Research, Bloomberg


QUANTO VALE A COROA QUE A RAINHA ELIZABETH USOU EM SUA COROAÇÃO?

Imagine uma peça com quase 2,3 quilos e coberta com mais de 400 pedras preciosas e semipreciosas, como rubis, safiras, topázios, turmalinas, ametistas, granadas, zircônias e águas-marinhas, montadas em uma estrutura de ouro maciço, prata e platina. Agora, imagine que essa mesma peça vem sendo usada desde o século 17 para coroar reis e rainhas da Inglaterra, incluindo Elizabeth II, a atual monarca. Você conseguiria colocar um preço nessa relíquia? Veja uma imagem dela:
(Fonte: Royal Collection Trust / Reprodução)

Joia das joias

Conhecido como Coroa de Santo Eduardo, o belíssimo artefato foi originalmente criado por Sir Robert Viner em 1661, para a coroação de Carlos II, em substituição a uma coroa medieval do século 11 que foi derretida por parlamentares em 1649. Hoje a peça é considerada como a mais importante das Joias da Coroa Britânica – que é o nome dado ao conjunto formado pelos cetros, espadas, anéis, orbes, vestimentas e outros objetos usados durante as cerimônias de coroação –, o que é curioso, uma vez que ela foi usada para coroar apenas 4 monarcas e, até o comecinho do século 20, as pedras preciosas e semipreciosas eram todas emprestadas.
(Fonte: Royal Collection Trust / Reprodução)
Pois é, caro leitor! Durante 3 séculos, toda vez que a coroa era posta em uso, as joias eram cedidas para as cerimônias e devolvidas depois – isso até a monarquia britânica resolver que era hora de adquirir a sua própria coleção de pedras, por ocasião da coroação do avô de Elizabeth II, George V. Mas, voltando ao assunto de quanto a Coroa de Santo Eduardo custa, apesar de ela ter valor inestimável, por conta de sua história e significado, a relíquia foi avaliada recentemente!

Desconstrução

Na realidade, de acordo com Ellen Gutoskey, do site Mental Floss, para pôr o preço correto na Coroa de Santo Eduardo, seria necessário que um joalheiro especializado removesse cada uma das pedras incrustradas nela e a desmontasse completamente. Entretanto, o pessoal do SavingSpot resolveu se lançar na complexa tarefa de avaliar a coroa e, além de descontruir o artefato (virtualmente, claro!), realizou extensivas pesquisas – consultando livros, guias internacionais de pedras preciosas, registros históricos e até o catálogo do fornecedor de tecidos da Rainha, visto que o objeto também contém veludo e arminho.
(Fonte: Royal Collection Trust / Reprodução)
Você pode ver a “desconstrução” e o detalhamento dos valores de cada item na imagem a seguir, mas, segundo estimou a equipe, as safiras presentes na Coroa de Santo Eduardo são os elementos mais valiosos, batendo mais de US$ 2,1 milhões (perto de R$ 8,6 milhões), seguidos pelas turmalinas e pelo ouro, avaliados em US$ 345 mil e US$ 87 mil – ou quase R$ 1,4 milhão e mais de R$ 347 mil –, respectivamente.
(Fonte: SavingSpot / Reprodução)
Os componentes mais “baratos” do conjunto são o veludo, custando US$ 3 (mais ou menos R$ 12), e o arminho, estimado em US$ 34 (perto de R$ 136), e o artefato completo foi avaliado por US$ 4.519.709 – equivalentes a pouco mais de R$ 18 milhões –, o que não é nada perto do valor da coleção completa das Joias da Coroa, que, segundo dizem, vale mais de US$ 3.5 bilhões ou perto de R$ 14 bilhões. Apenas.
(Fonte: Royal Collection Trust / Reprodução)
Também dizem que todos os itens se encontram na Torre de Londres, onde podem ser visitados sob um forte esquema de segurança, mas os rumores é de que, apesar de serem valiosíssimas, as peças não passam de elaboradas réplicas.

Fonte: MEGA CURIOSO