terça-feira, 28 de abril de 2020

FEIRA DE PEDRAS PRECIOSAS EM TUCSON- ARIZONA- USA


Gemas do Brasil- TUDO SOBRE A OPALA NOBRE


A gigantesca reserva de diamantes escondida sob nossos pés

A gigantesca reserva de diamantes escondida sob nossos pés




diamanteDireito de imagemGETTY
Image captionCientistas do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) usaram ondas sonoras para calcular que, embaixo da Terra, há mil vezes mais a quantidade de diamantes na Terra do que se imaginava
Atualmente, diamantes são símbolo de riqueza e elegância, mas no futuro podem ser simplesmente uma pedra comum que qualquer um pode ter.
Esse não é um cenário totalmente impossível, se considerarmos um recente estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A pesquisa diz que a 160 km debaixo da superfície da Terra se acumulam 10 quatrilhões de toneladas de diamantes - ou seja, uma unidade seguida de 16 zeros (10.000.000.000.000.000).
"Isso nos mostra que os diamantes talvez não sejam um mineral exótico. Numa escala geológica, ele é relativamente comum", disse Ulrich Faul, um dos autores do estudo, num comunicado do MIT.

Onde estão?

Segundo os investigadores, esse tesouro subterrâneo está disperso entre formações rochosas gigantes chamadas de "cratão".
Esses cratões são uma espécie de montanha invertida no interior da maioria das placas tectônicas continentais. Eles podem se estender por mais de 300 km.
"Em cada cratão, estima-se que haja 1 quatrilhão de toneladas de diamantes", disse Ulrich Faul à BBC News Mundo, o serviço espanhol da BBC News.
"Na Terra, há 10 áreas geológicas reconhecidas como cratões, portanto, a quantidade total de diamantes acumulados nos cratões da Terra é de 10 quatrilhões."

TerraDireito de imagemMIT
Image captionOs diamantes estão em formações rochosas no interior da Terra

'Escutando' os diamantes

Os cientistas, na verdade, não viram os diamantes: eles ouviram.
As ondas sonoras produzidas durante um abalo sísmico ou a erupção de um vulcão viajam em velocidades diferentes, conforme a forma e temperatura das rochas que atravessam.
Ao escutar e medir a velocidade dessas ondas sonoras, os geólogos conseguem deduzir que tipo de material elas atravessaram. Utilizando esse método, os pesquisadores se deram conta de que, quando as ondas sonoras atravessavam os cratões, viajavam muito mais rapidamente que o esperado.

ondas sonorasDireito de imagemGETTY
Image captionOs pesquisadores usaram ondas sonoras para calcular a quantidade de diamante no interior da Terra

Com essa informação, criaram várias rochas em laboratório, formadas pela combinação de minerais diferentes, e observaram em qual delas a velocidade da onda sonora coincidia com as que eles detectaram na natureza.
O resultado: apenas uma rocha que continha entre 1% e 2% de diamantes produzia a mesma velocidade da onda registrada em abalos sísmicos.
Considerando o tamanho dos cratões, os cientistas calcularam que, se cada um possuir de 1% a 2% de diamantes, isso representaria a presença de "pelo menos mil vezes mais diamantes do que se imaginava".

É possível extraí-los?

Atualmente, é considerado impossível escavar esses diamantes, porque os cratões estão a, pelo menos, 160 km de profundidade.
Para se ter uma ideia do que isso significa, a mina mais profunda do mundo, a Mponeng, no sul da África, tem "apenas" 4 km de profundidade.
"Não podemos alcançá-los, mas ainda assim há muito mais diamantes na Terra do que se imaginava", diz Faul.

Uma minaDireito de imagemGETTY
Image captionA mina mais profunda do mundo tem 4 km de profundidade. Os diamantes descobertos pelos geólogos estão a 160km abaixo da Terra

Fonte: BBC

Ibovespa se apoia em otimismo global e supera 80 mil pontos

Ibovespa se apoia em otimismo global e supera 80 mil pontos



Ações1 hora atrás (28.04.2020 12:25)
© Reuters. (Blank Headline Received)© Reuters. (Blank Headline Received)
Por Peter Frontini
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa registrava o segundo dia seguido de forte movimento de alta nesta terça-feira, voltando a romper a barreira dos 80 mil pontos, apoiado por expressivas altas do setor bancário.
Às 11:32, o Ibovespa subia 3,45%, a 80.938,38 pontos. O volume financeiro era de 7,6 bilhões de reais.
As preocupações do mercado com ruídos políticos que marcaram os últimos dias ficavam em segundo plano nesta sessão, dando lugar a um otimismo global sobre a retomada econômica pós-coronavírus, bem como o início da temporada de balanços trimestrais.
A alta da bolsa brasileira era endossada pelo tom positivo da sessão em Wall Street, que via seus índices saltarem em meio a resultados das empresas no primeiro trimestre deste ano.
Nesta manhã, o S&P 500 avançava 4,3%, enquanto na Europa o índice FTSEEurofirst 300 subia 1,7%.
Analistas da Levante Investimentos afirmaram em nota que a animação internacional deverá estimular a alta no mercado doméstico, mas não descartam que o cenário político do Brasil também poderá influenciar a sessão.
O Diário Oficial da União trouxe mais cedo nomeação de André Mendonça, que ocupava o cargo de advogado-geral da União, para substituir Sergio Moro no comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O diário também publicou a nomeação do então diretor da Agência Brasileira de Inteligência, Alexandre Ramagem, para o posto de diretor-geral da Polícia Federal, no lugar de Mauricio Valeixo.
O ministro do STF, Celso de Mello, abriu inquérito criminal na noite de segunda-feira para apurar as acusações feitas por Moro contra o presidente Jair Bolsonaro, por ocasião de seu anúncio de demissão.
Ambas as notícias já eram esperadas e não devem influenciar no movimento do mercado no curto-prazo, de acordo com analistas da Levante.
Investidores também aguardam os resultados financeiros de Vale (SA:VALE3), Raia Drogasil (SA:RADL3) e Cielo (SA:CIEL3), marcados para após o fim da sessão desta terça-feira.
DESTAQUES
- SANTANDER BR UNT saltava 9,1%, após divulgar balanço do primeiro trimestre nesta manhã. O banco prevê que o segundo trimestre será mais difícil, porém afirmou que suas provisões estão em nível adequado. A sessão para o restante do setor bancário também era bastante positiva, com BANCO DO BRASIL ON (SA:BBAS3) ganhando 11%, BRADESCO PN (SA:BBDC4) registrando alta de 9,3% e ITAÚ UNIBANCO PN avançando 7,3%.
- VIA VAREJO ON ganhava 13,7%, em mais uma sessão dentre as maiores altas do índice. MAGAZINE LUIZA ON (SA:MGLU3) subia 3,1% e LOJAS RENNER ON (SA:LREN3) avançava 4,8%.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) valorizava-se 3,5%, enquanto os papéis ordinários ganhavam 4,2%. A empresa informou na véspera que reviu o corte de produção previsto para abril após verificar uma demanda melhor do que a esperada por seus produtos, especialmente aqueles exportados.
- EMBRAER ON (SA:EMBR3) subia 7,2% após forte queda nas duas últimas sessões, diante do cancelamento do acordo com a Boeing para vender seu braço de aviação comercial. Na véspera, a agência de classificação de risco de crédito S&P colocou o rating BBB- atribuído à companhia em observação negativa.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Diamante azul de 29,6 quilates é encontrado na África do Sul

Diamante azul de 29,6 quilates é encontrado na África do Sul






O diamante azul de 29,6 quilates encontrado pela empresa na mina da África do Sul
Foto: Petra Diamonds / Divulgação
Um diamante azul de 29,6 quilates, um dos mais raros e mais cobiçados do mundo com um preço de possivelmente dezenas de milhões de dólares foi descoberto em uma mina sul-africana pela Petra Diamonds. A mineradora afirmou que o "excepcional" diamante do tamanho de uma bolota pequena o suficiente para caber na palma da mão foi descoberto na mina Cullinan, perto de Pretória.
A mina, propriedade da empresa desde 2008, foi o local onde em 1905 foi descoberto o Diamante Cullinan, descrito como o maior diamante bruto já recuperado, de 3.106 quilates. Também foram encontrados outros diamantes notáveis na mina. Incluindo um diamante azul Cullinan de 25,5 quilates, achado em 2013 e vendido por 16,9 milhões de dólares, e um diamante achado em 2008, conhecido como a Estrela de Josephine, vendido por 9,49 milhões de dólares.
Johan Dippenaar, diretor da Petra Diamons, com a pedra nos dedos: "As pedras no último ano estão vendendo bem, acima dos US$ 2 milhões"
O diretor Johan Dippenaar disse à Reuters que a última descoberta do diamante azul pode ultrapassar descobertas recentes. "Com alguma margem... essa é provavelmente a pedra mais significante que nós, em termos de pedras azuis, descobrimos", afirmou. "As pedras no último ano estão vendendo bem, acima dos US$ 2 milhões. Isso não é citação minha, são atualizações de mercado", disse, antes do primeiro comunicado do primeiro semestre da empresa.
A Petra Diamonds deve divulgar dados sobre produção e vendas para os seis meses até 31 de dezembro na quinta-feira, mas eles não levarão em conta a descoberta de janeiro. O analista Cailey Barker da corretora Numis avalia que o diamante pode custar entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões em um leilão.



Fonte: Brasil Mineral