terça-feira, 14 de julho de 2020

Ibovespa firma-se em alta e encosta nos 100 mil pontos puxado por Vale

Ibovespa firma-se em alta e encosta nos 100 mil pontos puxado por Vale



Ações33 minutos atrás (14.07.2020 13:05
© Reuters. .© Reuters. .
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa firmava-se em alta nesta terça-feira, apoiado particularmente no avanço de quase 5% das ações da Vale após nova alta dos preços do minério de ferro na China, mas também endossado pela melhora da Petrobras e bancos.
Às 12:53, o Ibovespa subia 1,27%, a 99.947,77 pontos, após um começo de pregão sem tendência clara. O volume financeiro era 13,2 bilhões de reais nesta sessão, véspera de vencimento de opções sobre o Ibovespa.
Análise gráfica da Santander (SA:SANB11) Corretora cita que, após superar a resistência nos 98.000 pontos, o Ibovespa abriu espaço para buscar novos objetivos em 105.000 e 109.000 pontos. Do lado da baixa, os suportes ficam em 98.000, 95.800 e 93.200 pontos.
Em Wall Street, o S&P 500 também passou a subir, o que ajudava o pregão brasileiro, com a pauta da sessão incluindo resultados de bancos, entre eles o JPMorgan e o Citi, além de dados de preços ao consumidor.
No Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), registrou alta de 1,31% em maio ante abril, resultado que, para a economista-chefe do Banco Inter (SA:BIDI4), Rafaela Vitor, desapontou.
"Sabemos que o processo de recuperação é gradual e não será linear. O ponto negativo em maio foi sem dúvida o setor de serviços que ainda precisa de mais tempo para se adaptar à pandemia e iniciar a recuperação", afirmou no Twitter.
DESTAQUES
- VALE ON (SA:VALE3) disparava 4,9%, após os futuros do minério de ferro na China avançarem pela segunda sessão consecutiva nesta terça-feira, em meio a um sentimento positivo no mercado quanto à recuperação econômica e com esperanças de melhora na demanda após a estação de chuvas. A mineradora disse que divulgará seu relatório sobre produção do segundo trimestre no próximo dia 20.
- ITAÚ UNIBANCO PN passou a subir 1,3%, após fraqueza, mesmo em meio aos resultados de bancos nos Estados Unidos com forte queda nos lucros por causa de aumento de provisões para potencial onda de inadimplência gerada pelas medidas de quarentena contra a Covid-19. BRADESCO PN (SA:BBDC4) também reagiu e avançava 1,5%.
PETROBRAS PN (SA:PETR4) tinha elevação de 3,3%, conforme os preços do petróleo se recuperaram exterior. O contrato do Brent tinha elevação de 0,7%. A petrolífera de controle estatal também comunicou na véspera que voltou a ser elegível para receber investimentos do fundo de pensão norueguês KLP.
- CYRELA ON (SA:CYRE3) subia 1,7%, revertendo a queda do começo do pregão, quando pesaram dados da companhia mostrando queda de vendas e lançamentos de imóveis residenciais no segundo trimestre ante o mesmo período do ano passado.
- B3 ON subia 1,9%, com dados operacionais de junho mostrando crescimento de volumes no segmento de ações, bem como na receita por contrato no segmento de juros, moedas e mercadorias.
- LOCALIZA ON (SA:RENT3) valorizava-se 3,3%, tendo de pano de fundo relatório do Bradesco BBI sobre o setor de aluguel de veículos, no qual analistas reiteraram a recomendação 'outperform' para a companhia e elevaram o preço-alvo de 35 para 53 reais. Outras empresas do segmento também tiveram preço-alvo elevado.
- MULTIPLAN ON (SA:MULT3) caía 1,2%, com o setor de shopping centers ainda suscetível às preocupações sobre a evolução da pandemia de Covid-19 no Brasil, embora as ações também tenham se afastado das mínimas. IGUATEMI ON (SA:IGTA3) recuava 0,7% e BRMALLS ON passou a oscilar ao redor da estabilidade.


Fonte: Reuters
Ibovespa firma-se em alta e encosta nos 100 mil pontos puxado por Vale
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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Homem procurava ouro mas encontra meteorito de 4,6 bilhões de anos



Homem procurava ouro mas encontra meteorito de 4,6 bilhões de anos








Quatro anos atrás, David Hole encontrou uma pedra de aparência misteriosa em Victória, Austrália. O garimpeiro estava inspecionando uma área de Maryborough quando seu detector de metais o alertou para o que ele pensava ser ouro. Sem saber, Hole levou para casa a pedra vermelha extraordinariamente pesada e estava disposto a tentar tirar o “ouro” que poderia haver no meio. Apesar de suas inúmeras tentativas – usando uma esmeril, serras, ácidos e uma marreta de ferro, Hole não conseguiu partir o material. Depois de guardar a rocha por alguns anos, ele finalmente encontrou em contato com o Museu de Melbourne, na Austrália, numa tentativa de, de uma vez por todas, descobrir o que era.


O meteorito de Marborough mede 38,5 cm x 14,5 cm x 14,5 cm. Foto: Museu de Melbourne
Muitas rochas são analisadas porque as pessoas pensam que são meteoritos, segundo o geólogo Dermot Henry, do Melbourne Museum.

“E como costumamos dizer, elas não passam de meteoros errados”,  disse em tom de bom humor.

Testes realizados por geólogos confirmaram que David certamente encontrou um meteorito – A pedra espacial pesa 17 quilos e tem aproximadamente 4,6 bilhões de anos. Agora conhecido como o Meteorito de Maryborough, ele foi formado provavelmente no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. O teste de datação por carbono-14 sugere que a rocha caiu na Terra entre 100 e 1000 anos atrás.

Os meteoritos são fragmentos que viajaram pelo espaço e caíram na Terra. Normalmente, eles são pedaços de asteróides destruídos, embora ocasionalmente pedaços de um cometa – muito, muito raramente, são pedaços de Marte ou da Lua que rondam o sistema solar desde a formação dos planetas. Quando você vê uma ‘estrela cadente’ cruzando o céu noturno, ela pode ser um meteorito encontrando seu novo lar em nosso planeta.

“Para nós, essa é a maneira mais barata para se explorar o espaço, porque recebemos essas amostras rochosas diretamente para nós”, disse o geólogo Henry.

“Eles nos levam de volta aos primórdios do nosso sistema solar. Então, observamos dentro do meteorito Maryborough alguns dos primeiros materiais que se cristalizaram na nuvem quente, gasosa e empoeirada que formou o nosso sistema solar a 4,6 bilhões de anos atrás.” “E é por isso que estamos muito animados.”

O meteorito de Maryborough é visivelmente mais pesado e resistente do que qualquer rocha encontrada na Terra naturalmente, porque ele é preenchido por composições mais densas de ferro e níquel. Usando uma serra de diamante super-dura para dar uma olhada no interior, Henry e o Dr. Birch determinaram que fosse o que é conhecido como um meteorito comum de condrito H5.

O termo condrito significa que este meteorito contém minúsculas esferas cristalizadas ligadas a ferro-níquel (côndrulos), que se formou quando as nuvens de gases do sistema solar primitivo se aqueceram.

De fato a rocha não é ouro, mas pelos números, é excepcionalmente mais rara que o material valioso.

“Este é apenas o 17º meteorito encontrado em Victoria, na Austrália, enquanto isso, milhares de pepitas de ouro foram encontradas no mesmo local”, disse Henry.

“Quando você pensa em como ele chegou aqui, o fato de que este meteorito em particular provavelmente saiu do cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter e foi desviado de lá por alguns asteróides, se chocou com diversos outros fragmentos no caminho até cair na órbita da Terra e alguns garimpeiros o encontraram e trouxeram para nós “. “Olhando para essa cadeia de eventos, é bem, você pode dizer, astronômica, uma descoberta incrível.”

O último meteorito conhecido encontrado em Victoria foi descoberto em Willow Grove, Gippsland, em 1995. O meteorito de Maryborough se juntará à coleção de mais de 400 espécimes de meteoritos do Museu de Melbourne e estará em exibição para a Semana Nacional da Ciência.



Fonte: Mistérios do Mundo

RUBI COLEÇÃO


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Tragédia nos EUA desperta discussão sobre os perigos do day trade

Tragédia nos EUA desperta discussão sobre os perigos do day trade



Por BR Advisors
11/07/2020 - 12:05

Mercados
A afirmação parece óbvia, praticamente intuitiva, mas por incrível que pareça muita gente ainda cai no erro de investir sem saber o que está fazendo (Imagem: Reuters/Brendan McDermid)

“O risco vem de não saber o que você está fazendo”. As palavras são do megainvestidor Warren Buffett, não à toa conhecido como “sábio de Omaha”.
A afirmação parece óbvia, praticamente intuitiva, mas por incrível que pareça muita gente ainda cai no erro de investir sem saber o que está fazendo.
Ninguém deveria se expor a riscos sem entender alguns princípios básicos ou, pelo menos, ter alguém para ajudar. Desmistificar o mercado financeiro e democratizar o acesso às plataformas de investimento para que cada vez mais pessoas percam o medo de investir é um objetivo nobre, mas não sem antes estabelecer a importância de obter conhecimento na área.

Cautionary tale

Esta reflexão não surge num vácuoRecentemente um jovem trader americano cometeu suicídio por acreditar ter sofrido prejuízo em suas operações.
O ocorrido se torna então um “cautionary tale”, isto é, uma história que serve de alerta para algum perigo. Neste caso, o de investir no mercado financeiro sem antes investir em conhecimento. 
Alex Kearns era um jovem de 20 anos que começou a investir em ações durante a quarentena. No dia 12 de junho, o rapaz se suicidou por achar que tinha perdido quase US$ 750 mil no mercado de opções.
Para sua família, ele deixou um bilhete de quatro parágrafos na tela do computador que dizia que sua intenção nunca havia sido aceitar um risco daquele tamanho e que ele “não tinha ideia do que estava fazendo”. 
“Como pode um estudante sem renda ser capaz de usar até um milhão de dólares emprestados pela corretora?”, indagou o rapaz na sua carta. 
Como se a história não fosse trágica o suficiente, na realidade Kearns confundiu o prejuízo potencial em uma das pernas da operação com o resultado do investimento, acreditando ter sofrido perdas quando na realidade sua conta continuava com um saldo positivo de US$16 mil.
Os cofundadores da corretora online utilizada pelo rapaz se declararam “devastados” com a notícia e prometeram expandir os recursos educacionais e adotar novos critérios antes de permitir operações com opções sofisticadas pelos clientes.
Ainda que seja um caso extremo, Alex não está sozinho no pânico causado pela inexperiência.
A democratização dos investimentos e o aumento no número de pessoas físicas na bolsa tem sido um tema explorado desde a nossa primeira coluna. 
Na segunda, abordamos o como a revolução digital mudou para sempre o mercado financeiro, tornando o mundo dos investimentos mais acessível. 
Considerando o crescimento exponencial no número de pessoas físicas na bolsa – já são quase 2,5 milhões de CPFs – e que a cultura do investimento ainda é um fenômeno muito recente no Brasil, não parece exagero afirmar que temos um número cada vez maior de investidores iniciantes que não compreendem plenamente o mundo no qual estão adentrando. 
Todos têm que começar de algum lugar, é verdade, mas não basta oferecer uma plataforma para que você opere sozinho sem que tenha o suporte necessário para entender o que você está fazendo, seja através de uma boa educação financeira ou de uma boa assessoria. 
Em uma metáfora interessante, o diretor de alocação de ativos da Pacific Life Fund Advisors, Max Gokhman, comparou os investidores profissionais a pilotos de jumbos, e os pequenos investidores a figura mitológica de Ícaro que alçou voo com suas asas de cera.
“Sabemos que podemos mudar de altitude para cima e para baixo, e temos sistemas sofisticados para alterar nossa exposição, mas Ícaro só sobe, se aproximando mais e mais do sol, até que inevitavelmente venha a cair”, disse Gokhman. 

Saúde financeira & Saúde mental

Estresse, pressão, euforia… As emoções oscilam mais que a própria bolsa e podem ser suas piores inimigas na hora de operar.
De acordo com os estudos conduzidos por Andrew Lo, professor de finanças do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), as consequências sobre a psicologia de investidores que estão dando seus primeiros passos incluem medo, ansiedade, frustração e decepção, e até mesmo sintomas de distúrbio de estresse pós-traumático para aqueles que sofreram grandes prejuízos.

Strees saúde mental
Estresse, pressão, euforia… As emoções oscilam mais que a própria bolsa e podem ser suas
piores inimigas na hora de operar (Imagem: Pixabay)

A sua saúde financeira é essencial para a sua saúde mental e vice-versa. Quando uma não anda bem, pode impactar diretamente na outra até se tornar um círculo vicioso.
Daniel Braga, sócio BRA, ressalta a importância da preparação psicológica para o trade. Chefe da mesa de renda variável, tem contato diário com traders e percebe que os melhores resultados vem das mentes mais preparadas. Ficar em frente ao computador e buscar os melhores trades através da alavancagem é um caminho perigoso.
Basta alguns tropeços para você literalmente quebrar. Daniel destaca também a importância de buscar conhecimento para não ser refém das armadilhas do mercado. “Todo investidor tem uma curva de aprendizado.
É inevitável cometer alguns erros, mas analisar e entender onde você errou é fundamental”, diz ele.
Investir não deve ser negativo para a sua saúde mental e piorar sua qualidade de vida, muito pelo contrário, investir deveria garantir tranquilidade ao saber que seu patrimônio está rendendo e sendo bem cuidado.
Por isso é tão importante saber, entre tantas ofertas disponíveis, quais são aquelas que realmente têm os seus interesses em mente.

TOPÁZIO AZUL- 60 QUILATES