segunda-feira, 13 de abril de 2020

Gemas do Brasil - Descoberto o maior diamante do século

Corte recorde na produção de petróleo falha em agitar mercado afetado por pandemia

Corte recorde na produção de petróleo falha em agitar mercado afetado por pandemia



Commodities1 hora atrás (13.04.2020 14:20)

© Reuters. .© Reuters. .
Por Florence Tan e Shadia Nasralla
CINGAPURA/LONDRES (Reuters) - O impacto mínimo aos preços do petróleo causado por cortes recordes de produção da commodity em todo o mundo mostrou que os produtores têm uma montanha para escalar caso desejem restaurar o equilíbrio do mercado em meio à pandemia de coronavírus, que afeta a demanda e faz com que os estoques disparem, disseram observadores do setor.
Um dia após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados, entre eles a Rússia, concordarem em reduzir bombeamento em 9,7 milhões de barris por dia (bpd) em maio e junho --o equivalente a quase 10% da oferta global-- os preços pouco se movimentavam, oscilando entre os territórios positivo e negativo.
O ministro da Energia da Arábia Saudita minimizou a queda das cotações nesta segunda-feira, afirmando que os cortes foram a razão para um rali nos preços do petróleo antes do encontro do grupo de produtores, com o mercado antecipando os cortes.
"É o típico negócio, você sabe: compre no rumor, venda nas notícias", disse o príncipe Abdulaziz bin Salman.
Tanto Brent quanto WTI perderam mais da metade de seus valores neste ano, mas agora operam distantes das mínimas registradas ao final de março, uma vez que conversas a respeito dos cortes de produção ganharam força nas últimas semanas. O Brent atingiu uma máxima de 33,99 dólares por barril nesta segunda-feira, ante 21,65 dólares/barril em 30 de março, enquanto o petróleo dos EUA bateu 24,74 dólares/barril, versus 19,27 dólares em março.
O corte da Opep+ pode ser mais de quatro vezes mais profundo que o recorde anterior, estabelecido em 2008, e a oferta total de petróleo pode encolher o dobro disso com outras medidas. Ainda assim, a redução segue enfraquecida pela queda de demanda, que alguns preveem ser de até 30 milhões de bpd em abril.
"Mesmo que esses cortes forneçam um piso para os preços, eles não terão a capacidade de impulsionar as cotações, dado o tamanho do aumento nos estoques que estamos vendo", disse Virendra Chauhan, analista da Energy Aspects.
"A ausência de compromissos firmes dos Estados Unidos ou outros membros do G20 é um defeito no acordo."
Apesar de o príncipe Abdulaziz garantir que países do G20 se comprometeram a cortar cerca de 3,7 milhões de bpd, grandes produtores, como Canadá, Noruega e EUA, ainda não se engajaram publicamente às cotas fixadas.
"O acordo não conseguiu chegar aos níveis de redução antecipados pelo mercado", disse Takashi Tsukioka, presidente da Associação de Petróleo do Japão (PAJ, na sigla em inglês), em comunicado.
"Esperamos que a Opep+ continue com suas negociações para estabilizar os mercados do petróleo", acrescentou.
(Reportagem de Florence Tan e Chen Aizhu em Cingapura, Yuka Obayashi e Aaron Sheldrick em Tóquio, Nidhi Verma em Nova Délhi e Sonali Paul em Melbourne; reportagem adicional de Shadia Nasralla em Londres e Stephanie Kelly em Nova York)

Fonte: Reuters

Como saber se um diamante é verdadeiro?

Como saber se um diamante é verdadeiro?


Como saber se um diamante é verdadeiro?
Depois de anos namorando a mesma pessoa, imagine reunir coragem e dinheiro suficiente para entrar em uma joalheria e gastar milhares de reais em um anel de noivado de diamante. Essa poderia ser uma das decisões mais importantes (e caras) da sua vida, portanto seria importante ter a certeza de que você estaria adquirindo um diamante genuíno, forjado ao longo de milhões de anos abaixo da superfície da Terra.
No entanto, a grande questão é que, sabendo que existem vários diamantes falsos em circulação, como você pode ter certeza de que o diamante que está comprando é real? Como você pode saber com segurança se um diamante é falso?
Bem, a verdade é que, para a nossa sorte, existem várias maneiras de verificar a autenticidade de um diamante, desde ferramentas profissionais a testes simples feitos em casa que podem revelar rapidamente se uma pedra supostamente preciosa é falsa, sintética ou artificial.

Como se formam os diamantes?

diamante
Entre 1 e 3 bilhões de anos atrás, cerca de 160 quilômetros abaixo da superfície da Terra, a maioria de todos os diamantes naturais que vemos em nosso planeta foi formada. Os diamantes são feitos de carbono puro e se formam sob extrema pressão e calor por um longo período de tempo. Para isso, os átomos de carbono são comprimidos até começarem a formar uma estrutura de treliça de cristal, graças a temperaturas de aproximadamente 400 graus Celsius e mais de 430.000 libras de pressão por polegada quadrada.
Com o passar do tempo, esses diamantes profundamente arraigados foram movidos para a superfície, através de erupções vulcânicas ou da mudança de zonas de subducção, que podem conduzir partes do manto superior para a superfície, onde os diamantes podem ser escavados. Os primeiros diamantes foram descobertos há cerca de 2.500 anos atrás na Índia e, desde então, encantam pessoas de todo o mundo. Nos dias de hoje, as maiores concentrações de diamantes naturais são encontradas na Rússia, Botsuana, Angola, Canadá e África do Sul.
Devido à incrível demanda por essas pedras preciosas e seu preço significativo, foram desenvolvidas várias formas sintéticas feitas de carbono (em laboratório) ou criadas a partir de outros materiais para imitar de forma muito convincente a aparência e as qualidades dos diamantes. De fato, a habilidade com que esses diamantes artificiais são feitos é tão incrível que pode tornar muito difícil a tarefa de distinguir uma pedra autêntica de uma que foi feita em laboratório.
Desde 1954, a produção de diamantes sintéticos comercialmente viáveis tem aumentado, imitando a pressão e a temperatura do manto terrestre em laboratórios. Embora tentativas anteriores datem do final do século 19, Tracy Hall foi o primeiro pesquisador a dissolver carbono e depois estimular sua conversão em diamante com eficácia. Esses diamantes cultivados em laboratório têm as mesmas propriedades físicas que os diamantes naturais, mas são muito mais jovens.
Além disso, diamantes sintéticos também podem ser obtidos através de um processo de deposição chamado “deposição de vapor químico”, ou simplesmente CVD, no qual os substratos de silício podem formar diamantes que parecem tão reais que apenas máquinas altamente avançadas podem detectar a diferença entre esse tipo e um verdadeiro.

Quais são as melhores técnicas para saber se um diamante é verdadeiro?

diamante
Com tantos diamantes artificiais no mercado, o desafio de encontrar e comprar um diamante autêntico pode parecer assustador. Felizmente, existem vários testes, incluindo experimentos simples e medidas mais profissionais que ajudam determinar se o um diamante é real.
A maneira mais confiável de determinar a autenticidade de um diamante é levá-lo a um joalheiro, que pode usar um testador de diamantes, uma das ferramentas mais confiáveis para avaliar sua qualidade. Basicamente, um diamante autêntico conduz o calor de maneira diferente de outras pedras preciosas ou imitações sintéticas. Portanto, um testador de diamantes mede a rapidez com que o calor se move pela pedra e determina rapidamente se ele é verdadeiro ou não.
Além disso, ao usar uma lente de aumento projetada especificamente para pedras preciosas, um joalheiro pode detectar inclusões na pedra. As inclusões são pequenas imperfeições que ocorrem em diamantes naturais, mas que nunca estão presentes em diamantes artificiais.
Ainda assim, se você não deseja gastar seu tempo ou dinheiro com um joalheiro, existem várias maneiras divertidas de testar a autenticidade de seus diamantes em casa, incluindo os testes de “água” e “fogo”. No caso do primeiro, um diamante real sempre afundará rapidamente em um copo com água, devido à sua densidade. Embora alguns diamantes sintéticos muito bem elaborados também possam afundar, eles farão isso de uma forma muito mais lenta que um diamante autêntico.
No entanto, o teste do fogo é o mais interessante. Se você aquecer um diamante verdadeiro por 20 a 30 segundos no fogo e depois jogá-lo em um copo com água, ele ficará completamente intacto. Por outro lado, se você fizer o mesmo com um diamante falso, o calor aumentará a energia interna da pedra preciosa, então jogá-la na água causará rachaduras e turvação interna, tornando muito óbvio que ele não é autêntico.

Outros testes

Além dos testes apresentados, existem outros que, embora não sejam tão populares, podem indicar se um diamante é verdadeiro ou falso. Por exemplo, o ato de esfregar um diamante verdadeiro sobre uma lixa não vai deixar marcas em sua superfície, pois um diamante autêntico é incrivelmente durável, sendo o mineral mais duro que já descobrimos. Um diamante falso, no entanto, será facilmente arranhado por uma lixa de espessura grossa.
Além disso, se você tem uma lâmpada de luz negra em mãos, fica ainda mais fácil identificar um diamante falso. Isso porque cerca de 30% dos diamantes brilham em tons de azul sob uma luz negra, embora gemas da mais alta qualidade não tenham fluorescência UV. Um diamante falso, por outro lado, pode brilhar em outras cores ou até mesmo não apresentar reatividade alguma.
Embora esse não seja um teste 100% preciso, é um experimento simples que pode ser levado em consideração antes das opções mais intensivas explicadas anteriormente.


Fonte: Tricurioso


Mirae Asset troca AES Tietê, Hypera e RD por BB, BRF e MRV na carteira semanal

Mirae Asset troca AES Tietê, Hypera e RD por BB, BRF e MRV na carteira semanal



Commodities2 horas atrás (13.04.2020 11:25)
© Reuters.  © Reuters.
Por Gabriel Codas
 A Mirae Asset informou nesta segunda-feira que atualizou sua carteira recomendada de ações para a semana com três alterações. Os analistas trocaram os papéis da AES Tietê (SA:TIET11), Hypera (SA:HYPE3) e Raia Drogasil (SA:RADL3), para as entradas de Banco do Brasil (SA:BBAS3), BRF (SA:BRFS3) e MRV (SA:MRVE3).
Na semana passada, as recomendações tiveram resultado positivo de 8,25%, contra alta de 11,25% do Ibovespa. Na dianteira ficaram os papéis do Magazine Luiza (SA:MGLU3), com ganhos de 17,19%. Na ponta oposta, destaque negativo ficou para a JBS (SA:JBSS3), com queda de 6,86%.
A corretora destaca que as notícias relacionadas à evolução do covid-19 ainda serão os vetores para o comportamento do mercado acionário global. Enquanto os números devem melhorar na Ásia e Europa pode piorar nos EUA e Brasil. Qualquer notícia sobre meios de tratamento da doença pode ajudar no viés das bolsas de valores.
Na agenda econômica teremos como destaques a primeira prévia do PIB da China do primeiro trimestre de 2020, esperado em -5,9% anualizado. Ainda na China serão divulgados dados de atividade da indústria e serviços do mês de março, que ainda estarão prejudicados pelo período de isolamento e baixa atividade industrial no país.
Nos EUA é esperado o anúncio de um super pacote de ajuda às empresas do setor aéreo. Já por aqui sai o IBC-Br de fevereiro, ainda não contaminado com a parada do país. Acreditamos que em Brasília aconteça entendimento no pacote de ajuda aos Estados e Municípios no Congresso.
A semana promete ser novamente de grande volatilidade e estresse, mas não se pode descartar momentos potenciais de ajuste técnico, já que a queda nas bolsas de valores foi exagerada no último mês, assumindo sinais de irracionalidade.
Composição: Banco do Brasil, BRF, Fleury (SA:FLRY3), Hypera, Magazine Luiza, MRV, Pão de Açúcar, Petrobras (SA:PETR4) Vale (SA:VALE3) e WEG (SA:WEGE3)


Fonte: Investing.com

domingo, 12 de abril de 2020

Opep e Rússia aprovam corte histórico na produção de petróleo em meio à pandemia

Opep e Rússia aprovam corte histórico na produção de petróleo em meio à pandemia



Economia3 horas atrás (12.04.2020 16:55)

Por Katya Golubkova e Rania El Gamal e Ahmad Ghaddar
BAKU/DUBAI/LONDRES (Reuters) - A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Rússia e outros países produtores de petróleo concordaram neste domingo com um corte na produção em volume recorde, representando 10% da oferta global, para apoiar os preços do petróleo em meio à pandemia do coronavírus.
O grupo, conhecido como Opep+, acordou a redução da produção em 9,7 milhões de barris por dia (bpd) em maio e junho, depois de quatro dias de negociações e após a pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para impedir a queda de preços.
Duas fontes da Opep+ disseram à Reuters que o acordo foi fechado em uma videoconferência neste domingo. Posteriormente, ele foi confirmado em um comunicado do Ministério da Energia do Cazaquistão.
No maior corte na produção de petróleo de todos os tempos, os países continuarão diminuindo gradualmente os freios à produção por dois anos até abril de 2022.
Medidas para conter a disseminação do coronavírus destruíram a demanda por combustível e reduziram os preços do petróleo, pressionando os orçamentos dos produtores de petróleo e prejudicando a indústria de xisto dos Estados Unidos, que é mais vulnerável a preços baixos devido aos seus custos mais altos.
A Opep+ também disse que queria que produtores de fora do grupo, como Estados Unidos, Canadá, Brasil e Noruega, cortassem mais 5% da produção ou 5 milhões de bpd.
O ministro de Minas e Energia do Brasil (SA:ENBR3), Bento Albuquerque, disse na sexta-feira que, por questões legais, o governo brasileiro não tem influência sobre o mercado de petróleo, sendo apenas responsável pelas políticas públicas do setor. Também afirmou que a Petrobras (SA:PETR4), que é controlada pela União, já reduziu sua produção em 200 mil bpd, o que representa 20% do total das exportações de petróleo do Brasil.
Canadá e Noruega sinalizaram disposição para cortar e os Estados Unidos, onde a legislação também dificulta a atuação em conjunto com cartéis como a Opep, disseram que sua produção cairia acentuadamente este ano devido aos baixos preços.
A assinatura do acordo da Opep+ foi adiada desde quinta-feira pela resistência do México aos cortes de produção que foi solicitado a fazer.
O presidente do México, Andres Manuel Lopez Obrador, afirmou na sexta-feira que Trump se oferecera para fazer cortes extras nos EUA em seu nome, uma oferta incomum de um Trump que há muito se opõe à Opep.
Trump, que havia ameaçado a Arábia Saudita com tarifas sobre o petróleo se o país não resolvesse o problema de excesso de oferta do mercado, disse que Washington ajudaria o México pegando "parte da folga" e sendo reembolsado mais tarde.
Neste domingo, o México afirmou que reduzirá sua produção de petróleo em 100.000 barris por dia a partir de maio.
A Opep+ havia pedido ao México que diminuísse a produção em 400.000 bpd.
O Ministério da Energia do Azerbaijão disse que os Estados Unidos compensarão o México cortando a produção em outros 300.000 bpd. O patamar representa 50.000 bpd a mais do que Lopez Obrador e Trump haviam concordado anteriormente.
Uma autoridade mexicana confirmou o anúncio do ministério azeri de que os Estados Unidos assumiriam a responsabilidade por 300.000 bpd em cortes para o México.


Fonte: Reuters