quinta-feira, 25 de junho de 2020

Maior pepita de ouro exposta do mundo está em Brasília





Maior pepita de ouro exposta do mundo está em Brasília


Uma das opções de passeio para turistas, moradores e trabalhadores do centro de Brasília (DF) é o Museu de Valores do Banco Central do Brasil. A programação é oportunidade para aprender mais sobre a cultura e história do País – e do mundo – por meio do dinheiro e também se divertir com os elementos curiosos e raridades do acervo.
O destaque é a maior pepita de ouro exposta do mundo, um dos atrativos da visitação e que faz parte do acervo do Banco Central há mais de 30 anos. A pedra pesa 60,8 kg (desse total, são 52,3 kg de ouro contido) e foi encontrada em garimpo de Serra Pelada, na cidade de Canaã dos Carajás (PA), em 1983. Por esse motivo, foi apelidada de Pepita Canaã. O Banco Central estima, levando em consideração a cotação do ouro, que o valor em espécie da pepita corresponda a quase R$ 7,5 milhões. A instituição destaca, porém, que o valor histórico da pepita, por tratar-se de peça única, é inestimável.
Dinheiro e história
A visita ao Museu de valores é também uma oportunidade para conhecer um pouco da história do Brasil e de outros países por meio do dinheiro.
O acervo conta com cerca de 125 mil peças, brasileiras e estrangeiras. A coleção contém itens dos mais antigos aos mais modernos meios de pagamento e formas de riqueza, entre condecorações, medalhas, documentos históricos, títulos públicos e particulares, como debêntures, ações, bônus, cheques, apólices, cartões de crédito. Há também os vales impressos ou cunhados, os jetons e os sinetes.
A coleção do espaço conta também com documentos e objetos que permitem entender como o progresso tecnológico da fabricação de dinheiro evoluiu ao longo do tempo. Matrizes de cédulas, cunhos, estudo de cores, discos monetários, desenhos originais de cédulas e moedas.
O museu oferece exposições permanentes e temporárias, desenvolve programas de integração com escolas, mantém serviços de atendimento a pesquisas na área numismática (ciência de estudo das moedas) e também promove exposições itinerantes.



 Fonte: RevistaNews

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Gemas do Brasil - Tudo sobre a Água-marinha


B2W, Lojas Americanas, Magazine Luiza e Via Varejo: quem pode disparar 59% neste ano?

B2W, Lojas Americanas, Magazine Luiza e Via Varejo: quem pode disparar 59% neste ano?




Por Márcio Juliboni
Casas Bahia, controlada pela Via Varejo
Via Varejo: dona da Casas Bahia é a que mais impressiona o BB Investimentos (Imagem: Facebook/Divulgação/Casas Bahia)
Com o fim da temporada de balanços do primeiro trimestre, o BB Investimentos realizou uma revisão geral de suas estimativas para a B2W (BTOW3), Lojas Americanas (LAME4), Magazine Luiza (MGLU3) e Via Varejo (VVAR3). Além de incorporar os números divulgados, a gestora avaliou também o impacto do e-commerce no setor, cuja demanda cresceu por conta da pandemia de coronavírus.
Georgia Jorge, que assina o relatório, observa que, no início da crise de saúde pública, acreditava que os canais online das varejistas não seriam suficientes para compensar a perda de faturamento decorrente do fechamento das lojas físicas. Mas, o medo da população e o fechamento de atividades não-essenciais fez e-commerce crescer exponencialmente desde março.

Largando na frente

“O fato dessas quatro companhias já estarem preparadas para aproveitar esse crescimento as levou a serem as grandes beneficiadas durante a pandemia, ganhando inclusive participação de mercado”, afirma a analista.
E acrescenta: “com efeito, o crescimento a/a do GMV (gross merchandise value ou valor de vendas brutas) no 1T20, comparado aos dados divulgados pelas companhias, indica crescimento acima da média de mercado.”
Georgia acredita que, mesmo após o fim da pandemia, o e-commerce não perderá terreno. Primeiro, porque a crise mostrou aos empresários a importância de manter canais de vendas diversificados, reduzindo a dependência das lojas físicas. Segundo, porque os consumidores tenderão a migrar para as plataformas online, agora que já tiveram contato durante a pandemia.

Revisão

Tudo isso junto levou a analista a rever os preços-alvos dos papéis. A B2W teve seu preço elevado de R$ 65,6 para R$ 123; a Lojas Americanas passou de R$ 24,50 para R$ 41,10; o Magazine Luiza subiu de R$ 51,60 para R$ 73,50; e a Via Varejo foi de R$ 7,80 para R$ 23,70. Todas receberam recomendação de compra.
Magazine Luiza Varejo
Magazine Luiza: potencial de valorização está perto do fim (Imagem: LinkedIn da Magazine Luiza)
Em termos de potencial de valorização, o BB Investimentos calcula que, com base no fechamento desta segunda-feira (22), a B2W possa subir 20,1%; a Americanas, 26,5%; o Magazine Luiza, apenas 3,7%.
O destaque é a Via Varejo, que pode disparar 59,1% até dezembro, segundo a analistas. Georgia lembra os clientes de que levantou dúvidas, em relatórios anteriores, sobre a capacidade da empresa de migrar para as vendas online, já que sua plataforma digital era menos desenvolvida que as dos concorrentes e, portanto, o fechamento das lojas físicas seria um golpe mais doloroso.

Provando seu valor

“Nesse contexto, entendemos que a Via Varejo foi a companhia que mais se destacou no 1T20, mostrando os resultados do processo de turnaround (retomada) iniciado em meados de 2019, e conduzindo rapidamente medidas para mitigar a perda de vendas decorrente do fechamento de lojas físicas”, reconhece a analista.
A empresa, dona das redes Casas Bahia e Ponto Frio, também acelerou a transformação digital em outras frentes, como o banco digital BanQi.
Na outra ponta, o Magazine Luiza é quem apresenta o menor potencial de alta neste ano. Isso não quer dizer que a empresa enfrente problemas; pelo contrário. Segundo a analista trata-se da empresa mais bem posicionada, entre as varejistas, para operar no mundo virtual.
A questão é que, no caso da companhia, os investidores já perceberam isso e a premiaram com aquilo que fazem de melhor: elevar o preço de suas ações.

Fonte: MONEY  TIMES

Oi já conversa com interessados em sociedade em divisão de fibra ótica, diz jornal

Oi já conversa com interessados em sociedade em divisão de fibra ótica, diz jornal



Ações5 horas atrás (24.06.2020 09:25)

© Reuters.  © Reuters.
Por Gabriel Codas
 - Em negociação para a venda de ativos, a Oi (SA:OIBR3) está em conversas com interessados na compra de uma fatia da divisão de fibra ótica, que foi batizada de InfraCo. As divisões serão formadas com a separação e venda dos segmentos do grupo. Assim, a expectativa é que uma oferta seja oficializada ainda neste ano. As informações foram dadas pelo presidente da companhia, Rodrigo Abreu, em entrevista à Coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S.Paulo.
O executivo revelou que as negociações já acontecem há alguns meses e que espera uma oferta vinculante no segundo semestre. A procura, segundo ele, é alta. Assim, Abreu destaca que existe um apetite pelos ativos de infraestrutura e telecomunicações por parte de investidores globais. Sem citar nomes, ele incluiu fundos soberanos, de pensão e private equity.
A reportagem destaca que o plano da Oi, que prevê a venda de redes móveis, torres e data centers para pagar dívida e sustentar investimentos, vai fazer com que a InfraCo seja a principal unidade de negócios restante. A atuação será como uma subsidiária focada na oferta de infraestrutura e serviços de fibra ótica. Os planos da tele é vender de 25% a 51% dessa nova empresa, permanecendo como sócia. Assim, deve arrecadar, pelo menos, R$ 6,5 bilhões.
Ao todo, o grupo prevê levantar ao menos R$ 22,8 bilhões, que é o valor mínimo estimado para cada uma das unidades de negócios: redes móveis (R$ 15 bilhões), torres de transmissão (R$ 1 bilhão), data centers (R$ 325 milhões), além de uma fatia entre 25% e 51% do negócios de fibra ótica (R$ 6,5 bilhões).

Fonte: Investing.com

Faxineiro encontra 7 kg de ouro em aeroporto - e ficará com barras se dono não aparecer





Mesmo se dono das sete barras aparecer, faxineiro pode ficar com parte do dinheiro, diz jornal The Korean Times — Foto: GSO Images

Mesmo se dono das sete barras aparecer, faxineiro pode ficar com parte do dinheiro, diz jornal The Korean Times — Foto: GSO Images
Um faxineiro sul-coreano encontrou um verdadeiro tesouro em uma lata de lixo: sete barras de ouro que, juntas, valem cerca de R$ 1,5 milhão.
Cada uma das barras pesa 1 kg e estava enrolada em jornais, dentro de uma lixeira do aeroporto internacional de Incheon, o maior da Coreia do Sul. As informações são do jornal The Korean Times.
A polícia suspeita que o dono das barras se desfez delas por medo de ser pego.
Mas não há, a princípio, nenhuma evidência de que as barras de ouro estivessem ligadas a alguma atividade criminosa. E, se a polícia não conseguir encontrar alguma ligação das barras com algum caso criminal ou se o verdadeiro dono não aparecer, o faxineiro vai poder pedir para ficar com o achado.
Na Coreia do Sul, a máxima "achado não é roubado" está prevista na lei. A legislação prevê que quem acha bens pode ficar com eles desde que o proprietário não se manifeste em até seis meses.
Mas o jornal Korean Times diz que, segundo a lei sul-coreana dos Artigos Perdidos, mesmo que o proprietário apareça, o faxineiro poderá ficar com parte do valor. Nesse caso, ele poderia reivindicar de 5% a 20% do valor.


Fonte: G1