quinta-feira, 23 de abril de 2020

Ouro se recupera e fecha em alta de quase 3% puxado por preocupações com a economia global

Os contratos futuros do ouro para junho fecharam a sessão desta quarta-feira em alta de 2,99%, a US$ $ 1.738,30 a onça-troy. A forte alta é resultado de uma combinação de fatores vistos como favoráveis para o ouro, além de uma recuperação depois da queda de 1,36% ontem que levou a commodity para o nível mais baixo de duas semanas.
Preocupações contínuas sobre a economia global, severamente afetada pela pandemia de coronavírus, e a recuperação de hoje nos preços do petróleo ajudam o metal. “Preços mais altos do petróleo indicam inflação mais alta e o ouro é conhecido como um hedge contra a inflação”, disse em nota James Hatzigiannis, estrategista-chefe de mercado da Ploutus Capital Advisors.


(Rafael Vazquez, do Valor PRO)

Fonte: ADVFN

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Gemas do Brasil- TUDO SOBRE A TURMALINA PARAÍBA


Gemas do Brasil- TUDO SOBRE A OPALA NOBRE


CONHEÇA MINA DE OPALA DE PEDRO II E COMO SÃO PRODUZIDAS JÓIAS ÚNICAS NO ...


Dólar dispara a R$5,41 com expectativas sobre corte da Selic

Dólar dispara a R$5,41 com expectativas sobre corte da Selic



Moedas21 minutos atrás (22.04.2020 13:55)

© Reuters. (Blank Headline Received)© Reuters. (Blank Headline Received)
Por Luana Maria Benedito
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia com força nesta quarta-feira pós-feriado, chegando a tocar máxima recorde acima de 5,41 reais em meio a expectativas de corte de juros, que levantam preocupações sobre a entrada de fluxo nos mercados brasileiros.
Às 13:51, o dólar avançava 1,77%, a 5,4123 reais na venda. Na máxima do dia, a cotação tocou a máxima histórica de 5,4153 reais na venda, alta de 1,94%.
Na B3, o dólar futuro subia 1,76%, a 5,415 reais.
"Essa puxada do dólar vem com o aumento da expectativa sobre um corte do BC", disse à Reuters Jefferson Laatus, sócio fundador do grupo Laatus. "Campos Neto mudou discurso, deixando a entender que o BC pode vir a voltar a cortar os juros."
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse na segunda-feira que o cenário analisado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em sua última reunião -- quando avaliou que tanto uma redução maior no juro quanto afrouxamentos monetários adicionais poderiam se tornar "contraproducentes" -- mudou.
"O que falamos é que entendemos que as condições que tínhamos no Copom mudaram muito de lá para cá, inclusive as expectativas de inflação", disse Campos Neto. Na ocasião da última reunião do Copom, o colegiado cortou a Selic em 0,50 ponto percentual, a 3,75%.
O corte da taxa básica de juros a mínimas recordes sucessivas tem sido fator de pressão sobre o real, uma vez que reduz rendimentos locais atrelados à Selic, tornando o cenário brasileiro menos atraente para o investidor estrangeiro. Esse contexto é ainda agravado pela pandemia de coronavírus e conflitos políticos recentes entre Executivo e Legislativo.
No exterior, o dólar ganhava contra lira turca, rand sul-africano e peso mexicano, pares emergentes do real. Contra o dólar australiano, outra moeda arriscada, a divisa dos EUA registrava perdas.
No último pregão, na segunda-feira, o dólar interbancário fechou em alta de 1,40%, a 5,3092 reais na venda.
O Banco Central realizou nesta quarta-feira leilões de swap tradicional de até 10 mil contratos com vencimento em setembro de 2020 e janeiro de 2021, em que vendeu o total da oferta. 

Fonte: Reuters