sábado, 11 de julho de 2020

Supostos garimpeiros são presos transportando R$ 580 mil em barras de ouro na BR-364

Por G1 RO
 





Barras de ouro estavam dentro de veículo que suspeitos viajavam em RO — Foto: PRF/Divulgação

Barras de ouro estavam dentro de veículo que suspeitos viajavam em RO — Foto: PRF/Divulgação
Dois supostos garimpeiros foram presos com 1.900 gramas de ouro, em barras, durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-364. A prisão ocorreu quando os suspeitos viajavam em uma caminhonete que seguia em sentido Ji-Paraná (RO), na noite de quinta-feira (9).
Durante revista ao veículo foram encontradas várias barras de ouro pelos policiais. Quando questionados sobre o outro, os homens alegaram ser garimpeiros.
No entanto, de acordo a PRF, os suspeitos não possuíam documentos que comprovasse a origem do produto ou qualquer autorização para exploração mineral. Os homens foram presos e encaminhados à Polícia Federal (PF).
Segundo a PRF, atualmente o grama de ouro é comercializado no valor de R$ 306,55. Com isso, as barras apreendidas com os suspeitos são avaliadas em mais de R$ 580 mil.


Fonte:  G1 RO

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Pedra preciosa colorida mais cara do mundo é vendida por R$ 150 milhões

Pedra preciosa colorida mais cara do mundo é vendida por R$ 150 milhões



Image captionArrematado em um leilão na Suíça por um comprador anônimo, o rubi tem mais de 25 quilates

Um rubi se tornou a pedra preciosa colorida mais cara do mundo, ao ser vendida por um valor recorde em um leilão na Suíça.
Um comprador, que se manteve anônimo, levou o rubi de mais de 25 quilates para casa por US$ 30 milhões (mais de por R$ 150 milhões).
Segundo a casa de leilão Sotheby's, o valor foi considerado um recorde mundial e chegou a mais de três vezes a estimativa inicial, que era de cerca de US$ 12 milhões.
O recorde vale apenas para pedras coloridas, como esmeralda e ametista – não entrando diamantes na lista.

Rubi (BBC)
Image captionValor final do rubi foi três vezes maior do que a estimativa inicial

Disputa final

Segundo a casa de leilões, no final, houve uma grande disputa entre dois interessados, que estavam dando os lances por telefone.
A pedra, chamada de Sunshine Rubi, tem uma coloração vermelho-sangue e vem de Mianmar.

Rubi (BBC)
Image captionSegundo a casa de leilões Sotheby's, o mercado de pedras preciosas está mais aquecido do que nunca e rubis estão entre as mais raras

"Em 40 anos de profissão, eu não me lembro de ter visto outro rubi como esse, com esse tamanho excepcional e essa cor impressionante", disse David Bennett, diretor da Sotheby's suíça.
Segundo a casa de leilões, o mercado de pedras preciosas está mais aquecido do que nunca.


Fonte: BBC

Grande apreensão de esmeraldas é realizada em Canoas



A Polícia Civil, durante ação da 1ª Delegacia de Polícia de Sapucaia do Sul, realizou em Canoas uma grande apreensão de pedras preciosas durante a Operação Garimpo. A ação ocorreu no bairro Niterói, quando foram apreendidos dois quilos de esmeraldas, cujo valor estimado pode chegar até três milhões de reais.
Segundo a delegada Luciane Bertolletti, após diligências investigativas nos últimos dois meses, os policiais civis identificaram um suspeito e prenderam em flagrante um homem de 46 anos de idade, pelo crime contra a ordem econômica. “Ele ingressava em sua residência no bairro Niterói, em Canoas, com dois quilos de esmeraldas. Ações no combate à ordem econômica são de suma importância e continuarão a serem executadas com maior frequência na região”, disse a delegada.
O diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana de Canoas, delegado Mario Souza, afirmou que a ação, sem precedentes na Polícia Civil do RS, pela linha de investigação é rota de um tráfico internacional de pedras preciosas. As pedras foram periciadas por órgão competente e atestada sua veracidade. “Em valores de atacado a apreensão pode chegar a três milhões de reais, sendo R$ 4.000 cada pedra no atacado e até R$ 20.000 reais no varejo”, explicou Souza.

Fonte: EM

Estrela do Sul (diamante)

Estrela do Sul (diamante)





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Réplica do diamante Estrela do Sul. Coleção do museu Reich der Kristalle de Munique.
Estrela do Sul é um diamante de 128,48 quilates e um dos mais famosos do mundo.
Foi descoberto na vila de Bagagem, atual município de Estrela do Sul (Minas Gerais), em julho de 1853´ e foi o primeiro diamante brasileiro a ganhar projeção internacional.
A pedra é classificada como VS-2 para transparência da cor rosa cobreada e também pode ser classificada como diamante tipo IIa.

História



Era usual nas minas de Bagagem, que o escravo que encontrasse um diamante de tamanho grande e o entregasse ao seu senhor era recompensado com a alforria e a oportunidade de trabalhar por salário. Além disso, o escravo poderia ser presenteado com roupas, ferramentas e em alguns casos com uma procissão em sua homenagem onde era coroado com flores. Tudo dependia do valor da pedra encontrada. Isso era feito para encorajar a honestidade entre os escravos. Também havia punições estabelecidas para aqueles que eram pegos escondendo diamantes de seus senhores.
A versão oficial é que o Estrela do Sul foi encontrado por uma jovem escrava chamada Rosa no Rio Bagagem. Ela o entregou a seu senhor Casimiro de Morais. Este em retribuição lhe alforriou e lhe prometeu uma pensão vitalícia. Logo depois Casimiro comicionou Bernardo de Melo Franco para a venda da pedra . Este o vendeu para H. Helphen por 3000 libras esterlinas, um preço muito inferior ao seu real valor. O comprador o guardou no Banco do Rio de Janeiro registrando o valor de 30 000 dolares
No entanto existe a versão paralela de que este diamante na verdade foi encontrado pelo jovem escravo Marcos, namorado de Rosa. Mas eles pertenciam a senhores diferentes, portanto seu amor era impossível. Como o senhor de Rosa era melhor do que o de Marcos, ele deu a pedra a Rosa, porque tinha certeza de alforriá-la. Depois que ela fosse solta, eles planejavam uma fuga. Mas o senhor de Marcos desconfiou da conspiração e o torturou durante dias, mandando ele confessar que fora ele quem achou o diamante. O negro morreu sem confessar. O senhor de Marcos convicto de que o diamante era de fato seu, contratou advogados e iniciou uma demanda sensacional para reivindicar a joia. Mas ele perdeu a demanda.
O comprador H. Halphen e Associados de Paris levou a pedra para Europa e lhe deu o nome de Estrela do Sul. Anteriormente o seu nome era Casimira, em homenagem ao senhor da escrava Rosa.
 A primeira exibição pública da pedra ocorreu em 1862 no Great London Exposition, logo em seguida, em 1867 foi exposta na International Exposition de Paris. Em ambas ocasiões o Estrela do Sul recebeu muita atenção.
Essa pedra foi posteriormente enviada para uma casa especializada em negociação de diamantes na India, onde foi iniciada a negociação de sua venda para um Marajá pelo preço de 110 000 libras esterlinas. Mas a negociação fracassou e o diamante retornou para Halphen e Associados.
Durante a estada do diamante na India, o príncipe Mallhār Rāo da família real de Gaekwad tomou conhecimento sobre a existência do Estrela do Sul. Ele nomeou E.H. Dresden de Londrês para comprá-lo, que realizou a compra por 80 000 libras. O Estrela do Sul esteve nas mãos da família Gaekwad por décadas. Mais tarde ele foi montado em um colar junto com também famoso diamante Dresden Inglês
O Estrela do Sul foi posteriormente comprado por Rustomjee Jamsetjee de Mumbai, que vendeu para Cartier em 2002.

Disputa

Depois que o diamante foi comprado por Cartier, Sangrām Sihn, filho mais novo do Marajá Pratāp Sihn Gaekwad, alegou que o Estrela do Sul estava listado nos bens da herança da família Gaekwad, a qual é disputada judicialmente por vários membros a referida família, portanto, não poderia ter sido vendido. Sangrām Sihn anunciou que pretende rastrear como o diamante chegou até Cartier e tomar as medidas legais cabíveis
Mesmo assim, a Casa Cartier o pôs a venda em 2004.


Fonte: Wikipédia

Nova forma de caborno descoberta é ainda mais forte que um diamante

Se até hoje o diamante ocupava o pódio como um dos materiais mais duros conhecidos pela humanidade, tudo pode mudar. Acontece que a pedra preciosa pode ter um rival. Uma nova forma de carbono foi descoberta e, segundo a Universidade de Tsukuba, é tão “dura quanto um diamante, mas tão leve quanto a grafite de um lápis”. E seu principal uso pode ser o armazenamento de gás e optoeletrônica, que é o estudo de aparelhos eletrônicos capazes de fornecer, detectar e controlar a luz.
A descoberta foi feita com a ajuda de uma simulação em computador e os cientistas batizaram a novidade de “pentadiamond” (“pentadiamante”, na tradução literal para o português). Os diamantes são feitos completamente de átomos de carbono agrupados em uma estrutura densa, mas o carbono também é capaz de formar outras várias configurações estáveis, como é o caso dos alótropos — que incluem o grafite dos lápis, já citados acima, assim como os nanotubos de carbono.
Os alótropos têm propriedades mecânicas e algumas características deles dependem principalmente da forma como os átomos se juntam uns aos outros — nos diamantes, por exemplo, cada um entra em convalência com outros quatro “vizinhos”, o que os cientistas chamam de “hibridização sp3”, enquanto, nos nanotubos, essa aliança é chamada de “hibridização sp2”. Para encontrar o pentadiamante, os pesquisadores da Universidade de Tsukuba, no Japão, tentaram entender o que aconteceria se os átomos de carbono fossem arranjados de uma forma mais complexa, misturando os dois tipos de hibridização.
A descoberta foi que o novo modelo tem uma resiliência de 1700 gigapascal, enquanto o diamante normal tem apenas 1200 gigapascal, medida de força definida como um newton por metro quadrado.
O diamante que se cuide — parece que tem um material mais forte do que ele por aí.

Fonte: EXAME